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Saiba o que dizem os especialistas sobre as vitaminas do complexo B e seus efeitos no corpo

Saiba o que dizem os especialistas sobre o complexo vitamínico que é fundamental para a produção de energia do organismo e que, segundo a nutricionista Paula Saldanha Tschinkel, desempenha "papéis vitais em várias funções metabólicas e fisiológicas"

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As vitaminas do complexo B atuam como coenzimas de reações de catabolismo de macronutrientes – como o carboidrato, a proteína e a gordura – que produzem energia para o organismo. A necessidade dessas vitaminas depende do conteúdo proteico e energético das dietas, bem como da taxa de utilização de energia.

Quem afirma é a nutricionista Paula Saldanha Tschinkel, que explica as múltiplas funções do complexo B no pleno funcionamento e bem-estar do corpo.

“Este grupo de vitaminas é essencial em pequenas quantidades para o organismo e deve ser obtido a partir da alimentação, pois não é sintetizado pelo organismo. Alimentos são importantes fontes de vitaminas, sendo fundamental fazerem parte da dieta alimentar. A ausência sistemática de vitaminas na dieta resulta, quase sempre, em crescimento e desenvolvimento deficientes e outras perturbações orgânicas, configurando-se um quadro sintomatológico característico de carências”, diz a nutricionista.

O que leva o corpo a ficar sem essas vitaminas é a falta de ingestão, a metabolização mais intensa causada por doenças e traumas ou a própria necessidade do organismo.

“Conforme cada corpo e metabolização, o complexo B é exigido de uma forma”, pontua a especialista. “Assim, pode ficar deficiente por uma dieta pobre em alimentos ricos em vitaminas do complexo B, problemas de absorção no trato gastrointestinal, uso excessivo de álcool, certas condições médicas que interferem na absorção ou metabolismo das vitaminas e até mesmo pelo uso prolongado de certos medicamentos”.

Ou seja, para garantir os níveis do complexo B no organismo, é preciso um cardápio balanceado que ajude na missão. Nas palavras da nutricionista: ingerir por meio da alimentação, da complementação alimentar ou da suplementação oral.

“A presença do complexo B no organismo se dá por meio da ingestão de alimentos que contêm as diferentes vitaminas do complexo B. Após a digestão, essas vitaminas são absorvidas no trato gastrointestinal e entram na corrente sanguínea, de onde são transportadas para as células do corpo”, explica.

As demandas específicas de cada indivíduo variam de acordo com a idade, o sexo e o estado fisiológico de cada um.

“As recomendações dietéticas para a ingestão de vitaminas do complexo B são expressas em termos de ingestão diária recomendada (IDR) ou ingestão adequada (IA) e podem variar ligeiramente, dependendo das diretrizes”, afirma Paula Saldanha Tschinkel. Confira no box as estimativas de necessidade conforme cada perfil.

DEFICIÊNCIAS

“A deficiência de vitaminas do complexo B pode levar a sérias alterações, uma vez que essas vitaminas desempenham papéis vitais em várias funções metabólicas e fisiológicas”, diz a especialista, que menciona uma série de problemas que podem ser enfrentados conforme a ausência de cada vitamina do complexo no organismo, entre os quais, anemia (B12), problemas neurológicos (B1), digestivos (B3) e complicações durante a gravidez (B9).

“A deficiência de vitamina B12, ácido fólico e outras vitaminas do complexo B pode levar a diferentes tipos de anemia, resultando em fadiga, fraqueza e palidez. A deficiência de vitamina B1 [tiamina] pode causar beribéri, que afeta o sistema nervoso e pode levar a sintomas como confusão, fraqueza muscular e dormência. A deficiência de biotina [vitamina B7] pode resultar em problemas de pele, como erupções cutâneas e dermatite, bem como fragilidade das unhas e dos cabelos”, prossegue a nutricionista.

