Correio B

PLATAFORMAS DIGITAIS

Seleção de filmes e séries em plataformas digitais, feita pelo "Via Streaming"

A dica da semana é a aclamada série "Forever", disponível na Amazon Prime Video

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Dica da Semana: “Forever”

Repleta de reviravoltas, série de 2018 da Amazon Prime Video retrata um casamento que caiu na monotonia

À medida que envelhecem e conquistam seus objetivos, muitas pessoas constroem uma rotina monótona que, por vezes, os impede de avançar mais como indivíduos. 

Afinal, a linha entre a coragem e a imprudência é extremamente tênue e chega-se um momento em que as atitudes são mais comedidas pois há mais coisas em jogo. 

No entanto, isso não significa que a pessoa está fadada a viver o mesmo dia em looping. 

E é exatamente sobre isso que se trata a aclamada série da Amazon Prime Video, “Forever”.

June (Maya Rudolph) e Oscar (Fred Armisen) se conheceram em um bar e, após alguns anos de namoro, eles se apaixonam e decidem se casar. 

No início, a vida dos dois parecia em perfeita paz: todos os dias eles saiam para caminhar pelas ruas do subúrbio, jogavam bocha, conversavam no mesmo banco e voltavam para casa. 

Como um casal aposentado, eles logo caíram em uma rotina sufocante que começa a incomodar June muito mais do que Oscar, que adora cozinhar as mesmas refeições todos os dias e faz as mesmas viagens todos os anos. 

Por isso, após 14 idas consecutivas a um chalé na beira do rio, June finalmente convence o marido a fazer algo diferente e os dois decidem esquiar.

No entanto, eles são um casal de meia idade que nunca fez nada parecido. 

Por conta disso, passam a maior parte do tempo lutando para ficar em pé com os esquis enquanto congelam de frio.

Assim, June decide que passará o resto da viagem na pousada, enquanto que Oscar tenta descer a montanha. 

Porém, um acontecimento inesperado pega os dois de surpresa e mudará suas vidas para sempre, de forma que, ao final da temporada, eles se transformam em pessoas completamente diferentes.

Link para o trailer de “Forever”

Ciladas no exterior

Novo filme da Larissa Manoela para Netflix se passa no inverno americano

O objetivo de um intercâmbio é que seus participantes adquiram conhecimentos sobre as culturas de outros países a partir da vivência cotidiana. Essa experiência pode ser pelo estudo ou trabalho, sendo o segundo comum entre mulheres de 18 a 26 que vão ao exterior trabalhar como babás. 

E é exatamente sobre isso que se trata o mais novo filme da Larissa Manoela com a Netflix, “Diários de Intercâmbio”, que estreia na plataforma dia 18 de agosto.

Após viver um romance de verão com Brad (David James), um comissário de bordo americano, Bárbara (Larissa Manoela) decide viajar para os Estados Unidos para reencontrá-lo. 

No entanto, exatamente por ser uma pessoa impulsiva e sem o hábito de planejar o futuro, ela tem seu pedido de visto negado ao não apresentar uma data de retorno ao Brasil. 

Sem se dar por vencida, ela decide se matricular em um programa de intercâmbio e arrasta a melhor amiga, Taila (Thati Lopes), com ela. 

Porém, o que elas não imaginavam é que essa experiência estaria repleta de desafios e barreiras culturais, a começar pelo local de destino.

Bárbara, que sempre sonhou em conhecer Nova York, acaba hospedada na cidade de Woodstock, na Geórgia, a mais de duas horas de avião de seu sonho. 

Além disso, acostumada a morar com a mãe, encontra dificuldades em se adaptar às novas obrigações domésticas que sua anfitriã, Sheryll (Kathy-Ann Hart), espera que ela realize. 

E para Taila a situação não é de todo melhor. 

Conhecida por ser um espírito livre e contestadora, ela precisa aprender a conviver com um casal extremamente patriota e conservador que pratica a caça de animais como hobby. 

Porém, é em Woodstock que Bárbara conhece Lucas (Bruno Montaleone), um brasileiro que mora nos Estados Unidos desde criança. 

