Correio B

MÚSICA

Humberto Gessinger faz show em Campo Grande e Dourados

A bordo de uma penca de sucessos do Engenheiros do Hawaii, um dos grupos mais populares da década de 1980, Humberto Gessinger apresenta-se amanhã em Dourados e faz mais dois shows em Campo Grande, no sábado e no domingo, no Ondara Buffet Palace

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Quase uma década depois, ele está de volta a Mato Grosso do Sul. Na série de shows especiais “Acústicos Engenheiros do Hawaii”, Humberto Gessinger sobe ao palco em formato desplugado, celebrando os álbuns “Acústico Engenheiros do Hawaii” e “Acústico Novos Horizontes”. No repertório estão os clássicos que fazem parte dos quatro primeiros e icônicos álbuns da banda gaúcha Engenheiros do Hawaii, liderada pelo músico desde o início, em 1985, até a “pausa por tempo indeterminado” anunciada em 2008.

“O Papa É Pop”, “Era Um Garoto que como Eu Amava os Beatles e os Rolling Stones” (resgatada do repertório d’Os Incríveis, que, por sua vez, lançaram em 1967 a sua versão em português do hit italiano), “Toda Forma de Poder”, “Piano Bar”, “Infinita Highway”, “Terra de Gigantes” e “Refrão de Bolero”, entre muitas outras faixas, poderão ser curtidas no Salão de Eventos da Unigran, em Dourados, amanhã, e no Ondara Palace Buffet (Parque dos Poderes), em Campo Grande, no sábado e no domingo.

Os shows na Capital começam às 22h30min, no sábado, com ingressos já esgotados, e às 20h, no domingo, com poucos ingressos ainda disponíveis pelo site www.pedrosilvapromocoes.com.br. Confira: área vip, somente inteira, por R$ 228; bistrô, esgotado; mesas no setor A, por R$ 533 por lugar (sem mesa fechada disponível); mesa no setor B por R$ 483 por lugar e mesa fechada (oito lugares) por R$ 3.864. 

CINCO LIVROS

Completando 40 anos de estrada neste ano, Humberto Gessinger lançou 25 álbuns e 8 DVDs, que lhe renderam 8 discos de ouro, 1 disco de platina, 4 DVDs de ouro e milhares de fãs. Em 2024, o eterno “engenheiro” do pop rock saiu em turnê do seu mais recente álbum de inéditas, “Quatro Cantos de Um Mundo Redondo” (Deck), lançado no fim de 2023.

O disco foi gravado em Porto Alegre (RS) e na Suécia, no icônico estúdio Atlantis, conhecido por gravações de nomes como Abba, Roxette, Green Day, a-ha, Lenny Kravitz, Elvis Costello e The Hives, entre outros nomes. Paralelamente a seu trabalho como músico, Humberto Gessinger já lançou cinco livros: “Meu Pequeno Gremista”, “Pra Ser Sincero”, “Mapas do Acaso”, “Nas Entrelinhas do Horizonte” e “Seis Segundos de Atenção”.

OS ENGENHEIROS

O Engenheiros do Hawaii foi um grupo formado em Porto Alegre no início de 1985. Com a exceção de um pequeno hiato no fim de 1996 e início de 1997, o grupo esteve na ativa até abril de 2008, quando foi anunciada uma “pausa por tempo indeterminado”. Em todo esse período, foi liderado por Humberto Gessinger, único membro a permanecer em todas as formações da banda.

Com mais de 20 discos lançados – entre os 10 álbuns de estúdio, trabalhos ao vivo, coletâneas e álbuns de vídeo –, a banda conquistou mais de uma dezena de certificações por vendagem, com mais de 3 milhões de discos vendidos. Também, em todo o período de atividade, mais de 15 músicos fizeram parte da banda, sendo os mais conhecidos – fora Gessinger – Carlos Maltz (bateria) e Augusto Licks (guitarra), do trio que consagrou o Engenheiros, além de Marcelo Pitz, Adal Fonseca, Luciano Granja e Lucio Dorfman.

