Correio B

AGENDA CULTURAL

Fim de semana tem programação recheada de pagode, estreia nos cinemas, sarau e mais

"Noite da Swingueira", na quadra da escola de samba Igrejinha, com o grupo Simboraí, e "Baile do Hawai", no Jardins Music Bar, com o grupo Pagode 67, movimentam o sábado; Sarau Círculo Encantado do Cerrado ocupa o Ateliê Ramona Rodrigues

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A movimentação nas quadras e barracões das escolas de samba de Campo Grande parece estar menor nesta temporada de pré-Carnaval, se comparada com a agenda de 2025, quando, já na primeira semana de janeiro, havia ensaios para os foliões mais desesperados se esbaldarem enquanto aguardavam o período dos desfiles na Praça do Papa e da folia dos blocos no Centro.

Mas isso não significa falta de samba e pagode ao vivo, em diferentes regiões da cidade, para quem quiser mexer o corpo. Por exemplo, tem o grupo Vai Quem Qué, no Barô Bar, hoje, a partir das 19h, com couvert a R$ 25 por pessoa, e duas festas bem bacanas amanhã.

>> Rua da Paz, nº 201, Jardim dos Estados;

A “Noite da Swingueira”, amanhã, a partir das 19h30min, na quadra da Igrejinha, será comandada pelo

O grupo de pagode se apresenta na MÚSICA Simboraí - O grupo de pagode se apresenta na “Noite da Swingueira”, amanhã, a partir das 19h30min, na quadra da Igrejinha, que contará também com alguns segmentos da escola de samba e da Bateria Absoluta
Foto: Divulgação

grupo Simboraí e contará também com apresentação de alguns segmentos da escola de samba e da potência percussiva da Absoluta (nome da bateria da agremiação). Ingressos: R$ 10.

>> Rua 14 de Julho, nº 3.210, Centro;

Já o grupo Pagode 67,

O grupo Pagode 67 faz show amanhã no MÚSICA Pagode 67 - O grupo Pagode 67 faz show amanhã no “Baile do Hawai” do Jardins Music Bar (Avenida da Capital, nº 55, Vila Rica), e na Feira do Bosque da Paz, no domingo
Foto: Divulgação

que lançou nesta semana o vídeo-cover de “Caixa Postal” (clássico do Bala, Bombom e Chocolate), faz show amanhã e no domingo.

Amanhã, o Pagode 67 pilota o “Baile do Hawai”, no Jardins Music Bar, com direito a decoração temática, colares havaianos e mesa de frutas. E, no domingo, a partir das 13h, faz o show de encerramento da primeira Feira Bosque da Paz deste ano.

>> Avenida da Capital, nº 55, Vila Rica;

Com artesanato, moda autoral, gastronomia e antiguidades, além de atrações culturais, a feira abre a programação musical com uma apresentação de Georgia, “O Anjo Azul”, das 9h30 min às 10h10min.

Das 10h30min às 12h30min, o projeto Fábrica do Brincar propõe uma série de atividades lúdicas e educativas para a criançada. Na sequência, o Pagode 67 encerra a Feira do Bosque.

>> Rua Kame Takaiassu, nº 500, Carandá Bosque; Grátis.

SAMBA NA 14

No circuito da Rua 14 de Julho, as rodas de samba seguem promovendo muito batuque e molejo no calçadão em frente aos bares.

No Mistura Bar, pilotado pelas irmãs Graciela e Juliana Minna, tem os grupos Pagozen (hoje), Entre Amigos (amanhã) e Resenha do Xavier (domingo). Hoje e domingo, o samba começa às 20h30min. No sábado, a roda tem início às 19h30min. Grátis.

>> Rua 14 de Julho, nº 2.389.

Logo adiante, no Má Donna Bar, hoje (DJ Gaiezza) e amanhã (DJ ALX), o menu musical é dominado pelo som das pistas de dança. Mas, no domingo, tem o grupo Pagode na Pele, a partir das 18h. Grátis.

>> Rua 14 de Julho, nº 2.459

SARAU ENCANTADO

O Ateliê Kalebe Mazzine (coletivo cultural ligado ao clã de bruxaria, aos saberes ancestrais e populares), em parceria com o Ateliê Ramona Rodrigues, realiza, amanhã, o Sarau Círculo Encantado do Cerrado.

