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SAÚDE

Nutricionista defende abordagem que une corpo, mente e emoções para tratar desequilíbrios hormonais

A nutricionista Luanna Caramalac defende uma abordagem que une corpo, mente e emoções para tratar desequilíbrios hormonais, endometriose, candidíase e outras condições femininas desde a raiz

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Em um mundo onde a palavra “dieta” carrega consigo um fardo de restrições, culpa e padrões inatingíveis, surge uma nova perspectiva, profunda e acolhedora, para cuidar da saúde feminina. É a nutrição integrativa, um olhar que enxerga a mulher em sua totalidade – bioquímica, emocional e subjetiva – para tratar não apenas sintomas, mas a origem dos desequilíbrios.

Luanna Caramalac, nutricionistaLuanna Caramalac, nutricionista - Foto: Divulgação

Para desvendar os pilares dessa abordagem transformadora, o Correio do Estado conversou com a nutricionista Luanna Caramalac, referência em nutrição clínica e integrativa feminina.

Luanna detalha como a alimentação pode ser a mais poderosa aliada da mulher em todas as suas fases, da adolescência à menopausa, e como construir uma relação pacífica e sustentável com a comida.

Ela abordou desde condições específicas, como endometriose, lipedema e desregulação hormonal, até os cuidados fundamentais com o microbioma intestinal – peça-chave, segundo ela, para a saúde como um todo.

Logo de início, Luanna deixa claro que a nutrição feminina é um universo à parte. “A nutrição feminina é totalmente focada na prevenção e no cuidado integral da saúde da mulher, considerando suas particularidades hormonais, emocionais e metabólicas”, explica.

Não se trata apenas de contar calorias ou seguir modismos. É uma ciência que atende desde quem busca qualidade de vida até quem enfrenta doenças crônicas complexas.

O diferencial está na abordagem integrativa. “Olhamos para o corpo, a mente e a dimensão emocional e espiritual, não no sentido religioso, mas na forma como essa mulher se conecta consigo mesma, com suas crenças e com seu propósito”, descreve. 

O processo investigativo é minucioso: “Avaliamos desequilíbrios físicos, hormonais e emocionais para tratar a raiz do problema, sempre de forma personalizada”.

“COMIDA PROIBIDA”

Um dos maiores desafios, especialmente em uma sociedade que impõe padrões estéticos rígidos, é construir uma relação saudável com a comida. Luanna é taxativa ao criticar o conceito de proibição.

“O conceito de ‘comida proibida’ é perigoso, porque tudo o que é proibido tende a gerar mais desejo. Na nutrição integrativa, não trabalhamos com permissão ou proibição, mas com consciência e individualidade”.

A pergunta-chave, portanto, muda radicalmente. “A pergunta não é ‘posso ou não posso?’, e sim ‘isso está sendo bom para o meu organismo neste momento?’”.

Ela reforça a ideia de fases da vida, onde necessidades mudam. “Cada fase da vida exige estratégias diferentes. Nada, de forma isolada, estraga ou resolve tudo. Por isso, a personalização é essencial para construir uma relação leve, sustentável e gentil com a comida”.

EQUILÍBRIO HORMONAL

Desequilíbrios hormonais são uma queixa quase universal. Para regulá-los, Luanna aponta a alimentação anti-inflamatória como base. “O equilíbrio hormonal depende de uma alimentação rica em vitaminas do complexo B, zinco, vitamina D, magnésio, boas gorduras e fibras”.

No entanto, há um herói pouco celebrado nessa história: o intestino. “É fundamental cuidar do intestino, que funciona como um órgão endócrino, produzindo hormônios e neurotransmissores. Regular insulina, cortisol e hormônios sexuais passam, necessariamente, por um intestino saudável e por um padrão alimentar equilibrado”.

