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BONITO E JARDIM

Rio da Prata tem belezas premiadas

Rio da Prata tem belezas premiadas

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Quem gosta de aventura, fauna e flora exuberantes e preservadas, rios límpidos, cachoeiras e lagoas certamente coloca Bonito e região em sua lista de viagem. Um dos atrativos mais procurados está o Grupo Rio da Prata, formado pela Estância Mimosa, Lagoa Misteriosa e Recanto Ecológico Rio da Prata – que na semana passada conquistou a categoria Sustentabilidade do Prêmio ECO® 2018, tradicional troféu de sustentabilidade empresarial do Brasil.

A Estância Mimosa está entre as mais bem pontuadas na modalidade Práticas de Sustentabilidade, categoria Produtos e Serviços, para empresas, microempresas e startup, com o trabalho “Estância Mimosa na trilha do ecoturismo”. Já o Recanto Ecológico Rio da Prata e a Lagoa Misteriosa conquistaram, também, melhores pontuações na modalidade Práticas de Sustentabilidade, categoria Produtos e Serviços, para empresas de pequeno e médio porte, com o trabalho “Recanto Ecológico Rio da Prata e Lagoa Misteriosa: Gestão de atrativos de ecoturismo”.

Para Luiza Coelho, engenheira ambiental e diretora de Sustentabilidade do grupo, o prêmio é fruto de todo um trabalho feito na área desde que seus pais fundaram a empresa, há 25 anos. “Desde a fundação, colocamos regras muito claras sobre vários itens ligados à sustentabilidade, como grupos de visitantes de tamanho limitado, monitoramento ambiental, grupo sempre acompanhado de um guia de turismo”, explica.

A gestão correta do lixo e a reciclagem feitas desde o início, assim como a criação de um viveiro de mudas nativas, que produz 50 mil mudas por ano e são doadas para projetos, além de apoio às ONGs ambientais, também colaboraram para serem mais uma vez vencedores – em 2008, o grupo também foi premiado.

ÁGUAS TURVAS

Em novembro de 2018, forte chuva provocou o avanço da lama sobre as águas cristalinas dos rios de Bonito e Jardim, dando o alerta à indústria do ecoturismo na região. O maior atrativo dos visitantes que passam pelas cidades foi ameaçado pelo avanço do agronegócio, o desmatamento ilegal nas margens dos rios, a falta de drenagem nas estradas e os drenos nas nascentes.

Porém, segundo Luiza Coelho, a chuva de terça-feira, que também chegou à região, provocou poucos estragos. “Turvou pouco as águas porque foram feitas caixas de retenção e contenção nas estradas; foram tomadas medidas preventivas nas lavouras, feitas curvas de nível”.

Na região, foi formado o grupo Amigos do Rio da Prata e a engenheira acredita que, a longo prazo, tudo estará resolvido. “Trabalhamos com medidas preventivas e a longo prazo o cenário é positivo. O passeio de flutuação, por exemplo, é feito 80% no Rio Olho d’Água, sempre limpo”.

ESTÂNCIA MIMOSA

Trata-se de uma fazenda localizada no município de Bonito, que tem como atividade principal o passeio de trilha e cachoeiras. Oportunidade para contemplar a paisagem, encontrar animais silvestres, caminhar pelas trilhas e, ao fim de cada uma delas, deparar-se com cachoeiras de águas cristalinas e nadar em suas piscinas naturais. O local oferece também passeio a cavalo, observação de aves e almoço com pratos regionais, preparado em fogão a lenha.

O receptivo turístico é a antiga sede da fazenda, a qual teve sua arquitetura original preservada. A área da fazenda tem 80% de sua extensão de florestas naturais e morros típicos da morraria da Serra da Bodoquena. Para preservar toda a beleza local, os proprietários decidiram transformar 66% da área total da fazenda em Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), um ato voluntário de constituir uma reserva natural permanente em sua propriedade. A RPPN Estância Mimosa foi criada oficialmente em fevereiro de 2013.

Localiza-se na Rodovia MS-178, a 24 km de Bonito. É um passeio para passar o dia – não há hospedagem. A visita deverá ser agendada por meio de uma agência de turismo.

