Correio B

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Guilherme Rondon lança novo disco
e faz sessão de autógrafo

Guilherme Rondon lança novo disco
e faz sessão de autógrafo

THIAGO ANDRADE

22/12/2016 - 15h05
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Guilherme Rondon encontrou no Pantanal sul-mato-grossense um lugar para chamar de lar. Paulista, ele cresceu em Corumbá e retornou a São Paulo, na década de 1970, para estudar música. “Melhor Que Seja Raro”, à sua maneira, é um disco em trânsito – com gravações realizadas em Campo Grande, São Paulo, Belo Horizonte, Madri, entre outras.

Hoje, às 18h, o músico estará na Livraria Le Parole – Rua Euclides da Cunha, 1.126 – para uma noite de autógrafos. “Foi um grande esforço lançar esse disco da maneira como eu gostaria. É um trabalho independente, contei com muitos parceiros e estou satisfeito”, afirma Guilherme. Com 13 canções, o álbum conta com parcerias tanto nas composições e nas letras, quanto participações especiais nas canções.

A cantora Zélia Duncan é uma das que colaboraram com Guilherme. Eles assinam a canção “Melhor que Seja Raro”. De acordo com Guilherme, a canção é o primeiro de vários projetos que os dois têm juntos. “É um namoro musical antigo”, brinca o cantor. Segundo ele, há planos futuros para gravações e outras colaborações entre os dois músicos.

“Quando comecei a pesquisar canções para montar o repertório, percebi que tenho cerca de 90 inéditas. Muitas delas são parcerias, porque eu me vejo mais como um melodista do que um letrista”, aponta. Um dos principais colaboradores de Guilherme é Alexandre Lemos. Neste trabalho, ele é coautor de oito canções.Outras parcerias incluem Iso Fischer, Zé Edu, Luiz Carlos Sá e Murilo Antunes.

As participações especiais que cantam e tocam junto a Guilherme também é extensa. Um dos destaques é a presença dos vocais do grupo Barra da Saia em “Rasta Feliz”, uma mistura de folk e country que destoa bastante do clima criado pelo disco até então. “O objetivo era surpreender mesmo, fechar o disco com uma surpresa para o ouvinte”, aponta Guilherme.

Mas “Melhor que Seja Raro” é um disco que reúne diversos estilos musicais que bebem dos ritmos ternários fronteiriços como a polca, o chamamé e a guarânia, mas também há pitadas de blues com a guitarra de Webster Santos e que dá corpo a “Mentira Não”, décima faixa do álbum. Nela, há participação especial de Celito Espíndola.

As bases das 13 canções foram gravadas no Pantanal, em quatro dias, por Guilherme Rondon, Alex Mesquita e Webster Santos. “A internet permitiu que esse trabalho fosse realizado da maneira como ele chega ao público. Eu fiquei aqui, entre Campo Grande e o Pantanal, e recebi as gravações”, explica. Em Mato Grosso do Sul, as gravações ficaram a cargo de Alex Cavalheri e Adriel Santos. Tudo foi mixado por Luiz Paulo Serafim, no BRC Estúdio, em São Paulo. A masterização por Carlos Freitas. “São nomes reconhecidos e premiados”, ressalta.

O CD será vendido por R$ 25. Outra opção é a compra de um pencard que além das canções em arquivo digital de alta definição traz imagens, textos de Zélia Duncan e outros materiais de divulgação do trabalho. “É uma opção para facilitar a vida do público que não consome mais CD”, explica Guilherme. O álbum também já foi disponibilizado em serviços digitais como Spotify, iTunes, Deezer, entre outros.

As ações de divulgação do disco ficam para o ano que vem. Segundo o músico, há planos para shows em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Campo Grande. “Também quero fazer vídeos para divulgar algumas canções. Ainda não temos nada definido, mas vamos seguir esses planos para o ano que vem”, pontua.

TRAJETÓRIA

Guilherme Rondon é um dos nomes de destaque da música feita em Mato Grosso do Sul, ocupando um lugar ao lado de nomes como Almir Sater, Paulo Simões e Geraldo Roca. Seu retorno ao Estado no final da década de 1970 permitiu que participasse, entre outros, do show Prata da Casa, um marco cultural de MS. 

Entre os destaques de sua trajetória estão discos como “Rondon & Fígar”, com João Fígar, de 1991, e “Piratininga”, de 1994. O primeiro foi contemplado com o Prêmio Sharp, na categoria Melhor Música Regional, com a canção “Paiaguás”, uma parceria de Rondon com Paulo Simões. 

“Piratininga” é o disco que inaugura a carreira solo do músico, sendo vencedor do Prêmio Sharp na categoria de Revelação. A faixa “Vida bela vida” foi incluída na trilha sonora da novela “A indomada” (Rede Globo). Guilherme foi um dos criadores do Chalana de Prata, junto com Celito Espíndola, Paulo Simões e Dino Rocha. O quarteto gravou um disco homônimo e fez shows pelo País, com a proposta de resgatar a música pantaneira autêntica.