INTERCULTURAL Sarau Círculo Encantado do Cerrado - O evento é uma realização do Ateliê Kalebe Mazzine e contará com oficinas de ervas e benzimentos, recreação para crianças, apresentações culturais, roda de mantras, rezas, danças árabes e ciganas, além do lançamento de livros; Rua 14 de Julho, nº 1.431, casa 3
Foto: Divulgação

“Trata-se de um sarau intercultural, um espaço de encontro, partilha e celebração das encantarias, das artes e das tradições que atravessam o tempo e os territórios”, diz Kalebe.

O evento contará com oficinas de ervas e benzimentos, recreação para crianças, apresentações culturais, roda de mantras, rezas, danças árabes e ciganas, além do lançamento dos livros “Roda dos 4 Elementos”, “A Bruxaria e a Encantaria Brasileira” e “Saberes Ancestrais – Bruxarias e Bruxarias Brasileiras”, de Kalebe Mazzine.

Também haverá feirinha com produtos artesanais, saberes vivos e expressões da cultura popular, além da presença do grupo Magias do Cerrado e da “bruxa natural” Elisangela Mazzine.

“Venha circular, encantar, celebrar e fortalecer as raízes do Cerrado e das ancestralidades que nos atravessam. O sarau convida artistas, coletivos, rezadeiras, dançantes, musicistas, poetas, performers e guardiões de saberes ancestrais e populares a somarem sua arte e sua presença neste encontro intercultural”, convoca Kalebe. 

O sarau é aberto e conta com uma programação colaborativa, com espaço para apresentações gratuitas de todas as linguagens artísticas.

“O chamado é para quem sentir no coração o desejo de compartilhar sua expressão, sua reza, seu canto, sua dança, sua palavra ou seu ritual como forma de troca e fortalecimento coletivo”, reforça o mago e escritor.

>> Rua 14 de Julho, nº 1.431, casa 3 (fundos), Centro (quase esquina com a Fernando Corrêa). Por R$ 10 (antecipado) e R$ 25 (na entrada). Informações e vendas: (67) 99271-8898.

CINEMA “Hamlet”

Hamlet"Hamlet" está em cartaz - Foto: Divulgação

Com Jessie Buckley e Paul Mescal como protagonistas, o filme da diretora Chloé Zhao mostra o dramaturgo William Shakespeare e a sua esposa, Agnes, em meio a tragédia da morte de um de seus filhos; a perda vai inspirar a criação de “Hamlet”, um dos maiores clássicos do teatro universal.

CINEMA “O Diário de Pilar na Amazônia”

De Eduardo Vaisman e Rodrigo Van Der Put, o longa-metragem brasileiro conta a história da jovem exploradora Pilar, que viaja até a Amazônia, por meio de sua rede mágica. Após conhecer Maiara, ribeirinha que teve sua comunidade destruída, Pilar e os amigos buscam reencontrar a família da amiga e impedir o desmatamento da floresta.

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MÚSICA

Luísa Sonza dá uma guinada na carreira com o lançamento de "Bossa Sempre Nova"

Álbum gravado em 2025, em parceria com Roberto Menescal e Toquinho, dois expoentes do gênero que reinventou e internacionalizou a música brasileira; "Samba de Verão", "Triste" e "O Barquinho" estão no repertório

15/01/2026 13h00

A cantora gaúcha, de 27 anos, ao lado do veterano bossa-novista Roberto Menescal, atualmente com 88 anos

A cantora gaúcha, de 27 anos, ao lado do veterano bossa-novista Roberto Menescal, atualmente com 88 anos Divulgação / Pam Martins

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Ela fez um dos shows mais concorridos do MS ao Vivo de 2025, levando 40 mil pessoas ao Parque das Nações Indígenas, na abertura do projeto musical, em maio. Agora, com o lançamento de seu quarto álbum, Luísa Sonza deve voltar a surpreender o seu público.

