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Oscar 2026: a disputa entre Sinners e One Battle After Another e o Brasil na festa

Entre piadas de Conan O'Brien, vitórias femininas e uma corrida aberta até o fim, a cerimônia confirmou a força de dois filmes e mostrou por que a presença brasileira já é uma vitória.

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O Oscar sempre foi um evento curioso porque cada país o assiste de uma maneira diferente. No Brasil, a tendência é olhar para a cerimônia quase como uma Copa do Mundo cultural. Ganhamos ou perdemos. Levamos estatueta ou voltamos de mãos vazias.

Já nos Estados Unidos, onde a premiação realmente nasce, a leitura costuma ser menos dramática e mais estratégica. E a percepção americana sobre o Oscar 2026 ajuda a entender melhor o que realmente aconteceu na noite.

A imprensa americana descreveu a cerimônia como uma das mais abertas dos últimos anos. A temporada de prêmios chegou à reta final sem um consenso absoluto, e a divisão das estatuetas confirmou essa impressão.

Desde o início da noite, a sensação era clara: a corrida principal estava entre Sinners e One Battle After Another. E foi exatamente isso que se confirmou no palco.

O filme dirigido por Paul Thomas Anderson acabou levando os prêmios mais prestigiados da noite, incluindo Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Roteiro Adaptado.

Também conquistou a nova categoria de Melhor Elenco, introduzida pela Academia este ano, além de outras vitórias importantes. Foi uma maneira clara de consagrar o projeto como o grande vencedor institucional da noite.

Ao mesmo tempo, Sinners dominou um conjunto impressionante de categorias que reforçaram o impacto artístico do filme. A produção levou Melhor Ator para Michael B. Jordan, além de prêmios como Trilha Sonora, Canção Original, Fotografia e Roteiro Original.

Em outras palavras, a Academia encontrou uma solução bastante típica de sua história: dividir o prestígio entre dois filmes fortes e, de alguma forma, agradar diferentes alas da instituição.

Curiosamente, independentemente de qual dos dois saísse como vencedor principal, um estúdio já havia garantido a vitória da noite. Tanto Sinners quanto One Battle After Another são produções da Warner Bros., o que fez muitos analistas da indústria observarem que o Oscar 2026 acabou funcionando também como uma reafirmação do peso histórico do estúdio na temporada de prêmios.

Em uma era em que plataformas de streaming disputam espaço com Hollywood tradicional, a noite acabou lembrando que os grandes estúdios ainda sabem jogar o jogo do Oscar como poucos.

Houve ainda um terceiro título que apareceu com destaque no conjunto da premiação. Frankenstein, dirigido por Guillermo del Toro, saiu da cerimônia com vários prêmios técnicos ligados à construção visual e ao design do filme, incluindo categorias como direção de arte, figurino e maquiagem.

Não foi o vencedor central da noite, mas representou um reconhecimento claro do talento de del Toro para criar universos cinematográficos visualmente extraordinários.

A cerimônia também ficou marcada por momentos que imediatamente entraram para o repertório cultural do Oscar. O apresentador Conan O'Brien adotou um humor mais ácido do que costuma ser habitual na premiação e protagonizou algumas das piadas mais comentadas da noite.

Entre elas, uma série de comentários sobre Timothée Chalamet, fazendo referência às declarações consideradas arrogantes que circularam durante a temporada de prêmios.

Foi um daqueles momentos em que o Oscar lembra que Hollywood também sabe rir de si mesma, e, ocasionalmente, colocar algumas estrelas de volta no lugar.

Oscar 2026: a disputa entre Sinners e One Battle After Another e o Brasil na festa - Divulgação

A cerimônia também reservou espaço para homenagens emocionantes. Como sempre acontece, o segmento In Memoriam reuniu alguns dos momentos mais silenciosos da noite, lembrando artistas que marcaram a história recente do cinema. Houve ainda referências ao legado de grandes cineastas que moldaram a linguagem do cinema contemporâneo.

