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DIÁLOGO

O óleo já estaria começando a esquentar e o processo de fritura é tido como...Leia na coluna de hoje

Confira a coluna Diálogo deste sábado (15)

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Dora Ribeiro- poeta de MS
"E o vazio pode ver formas novas nas mãos que respondem tranquilas ao que ainda não nasceu. Ah calamidade! As remudas não podem apagar nossos olhos”.

FELPUDA

O óleo já estaria começando a esquentar e o processo de fritura é tido como certo. Essa é a conversa que se tem ouvido a respeito de ocupante de importante cargo. Dizem até que está sendo buscada uma saída honrosa para que não ocorram impactos muito grandes. Essa situação seria relacionada a estratégias montadas dentro de partidos distintos, porém, com certa identidade. A decisão, segundo as mesmas conversas, estaria sendo ainda o troco por episódios políticos ocorridos no passado. Mas, por enquanto, não é unanimidade. É esperar para ver.

Divulgação

O médico veterinário, graduado pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) em 1983, e pesquisador da Embrapa Walfrido Moraes Tomas recebeu o Prêmio Planet Earth 2025, concedido pela Aliança Mundial de Cientistas (Alliance of World Scientists – AWS). A honraria reconhece indivíduos que defendem a vida na Terra, premiando aqueles que demonstram criatividade ou contribuições excepcionais nos seus trabalhos em ciência ou em advocacia baseada em ciência com o público, formuladores de políticas ou outros grupos que buscam soluções para desafios ambientais. A AWS, que reúne mais de 2 mil cientistas membros de 180 países, fornece a voz coletiva internacional de cientistas sobre a crise climática global e as tendências ambientais, com o objetivo de transformar o conhecimento científico em ação.

Simone Azambuja, Walfrido Ferreira de Azambuja e Bruno Palhano Gonçalves - Foto: Arquivo pessoal

Rebeca Andrade - Foto: Lucas Teixeira

Rebeca Andrade - Foto: Lucas Teixeira

Risco

O PP de Mato Grosso do Sul tem apenas um deputado federal e, segundo se fala, não estaria se sobressaindo nesse seu segundo mandato para marcar presença da sigla em Brasília (DF). Assim, o partido deverá procurar nomes com potencial para tentar conquistar, pelo menos, duas cadeiras. Nos bastidores, conversa dá conta de que é preciso concentrar na questão para não correr o risco de ficar sem nenhuma cadeira em 2026.

Brecha

Na avaliação de lideranças de alguns partidos de MS, o derretimento da popularidade de Lula está cada vez maior. Isso implicaria na abertura de flanco para o surgimento de candidaturas que possam enfrentar a esquerda. Lembram que, dessa feita, não há um fato novo (como a descondenação), e o petista-mor não teria um sucessor com o seu perfil.

Simplificando

No dia 12, o Senado aprovou projeto de lei que obriga todos os órgãos públicos do País a usarem linguagem simples para se comunicarem com a população. Isso já é praticado em vários países e tem por objetivo principal ajudar todos os cidadãos a encontrar, entender e usar informações publicadas por órgãos e entidades da administração pública.

Aniversariantes

SÁBADO (15)