“Bossa Sempre Nova”, gravado em 2025, ao lado de Toquinho e Roberto Menescal, mostra que o flerte com a bossa nova iniciado com “Chico”, canção do álbum “Escândalo Íntimo” (2023), deu frutos. O novo trabalho tem 14 faixas e já está disponível nas plataformas digitais.

Menescal integra a primeira geração da bossa nova, a que despontou no fim dos anos 1950 e que se consagraria já em 1962, com o antológico show no Carnegie Hall, em Nova York.

O guitarrista e violonista coproduziu oito faixas do álbum, incluindo quatro clássicos de sua prolífica parceria com Ronaldo Bôscoli, além de sua primeira composição com Luísa Sonza. Já Toquinho, último parceiro de Vinicius de Moraes (1913-1980), é o violonista e coprodutor das outras seis faixas do disco.

Gravado em 2025 de forma orgânica, com a cantora e os instrumentistas face a face nos estúdios, quase sem cortes e edições, “Bossa Sempre Nova” mostra de forma cristalina o quanto o estilo nascido no fim dos anos 1950 mantém o frescor na voz de Luísa. Parodiando outro clássico (“Desafinado”), é bossa nova, é muito natural.

Composições e interpretações confirmam que o flerte é sério. O timbre é o mesmo, mas a cantora soa mais direta, leve como o estilo sedimentado por João Gilberto pede.

Selecionado por Luísa, com exceção da inédita “Um Pouco de Mim” (Sonza e Menescal), o repertório alterna clássicos e composições menos conhecidas, mas que, do mesmo modo, podem ser consideradas pérolas do gênero que botou a música brasileira no mundo.

OS PARCEIROS

Foi por volta de 2022 que Luísa virou, em suas próprias palavras, uma “rata da bossa”. Daquelas que são capazes de visitar uma loja de vinil especializada no Japão e, em casa, é vigiada de perto por Menescal e Jobim, dois dos seis felinos que dividem o lar com ela e mais quatro cachorros.

A cantora gaúcha, de 27 anos, ao lado do veterano bossa-novista Roberto Menescal, atualmente com 88 anosDesde que gravou “Chico”, faixa de “Escândalo Íntimo” (2023), seu terceiro álbum, Luísa Sonza vinha flertando com a bossa nova Foto: Divulgação / Pam Martins

Desde que os dois se conheceram, Menescal foi o principal incentivador do projeto. Há dois anos, certa noite, em encontro no camarim após um show de Paula Toller, o autor de “O Barquinho” contou o quanto gostara de “Chico”, sugerindo que a cantora avançasse mais fundo nessa praia.

Eles mantiveram contato e, inicialmente, Luísa e o produtor Douglas Moda, com quem trabalha desde seu segundo disco, “Doce 22”, pensaram em gravar uma We4 Sessions Live – projeto de performances musicais ao vivo com transmissão pela internet – com Menescal.

Durante os primeiros encontros para a série produzida por Moda, o projeto virou um disco inteiro, reforçado pela participação de Toquinho. Luísa comentara de como este seria perfeito para uma música, mas não sabia como chegar até ele. Douglas Moda não só tinha o número como mantinha contato frequente com Toquinho.

Após as sessões cariocas, com Roberto Menescal (guitarra e violão, e voz em “Você”) e grupo (baixo, bateria, piano, teclados e eventuais sopros), a produção foi concluída em São Paulo, pilotada por Luísa e Moda. Entre as canções selecionadas estão quatro da dupla Menescal e Bôscoli – “O Barquinho”, “Você”, “Ah, Se Eu Pudesse” e “Nós e o Mar”.

CLÁSSICOS

Já a parceria inaugural, “Um Pouco de Mim”, foi escrita por Luísa durante uma temporada em Los Angeles e estava separada para seu quarto disco de carreira, “LS4”.

A cantora gaúcha, de 27 anos, ao lado do veterano bossa-novista Roberto Menescal, atualmente com 88 anosA cantora gaúcha, de 27 anos, ao lado do veterano bossa-novista Roberto Menescal, atualmente com 88 anos - Foto: Divulgação / Pam Martins

Por sugestão de Douglas Moda, aceita pela cantora “desde que a capella”, um áudio foi enviado para Menescal, que botou seu violão, deu um trato na harmonia e no formato.

