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Nizo Neto - Ao B+, o ator fala com exclusividade sobre sua carreira, família e comparações com o pai

"Ser filho desse cara (Chico Anysio) foi a coisa mais incrível que aconteceu na minha vida"

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Francisco Anysio de Oliveira Paula Neto, o Nizo Neto, 58 anos, todos já sabem que é um verdadeiro artista, e claro, cumpre com todo o seu talento o legado de seu pai, o saudoso Chico Anysio, que assim como Nizo tinha um talento nato para fazer as pessoas rirem através da interpretação de personagens que fizeram história na TV brasileira.

Ator-comediante ou comediante-ator, Nizo Neto também é dublador, escritor, redator, ilusionista e radialista. O artista fez a sua primeira aparição na TV aos 8 anos de idade, mas foi só depois de muito tempo depois, por volta da década de 80, que o eterno Ptolomeu da “Escolinha do Professor Raimundo” surgiu na televisão, revelando para si o seu dom para o humor.

“Depois da ‘Escolinha’, eu fui começando a ver que as pessoas riam muito das coisas que eu falava e realmente resolvi sair do armário como comediante. Talvez eu tenha relutado um pouco, porque a pressão é grande, né, fazer humor sendo filho do Chico Anysio, não é fácil... Mas não me arrependo de forma nenhuma e sigo aí hoje com uma ótima carreira como ator e comediante”, relembra Nizo.

O artista, irmão dos também humoristas Bruno Mazzeo e Lug de Paula, foi o filho que mais acompanhou a carreira de Chico Anysio de perto e parece carregar consigo o que viveu com o seu pai adiante: no teatro, ele viveu a experiência de contracenar com a filha, Sofia.

Nizo Neto é a Capa do Correio B+ desta semana - Foto: Mike Bomfim - Diagramação Denis Felipe

“Ver ela se entregar e atuar, assim, diante da plateia, é um ato de muita coragem. E eu fiquei muito, muito feliz com essa experiência”, conta. A menina, de 11 anos, interpretou a Talia Total na peça “Escolinhazinha do Professor Raimundo”, vivida pela atriz Claudia Rodrigues na TV.

Fora das telinhas, Nizo Neto se dedica a viver uma vida tranquila ao lado de quem mais ama: a sua família. “Gosto de ficar com as minhas filhas e a minha mulher. A gente se diverte e rimos bastante junto. (...) Tento, na medida do possível, ser um bom pai e um bom marido”, disse o ator, em entrevista exclusiva ao Correio B+.

Além das filhas, Nizo Neto também é pai de Rian, falecido em 2016. Nesta sexta-feira (3), se completam 7 anos desde a morte do seu filho. “Sem dúvida nenhuma, é o que eu tenho mais saudade na vida”, conta.

O ator Nizo Neto conversou com o B+ desta semana e aproveitou para destacar momentos marcantes da sua trajetória dentro e fora da TV. No bate-papo, ele falou abertamente sobre a carreira, família e sobre o legado do pai, Chico Anysio.

Veja como foi a entrevista exclusiva de Nizo Neto para o Correio B+:

CE: Qual foi o momento da sua vida que você se reconheceu como um artista e um humorista?
NN:
“Eu comecei na TV muito cedo, com o meu pai, eu tinha 8 anos de idade. A TV era em preto e branco ainda. Eu demorei um pouquinho, não levava muito a sério aqui, ainda era muito criança, não sabia direito o que eu ia fazer, mas posso dizer que me reconheci mesmo como artista em 1980, quando eu fiz a minha primeira peça profissional. Como humorista, ainda demorou mais, porque eu queria ser galã de novela, não me achava engraçado. Depois da ‘Escolinha’, eu fui começando a ver que as pessoas riam muito das coisas que eu falava e realmente resolvi sair do armário como comediante. Talvez eu tenha relutado um pouco, porque a pressão é grande, né, fazer humor sendo filho do Chico Anysio, não é fácil... Mas não me arrependo de forma nenhuma e sigo aí hoje com uma ótima carreira como ator e comediante.”

CE: Qual é o sentimento em fazer parte de um legado tão importante deixado por seu pai?
NN:
“Olha, a única herança que o meu pai deixou foi o legado. E, realmente, ser filho desse cara foi a coisa mais incrível que aconteceu na minha vida. Ele era um dos grandes, senão um dos maiores nomes da nossa cultura popular. O que ele fez como comediante, eu falo isso, sem modéstia e sem banca, o que ele fez, no mundo, ninguém fez. Eu estudo o humor, acompanho e ninguém fez o que ele fez. É motivo de muito orgulho, ser filho do Chico Anysio.”