RECANTO ECOLÓGICO RIO DA PRATA

Em pequenos grupos acompanhados de um guia especialista, os visitantes fazem um circuito de trilha interpretativa e flutuação no Rio Olho d’Água e no Rio da Prata. Uma suave correnteza leva os visitantes calmamente por um passeio em um mundo subaquático de águas cristalinas, habitado por dezenas de espécies de peixes e plantas aquáticas. Ao chegar à nascente do Rio Olho d’Água – uma imensa piscina natural de águas cristalinas –, o guia ajudará todos a se equiparem com máscara e snorkel e treinar a flutuação para a exploração dos arredores. O atrativo está localizado na Rodovia BR-267, km 512, na zona rural de Jardim.

LAGOA MISTERIOSA

Ela está localizada no município de Jardim e o acesso fica na BR-267, km 515, na mesma estrada que dá acesso ao Recanto Ecológico Rio da Prata.

Uma lagoa de água azul, que impressiona por sua incrível transparência e profundidade, ela fica no fundo de uma dolina de 75 metros de profundidade, tipo de formação geológica característica de áreas cársticas que é similar a um buraco.

A partir de 6 metros de profundidade, a Lagoa Misteriosa é considerada uma caverna de gênese freática, isto é, uma cavidade formada pelo fluxo de água do lençol subterrâneo, sendo uma das mais profundas cavernas inundadas do Brasil, atingindo mais de 220 metros de profundidade, registro feito por Gilberto Menezes de Oliveira, em 1998.

O receptivo oferece atividades de trilha, flutuação e mergulho com cilindro, este feito em três categorias. O primeiro passeio começa com uma pequena trilha interpretativa em meio à mata que circunda a dolina, oportunidade para a observação da rica diversidade de fauna e flora da região. Na flutuação, a visão é dos dois abismos azuis que formam o fundo da lagoa. Os paredões verticais rochosos, os troncos caídos, os depósitos de areia branca, as galhadas com folhas douradas e os pequenos peixinhos que brilham com os feixes de luz são cenários presentes. 

MERGULHO COM CILINDRO

O Mergulho com cilindro na Lagoa Misteriosa é dividido em categorias:

Batismo – uma experiência de mergulho autônomo totalmente segura e confortável para pessoas que querem mergulhar, mas não possuem curso. Profundidade máxima atingida: 8 metros. Proporção de dois visitantes por instrutor de mergulho.

Autônomo Básico – para quem tem a certificação Open Water Scuba Diver. Profundidade máxima atingida: 18 metros. Até dois visitantes para um instrutor.

Autônomo Avançado – para quem tem a certificação Advanced Open Water Scuba Diver. Profundidade máxima atingida: 25 metros. Até dois visitantes para um instrutor.

Até meados de abril, por conta das condições climáticas, as atividades flutuação e mergulho com cilindro na categoria Batismo (8 m) ficam suspensas.

PREMIAÇÃO INTERNACIONAL

O Grupo Rio da Prata é também finalista no prêmio 2019 Tourism for Tomorrow Awards (Prêmio Turismo para o Amanhã), da World Travel & Tourism Council, na categoria Destinations Stewardship Award, voltado para organizações líderes que ajudam no desenvolvimento sustentável do destino, beneficiando seus moradores e visitantes. Os vencedores do Prêmio Tourism for Tomorrow 2019 serão anunciados durante a cerimônia de premiação na 19ª Cúpula Mundial do WTTC, em Sevilha, Espanha, de 2 a 4 de abril.
 

Lançamento literário

Suicídio indígena é tema do novo livro do poeta e teatrólogo Américo Calheiros

Obra do poeta e teatrólogo transforma em versos a dor provocada pelos altos índices de suicídio entre os povos originários e propõe reflexão sobre uma das mais graves questões sociais de Mato Grosso do Sul

08/06/2026 08h30

O título

O título "Suicígena" é um neologismo criado por Américo Calheiros que traduz a essência da obra Foto: RAQUEL DE SOUZA

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Amanhã será lançada uma obra que promete provocar reflexão e ampliar o debate sobre uma das mais delicadas questões sociais do Estado. O poeta, escritor e teatrólogo Américo Calheiros lança o livro “Suicígena”, publicação que reúne poemas inspirados na realidade enfrentada pelos povos indígenas de Mato Grosso do Sul, especialmente diante dos elevados índices de suicídio registrados entre essas populações.

O evento acontece a partir das 19h, na sede da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras (ASL), em Campo Grande, com entrada gratuita e aberta ao público.

Publicado pela Life Editora, o livro surge como um manifesto poético diante de uma realidade que há décadas desafia autoridades, pesquisadores, lideranças indígenas e organizações de direitos humanos.

