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SELO ARTE

Manteiga e banha produzidas em Pedro Gomes recebem o Selo Arte em MS

Após certificação produto pode ser comercializado em todo país

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Manteiga Ghee e banha artesanal produzidas no município de Pedro Gomes, receberam o Selo Arte, a certificação que possibilita a venda do produto em todo o país.

O secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar de Mato Grosso do Sul (Semagro), Jaime Verruck, explica que o Selo Arte é uma maneira de reconhecer o trabalho dos produtores artesanais e dar a possibilidade de abrir novos mercados e aumentar a produção. 

"Você é o resultado do nosso trabalho, de quando a gente senta e define políticas públicas para o Estado. Por que dependemos dos empreendedores que buscam inovar e que geram emprego e riquezas para o Estado", disse Verruck.

O Selo Arte é entregue ao produto e não à empresa e, com isso, o Estado passa a ter 11 certificações em vigor. Com investimentos de R$ 500 mil, a empresária Juliana Trombini construiu uma indústria para dobrar a produção, atualmente em 5 mil potes por mês. 

"Queremos trabalhar para ser referência no Estado e para que Mato Grosso do Sul se orgulhe da Soul Leve, pois sabemos que temos um bom produto para oferecer. O objetivo da Soul Leve é deixar um legado no município, fortalecendo a agricultura familiar e dando novas oportunidades", afirma.

Na oportunidade a empresa recebeu da Iagro o CIE (Certificado de Inspeção Estadual), que é parte do processo para que os produtos sejam certificados com o Selo Arte. 

Receberam o Selo Arte os seguintes produtos: manteiga Ghee artesanal sem sal premium, Ghee artesanal com sal rosa premium, Ghee artesanal com cúrcuma premium, Ghee Noisette sem sal Premium, Ghee Noisette com sal premium, Ghee Noisette artesanal com amêndoas sem sal, Ghee Noisette artesanal com sal premium, banha artesanal e banha artesanal com cúrcuma.

SELO ARTE 

Instituído em novembro de 2019, o Selo Arte possibilita que produtos artesanais de origem animal, mesmo tendo apenas a certificação sanitária do município, possam ser comercializados em todo o Brasil. 

A certificação é uma maneira de incentivar a produção artesanal e dar condições de comercialização, desde que atendam a padrões de regulamentação.

O doce de leite Ponto Alto, produzido em Nova Alvorada do Sul, foi o primeiro de Mato Grosso do Sul a receber o Selo Arte e o primeiro da categoria a receber a certificação no país. A tradicional Linguiça de Maracaju foi o segundo produto de Mato Grosso do Sul a receber o Selo Arte. 

Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), desde 2019, quando o Selo Arte foi regulamentado, 52 Selos Arte já foram concedidos, sendo a maioria para produtores rurais de Minas Gerais, grandes produtores de queijo.

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Música

Antes de Guns N' Roses, relembre grandes shows internacionais em Campo Grande

Desde os anos 2000, Campo Grande vem acumulando experiências com artistas estrangeiros, da cena underground às grandes turnês

06/04/2026 08h30

Guns N' Roses terá o maior público da história de Campo Grande nesta quinta-feira

Guns N' Roses terá o maior público da história de Campo Grande nesta quinta-feira Divulgação

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Campo Grande está a poucos dias de viver um divisor de águas em sua história cultural. Na quinta-feira, a capital sul-mato-grossense recebe o Guns N’ Roses, em um evento que já é considerado o maior espetáculo musical realizado no Estado.

Com expectativa de até 40 mil pessoas no Autódromo Internacional Orlando Moura e cerca de 70% do público vindo de fora, a cidade entra definitivamente no radar das grandes turnês internacionais.

A estrutura montada impressiona: camarins, camarotes, áreas de circulação, rede elétrica e hidráulica, além de um palco que acompanha a turnê mundial da banda.

Tudo isso erguido praticamente do zero. Mas, apesar da grandiosidade, o show não surge como um acontecimento isolado. Ele é resultado de uma trajetória construída ao longo de décadas.

Campo Grande pode até não ter tido, até agora, um fluxo constante de megaeventos internacionais, mas sempre esteve conectada ao circuito global da música.

Seja por meio de bandas underground, festivais independentes ou apresentações pontuais de grandes nomes, a cidade construiu uma base sólida que ajuda a explicar por que o momento atual é possível.

UNDERGROUD FOI A BASE

Muito antes de sonhar com estruturas gigantescas, Campo Grande já vivia intensamente a música internacional em espaços alternativos. Nos anos 1990 e início dos 2000, bares, festivais independentes e produtores locais desempenharam papel fundamental na formação de público.