                                  Nizo se inspirou em seu pai - Divulgação

CE: Se inspirou e se inspira nele?
NN:
“Com toda a certeza. Ele foi a minha grande referência, né. A minha grande inspiração, não há dúvida. Tudo o que uma pessoa pode passar para a outra, foi ele que me ensinou, e realmente, foi uma referência enorme, muito grande. Eu acompanhei de perto a carreira dele. Posso dizer que fui o filho que mais acompanhou ele de perto. E, com certeza, ele foi uma grande inspiração.”

CE: É muita expectativa e comparação por ser filho dele?
NN:
“Olha, eu já sofri mais com isso, mas eu já desencanei disso porque ser comparado com o Chico Anysio é uma coisa tão absurda, tão de uma certa forma covarde, que, se fosse eu filho dele ou não, realmente, não dá, entende? Não dá para as pessoas compararem, porque ele é um cara muito fora do comum. E há uma frase clássica, até: ‘Ah, para aparecer outro Chico Anysio, é daqui 100 anos só’. E se aparecer, porque ele realmente era um cara de uma capacidade, de uma genialidade muito fora do comum.”

CE: Sobre interpretar o Ptolomeu, o que mais marcou você nessa época?
NN:
“Poder trabalhar com aquele pessoal, que para um cara da minha geração é um privilégio absurdo, a lista de comediantes que participou ali da ‘Escolinha’ é uma coisa muito impressionante... Então, isso aí foi uma coisa que marcou muito. E outra coisa foi que a ‘Escolinha’ me fez famoso. Então, tem uma linha aí de história da minha carreira, e até hoje as pessoas comentam muito sobre a ‘Escolinha’”.

                                         Na época da Escolinha do professor Raimundo - Divulgação

CE: Do que mais sente falta da época da “Escolinha do Professor Raimundo”?
NN:
“Não tem jeito, o ser humano é muito saudosista. A gente sempre sente muita falta do passado, e passa muito rápido… É uma coisa, assim, que parece que foi ontem. Eu estou sentindo aqui o cheiro do estúdio que a gente gravava a ‘Escolinha’, e sinto muita falta do meu pai vivo, tantos outros colegas também vivos… E na época eu era mais jovem também, não que eu não seja feliz hoje não, muito pelo contrário, mas, é saudade, a famosa saudade do passado.”

CE: Como foi contracenar com a sua filha Sofia no teatro?
NN:
“Foi uma experiência fantástica. Ela tem um talento inacreditável. Tem muita coisa ainda para ela trabalhar, para ela aprender, mas ela já tem o talento que ajuda muito. Não é o suficiente, mas ajuda demais. Foi muito gratificante eu poder fazer o Professor, e ela fazer a Talia Total, personagem da Claudinha Rodrigues. Ver ela se entregar e atuar, assim, diante da plateia, é um ato de muita coragem. E eu fiquei muito, muito feliz com essa experiência.”

CE: Consegue descrever um momento marcante na sua carreira?
NN:
“Vou destacar dois. Em 1974, por exemplo, o ‘Chico City’ foi o primeiro grande sucesso do meu pai.. Eu fazia o Negritim, que era o companheiro do Véio Zuza, personagem muito famoso dele, e, como já falei, teve ainda em preto e branco. Foi um momento muito marcante. A própria ‘Escolinha’ também, é claro. A primeira novela que eu fiz, ‘Sinhá Moça’, na versão de 1986, me marcou por ser a minha primeira novela. E eu acho que eu posso dizer também que o filme que eu dublei junto com o meu pai, o ‘Up Em Altas Aventuras’. Um belíssimo filme da Pixar, foi também uma coisa bastante marcante.”

Nizo Neto - Divulgação

CE: Há algum sonho profissional que ainda gostaria de realizar?
NN:
“Uma coisa fascinante desse trabalho é que a gente não para. São muitos desafios, muitas coisas diferentes, muita diversidade… Bom, eu gostaria de fazer um vilão, assim, bem mal, tipo um serial killer, bem sanguinário, bem psicopata (risos). Um grande musical também, é uma coisa que eu gostaria muito de fazer. Ah, muita coisa, muita coisa a se fazer nesse ramo!”