Outra faixa, captada somente com Menescal ao violão e a voz de Luísa, “Diz que Fui por Aí” é clássico samba de Zé Keti (1921-1999) e Hortêncio Rocha, gravado por Nara em seu primeiro álbum, em 1964, inaugurando a MPB.

TOQUINHO

A intenção inicial de fugir dos clássicos não resistiu à química perfeita conseguida por eles na solar “Samba de Verão” (Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle) e na soturna “Triste” (Tom Jobim). Esta, uma das faixas de “Elis e Tom”, o álbum preferido de Luísa, na voz de sua cantora (e conterrânea) “favorita”.

Convite aceito para se juntar a “Bossa Sempre Nova”, Toquinho começou a trabalhar na concepção de suas faixas.

Até, após ouvir o que Luísa gravara com Menescal, sentir que o sarrafo estava lá em cima. Pediu mais tempo para rearranjar e manter o padrão nas seis faixas, que também alternaram formações de voz e violão ou com grupo.

No primeiro encontro no estúdio, para pegar o tom de Luísa, Toquinho escolheu “Águas de Março” e, assim, ela e Douglas perceberam que mais um clássico dos clássicos de Jobim (e também do repertório de “Elis e Tom”) não tinha como ficar de fora.

Voz de Luísa e violão (e voz) de Toquinho se dão muito bem e passam o recado em mais duas canções, ambas da parceria dele com Vinicius de Moraes, “Carta ao Tom 74” e “Tarde de Itapoã”.

Entre as três sob acompanhamento do grupo estão: um afro-samba de Vinicius e Baden Powell (“Consolação”); uma das primeiras canções de Vinicius, “Onde Anda Você” (parceria com Hermano Silva lançada em 1953); e, fechando o disco, “Só Tinha de Ser com Você” (Tom Jobim e Aloysio de Oliveira).

Esta é outra canção de “Elis & Tom”, mas que, em 1965, ano de seu lançamento por Jobim, tinha sido gravada em versão instrumental por Toquinho.

ALÉM DO POP

“Chico” foi o sinal mais forte da paixão por bossa nova e MPB. Mas, “Escândalo Íntimo”, terceiro álbum de carreira, trazia outros indícios de que a estrela pop por excelência do Brasil na terceira década do século 21 transcendia os limites do gênero.

Entre eles, na faixa-título e de abertura, o sample do tema instrumental “Quarto de Hotel” (Hareton Salvanini), que ela conta ter conhecido no canal de TikTok de um estrangeiro.

A cantora gaúcha, de 27 anos, ao lado do veterano bossa-novista Roberto Menescal, atualmente com 88 anos Foto: Divulgação/Pam Martins

Já em “Luísa Manequim”, o sample com o refrão e a batida que serve de base veio de uma canção de Abílio Manoel (“Luiza Manequim”), artista dos anos 1970 (português, mas criado em São Paulo) que foi redescoberto por colecionadores de vinil ao redor do mundo.

Se restava dúvida, fechando o disco lançado em 2023, estava o dueto com Caetano Veloso em “You Don’t Know Me”.

As participações e parcerias nos discos de Luísa Sonza cobrem um amplo espectro da música brasileira (e internacional): pop, sertanejo, funk, rap e MPB, entre outras vertentes.

Ecletismo que vem desde o início precoce, em Tuparendi (RS), cidade gaúcha “quase no fim do mundo”, como a própria cantora define, perto da fronteira com a Argentina.

Na banda de bailes Sol Maior, na qual entrou aos 7 anos de idade, o repertório ia da “música de igreja a hits da pista de dança”. De “Monte Castelo” (Legião Urbana) a “Whisky à Go-Go” (Roupa Nova), passando por Beatles, Queen, Sandy & Junior, sertanejo e até “Garota de Ipanema”.

Durante a adolescência, a garota de Tuparendi botou a cara e a voz no YouTube, ganhando o rótulo de “rainha dos covers”. Aos poucos, passou também a compor. Em 2016, ingressou no curso de Direito, mas desistiu da universidade, na cidade de Santa Maria (RS), em menos de um mês.