Dr. Rogério Carlos Sanfelice Nunes,
Dr. Olney Cardoso Galvão, 
Scheila dos Santos Canto Cruz,
Alcy Pereira Martins, 
Tutoma Aoki,
Severino Augusto Monteiro,
Antônio José dos Santos,
Edilson Tomi,
Francisco Laranjeira Silva, 
João Roberto Baird,
Luiz Fernando Bruno,
Zélia Ferreira de Oliveira,
Cleomenes Pereira da Rosa,
Olinto Bizarro Teixeira Júnior, 
Rodrigo Mendes Ribeiro,
Maria Tereza Leal de Freitas,
Rogerio Thiago Soares,
Vilma Taveira Vaz,
Ana Paula Griza Favilla,
Dorival Betini, 
Juliana da Silva Ibarra,
Paulo Robson Divino 
de Oliveira Silva,
Luciano Barreto de Paula,
Lívia Simão de Freitas,
Marelucia Maria da Silva,
Antonio Sergio Vaz de França,
Ana Maria Barbosa Marques Dib,
Vera Lucia Kodjaoglanian, 
Marcos Roberto Prata Chacha,
Tonya Roberta Pettengill Novaes,
Mirella Laca de Oliveira,
Dr. Ricardo Ramirez Pavon,
Alexandre Nicolau
Gerson Garcia Serpa,
Josué Emidio da Silva,
Baltazar Garcia de Lima,
Ronaldo de Souza Franco,
Rogério Posser,
Igor Lorenzo de Almeida Dutra,
Fabrício Judson Pacheco Rocha, 
Sandra de Cássia Fontoura,
Maria de Fátima Leandro Bruno,
Rosana Andréa Borges de Barros, 
Faissal Kabad, 
Marcelo Sigarini da Silva, 
Luiz Eduardo Braga, 
Edgar Barbosa Gonçalves,
Paula Vitorino Guimaraes,
Lina Germani,
Alípio Carlos de Brito,
Sabrina Bandeira Adorno Alcântara de Carvalho, 
Dra. Rosilda Zeferino, 
Dr. Luiz Alberto Figueiredo,
Odair Leles Bernardes,
Shirley Dias de Souza, 
André da Costa Neto,
Clarice Célia Feder Netto, 
Regina Sitorski Lins, 
Osvaldo Vitor, 
Rodrigo Fabian Fernandes de Campos, 
Nilson da Silva Vilas Bôas, 
João Carlos Vieira Barbosa,
Márcia Regina Dias da Rocha Fico,
Mônica Riegg, 
Daniel Schundt Falqueiro, 
Aurinda de Oliveira Tomonaga,
Edson Massi Villalva Junior, 
Tatiana Moreira Sortica dos Santos Barrocas,
Danilo Provenzano Pereira,
Alessandro Eduardo de Oliveira Picoline,
Tatiane Renata Portes,
Ana Paula Alves Gobbi,
Tatiana Curvo de Araújo Rossatto,
Donato Menegheti.

DOMINGO (16)

Dr. Edgard Augusto Anderson Nasser, 
Nelly Maksoud Rahe,
Wellington Achucarro Bueno,
Maria Ignez Grassano Streicher de Souza,
Roberto Bigolin,
Dr. Márcio Vasques Thibau de Almeida, 
Antônio Carlos Medeiros Veiga,
Elizabete Pereira,
Helena Satiko Ussui,
Jefferson Ritter,
Francisney Salomão Cunha,
Luciana Munhoz Pereira Leite,
José Vidal Flores,
Ramão Tadeu da Costa,
Sérgio Kimio Oikawa,
Elva Barros Fontoura, 
Sônia Maria de Faria Pereira,
Aymar Benedicto Sartori,
Rosemary Maluf Fecner Victorio,
João Carlos Teles dos Santos, 
José Wanderley Soares,
Ticiana Birches Severino Soares,
Sonia Nacer de Souza, 
Nice Maria Souza Fontoura,
Dr. Augusto Mariani Sobrinho,
Maria Lucia Costa Metello,
Paulo Roberto Godoy,
Dr. Everton Cristian Dias Perdomo, 
Dr. João Pedro de Souza Zardo,
Dr. Norton Riffel Camatte,
Ana Cristina do Nascimento Braga,
João Rodrigues Pereira, 
Domingos Sávio da Costa,
Douglas Wendel Sorgatto, 
Eva Candida da Silva Neri,
Dalva dos Santos Morais,
Hordonês José Alves,
Anna Paula de Morais Paiva,
Olavo Mariano Mendes,
Luis Ideneis de Godoy,
Jussara Abrão,
Lorenzo Tôrres Cintas,
Maria Aparecida Rezende Barbosa, 
Carla Brito Ribeiro,
João Fernando Muller Soares,
Arlete Hansen dos Santos, 
Leila Miriam Fajuri, 
Aida Richards de Castro,
Dália Kayoko Nishimura,
Maria Lúcia Borges Assumpção Gattass, 
Mauro André Katayama, 
Rosângela Fúlvia Santos,
João Roberto Pereira Ximenes,
Laurentino Santos Azambuja, 
Fernando Augusto Abdo Villalba, 
Elenira Flores Schimidt,
José Abraham Castilho,
Elza Francisca de Souza Maciel,
Rubens Garcia Bueno,
Leila Mamede Duarte,
Elisabete Lubacheski de Aguiar,
José Mauro Rodrigues Bacha,
Mauro Edson Macht,
Pethula Emmanuelle de Castilho, 
Gustavo Calabria Rondon,
Marco Antonio Paulo Maggio,
Patricia Maria Vasques Garcete,
Cristina Chahuan Tobji de Aquino,
Wilian de Araújo Hernandez.