CE: O que o Nizo Neto mais gosta de fazer no tempo livre?
NN:
“Eu sou um cara muito caseiro, levo uma vida, assim, posso dizer, ‘pacata’. Gosto de ficar com as minhas filhas e a minha mulher. A gente se diverte e rir bastante junto. Nós somos bem-humorados. E eu acompanho corrida de cavalo também, que é um esporte, assim, estranho… Eu nunca me liguei em futebol, mas assisto corrida de cavalo e não aposto nem um tustão. Gosto mesmo para ver, pelo hobbie. E gosto muito de dançar também, então sempre que a gente pode, eu vou com a Tati para festas. De uma forma geral, eu levo uma vida muito simples.”

CE: O que mais sente saudade?
NN:
“Sem dúvida, o que eu sinto mais saudade é do Rian, o meu filho, que se foi. Vai fazer 7 anos agora. E de forma muito repentina, né... É uma dor muito grande com certeza, e, sem dúvida nenhuma, é o que eu tenho mais saudade na vida.”

                                    Nizo e a esposa Tatiana Presser - Divulgação

CE: Como é o Nizo em família?
NN:
“A gente é bem próximo, e eu tento, na medida do possível, ser um bom pai e um bom marido. A gente sabe que a perfeição é impossível, mas acho que a nossa obrigação é pelo menos tentar chegar perto dela. E a gente é muito feliz. E como a minha família é muito grande, um bando de maluco (risos) e só tem artista na família, nós nos damos muito bem, todos. Embora até a gente possa ficar alguns meses sem se falar mas, não por nada, sei lá, é o jeito da gente mesmo. Somos todos muito próximos e quando a gente se encontra é sempre muito, muito divertido.”

CE: Há algum projeto profissional novo a caminho? Se sim, pode adiantar algo para a gente?
NN:
“Eu tenho duas coisas aí tramitando para o audiovisual, mas, infelizmente eu não posso falar ainda. Mas o que eu posso falar, é sobre projetos recentes agora que que acabaram de ser lançados, como por exemplo, que eu estou viajando com uma peça chamada ‘Nunca Desista dos Seus Sonhos’, adaptada do livro do Augusto Cury. Em maio, a gente vai fazer uma temporada no Teatro Itália Bandeirantes, em São Paulo (SP. Na televisão, eu acabei de fazer o ‘Rota 66’, um personagem maravilhoso nessa série, baseada do livro do Caco Barcellos, que está na Globoplay. E fiz também o ‘Rei da TV’, que é a biografia do Silvio Santos, que está no Star+”.

Com as filhas Isabela e Sofia e a esposa Tatiana - Foto - Fabrizia Granatieri

Arte

Hotel Gaspar reabre as portas para performance de Halisson Nunes, com espetáculo gratuito

Performance de Halisson Nunes, "Corpo Sobre Penas", ocupa o histórico hotel e convida o público a desacelerar propondo reflexão sobre tempo, escassez e resistência na vida contemporânea

05/05/2026 08h30

Obra propõe uma experiência sensorial que passa pela dança, as artes visuais e a literatura para investigar corpos em transformação

Obra propõe uma experiência sensorial que passa pela dança, as artes visuais e a literatura para investigar corpos em transformação Lunar Fotografia

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Entre a aridez e a permanência, entre o que falta e aquilo que insiste em existir, um corpo se movimenta – lento, fragmentado, em constante reconstrução. É nesse território de tensões que nasce o espetáculo de dança “Corpo Sobre Penas”, nova criação do artista sul-mato-grossense Halisson Nunes, que estreia nesta sexta-feira e sábado, às 19h30min, no Hotel Gaspar, em Campo Grande.

Com entrada gratuita (mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível ou item de higiene para a Central Única das Favelas) a performance convida o público a uma experiência sensorial que passa pela dança, a literatura e as artes visuais, propondo uma reflexão sobre a seca, a lentidão e os modos de existência na contemporaneidade.

REFERÊNCIAS

Inspirado em obras clássicas como o livro Vidas Secas, a pintura “Retirantes” e a figura do monstro de Frankenstein, o espetáculo busca capturar a essência estética e simbólica que essas histórias carregam.

“A inspiração não vem como dramaturgia, mas na plasticidade em si. Aqui a proposta não é reproduzir a figura de cada obra, mas a força e a ideia de movimento e de tempo que as imagens carregam”, explica Halisson.

