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Honestino volta ao presente pelas mãos de Bruno Gagliasso

Em passagem pelo Bonito CineSur, ator e diretor Aurélio Michiles defenderam o cinema como instrumento de memória e resistência

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Há nomes que permanecem na História e, ainda assim, correm o risco de perder aquilo que um dia tiveram de mais concreto: um rosto, uma família, amigos, desejos, medos e uma vida interrompida.

Honestino Guimarães tornou-se símbolo da resistência à ditadura militar brasileira, mas foi também um jovem que escrevia poemas, estudava, amava e imaginava um futuro que lhe foi roubado.

Foi esse homem anterior ao símbolo que Bruno Gagliasso procurou encontrar em Honestino, filme dirigido por Aurélio Michiles e apresentado na noite de sábado, 25 de julho, durante o Bonito CineSur.

A produção mistura documentário e ficção para reconstruir a trajetória do líder estudantil, presidente da União Nacional dos Estudantes e um dos desaparecidos políticos do regime militar.

Honestino foi preso e perseguido por sua atuação política. Desapareceu em 1973, depois de ser capturado por agentes da repressão, e seu corpo jamais foi encontrado. Mais de cinco décadas depois, sua história continua marcada não apenas pelo que se sabe, mas também por tudo aquilo que o Estado brasileiro ainda não foi capaz de responder.

Aurélio Michiles parte dessa ausência para construir um filme que não pretende encerrar a história, mas devolvê-la ao presente. Para isso, utiliza cartas, poemas, documentos, imagens de arquivo e depoimentos de pessoas que conviveram com Honestino.

Nas sequências dramatizadas, Bruno Gagliasso assume o papel do líder estudantil, dando corpo e voz a um jovem cuja imagem ficou durante muito tempo limitada aos registros da militância e da repressão.

O homem antes do símbolo

Após a sessão, Bruno explicou que seu desafio não era interpretar apenas um personagem político conhecido, mas encontrar a pessoa que existia antes de Honestino se transformar em um nome da resistência brasileira.

Essa escolha muda a relação do público com a história. Em vez de apresentar Honestino somente como mártir, o filme procura recuperar sua juventude, sua sensibilidade e suas relações afetivas.

A violência da ditadura se torna ainda mais concreta quando percebemos que ela não eliminou somente um opositor político. Eliminou um filho, um irmão, um amigo e todas as possibilidades de uma vida que ainda estava começando.

Bruno também falou sobre a responsabilidade de participar de um projeto como esse. Ao comentar a violência sofrida por Honestino e por tantos outros perseguidos pelo regime, resumiu a urgência do filme em uma frase: “Não pode normalizar”.

A afirmação diz respeito ao passado, mas inevitavelmente alcança o presente. A memória não é apenas uma forma de homenagear aqueles que desapareceram. É também uma maneira de reconhecer os mecanismos que permitiram que prisões ilegais, torturas, assassinatos e desaparecimentos fossem cometidos em nome do Estado.

Honestino volta ao presente pelas mãos de Bruno Gagliasso - Divulgação

Um desaparecimento que permanece

A história de Honestino guarda uma das feridas mais dolorosas da ditadura brasileira: a ausência de um corpo e de uma resposta definitiva para sua família.

Não houve despedida, sepultamento ou conclusão. O desaparecimento se prolonga no tempo porque impede que o luto encontre um ponto final.

É nessa falta que o filme de Aurélio Michiles encontra sua força. Honestino não transforma documentos em uma enumeração fria de acontecimentos.

Ao aproximar os registros históricos das lembranças de familiares e amigos, mostra que a política atravessa vidas individuais e deixa consequências que permanecem muito depois do fim oficial de um regime.

O longa também ajuda a aproximar essa história de gerações que não viveram a ditadura e, muitas vezes, conhecem seus crimes apenas de maneira superficial.

A presença de Bruno Gagliasso certamente amplia o alcance do filme, mas o ator não tenta se sobrepor ao personagem. Seu trabalho está justamente em devolver humanidade a um nome que os documentos oficiais tentaram apagar.