É nesse contexto que surge uma geração de produtores e músicos que ajudaram a manter viva a cena, como Enrique Gonçalves de Souza, vocalista do DxDxOx desde 1998, produtor de shows de rock pela Panela Eventos entre os anos 2000 e 2010 e dono da loja Terror Rock Shop desde 2014.

Atuando no segmento desde o fim dos anos 1990, Enrique esteve diretamente envolvido na produção e organização de apresentações internacionais que, embora menores em escala e nichadas para a galera do rock n’roll, foram essenciais para colocar Campo Grande no mapa.

Entre os nomes que passaram pela cidade com apoio de Enrique estão a banda japonesa Guitar Wolf, o grupo norte-americano Black Oil, os argentinos do Vagazos e o Slow Agony, do Paraguai. “Sempre vieram bandas internacionais, até banda gospel de metal, o Bride”, relembra.

Entre os momentos mais simbólicos dessa fase está a passagem da Guitar Wolf pela Capital, em novembro de 2001. O trio, conhecido pelo estilo jet rock, se apresentou durante o Yeah! Fest!, nos dias 23 e 24, como parte da turnê de divulgação do álbum “Jet Generation”.

O evento reuniu também bandas brasileiras independentes e marcou época por trazer uma atração internacional de um país pouco comum nas rotas musicais da época.

A apresentação representou um intercâmbio cultural que ajudou a fortalecer a cena local e ampliar horizontes. Para muitos músicos e produtores, foi a prova de que Campo Grande poderia, sim, fazer parte de circuitos globais.

A partir dos anos 2000, a cidade passou a receber com mais frequência bandas que circulavam pela América Latina. Em 2006, a produtora Panela Eventos celebrou uma década de atuação trazendo o grupo argentino Vagazos para o Setembro Rock.

As apresentações aconteceram em espaços como Bar do Carioca e Bar do Tião, que se tornaram pontos de referência para o rock na cidade.

A passagem da banda reforçou a conexão de Campo Grande com países vizinhos e consolidou o público local como consumidor ativo de música internacional.

Dois anos depois, em 2008, a banda californiana Black Oil escolheu Campo Grande como ponto de partida para sua turnê latino-americana.

O show no Bar Fly trouxe uma sonoridade que misturava hardcore e thrash metal, influenciada por nomes como Sepultura e Soulfly.

Esse tipo de circulação foi essencial para consolidar a cidade como uma parada possível, ainda que alternativa, dentro de rotas internacionais.

Mas se nesse ponto ainda havia dúvidas sobre a capacidade de Campo Grande receber bandas de maior relevância no cenário mundial, elas começaram a desaparecer na década de 2010.

Em 2010, a cidade recebeu duas potências do metal extremo europeu: os poloneses do Vader e os suecos do Marduk. Os shows, realizados no República Music Bar, atraíram fãs de diferentes regiões e reforçaram o potencial da Capital.

Essas apresentações mostraram que, mesmo sem grandes arenas, havia público e interesse suficientes para sustentar eventos internacionais, ainda que em escala menor.

GRANDES NOMES

Paralelamente à cena underground, Campo Grande também experimentou momentos de grande visibilidade com artistas de alcance global.

Em 2004, a clássica Steppenwolf, liderada por John Kay, se apresentou durante o Moto Road, conectando o público local a uma das bandas mais emblemáticas do rock.

Em 2012, o DJ francês David Guetta levou entre 20 e 25 mil pessoas ao Jóquei Clube. O evento ficou marcado não apenas pela apresentação, mas também pela estrutura robusta, efeitos visuais e congestionamentos que chegaram a três quilômetros no caminho para o show.

Na mesma época, o espaço também recebeu o britânico Fatboy Slim, reflexo da presença da música eletrônica na Capital.

Mesmo com altos e baixos, a presença internacional nunca deixou de existir. Em 2022, o MS Blues Festival marcou o retorno de eventos do gênero com a participação do guitarrista Breezy Rodio, trazendo a tradição do blues norte-americano para o público local.

Em 2023, o projeto Dire Straits Legacy reuniu milhares de pessoas no Ginásio Guanandizão, com um repertório repleto de clássicos. O sucesso foi tão grande que a banda retorna à cidade no dia 22 de maio para um show no Bosque Expo.

Outras atrações, como o Revisiting Creedence, que mantém viva a obra do Creedence Clearwater Revival e passou pela cidade em novembro de 2024, mostram que o público campo-grandense continua conectado a diferentes gerações do rock.