Com cerca de 40 minutos de duração e classificação livre, “Corpo Sobre Penas” constrói uma poética em que o corpo não representa personagens ou situações específicas – ele se transforma em campo de forças, marcado por ausência, resistência e reinvenção.

CORPO COMO TERRITÓRIO

Partindo do projeto “Corpo Fantasma – Protótipo A”, a performance investiga um corpo que passa por excessos e faltas, que busca se reorganizar diante das pressões do mundo contemporâneo. Em cena, o movimento surge como resposta à escassez, mas também como tentativa de permanência.

“É um corpo que se constrói no espaço, atravessando estímulos sensoriais e propondo a lentidão como gesto de resistência e diálogo com a plateia”, afirma o artista.

Essa escolha pela lentidão se destaca como contraponto ao ritmo acelerado da vida atual. Ao desacelerar, o espetáculo abre espaço para a percepção, para o detalhe e para o encontro, tanto entre corpo e ambiente quanto entre artista e público.

TRILHA SONORA

A criação é assinada em parceria com o artista paulista Fernando Martins, responsável pela trilha sonora e direção artística. Com quase quatro décadas de trajetória na dança, Fernando desenvolve pesquisas que articulam movimento, música e dramaturgia.

Segundo ele, o som não atua apenas como acompanhamento, mas como força ativa na construção da cena. “O som não acompanha a cena, ele interfere. Afeta decisões, ritmo e presença”, afirma.

O processo criativo ocorreu ao longo de meses, em um intercâmbio entre Mato Grosso do Sul e São Paulo, combinando encontros presenciais e investigações à distância. Para os artistas, o trabalho agora atinge um momento de maturidade.

“Hoje o trabalho está em um estado mais fino de lapidação. Não buscamos mais o que fazer, mas como sustentar o que emergiu”, completa Fernando.

PESQUISA CORPORAL

De forma sutil, a performance também passa por duas pesquisas desenvolvidas por Fernando Martins: “Brain Diving” e “Dieta Aranha”. Essas práticas investigam o corpo como um campo sensível, capaz de captar, organizar e responder às forças que o atravessam.

Enquanto o “Brain Diving” propõe um mergulho nas camadas musculares e articulares – ativando respiração, impulsos e microdinâmicas internas – a “Dieta Aranha” explora relações de percepção e composição com o ambiente, apostando na suspensão do tempo, no alongamento do movimento e na atenção ao entorno.

Esses elementos não aparecem de forma explícita, mas influenciam diretamente a qualidade do movimento em cena. “Conhecer o trabalho do Fernando amplia o campo de criação. Existe algo dessa pesquisa que atravessa a performance de maneira sensível, mesmo que não seja explícito”, comenta Halisson.

HOTEL GASPAR

Mais do que um simples cenário, o Hotel Gaspar é parte fundamental da narrativa. Inaugurado na década de 1950, o local foi um dos principais pontos de chegada e partida da cidade, funcionando inclusive como a primeira rodoviária de Campo Grande.

Obra propõe uma experiência sensorial que passa pela dança, as artes visuais e a literatura para investigar corpos em transformaçãoHotel Gaspar - Foto: Arquivo / Divulgação

Conhecido como o “pai dos viajantes”, o espaço testemunhou histórias de encontros, despedidas e recomeços – elementos que dialogam diretamente com o conceito de deslocamento presente no espetáculo.

Atualmente desativado, o hotel reabre de forma pontual para receber o projeto, reforçando sua vocação como espaço de memória e transformação.

Para a proprietária, Chris Gaspar, a ocupação artística também carrega um significado afetivo. “O Halisson chegou com muito cuidado e respeito pela história do lugar. Isso fez toda a diferença”, afirma.

Ela destaca ainda que este será seu último evento à frente do espaço e manifesta o desejo de que o local seja preservado como equipamento cultural. “que o poder público pudesse manter este legado, abrindo o hotel como espaço para cultura da cidade, com eventos, saraus, biblioteca”, completa.

FORMAÇÃO

Além das apresentações, o projeto promove uma roda de conversa no domingo, às 10h, com café da manhã para os participantes. O encontro busca ampliar o diálogo sobre o processo criativo e aproximar o público das reflexões que sustentam a obra.

Halisson Nunes é acadêmico do curso de Dança – Licenciatura na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) e desenvolve, há mais de dois anos, uma pesquisa no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic).

Seu trabalho investiga imagens e textos como dispositivos de criação cênica, com foco em territórios e patrimônios históricos de Campo Grande.