O cinema como memória

A exibição no CineSur ganhou um significado particular por acontecer em um festival dedicado ao encontro entre diferentes cinematografias da América do Sul, continente marcado por ditaduras, perseguições políticas e disputas permanentes em torno da memória.

Ao trazer Honestino para Bonito, o festival reafirma que o cinema não serve apenas para representar o passado. Também pode questionar as versões oficiais, recuperar histórias interrompidas e devolver espaço àqueles que foram silenciados.

Aurélio Michiles e Bruno Gagliasso não apresentaram apenas um filme sobre um jovem desaparecido em 1973. Apresentaram uma obra sobre a dificuldade brasileira de encarar plenamente sua própria história.

Enquanto famílias ainda esperarem respostas e crimes de Estado forem tratados como detalhes distantes, personagens como Honestino continuarão pertencendo tanto ao passado quanto ao presente.

O cinema talvez não consiga preencher todas as ausências. Mas pode impedir que elas sejam esquecidas.

AGENDA CULTURAL

Programação tem shows nacionais, como o de Alexandre Pires, feira, teatro e muito mais

De grandes shows nacionais a programação gratuita, agenda reúne opções para todas as idades, com destaque para o "Pagonejo Bão", espetáculos, feira de empreendedores e atividades culturais

31/07/2026 08h00

Divulgação

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Este fim de semana promete movimentar Campo Grande com uma programação diversificada, reunindo música, teatro, circo, gastronomia, empreendedorismo, cultura e lazer para públicos de todas as idades.

Entre os destaques está a chegada de Alexandre Pires com o show “Pagonejo Bão”, que desembarca na Capital neste sábado, além de apresentações gratuitas, feira criativa, espetáculos infantis e atrações espalhadas pela cidade.

Quem gosta de música terá opções que vão da MPB à música eletrônica, passando pelo samba, sertanejo, ritmos afro-brasileiros e sonoridades contemporâneas. Já as famílias poderão aproveitar atividades para crianças, parques temáticos, cinema e experiências culturais.

SHOW “Pagonejo Bão” - Espetáculo de Alexandre Pires nasceu da proposta de unir o pagode e o sertanejo
Foto: Divulgação

“PAGONEJO BÃO”

A principal atração do fim de semana acontece amanhã, quando Alexandre Pires sobe ao palco do Bosque Expo, no Shopping Bosque dos Ipês, para apresentar o projeto “Pagonejo Bão”.

O espetáculo nasceu da proposta de unir dois dos gêneros mais populares do país: o pagode e o sertanejo. No repertório, o cantor revisita sucessos da carreira solo, clássicos da época do Só Pra Contrariar e releituras em formato acústico, aproximando as canções da sonoridade sertaneja.

Recentemente apontado pela Billboard como o único brasileiro entre os 100 maiores artistas latinos do século 21, Alexandre Pires define o projeto como um reencontro com diferentes gerações.

“‘Pagonejo Bão’ é um projeto de coração. É resgatar memórias, mostrar que música boa atravessa estilos e celebrar o público que canta comigo há décadas”, afirma o artista.

Os portões serão abertos às 20h e a expectativa da organização é de casa cheia. Os bangalôs já estão esgotados, mas ainda há ingressos para os setores A, B e C, Área VIP e Bistrôs.

Um dos diferenciais do evento será o open bar de cerveja Corona disponível em todos os setores, oferecendo a mesma experiência de bebidas ao público, independentemente do espaço escolhido.

Os ingressos continuam à venda no Stand Pedro Silva Promoções, localizado no Comper Jardim dos Estados, e também pela internet. A classificação é para maiores de 18 anos.

Antes e depois do show principal, quem assume o comando da pista é a DJ sul-mato-grossense Nathalia Albuquerque.

Com 13 anos de carreira e presença frequente em eventos ao lado de artistas como Alok, Djavan, Ney Matogrosso, Paula Toller, Paralamas do Sucesso e Humberto Gessinger, Nathalia prepara um set exclusivo para conectar a música eletrônica ao universo do pagode e do sertanejo.