“A deficiência de niacina [vitamina B3] pode causar pelagra, uma condição que afeta a pele, o sistema digestivo e o sistema nervoso. A deficiência de ácido fólico [vitamina B9] durante a gravidez pode aumentar o risco de defeitos do tubo neural no feto. A alimentação em equilíbrio faz o processo de correção de todas as carências, assim, é de suma importância que você tenha um nutricionista para equilibrar sua dieta”, recomenda Paula Saldanha Tschinkel.

A B12

Cansaço excessivo, fraqueza persistente e tontura podem ser sinais, segundo o endocrinologista Rodrigo Neves, de deficiência de vitamina B12. Esse é um problema que afeta não apenas vegetarianos e veganos, a quem é comumente associado, mas também pessoas que consomem carne e laticínios. A deficiência de B12 é muito mais comum do que a maioria dos profissionais de saúde e o público em geral percebem.

De acordo com dados de um estudo dos EUA, o Tufts University Framingham Offspring Study, 40% das pessoas com idades entre 26 anos e 83 anos têm níveis plasmáticos de vitamina B12 na faixa normal baixa, em que muitas pessoas já experimentam sintomas neurológicos.

Segundo Neves, a vitamina B12 desempenha um papel crucial na produção de glóbulos vermelhos, na função cerebral e no sistema nervoso.

“A quantidade necessária para manter bons níveis na corrente sanguínea pode variar de um indivíduo para outro, dependendo da capacidade de absorção de cada organismo [5 mcg a 20 mcg por dia]. Mas claro que essa quantidade de manutenção é bem menor que a dose de correção da deficiência. A falta dessa vitamina pode levar a problemas sérios de saúde, e os sintomas podem se manifestar de maneira gradual”, afirma. 

SINTOMAS

Entre os sintomas mais comuns estão fadiga constante, fraqueza muscular, tontura, falhas na memória, pequenas fissuras nos cantos da boca, alteração do funcionamento do intestino e até mesmo formigamento nas extremidades.

Neves alerta que, se você identificar esses sinais, é importante buscar orientação médica para realizar exames específicos que confirmarão ou descartarão a deficiência.

A B12 é uma vitamina produzida por bactérias que vivem no solo orgânico e no intestino de animais. Como as plantas não precisam dessa vitamina para se desenvolverem, então elas não absorvem a B12.

Rodrigo Neves explica que a deficiência ocorre em vegetarianos e não vegetarianos, diferentemente do que as pessoas costumam pensar.

“O problema não está apenas na restrição dos alimentos de origem animal, como carnes, ovos e leite. Muitas vezes pode ser causada por uso de adubo químico no solo, que mata as bactérias, alteração da nossa flora intestinal e uso indiscriminado de antibióticos. A criação de animais de abate em locais fechados também impede que os animais comam direto do solo, diminuindo a quantidade de B12 na corrente sanguínea e nos tecidos. Por isso, hoje os animais consomem suplementos para equilibrar essa deficiência”, acrescenta.

O profissional ressalta que muitos dos alimentos vegetais que têm a fama de conter B12, como algas, cogumelos e leveduras, na verdade, têm uma forma análoga, porém, ela não funciona de maneira significativa em humanos. 

SUPLEMENTAÇÃO

Quando o nível de vitamina B12 está abaixo de 350 pg/mL, há sinais de deficiência. O ideal é que esse nível fique acima de 490 pg/mL. Confira essas taxas a cada seis meses, especialmente se for vegetariano ou usar medicações de forma regular.

“Muitos consumidores assíduos de carne precisam suplementar. Mas, se você é vegetariano ou vegano, é essencial suplementar. As opções mais comuns de suplementação são cápsulas, sublingual ou injeção”, finaliza Rodrigo. 

A suplementação de vitamina B12 é uma maneira eficaz de corrigir essa carência. No entanto, é crucial destacar que a automedicação não é apropriada. Cada pessoa tem necessidades individuais, e o excesso de B12 pode resultar em efeitos colaterais indesejados.

A melhor abordagem é consultar um profissional de saúde para um diagnóstico preciso e uma prescrição adequada de suplementação, caso necessário.