Seu último disco havia sido “Made In Pantanal”, de 2012. Em seu trabalho como compositor, Guilherme já teve trabalhos gravados por mais de 65 artistas, como Nana Caymmi, Ivan Lins, Sérgio Reis e Michel Teló. 

Felpuda

Na sessão de terça-feira da Câmara Municipal de Campo Grande "deu de um...Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quinta-feira (30)

30/04/2026 00h03

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Mario Sergio Cortella - escritor brasileiro

"Quando estiver no fundo do poço, a primeira coisa a fazer para sair dele é parar de cavar”.

 

FELPUDA

Na sessão de terça-feira da Câmara Municipal de Campo Grande “deu de um tudo”: manifestantes destemperados vaiando até leitura de moção de pesar, vereador dizendo que não tinha medo de gritos e o presidente da Casa, Epaminondas Neto, irritado, tentando colocar ordem. O movimento, que ninguém tem dúvida de que foi “orquestrado” por forças não tão ocultas assim, ocorreu principalmente por causa da sanção da prefeita a projeto que proíbe o uso de banheiro feminino por mulheres trans e o projeto Abril Verde e Amarelo, em contraponto ao Abril Vermelho do MST. Ufa!

Em falta

A Justiça determinou que a Prefeitura de Campo Grande adote medidas para regularizar o funcionamento de 11 Unidades Básicas de Saúde. A decisão atende a ação civil pública.

Mais

A investigação teve início em 2025. Vistorias técnicas identificaram falta de profissionais, ausência de equipamentos essenciais e problemas estruturais nas unidades.

DiálogoA presença do porta-aviões USS Nimitz no litoral brasileiro, prevista para o dia 7 de maio, insere o País na agenda estratégica da Operação Southern Seas 2026, coordenada pela Marinha dos Estados Unidos. Os exercícios navais, que serão realizados entre 11 e 14 de maio, no Rio de Janeiro, reunirão meios das forças marítimas das duas nações. Criada em 2007, a operação chega à 11ª edição consolidada como um dos principais mecanismos de cooperação no hemisfério ocidental. A iniciativa envolve cerca de dez países da américa latina, com foco no fortalecimento de parcerias estratégicas e na atuação conjunta diante de ameaças no ambiente marítimo. A participação brasileira ocorre porque o País ocupa posição estratégica no atlântico Sul, área de interesse para a segurança das rotas marítimas.
DiálogoSimone Tebet e Carla Stephanini

 

DiálogoGabriella Bertolini Fernandes

Pretexto

A oposição à administração estadual, como estava previsto, está se utilizando de qualquer “tema” para desancar o governador Eduardo Riedel durante as sessões na Assembleia Legislativa de MS. A estratégia é não deixar passar nada que possa receber holofotes nesse período que antecede a data oficial da campanha eleitoral. Os quatro parlamentares contrários ao governo, três do PT e um do Novo, sinalizam que intensificarão as críticas. Afe!

Elas

Participantes de seminário na Câmara dos Deputados defenderam que o País avance para a reserva de cadeiras, garantindo protagonismo feminino nos espaços de poder. O debate, promovido pela Secretaria da Mulher, reuniu parlamentares e especialistas. O encontro marcou os 30 anos da política de cotas. Atualmente, a Lei das Eleições f ixa mínimo de 30% e máximo de 70% de candidaturas por sexo nas disputas proporcionais.

Fichado

O Senado aprovou a criação do Cadastro Nacional de Pessoas Condenadas por Violência contra a Mulher, que reunirá dados de agressores para acesso das forças policiais em todo o País. O projeto segue para sanção presidencial. O banco de dados terá informações como nome, documentos, foto, digitais e endereço, preservando o sigilo das vítimas. Os registros ficarão disponíveis até o fim da pena ou por três anos, em casos de condenações menores. Serão incluídos condenados por crimes como feminicídio, estupro, perseguição e violência psicológica.