Já com o primeiro álbum, “Longe Demais das Capitais”, lançado em 1986, o grupo conseguiu grande destaque. A formação inicial do grupo, com Pitz na guitarra, lançou apenas este disco. Em 1987, a entrada de Augusto Licks na guitarra produziu a formação mais estável e de maior sucesso da banda, alcunhada de GLM, que durou até novembro de 1993, mudando o patamar do grupo, que se tornou um dos principais nomes do rock nacional.

Nos anos seguintes, a banda experimentaria diversas mudanças de instrumentistas, que passaram a ser músicos contratados e não “membros igualitários” a Humberto. A partir de 2004, o grupo lançou dois discos acústicos em sequência, ficando em turnê neste formato até o seu fim, em abril de 2008.

Os principais sucessos do grupo são as canções: “Toda Forma de Poder”, “Infinita Highway”, “Terra de Gigantes”, “Somos Quem Podemos Ser”, “Alívio Imediato”, “O Exército de um Homem Só I”, “Era Um Garoto que como Eu Amava os Beatles e os Rolling Stones”, “Pra Ser Sincero”, “O Papa É Pop”, “Herdeiro da Pampa Pobre”, “Ninguém = Ninguém”, “Parabólica”, “A Promessa”, “A Montanha”, “Eu que Não Amo Você”, “3ª do Plural” e “Até o Fim”.

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Arte

Hotel Gaspar reabre as portas para performance de Halisson Nunes, com espetáculo gratuito

Performance de Halisson Nunes, "Corpo Sobre Penas", ocupa o histórico hotel e convida o público a desacelerar propondo reflexão sobre tempo, escassez e resistência na vida contemporânea

05/05/2026 08h30

Obra propõe uma experiência sensorial que passa pela dança, as artes visuais e a literatura para investigar corpos em transformação

Obra propõe uma experiência sensorial que passa pela dança, as artes visuais e a literatura para investigar corpos em transformação Lunar Fotografia

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Entre a aridez e a permanência, entre o que falta e aquilo que insiste em existir, um corpo se movimenta – lento, fragmentado, em constante reconstrução. É nesse território de tensões que nasce o espetáculo de dança “Corpo Sobre Penas”, nova criação do artista sul-mato-grossense Halisson Nunes, que estreia nesta sexta-feira e sábado, às 19h30min, no Hotel Gaspar, em Campo Grande.

Com entrada gratuita (mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível ou item de higiene para a Central Única das Favelas) a performance convida o público a uma experiência sensorial que passa pela dança, a literatura e as artes visuais, propondo uma reflexão sobre a seca, a lentidão e os modos de existência na contemporaneidade.

REFERÊNCIAS

Inspirado em obras clássicas como o livro Vidas Secas, a pintura “Retirantes” e a figura do monstro de Frankenstein, o espetáculo busca capturar a essência estética e simbólica que essas histórias carregam.

“A inspiração não vem como dramaturgia, mas na plasticidade em si. Aqui a proposta não é reproduzir a figura de cada obra, mas a força e a ideia de movimento e de tempo que as imagens carregam”, explica Halisson.

Com cerca de 40 minutos de duração e classificação livre, “Corpo Sobre Penas” constrói uma poética em que o corpo não representa personagens ou situações específicas – ele se transforma em campo de forças, marcado por ausência, resistência e reinvenção.

CORPO COMO TERRITÓRIO

Partindo do projeto “Corpo Fantasma – Protótipo A”, a performance investiga um corpo que passa por excessos e faltas, que busca se reorganizar diante das pressões do mundo contemporâneo. Em cena, o movimento surge como resposta à escassez, mas também como tentativa de permanência.

“É um corpo que se constrói no espaço, atravessando estímulos sensoriais e propondo a lentidão como gesto de resistência e diálogo com a plateia”, afirma o artista.

Essa escolha pela lentidão se destaca como contraponto ao ritmo acelerado da vida atual. Ao desacelerar, o espetáculo abre espaço para a percepção, para o detalhe e para o encontro, tanto entre corpo e ambiente quanto entre artista e público.