*Colaborou Tatyane Gameiro

SAÚDE

Entenda o que muda com o fim da patente do Ozempic

Especialistas explicam o impacto que a popularização da semaglutida deve causar no acesso, nos preços e na saúde pública, além dos desafios regulatórios, os riscos do uso indiscriminado e o longo caminho até a chegada dos biossimilares às farmácias

23/03/2026 08h00

Fim da exclusividade abre caminho para a produção de versões biossimilares, que prometem reduzir o preço e ampliar o acesso

Fim da exclusividade abre caminho para a produção de versões biossimilares, que prometem reduzir o preço e ampliar o acesso Reprodução

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Na sexta-feira, o cenário farmacêutico brasileiro e mundial marcou um ponto de inflexão com a expiração da patente da semaglutida, princípio ativo do Ozempic e do Wegovy, medicamentos que se tornaram fenômenos globais no tratamento do diabetes tipo 2 e, mais recentemente, da obesidade.

Detida pelo laboratório dinamarquês Novo Nordisk, a exclusividade sobre a molécula chegou ao fim, abrindo caminho para uma nova era de concorrência que promete alterar drasticamente o acesso, os preços e a dinâmica do mercado de saúde no País.

AUMENTO DA CONCORRÊNCIA

Do ponto de vista legal e comercial, a expiração da patente representa um marco significativo. De acordo com Denise Basílio, Doutora em Ciências Farmacêuticas e coordenadora do curso de Farmácia da Estácio, a mudança é estrutural.

“Quando a patente de um medicamento como a semaglutida expira, a empresa titular perde a exclusividade de comercialização, permitindo que outras indústrias produzam versões equivalentes. A partir desse ponto, ocorre o aumento da concorrência no mercado, levando à redução significativa dos preços e ampliando o acesso da população ao tratamento”, explica.

Patrícia Pacheco, Doutora em Saúde e Desenvolvimento e coordenadora do curso de Biomedicina da Estácio, complementa que a abertura do mercado é um direito adquirido por outras empresas, desde que cumpram rigorosamente as exigências regulatórias.

“Na prática, abre-se o mercado à concorrência, o que tende a ampliar o acesso e reduzir preços ao longo do tempo”, afirma.

No entanto, ambas as especialistas são enfáticas ao pontuar que o direito jurídico de produzir não se traduz em disponibilidade imediata nas prateleiras das farmácias. Isso porque, apesar de juridicamente as empresas já poderem iniciar seus processos, a prática exige tempo e investimento.

“Mesmo após a expiração da patente, outras empresas ainda precisam desenvolver o produto, comprovar sua segurança e eficácia e obter aprovação da Anvisa, além de lidar com possíveis patentes secundárias, o que pode atrasar a entrada no mercado”, detalha Denise Basílio.