NOVO MARCO HISTÓRICO

Se até o momento o maior show da história de Campo Grande era o do DJ David Guetta em 2012, agora o recorde de público deve ser o dobro do atingido na época, com Guns N’ Roses reunindo até 40 mil pessoas nesta semana.

A apresentação da banda estadunidense pode representar um divisor de águas para Campo Grande. A expectativa da organização é de que o sucesso do evento ajude a consolidar a cidade como destino viável para grandes turnês internacionais.

Segundo Valter Júnior, produtor local da Santo Show, existem conversas em andamento com outras bandas, inclusive com possibilidade de atrações ainda maiores. No entanto, ele reforça que a falta de infraestrutura continua sendo o maior obstáculo.

“Se a gente tivesse um estádio, já teríamos vários outros shows confirmados. A cidade perde muito por não ter um espaço adequado”, afirma.

Mas para além da infraestrutura, se depender da história, a cidade provou que tem público, diversidade musical e uma base cultural sólida. O que faltava era justamente uma oportunidade em grande escala.


SERVIÇO

Show: Guns N’ Roses.
Data: 9 de abril.
Local: Autódromo Internacional Orlando Moura.
Ingressos: on-line, pela Bilheteria Digital, e no ponto físico, no Shopping Bosque dos Ipês (terça-feira a domingo, das 14h às 20h).
 

diálogo

Adversários dos petistas estão dizendo que alguém precisa avisar Lula... Leia na coluna de hoje

Confira a coluna Diálogo desta segunda-feira (6)

06/04/2026 00h02

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Aldous Huxley - escritor britânico

"Dá tanto trabalho escrever um livro mau como um bom; ele brota com igual sinceridade da alma do autor”.

Felpuda

Adversários dos petistas estão dizendo que alguém precisa avisar Lula e seus marqueteiros que o pré-candidato à Presidência é Flávio Bolsonaro, e não Jair Bolsonaro. Ironicamente, dizem que mais um pouco a dita figurinha do PT estará até contando carneirinhos vendo o ex-presidente. Para a turma da direita, o povo só observa a estratégia da esquerda em desancar Bolsonaro pai, que governou o País por apenas quatro anos e é tido como responsável pelos quase 18 anos de problemas criados pela esquerda. E olha que o horário gratuito nem começou, hein?!...

Previsão

Na análise de alguns políticos sobre o cenário geral, a disputa pelo governo de MS deverá ficar polarizada entre o governador Eduardo Riedel, pré-candidato da direita e da centro-direita, e Fábio Trad, do PT, da esquerda. Segundo eles, tem mais.

Mais

As pré-candidaturas que mais parecem que foram improvisadas para atender a interesses pessoais, e não de grupo político, tendem a não deslanchar, principalmente porque “andorinha só não faz verão”. E mais: acreditam que a eleição para governador deverá terminar no primeiro turno.

Dra. Elizabeth Shinohara e Sônia Nogueira
André Ramos e Gabriel Monteiro de Castro

Separada

Por enquanto, a direita em MS tem três pré-candidaturas lançadas para oficialização nas convenções, em julho. Como tudo indica que os partidos sacramentarão os nomes para o embate de outubro, não há como dizer que vão para campanha eleitoral “rachados”. No tabuleiro político estarão direita, direita conservadora e centro-direita, e essa divisão poderá contribuir para que a esquerda consiga forçar o segundo turno, fase que é uma nova eleição, pois ficam apenas dois candidatos.

Falatório

Durante o troca-troca de partidos na janela partidária, muitas foram as especulações, fazendo com que os bastidores ficassem ainda mais agitados. Um dos comentários foi que Rose Modesto, presidente estadual do União Brasil, estaria sendo cogitada para ocupar a vaga de vice na chapa de reeleição do governador Riedel. Mas ela mesma acabou com o diz que me diz, afirmando que em nenhum momento teve qualquer conversa nesse sentido

Consequências

Na federação União Progressista, formada pelo Progressistas e o União Brasil, ocorreram duas mudanças de “última hora”, diante da entrada de Geraldo Resende e, anteriormente, do também deputado federal Dagoberto Nogueira. Duas pré-candidaturas à Câmara dos Deputados, diante do “peso” da chapa que poderia comprometer seus objetivos, tomaram outro rumo. O deputado estadual Roberto Hashioka pulou fora do União Brasil e a ex-secretária Viviane Luiza deixou o PP e foi para o PSDB. Já Jaime Verruck teria mesmo desistido do PP.