Aniversariantes

Patrícia de Britto Maiolino de Carvalho,
Dr. Alberto Cubel Brull,
Eliane Rodrigues Toniasso,
Eudmar Rogers Nolasco de Faria,
Bruno Anderson Silva de Oliveira,
João Felipe Damico,
José João Jesus da Fonseca,
Livio José Andrighetti,
Danilo de Andrade Batista,
Fernando Pereira de Jesus,
José Antonio de Oliveira,
Luiz Roberto Rosalim,
Marco Aurelio Alves Bardelin,
Osvaldo Boggi,
Reni Ali Akre,
Sallete Cristina Campos,
Edson Luis Queiroz Vieira,
Michael Douglas de Oliveira,
Lupercio Marques,
João Leonidio França Ricardo,
Dr. Ary Mituo,
Alessandro Pereira Tirolle,
Raquel Siufi Romanini,
Adriana Buainain Bomussa,
Ricardo Schettini Figueiredo,
Dra. Helenisse Mantovani de Oliveira,
Gustavo Ferrão,
Leatrice Couto Pinto da Silva,
Dr. Nereu Aristides Marques,
Aloísio Martins Pereira,
Edson Hidenobu Oshiro,
Dr. Oscar Martinez,
Eurico Mariano,
Ronan Pinheiro da Silva,
João Roberto Talavera,
Rodrigo Barbosa Fonseca,
Marluce Ortega de Arruda,
Otacílio Corrêa Espíndola,
Leda Couto Ferreira,
Hélcio Mendes Feitosa,
Adão de Oliveira,
Walmir Pinheiro de Araújo,
Everton Barcellos de Souza,
Oscar Miranda,
Dr. Francisco Carlos Grilo,
Dra. Cecília Andrade de Gouveia 
Maria José Fagundes,
Simplício Vieira Nego,
Athair Mariano de Queiroz,
Arlete Paro Melão Martinho,
João Carlos Aquino Lemes,
Vilela Guimarães,
Elizete Clarinda Sisti,
Ceila Regina Rocha e Silva,
Aristides dos Santos Caldo,
Leila Maluf,
Eva Cristina Ibrain,
Waldiney Clarisvan Alves Scudler,
Zilda Fernandes Vicente,
Walmir Pereira do Nascimento,
Zenate Ribeiro de Miranda,
Iglae Adélia Rocha,
Benoal Pedro Sobral,
Cláudia Pavão Chaves,
Eder Abruceze Gonçalves,
Paulo Barreto,
Rondiney Diniz Assis,
Dr. Flávio Miyahira,
Dr. Simei Ricardo de Lima,
Dr. Cláudio Marcos Mancini Júnior,
Eliane Barreira da Silva Bertolucci,
Katiuscia Ferreira da Silva,
Antonio José Pardo,
Euros Nunes Varanis Junior,
Luiz Antonio França Ricardo Miranda,
Silvana Mello,
Ayres Morgado,
José Antônio Rodrigues Malaquias,
Lourdes Maria Bandeira Vilhalba,
Alzira Amano,
Catalina Salazar Dussel Rodrigues,
Edimar Gimenes Gomes,
Maria Luzia Fidelis de Souza,
Elisangela Teodoro Serafim Gaeta,
Jones Yamada,
Diego Neno Rosa Marcondes,
Eduardo Zenyei Nacao,
Neide Lima Lopes,
Alyne Alves de Queiroz,
Giovana Tonietti,
Fernando Blasco Bossay Xavier,
Elias Faouzi Sassine,
Fernando Filiu Albuquerque Marques,
Moisés Graciliano Arguello,
Idaildo da Silva Ramalho,
Neize dos Reis Almeida,
Emiliene de Oliveira Marques,
Adriana da Silva Gomes Souza,
Susana Maria Fernandes de Souza,
Alex Barbosa Pereira,
Gerson Miranda da Silva,
Kalbio dos Santos,
Flávio José Van Den Bosch Pardo,
Geliane Moralina Ferreira da Cunha,
Orlando Hernandes Lopes,
Ronaldo Faro Cavalcanti,
Natascha Junko Sakamoto,
Aparecido Martins Patussi 

COLABOROU TATYANE GAMEIRO

Campo grande

Circo Balão Mágico estreia nesta quinta (30) com a presença de Simony

Ingressos custam R$ 10 para crianças e R$ 20 para adultos

29/04/2026 09h15

Montagem do circo está nos preparativos finais

Montagem do circo está nos preparativos finais MARCELO VICTOR

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Circo Balão Mágico, o circo da Simony, estreia nesta quinta-feira (30), às 20 horas, na avenida Duque de Caxias, esquina com a rua Manoel Ferreira, bairro Santo Antônio, próximo ao aeroporto, em Campo Grande.

A cantora Simony estará presente na estreia. As apresentações costumam durar cerca de 1 hora e 40 minutos.

Os ingressos custam R$ 10 para crianças e R$ 20 para adultos. Os bilhetes podem ser adquiridos neste site ou na hora do evento. O estacionamento é gratuito.

É a primeira vez que o circo se apresenta em Campo Grande. As atrações envolvem acrobatas, ginastas, palhaços, mágicos, malabaristas, globo da morte, trapezista, equilibrista, contorcionistas, mímicos, shows, entre outros.

O Correio do Estado esteve no local da atração, na manhã desta quarta-feira (29) e percebeu que a montagem está nos preparativos finais. Veja as fotos:

Simony, além de ser dona do circo, também é artista e canta sucessos de pop, música popular brasileira (MPB) e música infantil. É nacionalmente conhecida pela Turma do Balão Mágico, grupo musical infantil formado em 1982 por Simony, Tob e Mike.

O último circo sediado em Campo Grande foi o Maximus, em 3 de abril de 2024.

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