O processo de aprovação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é longo e rigoroso, especialmente para um biossimilar. Enquanto um genérico comum pode levar meses a alguns anos para ser aprovado, um biológico pode demandar vários anos.

“A Anvisa exige estudos de bioequivalência, controle de qualidade rigoroso, inspeções de boas práticas de fabricação e análise detalhada do dossiê técnico. Em média, leva de 1 a 3 anos, dependendo da complexidade do medicamento. Para moléculas complexas como a semaglutida, esse prazo tende a ser maior”, explica Patrícia.

CAPACIDADE PRODUTIVA

Além disso, a demanda global elevada e a capacidade produtiva limitada de poucos fabricantes podem gerar um descompasso.

“Pode haver demora devido à capacidade produtiva limitada, dificuldades técnicas e demanda global elevada, até porque os medicamentos dessa classe estão associados ao tratamento de obesidade e diabetes tipo 2, atualmente com enorme procura”, acrescenta Denise.

O Brasil possui expertise em biotecnologia, mas a produção de um fármaco tão complexo esbarra em limitações de infraestrutura.

“O Brasil tem capacidade de produzir, mas, na prática, tende a depender parcialmente de importação, pelo menos no início. A produção de moléculas complexas como a semaglutida exige infraestrutura muito avançada, alto investimento e domínio tecnológico específico”, analisa Denise Basílio.

Patrícia Pacheco corrobora essa visão. “O Brasil possui alguma capacidade em biotecnologia, mas ainda é dependente de Insumos Farmacêuticos Ativos (IFAs) importados, principalmente da Ásia e Europa. É provável que, inicialmente, haja forte dependência externa, com produção local gradual,” acrescenta.

BIOSSIMILARES

Um dos pontos cruciais que diferenciam a semaglutida de outros medicamentos é a sua complexidade. Diferente de fármacos tradicionais, como um anti-inflamatório ou analgésico, a semaglutida é um peptídeo sintético produzido por biotecnologia, envolvendo sistemas celulares vivos e processos químicos altamente sofisticados.

Denise Basílio explica que, por isso, a tendência não é o surgimento imediato de genéricos clássicos, mas sim de biossimilares.

“A semaglutida é conhecida por ser um medicamento biológico complexo e não uma molécula química simples. É praticamente impossível fazer uma cópia idêntica em todos os detalhes estruturais e funcionais. Em vez de genéricos clássicos, surgem os biossimilares, que são versões altamente semelhantes, mas não idênticas, e precisam passar por estudos rigorosos para comprovar que têm a mesma eficácia, segurança e qualidade clínica”, pontua.

Esse controle de qualidade é, segundo Denise Basílio, assegurado pela Anvisa. “A Anvisa garante que medicamentos tenham a mesma eficácia e segurança por meio de um processo rigoroso de avaliação. Para biossimilares, são exigidos estudos rigorosos para demonstrar que o desempenho clínico é equivalente ao original”, explica.

Sobre a experiência dos pacientes, a médica Mariana Vilela explica que em alguns casos pode haver diferença nos sintomas entre o medicamento original e o biossimilar.

“O que muda de um medicamento original para um genérico é apenas o laboratório. O princípio ativo é o mesmo. A eficácia é muito parecida, mas sem sombra de dúvidas, quando falamos de medicação, o padrão ouro é o original, porque ali todos os veículos foram testados e o melhor está sendo utilizado. O paciente pode sentir, em sua individualidade biológica, que o genérico não funciona tão bem quanto o original. Isso não é uma regra, mas uma particularidade de cada organismo”, afirma.

BARATEAMENTO

A principal promessa da quebra de patente é a redução de preços. Atualmente, o Ozempic custa em média entre R$ 1.000 e R$ 1.200, um valor proibitivo para grande parte da população. Com a entrada de concorrentes, a expectativa é de uma queda significativa.