Entre as curiosidades da noite esteve também um raro empate em uma das categorias de curta-metragem, um tipo de resultado que acontece pouquíssimas vezes na história do Oscar e que rapidamente se transformou em um dos tópicos mais comentados nas redes sociais.

Também foi uma noite de História. A Academia vem sendo pressionada há anos por maior diversidade entre seus vencedores, e a edição de 2026 apresentou um dos momentos mais simbólicos aconteceu na categoria de Melhor Fotografia.

A derrota do excepcional trabalho do brasileiro Adolpho Veloso poderia ter sido uma frustração, já que sua fotografia vinha sendo amplamente elogiada ao longo da temporada. No entanto, o prêmio acabou se transformando em um momento histórico.

Pela primeira vez na história do Oscar, uma mulher venceu a categoria de Melhor Fotografia: Autumn Durald Arkapaw, por Sinners. Em um trabalho excelente, ela entrou para os livros da Academia, tornando a derrota um pouco mais fácil de aceitar.

A noite também reservou dois momentos particularmente emocionantes ligados a trajetórias longas em Hollywood. Amy Madigan venceu o Oscar de atriz coadjuvante em um reconhecimento que muitos consideraram tardio para uma intérprete profundamente respeitada dentro da indústria. A reação da plateia foi uma das mais calorosas de toda a cerimônia.

Outro momento marcante veio com a vitória de Sean Penn. Agora três vezes vencedor do Oscar, o ator decidiu não aparecer, reforçando sua fama de ser um dos intérpretes mais intensos e imprevisíveis de sua geração. Sua vitória acrescenta mais um capítulo a uma carreira marcada por grandes performances e por uma relação sempre complexa com a própria indústria.

A cerimônia também foi vista como irregular, no sentido clássico da palavra. Houve momentos emocionantes, discursos fortes e apresentações que funcionaram muito bem, mas também segmentos considerados confusos ou longos demais.

Essa mistura de brilho e estranhamento faz parte da tradição do Oscar. Quase todos os anos a premiação oscila entre espetáculo elegante e transmissão caótica.

Outro aspecto que chamou atenção na cobertura americana foi o peso das redes sociais. Antes mesmo de a cerimônia começar, o evento já acumulava milhões de interações online.

O Oscar se tornou, definitivamente, um fenômeno digital. Mais do que uma transmissão televisiva, é um evento que acontece simultaneamente em milhares de telas, timelines e vídeos curtos que viralizam ao longo da noite.

Alguns desses momentos virais nasceram justamente da personalidade dos indicados. O apresentador fez piadas sobre declarações recentes de Timothée Chalamet, comentários que circularam amplamente na imprensa e que muitos consideraram um exemplo de como o humor da indústria funciona como uma forma sutil de disciplinar egos muito grandes.

Chalamet continua sendo um ator extremamente talentoso e popular, mas a temporada de prêmios deixou claro que sua relação com parte da indústria precisará ser reconstruída com um pouco mais de diplomacia.

No outro extremo da corrida estavam nomes já consolidados. Leonardo DiCaprio, por exemplo, pertence a uma categoria de atores cujo lugar em Hollywood já não depende de prêmios. Seu nome carrega um tipo de prestígio acumulado ao longo de décadas que vai muito além de qualquer cerimônia anual.

E é justamente nesse cenário que a participação brasileira ganha um significado mais interessante.

O Brasil terminou o Oscar 2026 sem estatuetas, mas a narrativa de derrota simplesmente não corresponde ao que a temporada representou para artistas brasileiros. Estar presente nas categorias principais, disputar espaço com alguns dos nomes mais influentes do cinema contemporâneo e participar da conversa global já é um sinal de mudança estrutural.

O caso de Wagner Moura é emblemático. Morando em Los Angeles há quase dez anos, ele construiu sua carreira internacional de maneira gradual, acumulando projetos, colaborações e reconhecimento dentro da indústria. Sua indicação ao Oscar de Melhor Ator não é o ponto final de um percurso, mas um marco dentro de um processo que ainda está em pleno desenvolvimento.