Segundo ela, o desafio foi justamente construir uma experiência que dialogue com a identidade do evento.

A DJ também é produtora musical e ficou conhecida, entre outros trabalhos, pelo remix de “Trem do Pantanal”, lançado durante as comemorações dos 125 anos de Campo Grande.

SESC

O Sesc Teatro Prosa também preparou uma programação especial. Hoje, às 19h, a cantora Lívia Nestrovski e o músico Fred Ferreira apresentam o espetáculo “Na Carne da Pêra”, reunindo canções brasileiras e internacionais em um repertório que mistura música popular, erudita, guitarra elétrica, sintetizadores e experimentações sonoras.

Já no sábado, às 16h, é a vez do espetáculo circense “Balança, mas não cai!”, estrelado por Társila Bonelli.
A peça acompanha a personagem Tarzica em uma aventura repleta de humor, equilíbrio e imaginação, convidando crianças e adultos a refletirem sobre sentimentos, descobertas e a infância.

Toda a programação tem classificação livre e entrada gratuita, mediante retirada antecipada de ingressos pelo Sympla.

FEIRA

Hoje, a partir das 17h, acontece a sétima edição da Feirinha Casa Hub.

O evento, que já se consolidou como um dos encontros mais tradicionais de pequenos empreendedores da Capital, reúne aproximadamente 20 expositores oferecendo hambúrgueres, choripan, cachorro-quente, pizzas, doces, cafés, cervejas artesanais, brownies, artesanato, acessórios, caricaturas e diversos produtos criativos.

Além da gastronomia, a programação terá apresentação musical do cantor Tierri Borges, que passeia por estilos como MPB, pop rock, chamamé, músicas internacionais e sertanejo raiz.

Segundo os organizadores, a proposta é fortalecer a economia criativa local e abrir espaço para novos empreendedores desenvolverem seus negócios. A entrada é gratuita.

CULTURA AFRO-BRASILEIRA

Outra opção cultural é o espetáculo “Africanidades – O Chamado dos Tambores”, que marca a nova fase artística da Banda BatuqueCanta.

Espetáculo “Africanidades” - Show une percussão sustentável, instrumentos produzidos com materiais recicláveis e um repertório que celebra a ancestralidade negra
Foto: Divulgação

Produzido pelo Centro Cultural Instituto Projeto Livres, reconhecido como Ponto de Cultura pelo Ministério da Cultura, o show une percussão sustentável, instrumentos produzidos com materiais recicláveis e um repertório que celebra a ancestralidade negra.

A cantora, compositora e educadora Professora Rô interpreta músicas autorais e clássicos de nomes como Dona Ivone Lara, Leci Brandão, Virgínia Rodrigues, Mariene de Castro e Lazzo Matumbi.

Canções inéditas, como “Racismo Velado”, também fazem parte do espetáculo, propondo reflexões sobre identidade, memória, resistência e transformação social.

SHOPPING

Quem pretende aproveitar o fim de semana em família encontra diversas opções no Shopping Campo Grande.

Na Praça Central, a atração temática Miraculous leva o universo de Ladybug e Cat Noir para crianças de 2 anos a 13 anos, com piscina de bolinhas, escorregadores, brinquedos infláveis e circuito interativo.

Já o Yupp Play promove atividades especiais para os pequenos, incluindo distribuição gratuita de pipoca, algodão-doce e balões durante o período da tarde.

Para quem busca mais aventura, o Yupp Experience oferece 22 atrações indoor, entre trampolins, fliperamas, brinquedos, esportes interativos e réplicas gigantes de dinossauros.

Outro destaque é o Festival Japão-Coreia, que reúne gastronomia típica, bebidas importadas, doces, utensílios orientais, porcelanas, objetos decorativos e produtos tradicionais da cultura asiática.

No Cinemark, a principal estreia da semana é a animação “Minions & Monstros”, voltada ao público infantil.

Além disso, hoje marca o último dia da Campanha do Agasalho realizada pelo shopping em parceria com o Fundo de Apoio à Comunidade (FAC), que recebe doações de roupas e cobertores para pessoas em situação de vulnerabilidade.