De acordo com Denise Basílio, a redução segue um padrão legal e mercadológico. “No Brasil, os medicamentos genéricos costumam ser significativamente mais baratos que os de referência, com redução mínima legal de cerca de 35% e, na prática, valores frequentemente entre 50% e 60% menores, podendo ser ainda mais baixos conforme a concorrência no mercado”, destaca.

No entanto, Patrícia Pacheco adverte que essa queda não será imediata. “Geralmente leva tempo. No início, poucos fabricantes entram no mercado, mantendo preços relativamente altos. À medida que mais empresas passam a produzir, a competição se intensifica e os preços caem progressivamente”, pontua.

Com o barateamento e a popularização, o aumento do uso indiscriminado e da circulação de produtos irregulares se torna um risco latente. A médica Mariana Vilela alerta para a possibilidade de um aumento no uso sem prescrição.

“O risco do aumento do uso indiscriminado com o barateamento existe, mas mesmo com valor alto a gente já sofria esse risco devido aos contrabandos e ao uso de medicamentos de procedência duvidosa. O que a gente tem que investir é em educação em saúde para a população, para que entendam que emagrecer por conta própria não é sinônimo de saúde”, adverte.

Denise Basílio complementa sobre o perigo do aumento da circulação das versões irregulares. “A queda da patente pode aumentar o risco de circulação de versões irregulares ou manipuladas, especialmente em medicamentos de alta demanda. Isso ocorre porque o interesse comercial cresce rapidamente, e antes que versões aprovadas estejam disponíveis, podem surgir produtos sem registro, importações irregulares ou formulações manipuladas sem comprovação adequada de eficácia e segurança”, explica.

Para se proteger, o consumidor deve estar atento. “Para garantir que um medicamento seja seguro, o consumidor deve verificar se ele possui registro na Anvisa, adquirir apenas em farmácias confiáveis, observar se a embalagem contém informações completas [como lote, validade e fabricante] e evitar produtos com preços muito abaixo do mercado”, orienta Denise.

DISPONIBILIZAÇÃO NO SUS

A queda de preço abre uma janela de oportunidade para a incorporação da semaglutida no Sistema Único de Saúde (SUS), atualmente restrita a casos muito específicos de diabetes tipo 2 em última linha de tratamento.

Mariana Vilela acredita que a redução de custos facilita a negociação, mas destaca a necessidade de vontade política.

“A queda do preço pode facilitar a incorporação, mas a questão é ter iniciativa governamental para isso. Precisamos de um acordo comercial bem feito, como foi feito nos Estados Unidos, um incentivo fiscal federal para que haja esse tipo de parceria”, afirma a médica.

O impacto de um acesso ampliado à população teria impactos profundos na saúde pública.

“Com acesso maior, eu tendo a controlar melhor doenças como diabetes e obesidade, que são a porta de entrada para todas as outras: hipertensão, dislipidemia, câncer, doenças autoimunes. Quando eu controlo diabetes e obesidade, eu controlo tudo”, afirma Mariana Vilela.

“Isso pode gerar um custo maior em medicamentos na atenção primária, mas reduz custo em UTI, em hospitais, em procedimentos como cateterismos. É focar na prevenção e não só na remediação”, pontua.

ESTÍMULO

A expiração da patente não significa o fim da inovação. Pelo contrário, pode estimulá-la. “Com o fim da exclusividade, outras empresas passam a competir com versões mais baratas, enquanto a empresa original tende a investir em melhorias para se manter competitiva, como novas formulações, combinações terapêuticas ou novas indicações clínicas”, explica Denise Basílio.

O caso da semaglutida, segundo as especialistas, serve de modelo para o futuro de outras drogas. “Sem dúvida, o caso da semaglutida pode se repetir com outros medicamentos ‘da moda’, especialmente aqueles com alta demanda clínica ou estética”, conclui Patrícia Pacheco.

