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MS é destaque no programa "Sem Censura Brasis"

Programa especial de férias vai ao ar na próxima sexta-feira (16)

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Na próxima sexta-feira (16) Mato Grosso do Sul será representado pelo chef Paulo Machado e o turismólogo e diretor presidente da Fundação de Turismo de MS (Fundtur) Bruno Wendling na bancada do programa Sem Censura, da TV Brasil. Os convidados irão levar, juntamente com a apresentadora Cissa Guimarães, levando informações e novidades ao telespectador brasileiro sobre a gastronomia e o turismo pantaneiros.

A temporada especial de férias do Sem Censura, o “Sem Censura Brasis”, nasceu para mostrar toda a potência e diversidade da cultura brasileira. 

A temporada estreou ontem (12) apresentando a região Norte, com participação da atriz Gleici Damasceno, da erveira Beth Cheirosinha e do cantor e compositor David Assayag. Até o dia 23 de janeiro, um total de dez programas vão apresentar os muitos Brasis que formam o Brasil.

Serviço

SEM CENSURA BRASIS - PANTANAL

  • Dia 16 (sexta feira) ao vivo, a partir das 15h (horário de MS)
  • Na Educativa MS – Canal 4.1 www.educativa.ms

 

PRATA DA CASA

Cineclube de Corumbá faz mostra itinerante com produções de MS

13/01/2026 10h00

Cena do curta-metragem

Cena do curta-metragem "Arteiro" (2024), de Duka Martins Divulgação

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A partir desta quinta-feira, a Mostra Itinerante Cinema de Sala 2026 ocupa ruas, praças e outros espaços de Corumbá, Ladário e Puerto Quijarro (Bolívia). As sessões serão realizadas, diariamente, até o dia 24, sempre às 19h, com entrada franca.

A programação reúne 10 filmes locais que foram selecionados, entre ficções, documentários e obras experimentais, para refletir a diversidade de temas, linguagens e territórios do audiovisual sul-mato-grossense.

As sessões serão apresentadas pelo ator e cineasta Breno Moroni, que conduzirá o público pelas exibições e pelos bate-papos com os diretores após as projeções.

Segundo os organizadores, a mostra reafirma o cinema como “experiência coletiva, encontro e diálogo”.

Tela inflável, som de qualidade e cadeiras acessíveis fazem parte da estrutura, com a proposta de “transformar os espaços públicos em verdadeiras salas de cinema a céu aberto, aproximando o audiovisual produzido em Mato Grosso do Sul das comunidades pantaneiras e fronteiriças”. A iniciativa é do Cineclube Cinema de Sala, que funciona desde 1998.

Salim Hassan, responsável pelo projeto, celebra a trajetória que levou o cinema das salas fechadas para as ruas.

“O Cinema de Sala nasceu de forma simples, com uma televisão pequena, e hoje chega às praças com estrutura, qualidade e acessibilidade. Levar o cinema para a rua é devolver às pessoas o direito de assistir, se reconhecer nas histórias e conversar sobre elas. É isso que mantém o cinema vivo”, afirma.

Para o produtor-executivo Diego Cafola, a mostra é resultado direto das políticas públicas culturais e da necessidade de circulação dessas obras.

“Esses filmes foram produzidos a partir de políticas públicas e precisam ser vistos, debatidos e valorizados. Levar o evento para os bairros e para a fronteira é uma forma de democratizar o acesso e fortalecer a identidade audiovisual do nosso estado”, destaca.

A Mostra Itinerante Cinema de Sala conta com recursos financeiros da Política Nacional aldir Blanc (Pnab), do governo federal, sob a operação da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS). Mais informações pelo Instagram: @cinemadesala_cineclube.

Mostra Itinerante Cinema de Sala 2026

Programação*

  • “Olhos Fechados” (2025), de Roberto Leite;
  • “Sebastian” (2025), de Cainã Siqueira;
  • “Pós-Alinhamento” (2025), de Q34Q e João Deboni;
  • “+ Forte” (2025), de Ara Martins;
  • “Trechos e Textos – Vídeo-crônicas” (2025), de Bruno Nishino e Marco Calábria;
  • “A Última Porteira”, de Rodrigo Rezende;
  • “Arteiro” (2024), de Duka Martins;
  • “Monges e Vândalos” (2022), de Fabrício Borges;
  • “Les Garçons”, de Bruno Nishino e Marco Calábria;
  • “Gastronomia Fronteiriça – Influência Boliviana”, de Wanessa Pereira.

15 de janeiro – Praça CEU;

16 de janeiro – Largo Padre Ernesto Sassida;

17 de janeiro – Praça do Cravo Vermelho;

18 de janeiro – Praça Principal de Puerto Quijarro (Bolívia);

19 de janeiro – Largo da Fortaleza;

20 de janeiro – Quadra do Generoso;

21 de janeiro – Praça da Nova Corumbá;

22 de janeiro – Esplanada da NOB;

23 de janeiro – Praça Nossa Senhora de Fátima;

24 de janeiro – Praça da Cohab.

*Sempre às 19h.