Ele começa a fazê-la duvidar de seus sentimentos por Brad.  

Link para o trailer de “Diários de Intercâmbio”.

Nem tudo é o que parece ser

Baseado no livro homônimo de Harlan Coben, “Desaparecido Para Sempre” mostra que fantasmas do passado sempre podem voltar para assombrar o presente

Harlan Coben é um premiado escritor de suspense dos Estados Unidos, conhecido por dar vida a histórias praticamente impossíveis de largar. 

Para a alegria dos seus leitores, o autor - que conseguiu vencer três dos prêmios mais importantes das obras de suspense policial (o Anthony, o Shamus e o Edgar Allan Poe) - tem uma parceria com a Netflix, de onde surgiu a série "El Inocente" e de onde sairá a nova produção original da plataforma. 

"Desaparecido para Sempre" leva o título da obra escrita por Coben e será ambientada na França. 

Sua estreia no serviço de streaming vai ser no dia 13 de agosto, uma sexta-feira.

A história tem como protagonista Guillaume Lucchesi (Finnegan Oldfield), um homem de 30 anos que passou por uma experiência muito traumática dez anos antes. Isso porque perdeu duas das pessoas por quem tinha mais carinho nesse mundo: seu irmão Fred (Nicolas Duvauchelle) e seu primeiro amor Sonia (Garance Marillier). 

Apesar de ainda carregar vários traumas consequentes do incidente, o protagonista acreditava estar caminhando em direção a superar toda a essa situação passada. 

Porém, quando sua atual namorada Judith desaparece, Guillaume será obrigado a encarar verdades pelas quais ninguém jamais poderia se preparar.

No dia do funeral de sua mãe, Judith sai de casa para prestar suas homenagens e nunca volta. 

Desesperado para encontrar a pessoa que lhe devolveu o sentido da vida, o protagonista começa uma verdadeira investigação que, não coincidentemente, acaba o levando direto ao incidente que aconteceu dez anos antes. 

Isso porque Guillaume irá descobrir que Sonia e Judith se conheciam, além de surgir a possibilidade de seu irmão estar vivo. 

Ao longo dos cinco episódios de "Desaparecido para Sempre", o espectador será envolto em um mundo de suspense, mentiras e crimes do qual será difícil se desvencilhar antes de encarar o desfecho final.

Link para o trailer de “Desaparecido Para Sempre”.

FOLIA

Bebeu muito no Carnaval? Veja dicas de nutricionista para amenizar a ressaca

Ressaca acontece por conta de desidratação, hipoglicemia, efeitos tóxicos do álcool e acetaldeído no cérebro

15/02/2026 17h00

Pessoa com ressaca - Imagem de ilustração

Pessoa com ressaca - Imagem de ilustração

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Milhares de foliões pulam Carnaval nesta sexta (13), sábado (14), domingo (15), segunda (16) e terça (17).

Mas, muitos aproveitam a festa como se não houvesse amanhã e exageram na dose alcoólica. Como consequência, a ressaca é a primeira a 'dar as caras' no dia seguinte.

Ressaca é um conjunto de sintomas físicos e mentais, que causam dor de cabeça, sensibilidade à luz e som, fadiga, sede, tontura, náusea, vômito, boca seca, cansaço, sudorese e falta de apetite.

O álcool, em excesso, afeta a alteração da absorção de nutrientes, causa sobrepeso e aumento da barriga, altera a flora intestinal, interfere na imunidade, prejudica a pressão arterial e causa cirrose.

Em entrevista ao Correio do Estado, a nutricionista pós-graduada em Nutrição Esportiva, Lauana Emanuela Oliveira, afirmou que o fígado é o órgão do corpo que mais sofre com o excesso de álcool.

"O fígado é responsável por transformar substância tóxicas em não tóxicas no nosso organismo e o álcool é uma substância tóxica. Quando o álcool chega no fígado, é transformado em ácido acético, que é uma substância que não nos faz mal. Mas, antes desse processo acontecer, ele é transformado em acetaldeído, que é algo mais tóxico ainda. Então, o nosso organismo não fica apenas exposto apenas a uma substância tóxica, mas sim a duas", explicou.