Seja na tensão pré-menstrual, na perimenopausa ou na menopausa, a nutrição oferece suporte. A especialista alerta para um erro comum: achar que todo desequilíbrio exige reposição hormonal imediata. “Muitas vezes, o ajuste nutricional já promove grandes resultados”.

Novamente, os pilares se repetem: vitaminas do complexo B, zinco, vitamina D e, sobretudo, o cuidado intestinal. “A modulação da microbiota influencia diretamente os hormônios. O foco deve ser sempre na causa do problema, não apenas no sintoma, para que o tratamento seja realmente eficaz”.

DOENÇAS INFLAMATÓRIAS

> Endometriose

Para condições com forte componente inflamatório, como a endometriose, a dieta torna-se uma ferramenta terapêutica de primeira linha. “Alimentos como cúrcuma, gengibre, alecrim, louro, beterraba e compostos ricos em flavonoides e antioxidantes são grandes aliados”, enumera Luanna.

Por outro lado, ela é enfática sobre os vilões: “Açúcar, álcool, cafeína, farinhas brancas e frituras tendem a piorar o quadro, por serem altamente inflamatórios”. O mesmo raciocínio, ela destaca, vale para o lipedema, miomas e a síndrome dos ovários policísticos.

Candidíase

Luanna traz um insight crucial sobre a candidíase de repetição: “A candidíase começa no intestino. Muitas vezes, está associada à presença de metais pesados, que favorecem a formação de biofilmes do fungo. Por isso, é importante trabalhar a desintoxicação, o equilíbrio intestinal e a personalização alimentar”.

E o açúcar, aqui, tem seu conceito ampliado. “Não nos referimos apenas ao doce, mas a tudo que se transforma em glicose no corpo, como farinhas brancas, pães, massas e arroz refinado”. Café, álcool e alimentos cítricos também podem ser agravantes, dependendo do caso.

> Lipedema

Condição dolorosa e mal compreendida, o lipedema exige uma abordagem nutricional específica. “A abordagem nutricional precisa ser individualizada, mas, de forma geral, envolve uma alimentação anti-inflamatória, com redução de açúcar, álcool, café e farinhas refinadas”, orienta.

“O foco não é apenas emagrecimento, mas redução da inflamação, do desconforto e melhora da qualidade de vida”.

SUPLEMENTAÇÃO INTELIGENTE

Deficiências de vitaminas D, ferro e B12 são comuns, mas sair suplementando por conta própria pode ser um tiro no escuro. “Antes de suplementar, é fundamental avaliar a capacidade de absorção do organismo. Muitos pacientes tomam suplementos sem ter um intestino saudável, o que gera desperdício”.

“Em casos como vitamina D, ferro e B12, muitas vezes a alimentação sozinha não é o suficiente. A suplementação é necessária, mas só funciona quando o intestino está preparado para absorver os nutrientes corretamente”.

ANTI-INFLAMATÓRIOS NATURAIS

Para combater a inflamação crônica de baixo grau, a base de muitas doenças, Luanna prescreve simplicidade. “O principal é priorizar comida de verdade, alimentos in natura, legumes, verduras, folhas, boas fontes de proteína e carboidratos de baixo índice glicêmico. Evitar ultraprocessados é essencial”, afirma.

Dois hábitos são coroados pela nutricionista como fundamentais: “A hidratação adequada, cerca de 35 ml por quilo de peso, e o cuidado com a saúde emocional fazem toda a diferença, já que o estresse impacta diretamente os hormônios e o intestino”.

Como exemplo prático de uma refeição completa para a saúde feminina, Luanna sugere:

“Um almoço completo pode incluir uma boa fonte de proteínas, como ovos ou peito de frango, que possuem alto valor biológico. Adicionar três tipos de folhas, como alface, couve e agrião, garante ferro, vitamina C, zinco e magnésio. Incluir legumes como beterraba, cenoura, quiabo ou chuchu contribui para hidratação e controle da retenção. Para o carboidrato, boas opções são batata-doce, mandioca ou mandioquinha, por terem baixo índice glicêmico. Esse conjunto favorece o equilíbrio hormonal, a energia e a saúde geral”.