SAÚDE MENTAL

Número de consultas em psicologia e psiquiatria crescem 18,5% em um ano

Brasileiros buscam cada vez mais ajuda para problemas emocionais, foram quase 1,8 milhão de atendimentos a mais em 2025, um aumento que reforça mudança consistente no comportamento da população

13/01/2026 09h30

Em 2024, foram realizados 7.598.686 atendimentos psicológicos no Brasil; em 2025, o número saltou para 7.598.686 atendimentos

Em 2024, foram realizados 7.598.686 atendimentos psicológicos no Brasil; em 2025, o número saltou para 7.598.686 atendimentos Pixabay

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Cuidar da saúde mental deixou de ser exceção e passou a fazer parte da rotina de um número crescente de brasileiros. Dados inéditos da Doctoralia, plataforma que conecta pacientes a profissionais de saúde, mostram que a busca por atendimentos em psicologia e psiquiatria cresceu 18,5% entre 2024 e 2025, evidenciando uma mudança consistente na forma como a população encara o cuidado emocional.

O levantamento ganha ainda mais relevância em janeiro, mês marcado pela campanha Janeiro Branco, dedicada à conscientização sobre saúde mental.

Na comparação entre os dois anos, o volume total de consultas psiquiátricas – presenciais e on-line – passou de 1.880.228, em 2024, para 2.184.111, em 2025.

Já os atendimentos psicológicos cresceram de 7.598.686 para 9.051.387 no mesmo período. Somados, os dados apontam 1.756.584 consultas a mais em saúde mental em relação ao ano anterior.

“Esses números refletem uma mudança importante de comportamento. Cada vez mais pessoas entendem que cuidar da saúde mental não é apenas tratar crises, mas acompanhar emoções, pensamentos e hábitos ao longo do tempo”, explica a psiquiatra Maura Kale, que integra o grupo de profissionais da plataforma Doctoralia.

Em 2024, foram realizados 7.598.686 atendimentos psicológicos no Brasil; em 2025, o número saltou para 7.598.686 atendimentos

O movimento observado no Brasil acompanha uma tendência global. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 1 bilhão de pessoas no mundo convivem com transtornos mentais, como ansiedade e depressão – os dois de maior ocorrência.

Essas condições figuram entre as principais causas de incapacidade a longo prazo, com impacto direto na qualidade de vida, nos sistemas de saúde e na economia.

TELEMEDICINA

Os dados do levantamento também mostram a consolidação da telemedicina como um importante canal de acesso ao cuidado em saúde mental. Em 2025, 564.210 consultas psiquiátricas foram realizadas de forma on-line, o que representa 25,8% de todos os atendimentos na especialidade.

Na comparação com 2024, as teleconsultas cresceram 11,7%, ampliando o acesso especialmente para pacientes com dificuldades de deslocamento ou que vivem fora dos grandes centros urbanos.

“Para os especialistas, o aumento da procura reflete uma mudança cultural: a saúde mental passou a ser encarada como parte essencial do cuidado integral com a saúde, e não apenas como resposta a crises pontuais”, afirma a advogada Flávia Soccol, diretora do setor de cuidado ao paciente (patient care) da plataforma.

QUANDO PROCURAR AJUDA?

Segundo a psiquiatra Maura Kale, nem todo sofrimento emocional indica um transtorno, mas alguns sinais merecem atenção.

“Observar o impacto desses sintomas na rotina é o principal critério. Quando o sofrimento começa a interferir no dia a dia, é importante buscar apoio profissional”, explica a médica.

Confira um breve passo a passo que pode ajudar na identificação de possíveis transtornos.

  • OBSERVE A DURAÇÃO

Emoções intensas que duram mais de duas semanas sem melhora podem indicar que algo não vai bem. Tristeza, ansiedade ou irritabilidade persistentes não devem ser ignoradas.

Em 2024, foram realizados 7.598.686 atendimentos psicológicos no Brasil; em 2025, o número saltou para 7.598.686 atendimentos
  • AVALIE O IMPACTO

Avalie o impacto, no dia a dia, de comportamentos fora do padrão. Procure ajuda se os sintomas começam a interferir na rotina de sono, trabalho ou estudos e nas relações pessoais, concentração e tomada de decisões. “Quando o sofrimento começa a atrapalhar a rotina, é sinal de alerta”, reforça a psiquiatra.

  • SINAIS FÍSICOS

Não deixe de dar atenção aos sinais físicos. A saúde mental também se manifesta no corpo. Fique atento a sinais como cansaço constante, dores sem causa aparente, alterações de apetite, crises de ansiedade ou falta de ar.

  • COMPORTAMENTO

Identifique mudanças de comportamento. Mudanças importantes podem indicar necessidade de apoio. Isolamento social, perda de interesse por atividades antes prazerosas, alterações bruscas de humor e o uso excessivo de álcool ou outras substâncias estão entre as alterações significativas que indicam a necessidade de ajuda.

  • QUEM PROCURAR

Saber qual profissional procurar pode ajudar na economia de dinheiro e na redução de tempo de um possível tratamento. O psicólogo é indicado para autoconhecimento, manejo do estresse e da ansiedade, apoio emocional, prevenção e acompanhamento contínuo.

Já o psiquiatra deve ser procurado quando os sintomas forem intensos ou persistentes, em casos de crises, insônia severa ou sofrimento incapacitante, quando houver necessidade de avaliação médica e, se indicado, medicação. Em muitos casos, o cuidado integrado entre psicólogo e psiquiatra é o mais eficaz.

  • NÃO ESPERE O LIMITE

Não espere “chegar ao limite” para pedir socorro. “Buscar ajuda não é sinal de fraqueza, mas de cuidado consigo mesmo. Quanto mais cedo o acompanhamento começa, maiores são as chances de recuperação e qualidade de vida”, aconselha Maura Kale.

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