História

Escritor prepara nova edição de livro nos 50 anos de Mato Grosso do Sul

O jornalista e fotógrafo Paulo Renato Coelho Netto busca financiamento para concretizar obra que reúne história, cultura, paisagens e o novo ciclo econômico de Mato Grosso do Sul

02/04/2026 09h00

Forte Coimbra (1999), no Pantanal, é uma das diversas paisagens fotografadas por Paulo Roberto ao longo da feitura do livro

Forte Coimbra (1999), no Pantanal, é uma das diversas paisagens fotografadas por Paulo Roberto ao longo da feitura do livro Fotos: Paulo Renato

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Às vésperas dos 50 anos de criação do Estado, a terceira edição do livro “Mato Grosso do Sul”, do jornalista e fotógrafo Paulo Renato Coelho Netto, surge como um marco editorial que busca organizar, interpretar e projetar a imagem de MS em múltiplas dimensões – histórica, cultural, geográfica e econômica.

A obra, iniciada em 1988, ganha agora uma edição comemorativa, aprovada pelo Ministério da Cultura e com apoio do governo do Estado. Prevista para ser lançada no segundo semestre de 2027, coincidindo com o cinquentenário da divisão do antigo Mato Grosso, a publicação revisita o passado e aponta o futuro de um território em constante transformação. No entanto, para o projeto ser realizado, falta apenas um detalhe: financiamento via Lei Rouanet.

ESTADO EM TRANSFORMAÇÃO

O projeto se propõe a ser um grande painel interpretativo de Mato Grosso do Sul. Desde suas primeiras edições, publicadas em 2000 e 2004, a obra já se destacava pelo caráter investigativo e a profundidade documental, reunindo informações sobre turismo, cultura, história, geografia e economia, sempre acompanhadas por registros fotográficos feitos pelo autor.

Enquanto as duas primeiras edições focaram a bovinocultura e as lavouras, a terceira edição amplia esse escopo, ao incorporar o que Paulo Renato define como a “terceira onda” do Estado: a industrialização e a consolidação da Rota Bioceânica.

“Além do momento histórico do cinquentenário, senti a necessidade de registrar esse novo ciclo. A Rota Bioceânica vai ligar o Atlântico ao Pacífico e abrir caminhos não só econômicos, mas também culturais para a América Latina”, afirma o autor.

ACESSIBILIDADE

Uma das principais novidades desta edição é o formato trilíngue, com o livro sendo publicado em português, inglês e espanhol, enquanto nas duas primeiras edições o livro foi publicado apenas em português e inglês. 

A versão impressa do livro será um sofisticado coffee table book, pensado como livro de arte. “Mato Grosso do Sul merece este formato de luxo no cinquentenário”, pontua Paulo Renato. 

Haverá também uma versão digital gratuita, com o mesmo conteúdo, além de audiolivro nos três idiomas. A proposta é democratizar o acesso ao conhecimento. “Qualquer pessoa, em Mato Grosso do Sul ou em qualquer lugar do mundo, poderá acessar gratuitamente o e-book. Isso resolve uma questão que sempre me marcou nas viagens: as pessoas queriam saber onde encontrar o livro”, explica.

Essa preocupação com a acessibilidade não é nova. Em 2014, a obra já havia sido adaptada para audiolivro pelo Instituto Sul-Mato-Grossense para Cegos (Ismac), com apoio da Petrobras, garantindo o acesso de pessoas com deficiência visual.

CAMINHO PERCORRIDO

A construção do livro é também uma jornada física. Para as duas primeiras edições, o autor percorreu mais de 12 mil quilômetros pelo Estado, entre viagens de carro e barco, incluindo uma expedição ao Forte Coimbra, no Pantanal. Para a nova edição, a expectativa é de somar mais 6 mil km.

As viagens não são apenas deslocamentos geográficos, mas mergulhos em histórias, culturas e paisagens. “O que mais me marcou foram as pessoas. Me impressionou o nível de curiosidade que existe sobre o próprio lugar onde nascemos ou escolhemos morar”, relata.