AUTOCONHECIMENTO

Para a mulher que quer iniciar essa jornada, a mensagem é de olhar para dentro. “O primeiro passo é olhar para o próprio corpo com mais consciência e buscar entender sua individualidade. Isso inclui cuidar do intestino, da alimentação básica, da hidratação e das emoções antes de pensar em dietas restritivas ou suplementação. Procurar um profissional que avalie o organismo como um todo e monte uma estratégia personalizada é fundamental para iniciar esse processo com segurança e resultados duradouros”.

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BIOGRAFIA

Livro lançado em Campo Grande fala do legado de Laucídio Coelho

"Um Legado Forjado entre Rios: A História de Laucídio Coelho", escrito por Kenneth Corrêa, reúne memórias familiares, entrevistas inéditas e documentos históricos sobre o empresário que ajudou a moldar Mato Grosso do Sul

09/03/2026 08h30

Montagem / Mariana Piell

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Na sexta-feira, o salão do Hotel Slaviero Prime, em Campo Grande, foi palco de um encontro entre história, memória e identidade sul-mato-grossense.

No local, fundado por um dos mais influentes empresários da região, ocorreu o lançamento do livro “Um Legado Forjado entre Rios: A História de Laucídio Coelho”, escrito pelo bisneto do pecuarista, o autor Kenneth Corrêa.

A escolha do cenário para o lançamento não foi casual. O hotel integra o conjunto de empreendimentos criados por Laucídio Coelho, figura central na formação econômica e social do antigo Mato Grosso e, posteriormente, de Mato Grosso do Sul.

A data também carrega um simbolismo especial: coincidiu com o aniversário de Kenneth e ocorreu justamente no ano em que o patriarca da família completaria 140 anos.

A obra propõe um mergulho na trajetória de um homem que, ao longo do século 20, construiu um império agropecuário, participou da formação de instituições econômicas e deixou marcas profundas no desenvolvimento regional.

Bisneto resgata a história da própria família e de Mato Grosso do Sul em biografia sobre Laucídio Coelho - Foto: Mariana Piell

O livro busca revelar histórias familiares, memórias e testemunhos que ajudam a compreender não apenas a vida de Laucídio, mas também as transformações de uma região que se consolidava como potência agropecuária.

Para Kenneth, o processo de escrita foi também uma jornada pessoal de redescoberta das origens. “O que eu aprendi não foi só sobre a história dele, mas sobre a história da família, que eu considero a minha história, as origens, a ancestralidade, as tradições. Já valeu demais essa jornada”, afirmou.

MEMÓRIAS

Um dos diferenciais da obra é o conjunto de entrevistas realizadas pelo autor com pessoas que conviveram diretamente com Laucídio Coelho. Muitas delas já estão na casa dos 90 anos, e seus relatos ajudam a preservar lembranças que, de outra forma, poderiam se perder com o tempo.

Entre os entrevistados estão antigos funcionários, amigos e familiares do pecuarista. Kenneth citou, por exemplo, depoimentos de pessoas que trabalharam com Laucídio ainda jovens e acompanharam o crescimento de seus negócios.

“Esse livro é inédito em muitas histórias porque eu fiz entrevistas com pessoas incríveis que estão com a gente aqui hoje. O seu Rubem Figueiró, na casa dos 90 anos, a Lacy, que é a caçula do Laucídio, na casa dos 90 anos, e um dos primeiros funcionários dele, Daniel Ávalo, também com cerca de 90 anos”, explicou.

Segundo o autor, essas vozes trazem um retrato mais humano do empresário, revelando aspectos do cotidiano, da liderança e da personalidade do homem que se tornaria conhecido como um dos maiores pecuaristas do País.