A motivação para a criação da obra nasceu do impacto causado pelos números divulgados pelo Relatório de Violência contra os Povos Indígenas no Brasil, elaborado pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi).

Conforme os dados referentes a 2022, Mato Grosso do Sul registrou, em média, 24 casos de suicídio para cada 100 mil habitantes indígenas.

O índice é três vezes superior à taxa observada na população brasileira em geral, que no mesmo período foi de 8 casos a cada 100 mil habitantes, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública.

Foi diante dessa realidade que Américo Calheiros encontrou na poesia uma forma de expressar sua inquietação e contribuir para que a temática alcance novos espaços de discussão.

O próprio título do livro sintetiza essa proposta. “Suicígena” é um neologismo criado pelo autor a partir da fusão parcial das palavras “suicídio” e “indígena”, dando origem a um conceito que traduz a essência da obra.

“É a síntese perfeita do espírito do livro, cuja ideia surgiu sob a égide dos suicídios indígenas em Mato Grosso do Sul, à medida que fui tomando contato, pela imprensa, desse fato e também das precárias condições de vida dos indígenas, que são o imediato pano de fundo dessa situação e fator determinante para a perda da vontade de viver das populações indígenas”, resume o autor.

Embora o tema central seja o suicídio indígena, Calheiros explica que o livro também se debruça sobre elementos que envolvem a cultura, a identidade e a resistência dos povos originários. Segundo ele, trata-se da primeira vez que sua produção literária aborda diretamente essa temática, motivada pela necessidade de ampliar a conscientização da sociedade.

“Foco de preconceitos dos mais diversos, de assoladora discriminação, do desinteresse e da desconsideração dos poderes constituídos, a população indígena foi, no decorrer da história, alvo dos maiores genocídios, que quase a exterminaram. Movido pelo sentimento que tudo isso me provocou, recorri à manifestação poética para tocar mentes e corações alheios à essa questão”, afirma.

CONSCIENTIZAÇÃO

Em “Suicígena”, a poesia assume o papel de transformar estatísticas em experiências humanas, revelando as consequências do preconceito, da exclusão social e dos conflitos por terra que marcam a realidade de diversas comunidades indígenas em Mato Grosso do Sul.

O Estado concentra uma das maiores populações indígenas do País, reunindo povos como guarani, kaiowá, terena, kadiwéu, kinikinau, ofaié e atikum, entre outros.

Nas últimas décadas, a disputa por territórios tradicionais e as dificuldades relacionadas ao acesso à saúde, à educação, ao trabalho e à preservação cultural se tornaram fatores frequentemente apontados por especialistas como elementos que contribuem para o agravamento de doenças mentais.

A obra de Américo Calheiros não pretende oferecer respostas definitivas acerca desse problema, mas provocar reflexão e incentivar o diálogo sobre a necessidade de políticas públicas mais efetivas.

“A sociedade mundial tem uma dívida incomensurável com os povos originários. Claro que as vozes indígenas já estão dizendo o que precisam e o que querem, só precisam, efetivamente, ser ouvidas. Se a minha poesia contribuir, que seja um pouco, com essa causa, fico feliz”, detalha Calheiros.

A apresentação do livro ficou a cargo da escritora e ensaísta Ana Maria Bernadelli, integrante da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras, que define a obra como um exercício de sensibilidade e compromisso social.

“A poesia contida na obra não busca o consolo fácil nem a metáfora ornamental. Ela é lâmina afiada e brasa sobre a pele da indiferença. O poeta Américo Calheiros, ciente da responsabilidade de sua voz, transforma em palavra o luto e a dor dos indígenas que, despojados de suas terras, de seus deuses e de sua dignidade, veem na morte seu último refúgio”, define.

O AUTOR

Professor e teatrólogo, Américo Calheiros é formado em Letras pela antiga Faculdade Dom Aquino de Filosofia, Ciências e Letras (FUCMT) e realizou especialização na Escola Martins Pena de Teatro, no Rio de Janeiro. Há décadas radicado em Campo Grande, dedicou 18 anos ao magistério em escolas de primeiro e segundo graus da Capital.

Sua atuação, entretanto, extrapola a sala de aula e a literatura. Ao longo da carreira, participou ativamente da formulação de políticas culturais e do fortalecimento das artes no Estado.

Entre suas contribuições está a coordenação da comissão executiva responsável pelos festejos do primeiro centenário de Campo Grande.