Há um paradoxo curioso na história do Oscar. Vencer nem sempre é o melhor resultado possível para um ator em ascensão. Muitos artistas que conquistaram a estatueta muito cedo viram suas carreiras entrar em uma fase estranha depois disso, presos a expectativas quase impossíveis de sustentar.

Já o indicado que se torna popular dentro da indústria costuma sair da corrida com algo talvez mais valioso: prestígio duradouro e boas relações profissionais. Wagner pode ser um astro no seu país, mas, nos Estados Unidos, ainda está subindo. E está subindo, mesmo sem o Oscar.

E, nesse sentido, Wagner Moura terminou a temporada de prêmios em uma posição particularmente privilegiada. Dentro de Hollywood ele é visto como um ator talentoso, confiável e profundamente respeitado pelos colegas. Em uma indústria movida por reputação, essa combinação é poderosa.

É por isso que muitos observadores da indústria interpretam a indicação como o começo de uma nova fase. Se ele continuar participando de produções americanas de grande visibilidade, novas indicações poderão surgir naturalmente. A história recente do Oscar está cheia de exemplos de atores que precisaram aparecer várias vezes entre os indicados antes de finalmente vencer.

Talvez a melhor maneira de entender o que aconteceu com o Brasil no Oscar 2026 seja abandonar a lógica esportiva e adotar uma perspectiva mais ampla. O cinema internacional está cada vez mais integrado a Hollywood, e artistas brasileiros começam a ocupar esse espaço de forma consistente.

Em outras palavras, a noite pode não ter trazido estatuetas, mas trouxe algo que costuma ser ainda mais importante no longo prazo: reconhecimento, visibilidade e a certeza de que o Brasil já faz parte da conversa central da indústria do cinema.

bons hábitos & autodesenvolvimento

Aulas de teatro vão muito além da arte e contribuem para uma boa saúde

Da timidez à descoberta de novas habilidades, aulas de teatro trabalham comunicação, criatividade, expressão corporal, convivência e autoconfiança

21/09/2026 09h00

 O processo teatral envolve jogos, improvisações, exercícios de expressão corporal, criação de personagens, observação, escuta e interação, ferramentas que contribuem para as habilidades sociais dos alunos

O processo teatral envolve jogos, improvisações, exercícios de expressão corporal, criação de personagens, observação, escuta e interação, ferramentas que contribuem para as habilidades sociais dos alunos Divulgação

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Para algumas pessoas, fazer teatro começa com o desejo de subir ao palco. Para outras, nasce da curiosidade, da vontade de conhecer novas pessoas ou até da necessidade de enfrentar uma dificuldade.

Há quem procure as aulas para melhorar a comunicação, quem queira desenvolver a expressão corporal e quem simplesmente esteja em busca de uma atividade diferente.

O que acontece depois, porém, muitas vezes ultrapassa o objetivo inicial.

Durante uma aula de teatro, decorar e interpretar um texto são apenas algumas das etapas de um processo que envolve jogos, improvisações, exercícios de expressão corporal, criação de personagens, observação, escuta e interação.

Aos poucos, o participante é colocado diante de situações que exigem presença, criatividade e disposição para experimentar – inclusive quando existe vergonha ou medo de errar.

É nesse processo que o teatro pode se tornar uma ferramenta que vai além da formação artística.

As habilidades trabalhadas em cena podem aparecer em situações cotidianas, como uma apresentação na escola ou na faculdade, uma entrevista de emprego, uma reunião de trabalho, uma conversa com desconhecidos ou simplesmente na maneira como alguém passa a perceber o corpo e a se relacionar com outras pessoas.

“Eu não acredito que todo mundo que faz teatro precisa querer ser ator”, afirma Daniel Smidt, diretor da Escola e Companhia de Teatro (Adote), que atua há 25 anos em Campo Grande.