"A sensação de mal estar é causada pelo acetaldeído. O fígado ficou trabalhando para processar o álcool e deixou de executar funções importantes, como liberar glicose nos momentos de jejum. O cansaço do dia seguinte é resultado de um corpo intoxicado que ficou lutando contra os baixos níveis de açúcar no sangue", finalizou.

As dicas que a especialista dá, para amenizar a ressaca, são:

  • Comer melancia, melão, abacaxi e laranja (frutas com alto teor de líquido)

  • Tomar bastante água

  • Ficar em repouso

  • Se alimentar bem

  • Tomar café preto

Coma alcoólico

Coma alcoólico é quando se ultrapassa o limite de metabolização do álcool pelo fígado. Com isso, o órgão não consegue mais realizar seu papel e o nível de álcool continua alto no sangue, causando intoxicação nos órgãos internos e no cérebro.

O excesso ocorre quando há mais de uma grama de álcool por litro de sangue e depende não apenas da dosagem que é consumida, mas também do peso, altura, alimentação e constituição física da pessoa. 

A partir das três gramas por litro, já é possível aparecer problemas cardiorrespiratórios, perda de consciência, desmaios, convulsão e hiportermia.

Capa da semana Correio B+

Entrevista exclusiva com a atriz Gabi Spaciari, ela interpreta a saudosa Elke Maravilha em filme

"Viver Elke Maravilha foi um trabalho de observação e detalhes muito grandes"

15/02/2026 16h00

Entrevista exclusiva com a atriz Gabi Spaciari, ela interpreta a saudosa Elke Maravilha em filme

Entrevista exclusiva com a atriz Gabi Spaciari, ela interpreta a saudosa Elke Maravilha em filme Foto: Arturo Cordero

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Celebrando 15 anos de carreira, Gabi Spaciari pode ser vista em duas produções recentes do streaming: Na Netflix, a atriz interpreta Elke Maravilha no longa “Silvio Santos vem aí”, ao lado de Leandro Hassum. Já na Prime Video, ela pode ser vista nos filmes “O armário mágico” e “Um caso de outro mundo”, que protagoniza ao lado de Glauce Graieb e Nívea Maria.

Paranaense, Gabi também é produtora. Entre seus projetos está o curta-metragem "Broken Hills", dirigido por Edmilson Filho. A obra, que ela escreveu e estrelou, recebeu diversos prêmios e indicações de Melhor Atriz em festivais internacionais. Atualmente, a artista está em fase de pós-produção do documentário longa-metragem "Mom Street", que dirigiu e produziu, abordando a comunidade de Skid Row, em Los Angeles, e possíveis soluções para a situação das pessoas em situação de rua.

Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Gabi Spaciari também atuou nos longas brasileiros "Love in Quarantine" e “Fora de Cena”.  Ela ainda tem trabalhos na Espanha, nos Emirados Árabes e nos Estados Unidos, onde participou da série americana "The Bold and the Beautiful", exibida pela CBS, e da peça "Paisaje Marino con Tiburones y Bailarina" - vencedora do Encore Award no Hollywood Fringe Festival (2018).

Gabi também tem no currículo campanhas para marcas nacionais e internacionais, como O Museu do Luvre, Warner Bros, Museu Sheik Zayed, e participações em videoclipes “Maresia", do cantor português Gohu, e "One Last Time", da cantora canadense Maggie Szabo.

Gabi é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana, e em entrevista ao Caderno ela fala sobre carreira, trabalhos e seu papel como a icônica Elke Maravilha em filme. 

Entrevista exclusiva com a atriz Gabi Spaciari, ela interpreta a saudosa Elke Maravilha em filmeA atriz Gabi Spaciari é Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Arturi Cordero - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

CE - Gabi você interpreta Elke Maravilha no filme “Silvio Santos Vem ai’”, que está disponível na Netflix. Como foi dar vida a esse ícone nacional? Como a caracterização impactou na sua atuação?
GS -
 Foi uma delícia! Não tem como colocar um ornamento na cabeça de 30 centímetros e agir naturalmente, imediatamente a gente vira Elke! Elke tem muitas camadas, nesse filme a gente vê só a caracterização. 