“REI DO GADO”

Kenneth Corrêa - Foto: Mariana Piell

Nascido em 1886, Laucídio Coelho cresceu em meio à vida rural e desde cedo se envolveu com a criação de gado. Ao se casar, em 1911, com Lúcia Martins, já tinha um rebanho significativo e iniciou um processo de expansão de suas propriedades.

Com o passar das décadas, consolidou-se como um dos maiores proprietários de terras da região. Suas fazendas chegaram a somar cerca de 1 milhão de hectares no Centro-Oeste brasileiro, dimensão que o colocaria entre os maiores latifundiários do mundo em seu tempo.

Esse crescimento não se deveu apenas à expansão territorial. Laucídio era reconhecido por sua visão empresarial e pela adoção de técnicas consideradas modernas para a época, como o uso de equipamentos agrícolas, formação de pastagens e estratégias logísticas para a condução de boiadas entre diferentes propriedades.

Uma das práticas que se tornaram célebres foi o sistema de fazendas distribuídas ao longo das rotas da boiada. Ao longo do percurso, animais cansados eram substituídos por outros mais fortes, garantindo que o rebanho chegasse ao destino em boas condições.

A estratégia, considerada sofisticada para o período, é frequentemente citada como exemplo de organização logística no campo.

Graças ao tamanho de seu rebanho e à influência econômica que exercia, Laucídio ganhou o apelido que atravessou gerações: “Rei do Gado”.

Uma história curiosa relatada por Kenneth ilustra bem como a fama do pecuarista ultrapassava fronteiras regionais.

Segundo o autor, após a morte de Laucídio, o então presidente da República Emílio Garrastazu Médici teria comentado com um de seus filhos, o político Lúdio Coelho, sobre as lendas que cercavam o tamanho do rebanho da família.

“Dizem que o Médici perguntou para ele: ‘Mas é verdade essa história do seu pai ser o rei do gado? Quantas cabeças de gado ele tinha?’”, contou Kenneth.

Segundo o relato, Lúdio teria respondido que o número girava em torno de 700 mil cabeças de gado, ao que o presidente teria reagido com surpresa: “Isso só de machos, né?”

LEGADO

Além da pecuária, Laucídio Coelho também atuou na criação de instituições e empresas fundamentais para o desenvolvimento regional.

Ele foi um dos responsáveis pela criação do primeiro frigorífico do Estado, o Frima, iniciativa que permitiu que a região deixasse de exportar apenas gado vivo e passasse a comercializar carne processada para grandes centros consumidores.

O empresário também participou da fundação do Banco Financial de Mato Grosso e esteve envolvido na criação de cooperativas e outras iniciativas econômicas. Ao longo das décadas, suas atividades ajudaram a impulsionar setores como a agropecuária, o comércio e os serviços.

Dentro da própria família, seu legado também se estendeu à política. Dois de seus filhos tiveram destaque na vida pública: Italívio Coelho, que atuou como deputado estadual e empresário, e Lúdio Coelho, que foi prefeito de Campo Grande e senador da República.

Segundo Kenneth Corrêa, essa combinação de empreendedorismo, influência política e participação em projetos estruturantes teve papel importante na construção do Estado.

“Se existe hoje um estado chamado Mato Grosso do Sul, é porque ele foi construído em cima de várias fundações. E eu fui descobrindo na pesquisa, nas entrevistas e nos documentos que o Laucídio teve um papel crucial”, afirmou.

IDENTIDADE REGIONAL

Para Kenneth Corrêa, a biografia não conta apenas a história de um empresário bem-sucedido. O objetivo principal é ajudar novas gerações a compreender o processo de formação da região. “Para saber para onde a gente está indo, precisamos saber de onde viemos”, resumiu o autor.

A obra reúne documentos históricos, fotografias de arquivo e relatos inéditos, compondo um mosaico que conecta a trajetória da família Coelho à história econômica e social de Mato Grosso do Sul.