Integrante do grupo de pesquisa Gpped – Corpo, Leitura e Memória – o artista utiliza referências como “Retirantes” e “Vidas Secas” para pensar a relação entre corpo, memória e espaço urbano, dando origem ao projeto Corpo Fantasma.

Já Fernando Martins atua há 39 anos na dança, com passagens por companhias nacionais e internacionais, como Galili Dance, Quasar e Balé da Cidade de São Paulo. Atualmente, vive em Piracaia (SP), onde conduz processos criativos e residências artísticas, mantendo forte colaboração com artistas de Mato Grosso do Sul.

>> Serviço

Projeto Corpo Fantasma – Espetáculo “Corpo Sobre Penas”

Local: Hotel Gaspar;
Endereço: Av. Mato Grosso, nº 2, no Centro.

Apresentações:
Datas: Sexta-feira e sábado;
Horário: 19h30min;
Entrada gratuita (doação de 1 kg de alimento ou item de higiene).

Roda de conversa – Processo criativo
Data:
Domingo;
Horário: 10h (com café da manhã).

Para acompanhar mais sobre o projeto, o público pode acessar o Instagram 
do artista: @umcorposobrepenas.

Felpuda

A situação atingiu um nível que chega a ser hilário. Não é que a Polícia...Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta terça-feira (5)

05/05/2026 00h03

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Oscar Wilde - escritor irlandês

"Se soubéssemos quantas e quantas vezes as nossas palavras são mal interpretadas, haveria muito mais silêncio neste mundo”.

 

FELPUDA

A situação atingiu um nível que chega a ser hilário. Não é que a Polícia Federal deflagrou a Operação Fraudis, com mandados de busca e apreensão cumpridos em Cascavel (PR), para, veja só, investigar suspeita de fraude em concurso da própria corporação? O caso teve início no Paraná, mas foi encaminhado à Justiça Federal em Campo Grande, onde os investigados fizeram as provas. Durante as diligências, foram apreendidos celulares e computadores. As investigações continuam para apurar a extensão das irregularidades e identificar outros envolvidos.

Ruído

Em sua “trincheira” na internet, o pré-candidato ao governo de Mato Grosso do Sul pelo PT, Fábio Trad, vem dando suporte ao trio de parlamentares do seu partido.

Mais

Ele não poupou críticas à atuação da base aliada do governador, que rejeitou requerimento do deputado Kemp, pedindo informações sobre certo convênio. Como se vê...

DiálogoApresentando releituras de intérpretes da música brasileira e internacional, promovendo conexões entre artistas de diferentes épocas, a cantora campo-grandense Bell Éter se apresenta na sexta-feira, às 19h, no Sesc Teatro Prosa. O repertório inclui nomes como Maria Bethânia, Marília Mendonça, Djavan, Liniker, Whitney Houston e Sam Smith. O show “Bell Éter canta Grandes Vozes” é aberto ao público e tem classificação livre. Os ingressos podem ser retirados gratuitamente no Sympla. Bell Éter iniciou sua trajetória com o lançamento de músicas autorais em plataformas digitais a partir de 2022 . Em 2025, ela ganhou projeção nacional ao chegar à final do programa “The Voice Brasil”.
DiálogoMaria Clara Alvares e Fabiana Gibran

 

DiálogoDra. Cindia Bérnardelli

Querendo

Nos bastidores, apesar de se ouvir sobre a possibilidade do ex-secretário Jaime Verruck vir a integrar a chapa majoritária de Eduardo Riedel como vice governador, em meio a uma ala de políticos integrantes do grupo os comentários são outros. O desejo seria menos de Verruck e mais de lideranças do sistema Fiems, que há muito, segundo dizem, tentam emplacar nomes em cargos com maior visibilidade na classe política. 

Na real

O próprio Verruck demonstrou estar mais preocupado em cuidar de sua campanha a deputado federal. Ele sabe que para avançar com olhos em uma vaga majoritária teria que “convencer” trio de lideranças que é quem dá as cartas nas eleições deste ano: a senadora Tereza Cristina, o governador Riedel e o presidente estadual do PL, Reinaldo Azambuja. Eles têm a real dimensão do cenário eleitoral e não pretendem fomentar possíveis “ruídos” sobre vagas nas chapas.