CE - Você também pode ser vista nos longas “O armário mágico” e “Um caso de outro mundo”, do qual é protagonista, na Prime Video. Como você observa o espaço que streaming dá para produções e artistas hoje?
GS -
Acho que é uma via de mão dupla, custa tanto para fazer uma produção que ter uma quantidade tão diversa de filmes, sem precisar produzir é extremamente lucrativo para os streamings. E para os filmes é essencial exposição. Então, acho que ambos se beneficiam.

CE - Apesar de vários filmes no currículo, você ainda não tem novelas. Sonha em trabalhar nesse tipo de produção no Brasil?
GS -
Claro que sim! Poder ir ao set durante meses seguidos deve ser uma delícia para o ator. No cinema, as produções que participei duraram de 2 semanas a 2 meses. 

CE - Acha que fazer novela e TV aberta são ainda fundamentais para a visibilidade dos artistas?
GS -
 Depende do país que estamos falando. Se for Brasil, com certeza, já que somos o país das telenovelas. Ao redor do mundo, não. Os programas mais vistos não são novelas.

CE - Você fez vários trabalhos pelo mundo, como nos EUA e na Espanha. O que enxerga de diferente no mercado internacional? E como é se manter trabalhando fora do país?
GS -
 Cada país difere muito em termos de produção audiovisual. Os EUA são mais estruturados e acessíveis em termos de acesso aos castings, por exemplo. A Espanha é um mercado aquecido da Europa, onde já fiz comercial. Mas, em qualquer parte do mundo, oO caminho é sempre o mesmo: agências, testes, conhecer gente, manter material atualizado, continuar aprendendo…

CE - Em Paralelo à vida de atriz, você é produtora e tem curtas em festivais e está finalizando outros. Como é assumir as rédeas de projetos pessoais? 
GS -
 É gratificante ver ideias que eram só suas ganhando vida e sendo abraçadas por outras pessoas. Acho que esse é o poder da comunicação. Acredito que é uma necessidade contar histórias e, às vezes, elas ainda não foram abordadas por determinado ângulo. Então, surge daí a minha necessidade de contá-la.

Entrevista exclusiva com a atriz Gabi Spaciari, ela interpreta a saudosa Elke Maravilha em filmeA atriz Gabi Spaciari é Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Divulgação - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

CE - Você está festejando 15 anos de trajetória artística. Qual avaliação você faz da sua carreira até aqui? 
GS -
 Às vezes, eu olho pra trás e parece que já vivi várias vidas. A menina que fazia teatro na cidade de 6 mil habitantes é muito diferente da que trabalhou em Los Angeles. Sempre o que me motivou foi o aprendizado como ser humano para ser uma artista melhor. Acredito que ter morado e trabalhado em várias culturas ao redor do mundo transformou muito minha visão e trajetória enquanto artista.

CE - Você mora em Dubai. Como é a vida por ai? Como é atravessar oceanos pra fazer trabalhos como atriz?
GS -
 Sim! Em Dubai trabalho em comerciais e fotos para marcas bem conhecidas como Museu do Louvre e Warner Bros, por exemplo. Também como assistente de direção em produções locais. Sempre se ganha algo e se perde algo! Aqui as produções cinematográficas são quase inexistentes. 

CE - Quais seus sonhos profissionais?
GS -
 Quero continuar produzindo histórias com senso crítico social, como o documentário que estou trabalhando sobre Skid Row. E participar de filmes e projetos que sejam interessantes! De história, de equipe, mais do que quantidade estou buscando alinhamento e qualidade. 

CE - Quais os próximos projetos a caminho?
GS - 
Mom Street, meu documentário que está em pós-produção. Ele tem direção e produção assinadas por mim e aborda a comunidade de Skid Row, em Los Angeles, e possíveis soluções para a situação das pessoas em situação de rua.

 

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