Ao lançar o livro no hotel construído pelo bisavô, Kenneth buscou criar um elo simbólico entre passado e presente. O edifício, que continua em funcionamento no centro de Campo Grande, tornou-se uma espécie de cenário vivo da narrativa apresentada na obra.

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DIÁLOGO

Tem gente que, munida até com o milenar ábaco além de estar "contando nos ...Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta segunda-feira (09)

09/03/2026 00h01

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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John Kennedy estadista americano
"Às vezes é preciso parar e olhar para longe,  
para podermos enxergar o que está diante de nós”.

Felpuda

Tem gente que, munida até com o milenar ábaco, além de estar “contando nos dedos”, busca entender o cenário eleitoral, diante da aula magna de matemática política da senadora Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias, principal liderança do Progressistas (PP), que “sabe das coisas”. O que está deixando algumas figuras “batendo a cabeça” para, digamos, “decifrar o conteúdo”. A parlamentar ensinou: “Na política, dois e dois não são exatamente quatro, podem ser 3,8 ou 4,2, portanto, nós temos que aguardar. Esse tabuleiro vai ser montado”. Como se vê.

Diálogo

Compromisso

Embora seja um nome considerado de bom potencial eleitoral, Walter Carneiro Júnior não deverá deixar a Casa Civil do governo de Riedel para disputar vaga na Câmara dos Deputados. Nos bastidores políticos, há comentários de que seu nome poderia integrar chapa para isso.

Mais

Mas, por enquanto, ele tem afirmado que existe o compromisso que fez com o governador Riedel para comandar o setor até o encerramento da atual administração. Seu trabalho político vai ao encontro das propostas do governo.

DiálogoDra. Rosana Giordano e Annelise Giordano de Barros
DiálogoDra Maryna Arroyo

Mala e cuia

O primeiro a arrumar as malas e deixar o PL, aproveitando a janela partidária, foi o deputado estadual João Henrique Catan. Ele anunciou que está deixando a atual sigla e buscará outro partido para tentar realizar seu sonho de governar MS. O parlamentar, considerado bolsonarista raiz, tentava se viabilizar nas hostes liberais para disputar o cargo e se tornou um crítico ferrenho da atual administração, mesmo com o partido tendo firmado apoio à reeleição de Eduardo Riedel (PP).

Sonho meu...

O Partido Novo, também da direita, deverá ser o endereço de Catan. Ele, que foi eleito em 2018, já disputou a prefeitura da Capital em 2020, ficando no sétimo lugar. Disputou a reeleição e teve êxito em 2022. Nas eleições de outubro, pretende ser candidato ao governo. O avô do deputado, Marcelo Miranda Soares, foi prefeito e governador do Estado por duas vezes, em uma delas, nomeado pelo regime militar, na outra, conquistou o cargo no voto. O deputado estaria tentando seguir a mesma trajetória.

Revoada

Outros parlamentares estaduais não se manifestaram sobre saída dos seus respectivos partidos. A janela partidária se encerra no dia 4 de abril, mas até lá muitas mudanças estão sendo esperadas. A maior parte dos seis deputados do PSDB deverá deixar o ninho e o caminho poderá ser em direção ao PL e ao PP, para integrar o grupo político formado pelos liberais e a Federação Frente Progressista. Dois integrantes da “bancada do eu sozinho” do PSB e do PSD estariam com as malas prontas.