Para ele, cada aluno pode encontrar na experiência uma transformação particular.

“Cada pessoa pode encontrar uma coisa diferente aqui. Pode ser a coragem para falar, a confiança para se posicionar, a capacidade de trabalhar em grupo, a criatividade ou simplesmente a liberdade de ser quem é”, afirma.

O PRIMEIRO APRENDIZADO

A comunicação é uma das primeiras habilidades que podem ser percebidas no trabalho teatral. No palco, não basta saber o que dizer: é preciso pensar em como aquilo será dito, compreender o espaço, perceber quem está ouvindo e utilizar voz, corpo e expressão para transmitir uma ideia.

Esse exercício pode ser levado para fora da sala de aula.

Falar diante de outras pessoas, sustentar uma opinião, apresentar um trabalho ou participar de uma conversa exigem, em diferentes níveis, algumas dessas mesmas ferramentas. O teatro permite que o aluno experimente essas situações em um ambiente de aprendizagem, no qual errar também faz parte do processo.

Daniel conhece essa transformação por experiência pessoal.

“Eu também já fui uma pessoa tímida. O teatro foi me dando ferramentas para me expressar, para me comunicar, para olhar para o outro e também para me enxergar de uma maneira diferente. Quando olho para quem eu sou hoje, percebo o quanto tudo aquilo que aprendi através da arte contribuiu para a minha vida”, reflete o diretor.

O CORPO FALA

Outro aspecto trabalhado no teatro é a expressão corporal. Antes mesmo de uma pessoa dizer qualquer palavra, sua postura, seus movimentos e sua maneira de ocupar um espaço podem transmitir informações.

Perceber isso ajuda o aluno a desenvolver consciência sobre o corpo. Em cena, ele precisa compreender como determinado movimento contribui para a construção de uma personagem ou para a comunicação de uma situação. Fora dela, essa percepção pode ajudar na forma como se posiciona e se expressa.

A estudante Charlie Budib, de 19 anos, chegou ao teatro justamente buscando enfrentar a timidez e se sentir mais segura para se expressar. A recomendação partiu de sua psicóloga e a identificação com as artes ajudou a transformar a sugestão em experiência.

“Eu buscava me abrir mais para as pessoas. Conseguir falar melhor em público, me desafiar, sair da zona de conforto. Me sentir mais segura em me expressar”, conta.

Depois das aulas, ela percebe mudanças inclusive em situações que não têm relação direta com o palco.

“O teatro mudou bastante o jeito que eu ajo. Eu me sinto muito mais tranquila sobre a minha expressão corporal no dia a dia. Coisas que antes eu não conseguiria dizer ou fazer agora são muito mais simples”, diz.
Para Charlie, a sala de aula também se tornou um espaço de segurança para experimentar.

“É um ambiente que eu me sinto acolhida. Eu posso acertar ou errar, mas no final, a gente sempre bate palmas um para o outro. Todo mundo está sempre evoluindo e se ajudando. É um lugar que eu posso realmente me soltar”, afirma.

A ARTE DO IMPROVISO

Quem nunca fez teatro pode imaginar que a atividade depende principalmente da memorização de textos. Mas a preparação de um ator envolve muito mais do que decorar falas.

Improvisações e jogos teatrais fazem parte do processo justamente porque colocam os participantes diante do inesperado. Uma proposta pode mudar no meio do exercício, uma cena pode tomar um caminho diferente do planejado e o aluno precisa encontrar uma maneira de continuar.

A habilidade de improvisar, nesse sentido, não significa simplesmente “inventar qualquer coisa”. Ela envolve atenção, escuta e capacidade de responder ao que está acontecendo naquele momento.

Essa experiência pode contribuir para que o participante lide melhor com situações nas quais não possui controle absoluto sobre o resultado.