“Sempre que um medicamento de alto impacto perde patente, vemos o mesmo ciclo: expansão de acesso, queda de preços e aumento da concorrência”, pontua.

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DIÁLOGO

As sérias pesquisas eleitorais estão servindo como "cadeado" na boca... Leia na coluna de hoje

Confira a coluna Diálogo desta segunda-feira (23)

23/03/2026 00h02

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Mario Sergio Cortella - escritor brasileiro

"Um poder que se serve,
em vez de servir,
é um poder que não serve"

Felpuda

As sérias pesquisas eleitorais estão servindo como "cadeado" na boca de esquerdistas, principalmente parlamentares cá dessas bandas. O silêncio chega a ser quase sepulcral diante dos escândalos que estão "saindo pelo ladrão" (ops!) e deixando certas figurinhas carimbadas quietinhas que só.

Por enquanto, a galerinha anda coçando a cabeça para achar narrativa que possa desviar a atenção, colocando o abacaxi para outros descascarem. O problema de quem tem mandato é que não dá mais para jogar no "colo" de Bolsonaro tanta sujeira político-administrativa espalhada. Ui!

Projeto

Ampliação à cobertura do salário-maternidade para garantir o pagamento do benefício a avós, bisavós ou irmãos maiores de idade que assumam a responsabilidade pela criança em caso de falecimento da mãe é o que estabelece projeto de lei na Câmara dos Deputados

Mais

A legislação prevê a transferência do benefício prioritariamente ao cônjuge ou companheiro sobrevivente. O novo texto estende esse direito a outros familiares próximos, desde que detenham a guarda, tutela ou curatela reconhecida judicialmente.

Heitor Miranda Guimarães, comemorando 50 anos hoje
Andresa Rech

Bamburrou

O PL passa a ter a maior bancada no Legislativo estadual, conforme havia sido publicado pelo Diálogo há dias. Do ninho tucano estão chegando Mara Caseiro e José Teixeira. Além deles, Márcio Fernandes deverá deixar o MDB e ingressar nas hostes liberais, e Lucas de Lima que estava sem partido depois do imbróglio vivido com sua antiga sigla, o PDT. Há ainda a possibilidade da filiação do também tucano Paulo Corrêa. Esse time se juntará aos deputados Coronel David, que é líder do G12, e Neno Razuk.

Maioria

O governador Eduardo Riedel chegará ao fim do seu mandato, em 31 de dezembro, com praticamente uma base de apoio formada pela maioria dos 24 deputados estaduais. Oposição à sua administração, apenas os três parlamentares do PT, e João Henrique Catan, do Novo. Como se vê, o cenário na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, portanto, é de céu de brigadeiro para Riedel, que terá todo esse time também atuando para a sua reeleição.

Alegria, alegria!

Para agradar Lula, os vereadores Jean Ferreira e Landmark Rios conseguiram que seus colegas da Câmara Municipal aprovassem projeto de decreto legislativo concedendo o título de visitante ilustre a ele. Sua vinda à Capital está prevista para a COP15, que acontecerá a partir de hoje até o dia 29. E como ninguém é de ferro, também fizeram o mesmo para homenagear a ministra Marina Silva.