Integração

Hoje, às 8h, ocorre o lançamento do Observatório Econômico de Campo Grande, pela Semades. A iniciativa busca fortalecer o planejamento estratégico com base em dados e indicadores socioeconômicos. O espaço será voltado à análise e ao monitoramento de informações que orientem decisões públicas. A implantação será gradual e reunirá dados de fontes municipais, estaduais e nacionais. A proposta é a integração e a ampliação do acesso a informações estratégicas.

Aniversariantes

Sandra Maria Monteiro Serrano,
Luiz Augusto Lima Scarpanti (Guto),
Karyn Vanessa Ferreira Goulart,
Felipe Ramos Vollkopf da Silva,
Marli Suene Martins Lima,
Luana Paula da Silva,
Dr. Carlos Henrique Guidolin,
Ana Cristina Escobar Marques,
Daniel D´Oliveira Vieira,
Maria Rosa Seabra Gomes,
Osvaldo Barbosa dos Santos,
Regina Maria Pierette Camara,
Marilene Rezek,
Roberto de Souza Bastardo,
Pedro César Kemp Gonçalves,
Maria Heloisa Vasques Saldanha,
Antônio Lucio Neto,
Antônio Rodrigues da Rocha,
Ecilda Barbosa Bueno,
Onofre Sabino de Araujo,
Requelina Geremia Gasparetto,
Evanil Soares,
Gilberto Carneiro de Castro,
Luísa Massocatto Figueiredo Gameiro,
Leide Matsunaka Dias,
Mariana Gomes de Souza,
Guadalupe Oliveira,
Nilva Assis Soares,
Luana dos Santos,
Carlos Augusto Renck Brufatto,
Nerone Maiolino Simioli,
Alex Sander Ferreira de Souza,
Mariza Gonçalves Roryz,
Alexandre Pereira de Andrade,
Renato Neves Preza,
Paulo Ricardo Klein,
Marcelo Campos Monteiro,
Hamilton Queiroz de Castro,
Roberto Chinelli Pereira,
Rosemeire Alves Rodrigues,
Sandra Velho Mondragon,
Diógenes Lovato Nogueira,
Sebastião Luis de Melo,
Jorge de Oliveira Souza,
Fernando César Rodrigues,
Arlete Albuquerque Adames,
Vana Charbel Moura,
Nilton de Jesus Oliveira,
Antônio Gabriel El Daher,
Nelson Luiz Martins,
Marcello Brandão de Souza Chamorro,
Walter Soares,
Osvaldo Augusto Pereira,
Jussara Alves Corrêa,
Renato Ribas Dangui,
Antônio Abrão,
Adriano Azambuja,
Elias Santiago,
Maria Elisa Cação dos Reis,
André Luiz Saab,
Valéria Cristina Azambuja,
Luis Audi Nunes,
Marileide de Albuquerque Corrêa,
Volney Arruda,
Consuelo Aparecida Saab,
Élin Teruko Tokko,
Gecleine Godoy,
Atamaril Amaral Marques (Tatá Marques),
Zenaide Antonia Rosa,
Maria Luiza Rosa de Souza,
Altair Monteiro,
Célia Cristina de Souza Almeida,
Fernando Luiz Mendes,
Jorge Luiz Fernandes de Moraes,
Ivone Alves Rios,
Maria Jose Feliciano,
Luciene Rodrigues Fernandes,
Cleodete Coelho,
Marcelo Mori,
Jair Lemes de Souza,
Nereu de Oliveira Fonseca Júnior,
Elde Severino Corrêa,
Wilson Thomas,
Cledinair de Paula Silva,
Renato Sérgio Bruno,
Zoraida de Brito Silva Obara,
Bruno de Oliveira Garilan,
Maria Hammoud Brandão,
Lauro Malaquias Veloso,
Denise Hugueney Dal Farra,
Helin Fernanda de Souza Godoy,
Jair Ricartes de Oliveira,
Luiz Ricardo Rios Brandão Faria,
Neuza Uesato Kawahira,
Odete Rita de Almeida,
Valmir Cano,
Eder Luiz Redó,
Nazih El Kadri,
João Gonçalves Migueis,
Jezi Ferreira Alencar Xavier,
Silvia Maehara Abe,
Roberto Massakatsu Nishikawa,
Eugene Uwimana,
Jorge Luiz Martin,
Walter Yoshiro Kadoi,
Judite Barbosa Verlindo,
Ruth Mourão Rodrigues Marcacini,
Sérgio Luis Velasques Bruzadin,
Marcelo Miranda Cândia. 

COLABOROU TATYANE GAMEIRO

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