Foi algo que Maysa Garcia encontrou nas aulas. Ela chegou ao teatro pensando na formação necessária para se tornar atriz e, posteriormente, seguir o caminho da dublagem. Procurava técnicas para trabalhar voz, postura e presença.

Mas acabou encontrando também uma forma de enfrentar inseguranças.

“Me deu mais confiança para viver o mundo como eu mesma, de realmente ocupar um espaço sem culpa”, relata. Para ela, o teatro ajudou a transformar uma orientação comum dentro das aulas – enfrentar uma cena mesmo quando existe medo – em uma postura que também pode ser aplicada à vida.

“O teatro nos ensina: se está com medo, vai com medo mesmo. Isso é para a cena, mas na nossa vida isso também se aplica”, pontua.

ABRAÇO ÀS DIFERENÇAS

O teatro também pode ser uma experiência de inclusão. Cada participante chega com características, habilidades e dificuldades únicas e a aprendizagem não acontece necessariamente no mesmo ritmo.

É o caso de Evelyn Machado, que tem deficiência intelectual e participa das atividades da Adote há alguns anos.

Ela conta que, no início, tinha dificuldades principalmente para memorizar, falar diante de outras pessoas e realizar atividades novas. O nervosismo e a vergonha também apareciam, mas não impediram sua permanência.

“No teatro eu encontrei um espaço onde eu posso fazer as coisas do meu jeito, aprender no meu tempo e também ser incentivada a tentar”, conta.

Ao longo desse período, Evelyn participou de apresentações, atividades e festivais. Também recebeu duas premiações em competições.

“Para mim foi uma felicidade muito grande, porque eu nunca imaginei que poderia subir em um palco, competir e ainda receber um prêmio”, relata.

A experiência, segundo ela, também contribuiu para a comunicação e a autoconfiança.

“O teatro me ajudou muito. Eu fiquei mais comunicativa, perdi um pouco da vergonha e passei a acreditar mais em mim. Cada vez que eu entro no palco é uma conquista”, pontua.

Para Evelyn, a deficiência não define o que ela é. “Eu tenho minhas dificuldades, assim como todo mundo tem as suas, só que algumas coisas para mim são mais difíceis e eu preciso de mais tempo ou de ajuda. Mas também tenho minhas capacidades e gosto muito quando as pessoas acreditam em mim e me dão oportunidade”, destaca.

EXPERIÊNCIA COMPARTILHADA

Se para alguns o teatro é uma descoberta individual, para Miriam Amada de Oliveira, de 54 anos, que faz teatro ao lado do marido, Sueiyoshi Altino de Lima, de 55 anos, a atividade também se tornou uma experiência compartilhada.

Os dois decidiram fazer o curso juntos. Sueiyoshi chegou interessado pela relação entre cinema e atuação.

Queria entender como funciona o processo de construção de um ator e descobriu, nas aulas, que interpretar vai muito além de decorar e repetir falas.

Miriam, por sua vez, carregava desde jovem a curiosidade de conhecer os bastidores e entender como uma pessoa se prepara para atuar.

Fazer o curso lado a lado acrescentou uma dimensão inesperada à experiência: conhecer melhor um ao outro.

“Então, o fato de fazer o teatro junto com minha esposa fez eu conhecer mais um lado dela que não está ali no cotidiano, no dia a dia. Eu consigo ver mais a pessoa, a parte mais criativa dela, outras partes que a gente não vê no dia a dia”, conta Sueiyoshi.

Miriam também percebeu mudanças na relação.

“Quando a gente tem as mesmas vontades, tudo fica melhor”, afirma. Segundo ela, os dois passaram a conversar sobre os exercícios, ensaiar em casa e discutir as atividades realizadas nas aulas.

