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Igrejas têm cada vez mais exigências para oficializar o 'sim'

Igrejas têm cada vez mais exigências para oficializar o 'sim'

FOLHA ONLINE

11/07/2011 - 01h00
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Para se casar hoje em uma Igreja Católica, não basta dizer o "sim". Há casos em que é preciso ir a 12 missas ou pagar multa por atraso. Por respeito à religião ou para coibir excessos, padres das igrejas mais procuradas para casamentos criaram restrições na cerimônia.

A Folha consultou 16 paróquias de SP, RJ e MG. Constatou que as normas incluem medidas contra atrasos, decotes e músicas. Ao menos três igrejas exigem dinheiro dos noivos. Caso sejam pontuais, o valor é devolvido.

É o caso do Mosteiro de São Bento, no centro da capital, e, em Ribeirão Preto (SP), da catedral e da paróquia Nossa Senhora de Fátima.

Há regras também para preservar prédios históricos. "Tivemos decorador que usou pregos nos bancos centenários para fixar arranjos", diz Alessandra Paciullo, cerimonialista do mosteiro.

Na Cruz Torta, no Alto de Pinheiros, o padre Renato Cangianelli proibiu a canção "Also Sprach Zarathustra", do filme "2001: Uma Odisseia no Espaço". "Sempre coloco a música aos noivos e pergunto do que se lembram. Todos dizem: macacos. Isso não condiz com a celebração."

Na Nossa Senhora do Brasil, a cruzada do padre Michelino Roberto é contra os decotes. Para cobrir as mais ousadas, ele tem xales para emprestar. Gabriela Chodravi, 25, que vai casar ali, deu o recado do padre às madrinhas.

O banho de arroz foi vetado em várias igrejas. "Além de superstição, é jogar alimento no chão", disse André de Oliveira, padre do Mosteiro de Nossa Senhora do Divino Espírito Santo, em Claraval (MG). Na Candelária, no Rio, o arroz foi proibido após uma funcionária escorregar e se ferir.

Cultura Correio B+

Instituto Festival de Dança de Joinville abre inscrições para programa gratuito de formação

O projeto irá oferecer formação nas áreas de Produção, Iluminação, Maquinista, Contrarregragem e Cenotécnica, com possibilidade de participação em mais de um curso.

20/06/2026 17h30

Instituto Festival de Dança de Joinville abre inscrições para programa gratuito de formação

Instituto Festival de Dança de Joinville abre inscrições para programa gratuito de formação Foto: Divulgação

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O Instituto Festival de Dança de Joinville está com inscrições abertas para o FORMATEC, programa gratuito de capacitação voltado a jovens e adultos interessados em atuar no setor cultural.

As aulas terão início em 29 de junho, e serão realizadas até outubro, com um período de estágio nos bastidores do 43º Festival de Dança, que ocorre entre 20 de julho e 1º de agosto. As inscrições podem ser realizadas no site festivaldedanca.com.br até 25 de junho. 

O projeto irá oferecer formação nas áreas de Produção, Iluminação, Maquinista, Contrarregragem e Cenotécnica, com possibilidade de participação em mais de um curso.

Serão realizados encontros semanais no Saltare Centro de Dança, das 19h às 21h, com atividades complementares em alguns sábados, totalizando 32 horas/aula. O curso é gratuito, com certificação para alunos que atingirem pelo menos 80% de frequência.

Além dos conteúdos teóricos, os participantes terão aulas práticas em todos os módulos nos respectivos ambientes ligados a cada área de atuação. Durante a realização do Festival de Joinville, os alunos também poderão acompanhar o processo desde a montagem até a realização de um evento de grande porte, reconhecido como o maior do mundo na área da dança. 

As aulas serão conduzidas por profissionais com experiência no mercado cultural, viabilizando contatos importantes para o futuro ingresso no mercado de trabalho na área. O objetivo é aproximar os alunos da realidade da produção cultural e das operações técnicas executadas em grandes eventos.

“O crescimento da economia criativa têm ampliado a demanda por profissionais qualificados nos bastidores, mas o setor ainda enfrenta escassez de mão de obra especializada em áreas técnicas. Nossa proposta é contribuir para a formação de novos talentos por meio de uma imersão que permitirá que os participantes desenvolvam competências profissionais em um ambiente real de trabalho”, afirma o presidente do Instituto Festival de Dança de Joinville, Ely Diniz. 