TRILHA SONORA

A criação é assinada em parceria com o artista paulista Fernando Martins, responsável pela trilha sonora e direção artística. Com quase quatro décadas de trajetória na dança, Fernando desenvolve pesquisas que articulam movimento, música e dramaturgia.

Segundo ele, o som não atua apenas como acompanhamento, mas como força ativa na construção da cena. “O som não acompanha a cena, ele interfere. Afeta decisões, ritmo e presença”, afirma.

O processo criativo ocorreu ao longo de meses, em um intercâmbio entre Mato Grosso do Sul e São Paulo, combinando encontros presenciais e investigações à distância. Para os artistas, o trabalho agora atinge um momento de maturidade.

“Hoje o trabalho está em um estado mais fino de lapidação. Não buscamos mais o que fazer, mas como sustentar o que emergiu”, completa Fernando.

PESQUISA CORPORAL

De forma sutil, a performance também passa por duas pesquisas desenvolvidas por Fernando Martins: “Brain Diving” e “Dieta Aranha”. Essas práticas investigam o corpo como um campo sensível, capaz de captar, organizar e responder às forças que o atravessam.

Enquanto o “Brain Diving” propõe um mergulho nas camadas musculares e articulares – ativando respiração, impulsos e microdinâmicas internas – a “Dieta Aranha” explora relações de percepção e composição com o ambiente, apostando na suspensão do tempo, no alongamento do movimento e na atenção ao entorno.

Esses elementos não aparecem de forma explícita, mas influenciam diretamente a qualidade do movimento em cena. “Conhecer o trabalho do Fernando amplia o campo de criação. Existe algo dessa pesquisa que atravessa a performance de maneira sensível, mesmo que não seja explícito”, comenta Halisson.

HOTEL GASPAR

Mais do que um simples cenário, o Hotel Gaspar é parte fundamental da narrativa. Inaugurado na década de 1950, o local foi um dos principais pontos de chegada e partida da cidade, funcionando inclusive como a primeira rodoviária de Campo Grande.

Obra propõe uma experiência sensorial que passa pela dança, as artes visuais e a literatura para investigar corpos em transformaçãoHotel Gaspar - Foto: Arquivo / Divulgação

Conhecido como o “pai dos viajantes”, o espaço testemunhou histórias de encontros, despedidas e recomeços – elementos que dialogam diretamente com o conceito de deslocamento presente no espetáculo.

Atualmente desativado, o hotel reabre de forma pontual para receber o projeto, reforçando sua vocação como espaço de memória e transformação.

Para a proprietária, Chris Gaspar, a ocupação artística também carrega um significado afetivo. “O Halisson chegou com muito cuidado e respeito pela história do lugar. Isso fez toda a diferença”, afirma.

Ela destaca ainda que este será seu último evento à frente do espaço e manifesta o desejo de que o local seja preservado como equipamento cultural. “que o poder público pudesse manter este legado, abrindo o hotel como espaço para cultura da cidade, com eventos, saraus, biblioteca”, completa.

FORMAÇÃO

Além das apresentações, o projeto promove uma roda de conversa no domingo, às 10h, com café da manhã para os participantes. O encontro busca ampliar o diálogo sobre o processo criativo e aproximar o público das reflexões que sustentam a obra.

Halisson Nunes é acadêmico do curso de Dança – Licenciatura na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) e desenvolve, há mais de dois anos, uma pesquisa no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic).

Seu trabalho investiga imagens e textos como dispositivos de criação cênica, com foco em territórios e patrimônios históricos de Campo Grande.

Integrante do grupo de pesquisa Gpped – Corpo, Leitura e Memória – o artista utiliza referências como “Retirantes” e “Vidas Secas” para pensar a relação entre corpo, memória e espaço urbano, dando origem ao projeto Corpo Fantasma.

Já Fernando Martins atua há 39 anos na dança, com passagens por companhias nacionais e internacionais, como Galili Dance, Quasar e Balé da Cidade de São Paulo. Atualmente, vive em Piracaia (SP), onde conduz processos criativos e residências artísticas, mantendo forte colaboração com artistas de Mato Grosso do Sul.