Para ela, o teatro ampliou a admiração que já existia entre os dois. “Você começa a conhecer o outro lado dela [da pessoa]. Então foi muito bom a gente fazer juntos, porque assim como ele vê como eu interpreto, como eu faço os exercícios, ele também vê esse meu lado, eu vejo o lado dele”, relata.

felpuda

Durante coletiva de imprensa da prefeita Adriane Lopes, realizada para...Leia na coluna de hoje

Confira a Coluna Diálogo desta segunda-feira (21)

21/09/2026 00h01

Coluna Diálogo

Coluna Diálogo ARQUIVO/CORREIO DO ESTADO

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JOHANN GOETHE - ESCRITOR ALEMÃO

"O que passou, passou. Mas o que passou luzindo, resplandecerá para sempre”

FELPUDA

Durante coletiva de imprensa da prefeita Adriane Lopes, realizada para anúncio da força-tarefa após o temporal, comentário geral era de que os vereadores presentes haviam “caído de paraquedas” por lá, na tentativa de mostrar o que não fazem na prática: discutir e elaborar um plano de trabalho de longo prazo, com o Executivo, no planejamento de projetos que evitem o caos a cada temporal que cai em Campo Grande. Não faltaram trocadilhos e piadinhas a respeito de mais um jogo de cena dos nobres edis. Dá licença, vai!...

Coluna Diálogo

Preocupante

Mais de 50% dos jornalistas no Brasil apresentam sintomas de depressão. O dado faz parte da pesquisa Condições de Trabalho e Saúde Mental de Jornalistas no Brasil, lançada durante reunião do Conselho de Comunicação Social (CCS) do Congresso, no Senado.

Mais

A pesquisa contou com a participação de 257 jornalistas brasileiros, que responderam a um questionário on-line. Ainda de acordo com os dados, 47,8% dos entrevistados informaram sofrer com estresse e 47,9% têm insônia.

Coluna DiálogoNádia Bana Povh e Miguel Povh Filho, que hoje comemoram 63 anos de casamento (Bodas de Sândalo). Foto: Arquivo Pessoal
Coluna DiálogoMaisa Monseff. Foto: Arquivo Pessoal

Afinados

Caso sejam eleitos, o ex-governador Azambuja e o governador Riedel terão papel importante na escolha do futuro presidente da Assembleia Legislativa. O grupo político que reúne aliados de ambos e alimenta pretensões para comandar o Legislativo terá de estar muito bem afinado com os dois. Afinal, a palavra de quem ocupa posição de liderança costuma pesar, e muito, nesse tipo de escolha. Quem imaginar que basta contar votos e ignorar as articulações políticas poderá acabar descobrindo que a conta não fecha. Para ser ungido, será preciso mais do que vontade. Caso contrário, é apenas ilusão. A conferir!

Sonho meu...

O deputado federal Vander Loubet (PT) começou a fazer as contas dos votos que poderá receber na disputa por uma cadeira no Senado nas eleições deste ano. Depois de somar, multiplicar e tirar a “prova dos nove” de cada região de Mato Grosso do Sul, há quem diga que ele já começou a sonhar com a segunda vaga de senador. Se o seu cálculo estiver correto, quem estaria com a eleição ameaçada seria o Capitão Contar (PL), bolsonarista de carteirinha. Sei não...

Cara de pau

Que coincidência, hein?! Bastou o nome de Flávio Bolsonaro ganhar um pouco mais de fôlego nas pesquisas, para o Planalto descobrir que “há espaço fiscal” no caixa. O governo anunciou reajuste de 15% no Bolsa Família e na maior cara de pau ainda informa que não tem nada a ver com o “calendário eleitoral”. Pode?