Também criou o Grupo Teatral Amador Campo-Grandense (Gutac), iniciativa que ajudou a implantar o teatro como ferramenta educativa na Rede Municipal de Ensino, despertando em inúmeros estudantes o interesse pelas artes cênicas.

Américo ainda presidiu a Fundação Municipal de Cultura, Esporte e Lazer de Campo Grande (Funcesp) e a Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), além de desenvolver diversos projetos culturais, entre eles, o programa Cesta Básica da Cultura, voltado à democratização do acesso às manifestações artísticas.

Sua produção literária reúne diferentes gêneros e temas, passando por poesia, contos e crônicas.

Entre os títulos publicados estão “Sem Versos”, “Memória de Jornal”, “Da Cor da Sua Pele”, “A Nuvem que Choveu”, “Poesia pra que Te Quero”, “Na Virada da Esquina” e “Campo Grande Aquarela de Luz – Patrimônio Vivo”.

O reconhecimento por sua contribuição à cultura sul-mato-grossense também veio por meio de homenagens institucionais.

Em setembro de 2010, recebeu da Assembleia Legislativa o título honorífico de cidadão sul-mato-grossense.

Em 2015, passou a integrar o Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul e, atualmente, ocupa a Cadeira nº 7 da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras, anteriormente pertencente ao saudoso acadêmico padre Félix Zavattaro.

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Felpuda

Quem está distribuindo sorrisos de orelha a orelha é o ex-governador...Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta segunda-feira (8)

08/06/2026 00h03

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Caio Fernando Abreu - escritor brasileiro
"Muita coisa que ontem parecia importante ou significativa amanhã virará pó no filtro da memória.  Mas o sorriso (...) ah, esse resistirá a todas as ciladas do tempo”

 

FELPUDA

Quem está distribuindo sorrisos de orelha a orelha é o ex-governador Reinaldo Azambuja. Junho, mês que antecede as convenções partidárias, chegou trazendo um presente daqueles para sua pré-campanha ao Senado. O inquérito do caso JBS, e que certamente seria explorado à exaustão pelos adversários, foi parar no arquivo, por decisão do STF. Com a pedra retirada do caminho, Azambuja ganha fôlego para seguir na disputa sem carregar esse peso político. Melhor ainda: as pesquisas de credibilidade continuam colocando seu nome entre os favoritos. Portanto...

Diálogo

Lá e cá

Diferentemente do cenário na Assembleia de MS, onde a bancada do PL reúne sete integrantes, na Câmara de Campo Grande esse número é de apenas três vereadores entre os 29 integrantes. O trio é formado por Ana Portela, André Salineiro e Rafael Tavares.

Mais

Ana é filha do Tenente Portela, amigo pessoal de Jair Bolsonaro. Salineiro, que é policial federal, já foi vereador, enquanto Tavares foi deputado estadual pelo PRTB, mas acabou cassado porque à época seu partido desrespeitou a legislação sobre cota de gênero.

DiálogoWagner Bertoli e Eléa Rocha Bertoli

 

DiálogoPetra Fiorin Fracaro

Reta final

Entre os dias 20 de julho e 5 de agosto serão realizadas as convenções para deliberar sobre coligações e escolha de candidatos para a disputa eleitoral. Mas, neste mês, começará o vale-tudo em alguns partidos, incluindo fogo amigo. Isso, para desestabilizar pré-candidaturas proporcionais (deputados estaduais e federais). Nas eleições deste ano não está sendo diferente em MS, tendo em vista que muitos atritos e desistências estariam ocorrendo. Afinal, como diz o ditado, “barata esperta não atravessa galinheiro”.

Mais calma

Para o Executivo, a situação aparentemente estaria mais calma com pré-candidatos já escolhidos. Eduardo Riedel (União Progressista formada pelo PP, seu partido, e União Brasil), que terá apoio do PL, e outros partidos de centro-esquerda; Fábio Trad, lançado pelo PT; João Henrique Catan, do Novo; Lucien Resende, do PSOL e Renato Gomes, do DC. Até o dia15 de agosto, as candidaturas deverão ser registradas na Justiça Eleitoral. Algumas surpresas poderão acontecer.