>> Serviço

Projeto Corpo Fantasma – Espetáculo “Corpo Sobre Penas”

Local: Hotel Gaspar;
Endereço: Av. Mato Grosso, nº 2, no Centro.

Apresentações:
Datas: Sexta-feira e sábado;
Horário: 19h30min;
Entrada gratuita (doação de 1 kg de alimento ou item de higiene).

Roda de conversa – Processo criativo
Data:
Domingo;
Horário: 10h (com café da manhã).

Para acompanhar mais sobre o projeto, o público pode acessar o Instagram 
do artista: @umcorposobrepenas.

Felpuda

A situação atingiu um nível que chega a ser hilário. Não é que a Polícia...Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta terça-feira (5)

05/05/2026 00h03

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Oscar Wilde - escritor irlandês

"Se soubéssemos quantas e quantas vezes as nossas palavras são mal interpretadas, haveria muito mais silêncio neste mundo”.

 

FELPUDA

A situação atingiu um nível que chega a ser hilário. Não é que a Polícia Federal deflagrou a Operação Fraudis, com mandados de busca e apreensão cumpridos em Cascavel (PR), para, veja só, investigar suspeita de fraude em concurso da própria corporação? O caso teve início no Paraná, mas foi encaminhado à Justiça Federal em Campo Grande, onde os investigados fizeram as provas. Durante as diligências, foram apreendidos celulares e computadores. As investigações continuam para apurar a extensão das irregularidades e identificar outros envolvidos.

Ruído

Em sua “trincheira” na internet, o pré-candidato ao governo de Mato Grosso do Sul pelo PT, Fábio Trad, vem dando suporte ao trio de parlamentares do seu partido.

Mais

Ele não poupou críticas à atuação da base aliada do governador, que rejeitou requerimento do deputado Kemp, pedindo informações sobre certo convênio. Como se vê...

DiálogoApresentando releituras de intérpretes da música brasileira e internacional, promovendo conexões entre artistas de diferentes épocas, a cantora campo-grandense Bell Éter se apresenta na sexta-feira, às 19h, no Sesc Teatro Prosa. O repertório inclui nomes como Maria Bethânia, Marília Mendonça, Djavan, Liniker, Whitney Houston e Sam Smith. O show “Bell Éter canta Grandes Vozes” é aberto ao público e tem classificação livre. Os ingressos podem ser retirados gratuitamente no Sympla. Bell Éter iniciou sua trajetória com o lançamento de músicas autorais em plataformas digitais a partir de 2022 . Em 2025, ela ganhou projeção nacional ao chegar à final do programa “The Voice Brasil”.
DiálogoMaria Clara Alvares e Fabiana Gibran

 

DiálogoDra. Cindia Bérnardelli

Querendo

Nos bastidores, apesar de se ouvir sobre a possibilidade do ex-secretário Jaime Verruck vir a integrar a chapa majoritária de Eduardo Riedel como vice governador, em meio a uma ala de políticos integrantes do grupo os comentários são outros. O desejo seria menos de Verruck e mais de lideranças do sistema Fiems, que há muito, segundo dizem, tentam emplacar nomes em cargos com maior visibilidade na classe política. 

Na real

O próprio Verruck demonstrou estar mais preocupado em cuidar de sua campanha a deputado federal. Ele sabe que para avançar com olhos em uma vaga majoritária teria que “convencer” trio de lideranças que é quem dá as cartas nas eleições deste ano: a senadora Tereza Cristina, o governador Riedel e o presidente estadual do PL, Reinaldo Azambuja. Eles têm a real dimensão do cenário eleitoral e não pretendem fomentar possíveis “ruídos” sobre vagas nas chapas.

Integração

Hoje, às 8h, ocorre o lançamento do Observatório Econômico de Campo Grande, pela Semades. A iniciativa busca fortalecer o planejamento estratégico com base em dados e indicadores socioeconômicos. O espaço será voltado à análise e ao monitoramento de informações que orientem decisões públicas. A implantação será gradual e reunirá dados de fontes municipais, estaduais e nacionais. A proposta é a integração e a ampliação do acesso a informações estratégicas.