Aniversariantes

  • Regina Lourdes Jorge Rangel Torres Rimoli,
  • Paulo Roberto Neves de Souza,
  • Alaene Peres,
  • Renê Miguel Filho,
  • Alicio Cabreira Aristimunho,
  • Dormevil Calazaes de Salles,
  • Luiz Carlos Pais,
  • Edison de Jesus da Cruz,
  • Rosilene de Oliveira Rosa,
  • Mario Rodrigues Zanatta,
  • Maria do Carmo Escobar de Oliveira,
  • Alda Alves de Oliveira Ristow,
  • Pedro Efonsio de Farias,
  • Luiz Hermozil Correa de Lima,
  • José Afonso Wolf,
  • Manuel Amaral de Jesus,
  • Euripedes Pinheiro da Silva Junior,
  • Marcelino Duarte,
  • Dr. Divoncir Schreiner Maran,
  • Dácio Queiroz Silva,
  • Marcelo de Campos Haendchen,
  • Helena Echeverria de Lacerda Costa,
  • Alvaro Francisco Martins Borges,
  • Maria Eugênia Teixeira Machado,
  • Cecilia Peralta Caceres,
  • Sidney Ferreira de Queiroz,
  • Nanci Lopes Gomes,
  • Angela Maria da Silva,
  • Fred Lucarelli Rodrigues,
  • Eliza Nunes Fernandes,
  • Gilmar Damião da Silva,
  • Ilda Garcia,
  • Dr. Aliomar Coelho Pereira,
  • Decio Coldebella,
  • Jaderson dos Santos Gonçalves,
  • Carlos Tiago Bellin,
  • Dr. José Rodrigues de Almeida,
  • Dr. Nereu Fontes,
  • Danielle Zambra,
  • Jaime Yoshinori Oshiro,
  • Herany Lobo Dias Neres de Lima,
  • Ana Caroline Cintra Ramos,
  • Renata Nogueira e Silva,
  • Dr. Danilo Nakao Odashiro,
  • Dra. Itsume Murakami,
  • Amarildo Sanches da Silva,
  • Heitor Romero Marques,
  • Ivana Staval Oliveira,
  • Rubens Izidorio,
  • Inaia Martins Carli,
  • Angela Mascarenhas,
  • Maria Hilda da Silva,
  • Edevaldo Borges de Mendonça,
  • Mariza Rego Mejia Rios,
  • Irene Matto Grosso Pereira,
  • Milma Maria de Oliveira Santos,
  • Edvandro Lameo,
  • Aurildo Piagetti,
  • José Eduardo Duenhas Monreal,
  • Jorge Braga Passos,
  • Marco Aurélio Ferro,
  • José Luiz Aladares.
  • Amauri Penze Neto,
  • Alberto Barbosa de Almeida Júnior,
  • Osmar Bearari,
  • Karina Reis de Andrade,
  • Dr. Marcelo Sakamoto,
  • Sueli Antunes Ribeiro,
  • Severino Ramos Vieira Xavier,
  • Marcelo Eduardo Battaglin Maciel,
  • Erico Rodrigo de Souza Pereira,
  • Arlete Calves,
  • Maria Aparecida dos Santos Garcia,
  • Ticiana Tiveron Tannous,
  • Maria Serra Carvalho,
  • Carlos Eduardo Inácio,
  • José Carlos Kolesk,
  • Wilson Roberto Gonçalves,
  • Sarah Abrão Contar,
  • Geraldo José de Souza,
  • Bruna Silva,
  • Rivalda de Souza Vilela,
  • Celestino Fantin,
  • Luiz Pereira,
  • Gerson Luiz Gass Brandão,
  • Rosângela Maria Santos Pereira,
  • Wilson Ferreira Mendes,
  • Hudson Ferreira de Assis,
  • Milton da Costa Pereira,
  • Caroline Mansour Echeverria,
  • Emmanuel Ormond de Souza,
  • Eneas Garcia Filho,
  • Camilo de Lellis Chagas Junior Zanata,
  • Maria Margarida Cabral Nicácio,
  • Michel Defendi Moses,
  • Orlando Fruguli Moreira,
  • Rita de Cassia Ladislau Ferreira,
  • Marlene Alves Pereira,
  • Ataíde Gonçalves,
  • Dalvelyn Menezes Kalachi,
  • Andréssa Nayara de Matos Rodrigues,
  • Igor Del Campo Fioravante Ferreira,
  • Antonio Pionti,
  • Rames Ally,
  • Adriana Cavalcante de Araújo,
  • Wescley Cavner Espassa,
  • Maria de Lurdes da Silva Santos.

* Colaborou Tatyane Gameiro

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