Aniversariantes

  • Heitor Miranda Guimarães,
  • Miguel Kabad Filho,
  • Dra. Ísis Maria Morais Santos Goya,
  • Luiz Antônio Saad,
  • Adriana Gomes,
  • Liberato Rodrigues,
  • Grace Georges Bichar,
  • Wilson Mutatsu Taira,
  • Cesar Sanches,
  • Devanir Rodrigues Pereira,
  • Tereza de Mattos Guedes,
  • Zeni Tomigawa,
  • Elza de Almeida,
  • José Silvino,
  • José Cândido de Moura,
  • Olavo Antonio de Oliveira,
  • Lorildes Maria Baseggio,
  • Laerte Perdomo Dias,
  • Marcelo Loureiro,
  • Patricia Balbuena de Oliveira Bello,
  • Edimilson José Santos,
  • Ana Paula Zanquetta,
  • Enilze Carpes Ramos Proença,
  • Dr. José Roberto Jorge Karmouche,
  • Daniela Teixeira Nahas,
  • Dr. Sebastião Paulo da Silva Filho,
  • Dr. Antônio de Souza Ramos Filho,
  • Neilton Silva Santos,
  • José Ireno Ayala,
  • Taciana Machado Simões,
  • Alessandra Proença Leite,
  • Kátia Meudau Lemos,
  • Jorge Ribeiro Brandão,
  • Vitor Moreno de Alcântara Moura,
  • Lêda Ribeiro,
  • Laís Saad Arakaki,
  • José Guilherme Ribas,
  • Aikel Wilson Gazal,
  • Maria Regina Golegã,
  • Alceu Leite de Mello,
  • Lamartine Fernandes,
  • Ariany Arima de Almeida,
  • Cássia Rita Ricci,
  • Oneme de Souza,
  • Robson Kalil Pinheiro,
  • Ezoir Aquino Braga,
  • Nivaldo Gerotti,
  • Ynara Barcelos Arruda,
  • Nelson Cabreira Lopes,
  • Christiane Cardoso da Silva,
  • Manoelina Neves Serafin,
  • Paulo Henrique Miyahira,
  • Sonia Pereira dos Santos,
  • Ana Luzia de Jesus Souza,
  • Edivaldo Luis Silva Ferreira,
  • Edson José Borges,
  • Valter Ribeiro de Araújo,
  • Forentina Delong Favaro,
  • Marilza Helena Diniz Cabreira,
  • Milton Medeiros Saratt,
  • Paulo Yamashita,
  • Rosilene Francisca da Silva,
  • Ivone Fernandes de Barros Araújo,
  • Aguinaldo Cardoso,
  • Marilene dos Passos Nantes,
  • Ademar Mariano Ribas,
  • Maria Neusa de Souza,
  • Sidney Miranda da Silva,
  • Paulo Hissao Shiota,
  • Adriana Bertoni,
  • Jorge Higa,
  • Osmar Papalia,
  • João Aparecido Bezerra de Paula,
  • Kely Cristina da Silva,
  • Liamar Magda Soler,
  • Vitalino Franco,
  • Luis Roberto Martins de Araújo,
  • Jorge Luis Watthier,
  • Mauricio Fernandes Bueno Filho,
  • Yeda Mara Garcia Ferreira,
  • Alice Conceição Silva Barreto,
  • Nalzira Carmelita de Alencar Menezes,
  • Gilberto Biagi de Lima,
  • Nei Rodrigues Ferreira,
  • Priscila Ziada Camargo Fernandes,
  • Ademar Quadros Mariani,
  • Marcelo Rodrigues Silva,
  • Manoel Lacerda Lima,
  • Janaina Artigas Figueiredo,
  • Marla Diniz Brandão Dias,
  • Maria Gisele Scavone de Mello,
  • Antonio Wanderley Albieri,
  • Izabel Cristina Pereira,
  • Luiz Henrique Ramalho,
  • Tania Alves da Silva,
  • Lenira de Melo,
  • Helena Garcia Lopes,
  • Mário Henrique de Abreu,
  • Maria Elisa Dutra Oliveira,
  • Luiza Barbosa Ribeiro,
  • Ronaldo Silva Brito,
  • Mário Márcio Braga Ferreira,
  • Vânia Francisca de Araújo,
  • Luiz Claudio de Arruda,
  • Rodrigo Tolentino,
  • Tânia Maria de Barros Cardoso,
  • Eduardo Alencar Lima,
  • Carmem Laura Mello,
  • Laura Helena Nunes,
  • Luiz Henrique dos Santos,
  • Carolina Pereira Fernandes.

* Colaborou Tatyane Gameiro

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