No ano seguinte, lançou seu primeiro EP e também marcou presença nas redes sociais e na TV como atriz e em reality shows. Estourou a partir do álbum “Pandora” (2019) e seguiu, com mais sucesso, nos disco seguintes, “Doce 22” (2021) e “Escândalo Íntimo” (2023).

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Diálogo

Sindicalista de conhecida entidade em MS "pegou carona" no veto de Lula ao... Leia na coluna de hoje

Confira a coluna Diálogo desta quinta-feira (15)

15/01/2026 00h01

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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José Saramago - escritor português

Nada é para sempre, dizemos, mas há momentos que parecem ficar suspensos, pairando sobre o fluir inexorável do tempo”.

Felpuda

Sindicalista de conhecida entidade em MS “pegou carona” no veto de Lula ao projeto de dosimetria, que beneficia os condenados pelos atos do 8 de Janeiro, gravando vídeo para falar de democracia, Estado de Direito, justiça social, etc. e tal. Depois, disse que “o governo e o povo impediram um golpe” (?) e emendou defesa ao ditador Nicolás Maduro, que, segundo ele, foi “uma vítima dos EUA”, que invadiram seu país e sequestraram um governante “eleito democraticamente”. Virou piada entre integrantes sérios da categoria. Perdeu a chance de ficar calado. E como!...

No mapa

Quem passou a integrar oficialmente o Mapa do Turismo Brasileiro, do Ministério do Turismo, foi o município de Nioaque. O cadastro reconhece os municípios que têm organização, governança e políticas públicas estruturadas para o desenvolvimento do turismo.

Mais

A inclusão no mapa foi possível graças a um conjunto de ações voltadas ao fortalecimento do segmento no município. Entre elas está a sanção da Lei do Plano Municipal de Turismo, assinada pelo prefeito, André Guimarães, no dia 10 de dezembro.

Diálogo

Desenvolvida pela embrapa, nova cultivar de batata reúne atributos essenciais para a cadeia produtiva e a indústria de processamento, como alta produtividade, resistência a doenças e boa aptidão para fritura. resultado de mais de uma década de pesquisas do Programa de Melhoramento Genético de Batata, a BRS F21 recebeu o apelido de “braschips”, pelo seu elevado rendimento industrial e a qualidade superior dos chips produzidos.

DiálogoThayse Borges e Bruno Borges

 

DiálogoLidia Lisboa e Thiago de Paula Souza

Projeto

Fontes de integrantes da direita e da centro-direita têm dito que se Capitão Contar for sacramentado como o segundo nome do PL na disputa ao Senado, como anunciado por Valdemar Costa Neto, dirigente nacional da legenda, é um passo para que, se eleito, coloque em prática seu projeto de poder, que é comandar o governo de MS. As mesmas fontes dizem que ele vem demonstrando isso, pois despreza a executiva do partido, fazendo articulações diretamente com o comando nacional.

Estranheza

Eles estranham também porque Capitão Contar não tem base política com musculatura forte, está “no sereno” desde 2022, quando perdeu a disputa para governador, e como deputado estadual não teria correspondido à expressiva votação que, à época, permitiu que ele assumisse o topo do ranking dos eleitos. Além do mais, há quem afirme que ele não é um político que atua em grupo.

Trajetória...

Capitão Contar iniciou sua carreira política em 2018, elegendo-se deputado estadual na onda bolsonarista. Em 2022, tentou ser candidato ao governo pelo PL, mas não conseguiu se viabilizar. Foi então que foi para o PRTB. No fim da campanha, partiu para o confronto, sendo “massacrado” por Eduardo Riedel no debate. No PRTB também não formou seu grupo político. Portanto...