Entre os novos destinos da terceira edição estão a Serra do Amolar, cavernas da Serra da Bodoquena, o Morro do Paxixi e a região de Alcinópolis, conhecida por seus sítios arqueológicos com pinturas rupestres que remontam a milhares de anos. Também integra o roteiro a ponte em construção que ligará Porto Murtinho, no Brasil, a Carmelo Peralta, no Paraguai, peça-chave da Rota Bioceânica.

Para o autor, o maior objetivo da obra é, desde a primeira edição, mostrar para o sul-mato-grossense um Estado que ele desconhece. “A fotografia que ilustra a capa das duas primeiras edições, por exemplo, foi feita em Costa Rica, que fica a 339 km a nordeste de Campo Grande.

É um lugar maravilhoso, com cânions, cachoeiras, corredeiras, grutas, orquidários naturais e chapadas desconhecidas. Estive lá há 28 anos e ainda pouco se fala sobre Costa Rica”, aponta o autor.

IDENTIDADE

Ao longo de quase quatro décadas acompanhando o desenvolvimento do Estado, Paulo Renato destaca um elemento central: a diversidade. Segundo ele, Mato Grosso do Sul é um mosaico cultural, formado por influências de diferentes regiões do Brasil e do mundo.

“Temos uma mistura única. Crianças crescem comendo comida japonesa enquanto japoneses fazem churrasco com mandioca. Tem gente do Brasil inteiro construindo Mato Grosso do Sul. Temos italianos, alemães, espanhóis, africanos, paraguaios, bolivianos, foragidos venezuelanos, haitianos, sírios e libaneses, além de uma diversidade interna riquíssima de povos nativos”, observa.

Essa pluralidade de povos indígenas e da herança de grupos pré-históricos é tema que será aprofundado na nova edição, com base em pesquisas acadêmicas e colaboração de especialistas. Nas edições anteriores, houve contribuições importantes, como do poeta Manoel de Barros, que foi entrevistado e homenageado na obra, e textos do ambientalista Frans Krajcberg, sobre preservação ambiental, e do historiador Henrique Spengler, sobre os povos originários da região.

“O historiador, pesquisador e artista plástico campo-grandense Henrique Spengler [1958-2003] escreveu e denominou esses povos nas primeiras edições. Seu texto, exclusivo para as duas primeiras edições, vai constar na terceira e em todas novas que eu fizer”, afirma Paulo Renato.

CONSTRUÇÃO TEXTUAL

Forte Coimbra (1999), no Pantanal, é uma das diversas paisagens fotografadas por Paulo Roberto ao longo da feitura do livroCapa das edições bilíngues de 2000 e 2004; fotografia foi feita em Costa Rica em 1999

Com formação em Jornalismo, o autor adota uma abordagem que combina apuração rigorosa com narrativa acessível. Ele define seu estilo como jornalismo literário, buscando traduzir informações complexas em textos compreensíveis para todos os públicos.

“Sempre que termino de escrever me pergunto se uma criança de oito anos de idade vai entender. Se sim, consegui meu objetivo. Se não, refaço até chegar neste nível de compreensão”, afirma.
Esse compromisso com a clareza contribuiu para que as primeiras edições do livro se tornassem referência bibliográfica oficial, sendo distribuído em escolas e incluído em guias de pesquisa histórica.

PARA SAIR DO PAPEL

Apesar da relevância cultural e histórica, a realização da terceira edição depende de captação de recursos via Lei Rouanet. O projeto foi aprovado pelo Ministério da Cultura e busca patrocinadores que possam investir com dedução integral do Imposto de Renda.

Segundo Paulo Renato, o apoio vai além do incentivo financeiro. “Ao apoiar, a marca passa a integrar um projeto de alto valor de pertencimento para o sul-mato-grossense, associando-se diretamente ao marco histórico do cinquentenário. A empresa posiciona-se como agente ativo na preservação e difusão da memória e identidade de Mato Grosso do Sul, em um projeto consolidado, com validação técnica do Ministério da Cultura e apoio institucional do governo de Mato Grosso do Sul”, explica.

A proposta ainda inclui exclusividade por segmento de mercado.