“Batalha”

A disputa pela presidência da Fecomércio-MS promete capítulos extras. A vitória da chapa de oposição sobre a atual diretoria, por apenas um voto de diferença, segue “causando”. Após terem pedidos negados para suspender o resultado da eleição, sindicatos ligados à situação anunciam nova investida no Tribunal do Trabalho. No comando há 16 anos, o grupo já havia sinalizado a “batalha”, ao registrar em ata que o resultado era apenas “provisório”.

Aniversariantes

Leonardo de Almeida Gralha,
Sebastiana Cunha Barbosa,
João Valmir Tontini,
Tathiany Kléia da Silva Verone Parron,
Bruno Guimarães Brasil,
Alaide Alves de Macedo,
Gilsano Costa,
Maria Angélica Sanches Navarro,
Laucídio Coelho Neto,
Antonio Tibana,
Estacio de Souza,
José de Barros Netto,
Albertina Maria de Oliveira,
Diego Giuliano Dias de Brito,
Mário Fernandes Barbosa,
Rubens Prevatto,
Ernesto Pereira Gazal,
Luis Henrique Gironde Madalena,
Arnaldo Zambom,
Sérgio Ocampos Pissurno,
Cassio Castro,
Abel Rezende,
Márcio Rogério de Camillo,
Dr. Luiz Antônio Monteiro Simões,
Dra. Adriane Cristina Bovo,
Amélia Riroko Miyashiro Tobaru,
Honório Rodolpho Hattge,
Marlene do Amaral Moraes,
Márcio Belone,
João Batista da Silveira Milagres,
Cícero Prentice Barbosa Júnior,
Ivana Schwanz da Costa Marques,
Matildes Zorrilha Vogado,
Zulma Maria Silva Gonçalves,
Joel Luiz Monteiro,
Maria Eduarda Barros,
Paulo Roberto Portella,
Indiana Rondon Giugni,
Elim Batista Borges,
Edviges Coelho Derzi,
Anderson Anunciação,
Zeferina José de Arruda,
Osvaldo Gordo Filho,
Daniela Barreto Saalfeld,
Leida Aparecida de Souza Couto,
Dr. Hélvio Freitas Pissurno,
José de Souza,
Mercedes Gauto,
Oséias Ferreira de Rezende Gil,
Fernando Alves de Oliveira,
Ancomárcio Barbosa de Oliveira,
Edna Maria Lopes da Silva,
Daniel Silva Mattos,
Mauro César Pereira de Miranda,
Valéria Gazzanelli Giovenazzio,
Vera Regina Sapiezinski,
Eliane Ruiz,
Flávio Garcia da Silveira Neto,
Mário Márcio Siqueira,
Elisabeth Dias Sollitto,
Florípedes Matos,
Antonio Petenatti,
Guilherme da Silva Telles,
Leonardo Vieira,
Francisco Teixeira Coelho,
Adão José Mendes,
Hudson Roberto Sanches,
Antônio Diniz Ferreira dos Santos,
Moacir Saturnino de Lacerda,
Arnaldo Jordão de Almeida Serra,
Maria Irailza Gomes Pereira,
Josiane Brites Azevedo,
Marcelo de Assis Sandym,
Francisco das Chagas Silva,
Carlo Daniel Coldibelli Francisco,
Elizângela Ferreira Peralta,
Flávia Guedes Colombo,
Mauro César Cardoso Coquemala,
Frederico Favaro,
Idalina Rosa Geraldes Brandão,
Nelie Martins de Moura,
Dalva Maria Alves,
Antonio Carlos de Melo,
Marciano de Oliveira Silva,
Nivaldo Strogueia,
Janai Pompeu Silva,
Mary Azuaga Berg de Almeida,
Mara de Azambuja Salles,
Cláudia Guimarães Vieira de Souza,
Paulo Affonso de Toledo,
Josué Rubim de Moraes,
Dr.Fábio Kanomata,
Adonir Rocha Both,
Cristiane dos Santos Gomes,
Flaviana Brito de Miranda,
Tarcio Quinta Reis,
Renato Farias de Souza,
Marcelo Monteiro Padial,
Ana Flávia da Costa Oliveira Vieira,
Bruna Berguerand,
Marcos Antonio Montagna,
Arlete Viana de Almeida Martins da Silva,
Tales Trajano dos Santos,
Cristiany Incerti de Paiva,
Elizabeth Flores Margarejo Cristaldo,
Naudirene dos Santos Pinheiro,
Eliane Iguchi Nicolau,
Deberton Máximo,
Genaro Orosco. 

COLABOROU TATYANE GAMEIRO

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