O FORMATEC foi selecionado pelo Prêmio Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura – Edição 2025 e é realizado com recursos do Governo do Estado de Santa Catarina, por meio da Fundação Catarinense de Cultura (FCC).

Conheça os módulos:

Cenotécnica: aprenda sobre montagem de cenários, ambientação e estruturas técnicas que contribuem para a construção visual dos espetáculos.

Contrarregragem: aprenda sobre organização dos bastidores, acompanhamento de entradas e saídas de cena, suporte técnico a artistas e funcionamento operacional do palco durante as apresentações.

Iluminação: aprenda sobre fundamentos da iluminação cênica, montagem e operação de equipamentos, além da criação de atmosferas e efeitos visuais por meio da luz.

Maquinista: aprenda sobre introdução à movimentação técnica de palco, montagem de estruturas cênicas e operação de equipamentos utilizados em grandes produções.

Produção: aprenda sobre planejamento, logística, cronogramas, gestão de equipes e organização de grandes eventos culturais.

Instituto Festival de Dança de Joinville abre inscrições para programa gratuito de formação Instituto Festival de Dança de Joinville abre inscrições para programa gratuito de formação - Divulgação

Informações:

FORMATEC - Formação Técnica para Artes do Espetáculo

Período: de junho a outubro de 2026, com aula inaugural em 29 de junho

Local: Saltare Centro de Dança (rua Orestes Guimarães, 406 - América, Joinville/SC)

Público-alvo: jovens e adultos a partir de 16 anos

Mais informações: (47) 3031-3894

Inscrições gratuitas por meio do site festivaldedanca.com.br, ou presencialmente no Saltare Centro de Dança, das 8h às 18h, até 25 de junho

 

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Celular caiu na água? Colocar no arroz funciona? Especialista revela o que fazer

Afinal, colocar o celular no arroz após cair na água realmente funciona? Carregar o aparelho durante a noite estraga a bateria? E fechar aplicativos melhora o desempenho?

20/06/2026 17h00

Celular caiu na água? Colocar no arroz funciona? Especialista revela o que fazer

Celular caiu na água? Colocar no arroz funciona? Especialista revela o que fazer Foto: Divulgação

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Os smartphones se tornaram itens indispensáveis no dia a dia, concentrando funções que vão muito além da comunicação. Mas, junto com a popularização dos aparelhos, também cresceram as dicas e crenças sobre como cuidar deles.

Afinal, colocar o celular no arroz após cair na água realmente funciona? Carregar o aparelho durante a noite estraga a bateria? E fechar aplicativos melhora o desempenho?

Para esclarecer as principais dúvidas, a empresária e especialista em tecnologia mobile Michelle Menhem separou os mitos e verdades mais comuns sobre o uso e a manutenção dos smartphones.

1. Colocar o celular no arroz após cair na água ajuda a salvar o aparelho?

Mito.


Essa é uma das recomendações mais populares, mas não é a solução mais eficaz. O arroz pode absorver parte da umidade externa, porém não consegue retirar a água que já entrou nos componentes internos do aparelho. Além disso, partículas do alimento podem se alojar nas conexões e agravar o problema.

“O ideal é desligar imediatamente o celular, não tentar carregá-lo e procurar uma assistência técnica especializada o mais rápido possível para realizar a limpeza adequada”, orienta Michelle.

2. Carregar o celular durante a noite inteira estraga a bateria?

Mito.


Os smartphones modernos possuem sistemas inteligentes que interrompem ou reduzem a carga quando a bateria atinge 100%. Embora o hábito não cause danos imediatos, o carregamento contínuo por longos períodos pode contribuir para um desgaste gradual ao longo dos anos.

3. Usar o celular enquanto ele está carregando pode causar explosão?

Mito.


Em condições normais de uso, o risco é extremamente baixo. Os problemas costumam estar relacionados ao uso de carregadores de baixa qualidade, baterias danificadas ou aparelhos com defeitos.

“Se o celular estiver esquentando excessivamente durante a recarga, é importante procurar uma avaliação técnica”, alerta a especialista.