Para o diretor-presidente da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, Eduardo Mendes, iniciativas como essa são fundamentais: “Trabalhos dessa natureza ajudam a organizar e difundir a imagem do Estado, ampliando o acesso da população e projetando Mato Grosso do Sul para além de suas fronteiras”.

E, ao que tudo indica, essa não será a última edição. “Não pretendo parar”, diz Paulo Renato. “Enquanto houver histórias para contar e caminhos para percorrer, esse projeto continua”, finaliza.

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Felpuda

Alguns assessores de agentes públicos estão adotando a prática de "se...Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quinta-feira (2)

02/04/2026 00h03

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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PAULO COELHO - ESCRITOR BRASILEIRO

"Sempre que possível, seja claro. Mas que sua clareza não seja o motivo para ferir os outros”.

 

FELPUDA

Alguns assessores de agentes públicos estão adotando a prática de “se fingir de morto” quando contatados para prestar qualquer tipo de informação. A tchurminha que se enquadra nesse perfil é aquela que para não encontrá-la basta ir ao local de trabalho, ao menos deixa transparecer que a situação é essa. Não se sabe se tem gente desconhecendo o significado de servidor público (barnabé, no popular) ou se está com o rei na barriga. Mas, não custa mais uma vez lembrar: essa tarefa tem prazo de validade e quem não é visto, por desejo ou circunstâncias, não é lembrado. Portanto...

Novo endereço

A partir do dia 6, a Justiça Eleitoral de Campo Grande passará a atender no Memorial da Cultura, na Avenida Fernando Corrêa da Costa, nº 559, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.

Mais

A mudança visa facilitar o acesso da população aos serviços eleitorais, já que o local está situado na região central da cidade, bem como em razão da grande demanda de atendimentos.

Sistema alemão, conhecido como CloudFisher, foi instalado no Marrocos e transforma névoa em água potável ao capturar microgotículas do ar em montanhas próximas ao Saara, abastecendo vilarejos rurais com uma tecnologia baseada em vento, gravidade e captação atmosférica. De acordo com dados divulgados pela Wasserstiftung, organização alemã associada ao projeto, a instalação localizada no Monte Boutmezguida, reúne 31 coletores e cerca de 1.686 metros quadrados de área de malha. Quando não há neblina, a captação é reduzida ou inexistente, o que torna o armazenamento e a gestão local aspectos centrais do sistema. Em dias com neblina intensa, a produção pode alcançar cerca de 37 mil litros, enquanto médias de longo prazo são expressas em litros por metro quadrado de malha ao ano. O funcionamento depende de manutenção regular.

DiálogoUlysses Serra

 

DiálogoRoberta Maia Broder

Pode ser...

O governador Riedel não descarta a possibilidade de ter novamente o atual vice-governador Barbosinha como companheiro de chapa à reeleição. Assegurou, porém, que as convenções partidárias de julho é que oficializarão todas as pré-candidaturas. Vale lembrar que, nas eleições de 2024, Riedel foi anunciar o nome de Barbosinha como seu vice um dia antes da convenção. Nos meios políticos, dizem que a escolha foi acertada.

De Ferrari

Pelo altíssimo porcentual de diferença de preços dos produtos típicos da Páscoa em Campo Grande, há quem esteja dizendo que têm “coelhinhos querendo usar Ferrari para entregar ovos de chocolate”. O Procon MS fez pesquisa que identificou índice, mais de 118%, em 12 estabelecimentos. Foram os ovos de Páscoa infantis, de 80 gramas, que puxaram a maior variação de preços da pesquisa: 118,3%.

Variações

Pesquisadores do Procon MS também foram às peixarias e apuraram que o filé de salmão registrou a maior variação entre os produtos pesquisados (82%), com preço médio de R$ 111,72 o quilo. O bacalhau saithe, por sua vez, teve 43% de diferença no valor pago pelo consumidor final. As menores oscilações foram entre os peixes de água doce, sendo as maiores registradas no quilo do filé de pintado de cativeiro (33%) e na costelinha de pacu (31%). Os valores estão disponíveis no site www.procon.ms.gov.br/ noticias.