ANIVERSARIANTES

  • Cezar Augusto Carneiro Benevides,
  • Valéria Gabas,
  • Dr. Gilberto da Silva Castro,
  • Maria José Vieira Olyntho,
  • Akira Otsubo,
  • Ana Livrada Ribas Vicente,
  • Getúlio Pedrosa da Costa,
  • Amaro Gonçalves,
  • Milton Grings,
  • Dr. Takahiro Molicawa,
  • Silvio Cantero,
  • Aprigio Alves dos Santos,
  • José Gonçalo de Barra,
  • Márcio Cavalcante da Silva,
  • Pablo Ermitano Rios,
  • Maurílio Ribeiro Silva,
  • Denise Mansano,
  • Tainá Mendes Jara,
  • Gabriel Serafim da Silva,
  • Mara Liês Leite Grijó,
  • Ana Paula Mancuello Nastacio,
  • Andrea Batista dos Santos,
  • Sebastião Carlos Flores Faria,
  • Luciano de Barros Mandetta,
  • Priscila Fernandes Dantas,
  • Elza Oliveira Corrêa da Silva,
  • Marcelo Vieira dos Santos,
  • Alceu Vaz Lopes,
  • Nilda Araújo Coelho Zaina,
  • Paulo Wilson de Amorim Ravaglia,
  • Eduardo Almeida Jonas,
  • Luiz Alberto Mantini Oliveira,
  • Tânia Ferreira Macedo,
  • Osvane Aparecido Ramos,
  • Vicente Amaro de Souza Neto,
  • Denise Aparecida Miranda
  • da Rosa dos Santos,
  • Tiago de Almeida Fartare,
  • Silvio Celso Moreira do Egito,
  • Amantino Barbosa,
  • César Augusto Gonçalves Puig,
  • Léa Alves,
  • Haroldo Barcellos Braga Júnior,
  • Khalil Ibrahim Zaher,
  • Luis Cláudio Amador de Souza,
  • Maria Aparecida da Silva Ferreira,
  • Dra. Lucy Hatsue Miyazato Takayassu,
  • Nelson Souza Wolf,
  • Márcia Bunazar Cavalheiro,
  • Elisangela de Fátima Arruda Pereira,
  • Nuno Henrique de Carvalho,
  • João Lessa,
  • Capitão Vigário,
  • Amaro Barbeitas Ferreira,
  • Eldemir Fernandes,
  • Célia Satiko Kato,
  • Luiz Eloi Alves da Costa,
  • Mikiko Maeda Wassano,
  • Daniela Alves Pereira,
  • Gilmar Fursts,
  • Ligia Maria Parisi Dias,
  • Alice Mutsuko Yamauchi,
  • Margarida Fátima de Lima Pinesso,
  • Janaina Bogosz de Oliveira,
  • Andresa Luiza Aparecida Dias,
  • Alencar de Oliveira Mafra,
  • Rodrigo Bezerra de Arruda,
  • Robson Sitorski Lins,
  • Cláudia Loureiro Ocariz Almirão,
  • Mauro Sebastião Kalife,
  • Áureo Ali Almeida Audi,
  • Jured Abou Harb,
  • Milton Defavari,
  • José Renato Rodrigues Pascoaleto,
  • Hermes Fabiano Pagnan Escudero,
  • Rosa Maria dos Santos Bernart,
  • José Carlos Lemos Alves,
  • Sueli Diniz,
  • Clarice Maria de Mello Ribeiro,
  • Orioldo Centurião,
  • Antônio Lemes de Campos Filho,
  • Eliane Angélica da Cruz,
  • José Arnaldo da Silva,
  • Evaldo Luiz Rigotti,
  • Carlos Alberto da Silva Costa,
  • Odelice Claudino Carrijo,
  • Rafael Moreira Vinciguera,
  • Katiene Mara dos Santos,
  • Rodrigo Carneiro de Barros,
  • Márcio Rogério Faria Custódio,
  • Reinaldo Martins Amaral Filho,
  • Fabiula Talini,
  • Eliane Cominesi,
  • Antonio Marcos Amaral Borges,
  • Fernando José Regonato,
  • Ednorá de Fátima Matozo,
  • Wagner Silva,
  • Thaisa Raquel Medeiros Albuquerque,
  • Maria Auxiliadora Menezes,
  • Olímpia de Assunção,
  • Ary da Cruz Costa,
  • Corina Pacheco,
  • Paulo Henrique Tôrres,
  • Renato da Silva Diniz,
  • Dalva Almeida Souza,
  • Mário da Costa Barros,
  • Jurema Melo Batista,
  • André Silveira Mendes,
  • Maria Clara Campos Alves,
  • Meire Oliveira de Lima.

*Colaborou Tatyane Gameiro

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