4. Fechar aplicativos abertos melhora o desempenho do aparelho?

Depende, mas na maioria dos casos é mito.


Tanto o Android quanto o iOS foram desenvolvidos para gerenciar automaticamente os aplicativos em segundo plano. Fechar todos os apps constantemente pode, inclusive, aumentar o consumo de bateria. A recomendação é encerrar apenas aplicativos travados ou que apresentem falhas.

5. Deixar a bateria chegar a 0% antes de recarregar aumenta sua vida útil?

Mito.


As baterias de íons de lítio utilizadas atualmente funcionam melhor quando permanecem, sempre que possível, entre 20% e 80% de carga. Descarregar completamente o aparelho com frequência pode acelerar o desgaste da bateria.

6. Carregadores paralelos podem danificar o smartphone?

Verdade.


Esse é um dos problemas mais recorrentes observados nas assistências técnicas. Carregadores sem certificação podem fornecer tensão inadequada, provocar superaquecimento e até comprometer componentes internos do aparelho.

7. O modo avião realmente faz a bateria durar mais?

Verdade.


Ao ativar o modo avião, o smartphone interrompe conexões como rede móvel, Wi-Fi e Bluetooth, reduzindo significativamente o consumo de energia, especialmente em locais com sinal fraco.

8. Películas protegem contra qualquer tipo de quebra da tela?

Mito.


Embora sejam eficientes para reduzir riscos superficiais e oferecer alguma proteção contra pequenos impactos, as películas não garantem proteção total contra quedas mais fortes.

9. Atualizações de sistema deixam o celular propositalmente mais lento?

Mito.


As atualizações normalmente trazem melhorias de segurança, correções de falhas e otimizações de desempenho. Em aparelhos mais antigos, no entanto, a inclusão de novos recursos pode exigir mais processamento, gerando a sensação de lentidão.

10. O calor excessivo pode reduzir a vida útil da bateria?

Verdade.


O calor é um dos principais fatores de degradação das baterias de lítio. A exposição frequente a altas temperaturas acelera processos químicos internos que reduzem sua capacidade de armazenamento de energia.

11. Deixar o celular conectado ao carregador após atingir 100% prejudica a bateria?

Parcialmente verdade.


Os aparelhos atuais contam com sistemas de proteção contra sobrecarga. Ainda assim, permanecer constantemente conectado à energia após atingir a carga máxima pode contribuir para um desgaste gradual da bateria ao longo do tempo.

12. Reiniciar o celular periodicamente ajuda no desempenho?

Verdade.


Reiniciar o aparelho de tempos em tempos ajuda a encerrar processos desnecessários, liberar memória e corrigir pequenos erros temporários do sistema, contribuindo para um funcionamento mais estável.

13. Aplicativos que prometem “limpar memória” realmente melhoram a performance do aparelho?

Mito.


Na maioria das situações, esses aplicativos acabam consumindo mais recursos do que economizando. Os sistemas operacionais modernos já realizam um gerenciamento eficiente da memória sem necessidade desse tipo de ferramenta.

14. Capinhas muito grossas podem contribuir para o superaquecimento do celular?

Verdade.


Alguns modelos mais robustos podem dificultar a dissipação do calor gerado durante atividades como jogos, gravação de vídeos e carregamento rápido. Por isso, é importante optar por acessórios de qualidade.

15. Banheiro e cozinha são locais inadequados para guardar ou usar o celular?

Verdade.


Além da água líquida, fatores como vapor do chuveiro, umidade constante e gordura presente no ambiente da cozinha podem afetar os componentes internos do aparelho ao longo do tempo.

Cuidados simples evitam prejuízos

Segundo Michelle Menhem, muitas pessoas só procuram assistência técnica quando o problema já está avançado, o que pode aumentar os custos de reparo ou até levar à perda definitiva do aparelho.

“O maior erro que vejo no dia a dia é esperar o problema piorar para procurar ajuda. Muitas falhas simples podem ser resolvidas com manutenção preventiva, evitando prejuízos muito maiores. Assim como fazemos revisões em um carro, os smartphones também precisam de cuidados para terem uma vida útil mais longa e um melhor desempenho”, conclui a especialista.


 

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