ESCOLA PELEZINHO

Encerrando a agenda, o sábado também será marcado pelo Baile dos 40 Anos da Escola Pelezinho.

A celebração acontece no Clube Estoril e reunirá ex-alunos, professores, colaboradores e famílias em um jantar dançante para comemorar a trajetória da instituição.

A animação ficará por conta de Regina BomBom e Banda, além de DJ convidado. O ingresso antecipado inclui jantar completo e pode ser adquirido pelo Sympla.

Diálogo

Tem muita gente suando em bicas depois que vieram à tona os diálogos da... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta sexta-feira (31)

31/07/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Allan Kardec - escritor francês

"A vida nem sempre é como sonhamos, mas nem sempre sonhamos o que queremos viver”.

FELPUDA 

Tem muita gente suando em bicas depois que vieram à tona os diálogos da quadrilha investigada por trocar vagas na saúde por livros, em esquema que teria causado prejuízo superior a R$ 27 milhões aos cofres públicos. Os nomes citados são conhecidos da política e alguns já ensaiavam discursos de pré-campanha. Agora, a prioridade parece ser outra: encontrar uma explicação que convença eleitores e, principalmente, a Justiça. Tem pré-candidato estourando mais que pipoca em óleo quente. E, pelo visto, o barulho da panela ainda está longe de acabar.

Diálogo

Fora

A insistência do PT em manter Bolsonaro como alvo principal dos ataques, mesmo com o ex-presidente fora da campanha e enfrentando condenação pesada, parece estar produzindo mais irritação do que votos nos rincões de Mato Grosso do Sul. 

Mais

Durante uma reunião com um candidato do PT à reeleição, dois participantes não gostaram nada de ouvir o lulista chamar Bolsonaro de “canalha” e a conversa quase terminou em vias de fato. Pelo jeito, tem chute político que continua passando longe do gol.

DiálogoEloisa Caiado e Sarah Genta - Foto: Arquivo Pessoal

 

DiálogoPaula Saric - Foto: Divulgação

Prontos

As convenções estaduais do Progressistas (PP) e do Partido Liberal (PL), marcadas para 1º de agosto, em Campo Grande, vão oficializar as principais candidaturas da base governista em Mato Grosso do Sul. O PP deverá homologar a candidatura do governador Eduardo Riedel à reeleição, além das chapas para deputados federal e estadual. Os eventos também servirão para consolidar a aliança entre os partidos que sustentam o atual governo estadual na disputa de 2026. Riedel reúne a maior base política nas eleições deste ano.

Sacramentados

O PL aproveitará a convenção estadual para confirmar sua participação na coligação de apoio à reeleição de Eduardo Riedel e homologar seus candidatos ao Senado. A expectativa é de que sejam lançados o ex-governador Azambuja e o Capitão Contar para as duas vagas em disputa. Marcos Pollon já teria jogado a toalha e deverá tentar a reeleição. 

Na sombra

O que deveria ser um quarteto de lideranças da direita em MS poderá virar trio. No palanque, deverão aparecer Riedel, Tereza Cristina e Azambuja. Adriane Lopes, por sua vez, dizem, deverá ficar com participação bem mais discreta. Nos bastidores, o argumento é que a prefeita não teria acumulado resultados suficientes para ganhar lugar de destaque e, assim, a vitrine parece não estar tão iluminada. Em política, até o palanque tem seus lugares disputados e alguns ficam, literalmente, na sombra.