ANIVERSARIANTES

  • Ana Carolina Pires de Rezende Coutinho,
  • Geise Helena da Silva,
  • Renan Vera de Almeida,
  • Celina Colman de Oliveira,
  • Rafaela de Queiroz Rodrigues da Cunha Feitosa,
  • Luis Adriano Garcia Corrêa,
  • Efigenia Gavilan Franco,
  • João Henrique Souza Guerino,
  • Mateus Garcia Pires,
  • Maria Lice Fernandes Couto Citino,
  • José Valeriano de Souza Fontoura,
  • Maucir Pauletti,
  • Wanderlan Marques Dorneles Silveira,
  • Amanda Denise de Lima,
  • Wolmir Silva de Farias,
  • Ademir Koki Tibana,
  • Antonio Foletto,
  • Derly Ramão Lopes,
  • Osvaldo Francisco dos Santos,
  • Cristiane Gomes,
  • Eduardo Esgaib Campos,
  • Guilherme Ferreira Dutra Júnior,
  • Oilton Albres da Silva,
  • Yone Silveira de Mello,
  • Rafael Arnaldi,
  • Carolina Dalpasquale Gomes,
  • Valrícia Miranda de Oliveira Moraes,
  • Felix Sorgatto,
  • Laura Regine Silveira,
  • Alvaro Ramos do Amaral,
  • José Marcos Maksoud,
  • Dra. Paulinne de Souza Arruda,
  • Vera Lúcia Castelli,
  • Elton Soares Timoteo,
  • Agnaldo dos Santos Souza,
  • Manoel Ferreira Nery,
  • Augusto Martinho,
  • Othavio Fernandes Siqueira,
  • Dr. Francisco Wilson Rocha,
  • Vânia Aparecida dos Santos Mugartt,
  • Aline Rodrigues Zacarini,
  • Lúcia de Toledo Câmara Neder,
  • Lucy Kosurian Sayegh,
  • Francisca Galvão,
  • Walter Augusto Martinho,
  • Adair Aparecido de Freitas,
  • Aryovaldo Maria Bento,
  • Norman Gomes,
  • Zirley de Moraes Lima,
  • Cristovão Espíndola,
  • César Augusto Herwiny,
  • Doroteia Aparecida da Glória Terencio,
  • Joana Molina Rodrigues,
  • Liliane Paschoaletto Trindade,
  • Cleber Teixeira Mello,
  • Marco Aurélio Pallacio,
  • Ruggero Barbosa Ferraz,
  • Fernando João Rosa Serra,
  • Adair Garcia Anache,
  • Roberto Alexandre Ajul Rezende,
  • Leonardo Farias da Silva,
  • Josevaldo Cordeiro Manso,
  • Nelson Ribeiro Peres,
  • Otavio Adami Gomes,
  • Pierangelo Camillo,
  • Luiz Edmundo Ramos Freire,
  • Sandra Regina Motta,
  • Raul Vítor dos Santos,
  • Márcio Vieira Menezes,
  • Rodrigo Lima Arakaki,
  • Dra. Rosa Cristina Miranda Zimmermann,
  • Marcelo Ribeiro Vorus,
  • Rosângela Yule Queiroz,
  • Francisco Carlos Nogueira de Rezende,
  • Inácio Clacier Roeder,
  • Aldenir Lima da Silva,
  • Valdeir Marques dos Santos,
  • José Martins Coutinho,
  • Efigênia Espindola Gimenes,
  • Rosa Maria Iazer,
  • Ana Fátima Belalian Corrêa da Silva,
  • Orlando Teixeira,
  • Giulliano Lima da Cunha,
  • Isaac Rodrigues dos Santos,
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  • Leandra Henriques Bunazar Abes,
  • Orivaldo Pereira,
  • Dielze Almeida Rosa,
  • Eliza Yule,
  • Flávio Casarim Moretti,
  • Ana Paula Dyszy,
  • Hermes Bocca Salineiro,
  • Carla de Fátima Monteiro Corrêa Machado,
  • José Orlando Marques Pedrosa,
  • Michael Luiz Menuci,
  • Jucli Teresinha Stefanello Peruzo,
  • Aislan Luis Massoni,
  • Juliano Folle,
  • Diego Gatti,
  • Roberto Carlos Zulato,
  • Valter Carlos Rossignollo Venditti,
  • Henrique Ribeiro Benatti,
  • Jaqueline Duarte Yusuf,
  • Valdir Matos Betonti.

COLABOROU TATYANE GAMEIRO *

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