Aniversariantes

  • Dr. Estevom Molica Neto

  • Ticiana Contis

  • Dr. Alexandre Bastos

  • Jussara Gadir Vollkopf

  • Dr. Gustavo Gottardi

  • Francisco Elivaldo de Sousa

  • Gaspar Gomes Nogueira

  • Silvio Ferreira Neto

  • José Ramão Marinho

  • Marcus Vinicius Tedesco

  • Lucas Gameiro de Sena

  • Simone Chaves Ouriveis

  • Andre Anderson Brito da Silva

  • Cilmara Aparecida Antunes Ricart

  • Marcelo Christiano da França

  • Rogério Bataglin Kerkhoff

  • Cleusa de Oliveira Mira

  • Marcelo Silva Garcia

  • Thaís Pontim Gomes

  • Zuleide de Arruda Ferreira

  • André Luiz Gonçalves

  • Norma Helen Medina

  • Antônio Carlos Biffi

  • Tânia Gonçalves Martins Neder

  • Dr. Carlos Alberto Matsuda

  • Dr. Ricardo Assed Bezerra da Silva

  • Welington Cavallaro

  • Edna Maria Bojukian Sarubbi

  • Maria Rosane Borges Fook

  • Wilson Simões Pessoa

  • Nelvio de Almeida Matsuda

  • Maria Helena Nobrega

  • Aidee Alcântara de Matos

  • Ana Ferreira de Melo

  • José Augusto Bittar

  • Euflávio Alves de Souza

  • Jaime Alves Sandim

  • Otávio Ferreira Neves Neto

  • Edirce França

  • Nara Maria Oliveira

  • Milton Enes

  • Edina Ferreira de Mello

  • Benedito Roberto Nascimento de Araujo

  • Celina Arakaki

  • Isadora Macedo Moraes

  • Rodrigo Torres Corrêa

  • Glaucia Coldibelli Francisco

  • Teotônio Monteiro da Silva Neto

  • Limírio Taveira de Rezende

  • Syuzi Ajiki

  • Ronaldo Furtado Borges

  • Lázaro Borges de Oliveira Filho

  • Rodrigo Silva Destro

  • Idalina Pereira Alves

  • Luiza Carmem de Oliveira Gattass

  • José Paulo de Macedo

  • Revelino Ayala Samaniego

  • Rogério Ayala Samaniego

  • Diniz Garcia Azuaga

  • Rafaela Adriana Pelissari

  • Nancy Angélica Costa de Oliveira

  • Osmundo Pereira Dantas

  • Sandra Maria Alves da Cruz

  • Neuisller Cosmos Lopes dos Santos

  • Rose Emily Pippus Rosso

  • Karina Barbiere Rodrigues

  • Ilidio Teixeira de Souza Filho

  • Rodrigo Correa Amarilla

  • José Eduardo Amâncio da Motta

  • Marco Antonio dos Santos Braga

  • Ecio Luis Menoncin

  • Ricardo Amaro Costa

  • Edson Luis Schmeiske

  • Natalícia Martins Campos

  • Eliane Araujo e Silva Félix

  • Adauto Rosa Bilaia

  • Guilherme Antonio Batistoti

  • Flávio Fabrão Moraes

  • Angela Maria dos Santos Zulim

  • Osny Peres Silva

  • Ilda Almirão

  • Dimas Bezerra da Silva

  • Sheila Regina Lopes Dutra

  • Mário Gilson de Oliveira Pereira

  • Vanderson Matricardi

  • Danilo Jorge da Silva

  • Marli Sarat Sanguina

  • Aurea Machado Vidal

  • Diego Negreto Catan da Silva

  • Carlos Alberto Almeida de Oliveira Filho

  • Ana Regina Almeida Serra

  • Gisele Peixoto Lima

  • Natalia Aletéia Rodrigues Chaise

  • José Eduardo Malheiros

  • Miliana Keila Ferreira

  • Júlio Dias de Almeida

  • Claudia de Araújo Melo

  • Larissa de Andrade Viana

  • Vivianne Macedo Alves

  • Mário Sérgio Mesquita Lima

  • Beatriz Nantes Torres

  • Tânia Mara Correia da Silva

  • Silmara Pereira de Oliveira

  • Olivia Barbosa Campos

  • Carolina Maria Pontes

  • Geraldo dos Santos Moraes

  • Marinho da Silva Costa

  • Izaias Nascimento Neves

  • Nídia Borges de Matos

  • José Henrique Maciel

 

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