Aniversariantes

Dr. George Takimoto,
Dra. Maria Aparecida Albuquerque Arroyo,
Dr. Omar Francisco do Seixo Kadri,
Marijane Velasco de Souza,
Carlos Augusto Borges (Carlão),
Maysa Andrade Leite de Barros,
Raphael Maia Valente,
Falvio Missao Fujii,
Leda Mara Bertoloto Nunez,
Drª Keila Maria Lima Miguel Lorenzi,
Elias Guerra da Silva Junior,
Jorge de Abreu Rodrigues,
Marcelo Pereira da Silva,
Pedro de Toledo Filho,
Rose Mary Rocha Medina,
Sandro Alberto Ricci,
Viviane Martins Fernandes,
Adriana Arguello Coutinho,
Mauren Lilia Leite Furlanetto Rubio,
Josivam Martins da Silva,
Sizue Okimura de Faria,
Dr. Maurício Antônio Pompilio,
Ingrid Chappaz,
Arlindo Almeida de Rezende,
Adilson Bolonheis de Mello,
Lira Dequech,
Éder Flávio Benites Ramos,
Kelen Lopes Gomes,
Ana Paula Nunes da Cunha,
Lucas Costa da Rosa,
Daniela Mangieri Pithan,
Gisânia (Gisa) Marciano,
Auxiliadora Braga Moreno,
Adalgiza Kamiya,
Robson Dantas,
Marco Corrêa Neves,
Hilda Reis,
Adeilton Feliciano do Prado,
Dra. Eny Cleide de Mendonça Sartori Nogueira,
Luiz Antônio de Souza Ojeda,
Cícero Barbosa de Souza,
Ciro César Vilanova Maia,
Aloisio Ribeiro Souto,
Nilo Rodrigues de Oliveira,
Moacir Alves Fialho Júnior,
Haroldo Kawano,
Viviane Michel Ibrahim,
Walter Gomes,
Aroldo Ferreira Corrêa,
Théo de Freitas,
Jorge Almeida Jabrayan,
Adriana Ximenes,
Dr. Paulo Sérgio Monteiro,
Márcia Cristines Rocha,
Waldemar Gomes Santana,
Josefa Sanches Nakayama,
Deair Pereira Vargas,
Sandra Araújo de Oliveira,
Lídia Maria Albuquerque,
Edson Antônio de Freitas,
Cleide Milanesi,
Aluísio Alvarenga,
Seomar Kury Marques,
Carlos Alberto Rodrigues Morruda,
Carlos Albanesi,
Celso Pilegi,
Maria Neuza Pedra dos Santos,
Carolina Drago Fernandes,
Dr. Sergio Augusto Delgado Perdigão,
Celia Maria Zacharias,
Maria da Conceição Alves dos Santos,
Paulo Henrique da Cruz Lima,
Rômulo do Amaral,
Neide Leite da Silva,
Ronaldo Porto Alegre Tomasi,
Alysson Vasconcelos Leite,
Cézar José Cáceres,
Alcidio Duarte,
Pedro Antonio Felicio,
Espedito Soares de Souza,
Hélio Ferreira da Silva,
Rosely Teresinha Rodrigues Ramos,
Ana Claudia Mazzuquelle Marcon dos Santos,
Weimar Zoratte,
Rafael Midon Gimenes Vieira,
Gilton Bonfim Ferreira Jatobá,
Antonio Manoel Geronimo,
Cleir Edson Pereira de Deus,
Maria Santa Medina,
Ana Cristina Baruffi,
Oneide de Fátima Toniazzo,
Daniella Londero Silva,
Carla Maria Curi Vieira Delmas,
Maria Aparecida Santos,
Janaína Prescinato Miranda,
Nair Rosa dos Santos,
Aline Fernandes Antunes Soares,
Luisane Steffenon,
Sônia da Silva de Lima,
Kelly Cristina Duarte Cruz,
Cícero Vilela de Mello,
Edivalda da Silva Aguero,
Auzenira da Silva Milan,
Danyelle Bezerra Terhorst,
Odil Cleris Toledo Puques,
Raquel Otano de Andrade Portioli

COLABOROU TATYANE GAMEIRO

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