Aniversariantes

Sandra Maria Monteiro Serrano,
Luiz Augusto Lima Scarpanti (Guto),
Karyn Vanessa Ferreira Goulart,
Felipe Ramos Vollkopf da Silva,
Marli Suene Martins Lima,
Luana Paula da Silva,
Dr. Carlos Henrique Guidolin,
Ana Cristina Escobar Marques,
Daniel D´Oliveira Vieira,
Maria Rosa Seabra Gomes,
Osvaldo Barbosa dos Santos,
Regina Maria Pierette Camara,
Marilene Rezek,
Roberto de Souza Bastardo,
Pedro César Kemp Gonçalves,
Maria Heloisa Vasques Saldanha,
Antônio Lucio Neto,
Antônio Rodrigues da Rocha,
Ecilda Barbosa Bueno,
Onofre Sabino de Araujo,
Requelina Geremia Gasparetto,
Evanil Soares,
Gilberto Carneiro de Castro,
Luísa Massocatto Figueiredo Gameiro,
Leide Matsunaka Dias,
Mariana Gomes de Souza,
Guadalupe Oliveira,
Nilva Assis Soares,
Luana dos Santos,
Carlos Augusto Renck Brufatto,
Nerone Maiolino Simioli,
Alex Sander Ferreira de Souza,
Mariza Gonçalves Roryz,
Alexandre Pereira de Andrade,
Renato Neves Preza,
Paulo Ricardo Klein,
Marcelo Campos Monteiro,
Hamilton Queiroz de Castro,
Roberto Chinelli Pereira,
Rosemeire Alves Rodrigues,
Sandra Velho Mondragon,
Diógenes Lovato Nogueira,
Sebastião Luis de Melo,
Jorge de Oliveira Souza,
Fernando César Rodrigues,
Arlete Albuquerque Adames,
Vana Charbel Moura,
Nilton de Jesus Oliveira,
Antônio Gabriel El Daher,
Nelson Luiz Martins,
Marcello Brandão de Souza Chamorro,
Walter Soares,
Osvaldo Augusto Pereira,
Jussara Alves Corrêa,
Renato Ribas Dangui,
Antônio Abrão,
Adriano Azambuja,
Elias Santiago,
Maria Elisa Cação dos Reis,
André Luiz Saab,
Valéria Cristina Azambuja,
Luis Audi Nunes,
Marileide de Albuquerque Corrêa,
Volney Arruda,
Consuelo Aparecida Saab,
Élin Teruko Tokko,
Gecleine Godoy,
Atamaril Amaral Marques (Tatá Marques),
Zenaide Antonia Rosa,
Maria Luiza Rosa de Souza,
Altair Monteiro,
Célia Cristina de Souza Almeida,
Fernando Luiz Mendes,
Jorge Luiz Fernandes de Moraes,
Ivone Alves Rios,
Maria Jose Feliciano,
Luciene Rodrigues Fernandes,
Cleodete Coelho,
Marcelo Mori,
Jair Lemes de Souza,
Nereu de Oliveira Fonseca Júnior,
Elde Severino Corrêa,
Wilson Thomas,
Cledinair de Paula Silva,
Renato Sérgio Bruno,
Zoraida de Brito Silva Obara,
Bruno de Oliveira Garilan,
Maria Hammoud Brandão,
Lauro Malaquias Veloso,
Denise Hugueney Dal Farra,
Helin Fernanda de Souza Godoy,
Jair Ricartes de Oliveira,
Luiz Ricardo Rios Brandão Faria,
Neuza Uesato Kawahira,
Odete Rita de Almeida,
Valmir Cano,
Eder Luiz Redó,
Nazih El Kadri,
João Gonçalves Migueis,
Jezi Ferreira Alencar Xavier,
Silvia Maehara Abe,
Roberto Massakatsu Nishikawa,
Eugene Uwimana,
Jorge Luiz Martin,
Walter Yoshiro Kadoi,
Judite Barbosa Verlindo,
Ruth Mourão Rodrigues Marcacini,
Sérgio Luis Velasques Bruzadin,
Marcelo Miranda Cândia. 

COLABOROU TATYANE GAMEIRO

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