ANIVERSARIANTES 

  • Elza Maria Verlangieri Loschi (Tai),
  • Dr. José Ivan Albuquerque Aguiar, 
  • Priscila Virginia Schneider Sanches,
  • Dr. Wilson Sami Saauma Ibrahim, 
  • Ledir Marques Pedrosa,
  • Dr. Andrew Robalinho da Silva Filho,
  • Edna Graciliano Arguello Nunes,
  • Fernando Luis Aono,
  • Júlia Orikassa Noguchi,
  • Aparicio Ramão Silveira,
  • Michel Issa Filho,
  • Dr. Odair Rodrigues de Barros,
  • Paulo Takamura,
  • Dra. Itaneide Cabral Ramos, 
  • Alécio Antônio Tamiozzo,
  • Noemi Leite de Barros,
  • Willian Tapia Vargas,
  • Fernando Orue,
  • Daniel Regis Rahal, 
  • Roberto Santos Durães, 
  • Luiz Carlos Iunes Monteiro,
  • Maria Aparecida Cano Lopes,
  • Marcello Massao Izeki Mendes,
  • Augusto dos Santos Ayres, 
  • Fatima Gomes Santana,
  • Heico Tsuha,
  • Janaína Mecchi, 
  • Roberto Alves Vieira,
  • Marcos Antônio Moura Cristaldo,
  • Rilton Silva Durães Junior,
  • Newton Marcos Galache,
  • Altino Lima da Silva,
  • Camila Pereira Pacheco,
  • Leodir Antonio da Cunha,
  • Vanildo Bovolin,
  • Ancelmo Tasoniero,
  • Dr. Marcelo de Souza Pedro, 
  • Paulo de Oliveira,
  • Analice Lopes Moraes,
  • Cleide Teles,
  • Sílvio Oliveira Nunes,
  • Urania Motti Gate,
  • Ildo Furtado de Oliveira,
  • José Elodir Bender, 
  • William Brias Umar,
  • Jamir Nedeff,
  • Dra. Maria do Socorro Medeiros 
  • de Freitas Abrão, 
  • Dr. Stéfferson Almeida Arruda,
  • Luiz Antônio Franco,
  • Marcelo Bertoni,
  • Olga Therezinha Bianchi Zacarias,
  • Jorge Alberto Lezeu,
  • Dr. Clóvis Emílio Santiago,
  • Paulo Roberto Teixeira Lacerda,
  • Laurianníe de Souza Faria, 
  • Elce André Silveira Leite,
  • Venício Rodrigues Ferreira,
  • Rosana dos Santos Zorato,
  • Luiz Fabiano Coelho de Oliveira,
  • Geny Nogueira Cubel,
  • Teresa Maria Vieira,
  • Ana Cristina Fontoura Corrêa,
  • Adilson Moreira Moura,
  • Carolina Saraiva,
  • Eudes Beirão Rodrigues,  
  • Maria Gorete Militão,
  • Sandi Cristina Fernandes Moreira Senna,
  • Carolini Satiko Tanaka,
  • Elaine Lima Yule,
  • Carlinda Silva,
  • Keila Pontes de Almeida,
  • Neiva Teixeira,
  • Hudson Mendes,
  • Maria Auxiliadora Lima,
  • Mara Lúcia Cardoso,
  • Humberto Vieira,
  • João Venâncio Lopes,
  • Victor Souza de Almeida,
  • Renata Teixeira Gomes,
  • Geisa Vieira,
  • Cleuza Santos da Silva,
  • Carolina da Silva Pereira,
  • Maria Lúcia Nantes,
  • Lorena Ferreira,
  • Célia Regina Nogueira,
  • Jorge Ullony,
  • Mercio Antonio Milanetti,
  • Najla Barbieri Gomes Catarineli,
  • José Inácio Branco, 
  • Alexandre Pierin de Barros,
  • Regina Eleusis Silveira dos Santos, 
  • Paula Mayumi Yamakawa Takamura, 
  • Sônia de Freitas Barbosa Figueiredo,
  • Ana Lucia Carducci Gouvea Mancuso,
  • Luiz Humberto Fernandes,        
  • Rogério Monteiro de Barros,
  • Elizabeth Marques Coelho,
  • Fernanda Maria Bosso Pinheiro,
  • Iunes Tehfi,
  • Fabiana Silva da Cunha,
  • Márcia Luiza Aparecida Paterlini,
  • Sandra Megumi Kato Kuchida,
  • Jacinto Rodrigues da Cunha,  
  • Helena Britto Bacchi de Araújo,
  • Fabricio Collares,
  • Kellyne Laís Laburú Alencar de Almeida.

Colaborou com Tatyane Gameiro

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