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Exportações do agro batem recorde histórico

Confira seu podcast semanal do Correio Rural na voz de Bruno Blecher

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Depois de somar quinze bilhões de dólares em maio, as exportações brasileiras do agro alcançaram sessenta e três vírgula seis bilhões de dólares na somatória dos primeiros cinco meses do ano, com alta de vinte e nove por cento em relação a dois mil e vinte e um e recorde histórico. 

Esses números são da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, desses sessenta e três vírgula seis bi, trinta e cinco vírgula quatro por cento vieram da China. 

Dezesseis por cento da União Europeia e seis vírgula cinco por cento dos Estados Unidos. o complexo soja representa quarenta e seis vírgula sete por cento desse total e as carnes quinze vírgula cinco por cento, ou seja, juntos soja e carnes representam mais de sessenta por cento da receita obtida pelo Brasil com as exportações do agro.

As exportações brasileiras de milho pelo porto de Paranaguá no sul do país cresceram cento e sessenta e um por cento nos primeiros cinco meses do ano em parte devido a falta do produto da Ucrânia no mercado.

O volume de milho exportado entre janeiro e e maio via Paranaguá somou um vírgula cinco quatro meia milhão de toneladas. Ante quinhentos e noventa e um quer dizer o dobro. Quinhentos e noventa e um quinhentos e trinta e oito mil toneladas nos primeiros meses do ano anterior. 

O conflito da Ucrânia que está fazendo com que os compradores de milho busquem suprimentos de origem alternativas. 

Falamos de exportações, agora vamos falar um pouco de importações. 

em maio de dois mil e vinte e dois os cinco principais países fornecedores e fertilizantes para o Brasil foram pela ordem. 

Rússia vinte e oito vírgula quatro por cento. Canadá doze por cento. Marrocos onze vírgula sete por cento e Estados Unidos. 

A oferta de fertilizantes que chegou a ser motivo de alarme por causa da guerra Rússia e Ucrânia parece estar mais tranquila agora. 

Principal fornecedor do Brasil, a Rússia registrou aumento de entrega de seis vírgula um por cento de janeiro a mais desse ano em relação ao mesmo período do ano passado. 

Portanto antes da guerra no total de janeiro a maio o volume de fertilizantes importados pelo Brasil é dezesseis por cento superior ao do mesmo período do ano passado. 

O representante da empresa Stonex Marcelo Melo diz que o aumento no preço atual é o maior da história. 

Melo explicou que os preços ficaram muito altos por inúmeros fatores como a crise do gás natural, exceções da Rússia e da China à exportação de fertilizantes, aprofundamento das sanções dos Estados Unidos Abiello ou Rússia agora a guerra entre Rússia e Ucrânia. 

Ele espera que esse ano mesmo o encontro da oferta e da demanda correções de preços resulte no final do ciclo de alta. 

Já para dois mil e vinte e três, dois mil e vinte e quatro segundo ele poderemos ter uma acomodação das crises entre os países. 

Abielo Rússia, Rússia e Ucrânia retorno às exportações da China, novas produções de INPK e o mercado tende a operar em quedas. Será?

Consultor também fez recomendações pra compra de fertilizantes mostrando um bom cenário de compra pra nitrogenados fosfatados e potássio no período de setembro a outubro desse ano.

A partir de outubro ele acha que é o melhor produtor esperar para ver o desenvolvimento dos preços que podem cair a partir de dois mil e vinte e três. 

Os produtores de grãos segundo ele ainda não estão produzindo com prejuízos mas com risco. 

Por isso ele tem que dosar o uso de fertilizantes. É essa a opinião do consultor sobre fertilizantes. E pra fechar o boletim do Correio do Estado dessa semana, vamos falar um pouco de cana. Os números de maio do boletim de olho da safra elaborado pelo Centro de Tecnologia Canavieira, o CTC indicam ATR que é o (açúcar total recuperável) de cento e vinte e três na região centro-oeste do Sul mais baixo que o da safra anterior e foi de cento e trinta em dois mil e vinte e um, dois mil e vinte e dois. 

A queda é reflexo dos maiores volumes de chuvas observados nesse início de temporada segundo os técnicos do CTC. 

Já a produtividade do Scaniar a canaviais verificada em maio de dois mil e vinte e dois de cento e setenta e seis toneladas de cana por hectare está bem próxima da observada em dois mil e vinte e um, dois mil e vinte e dois de que foi de setenta e sete toneladas por hectare. 

Mais uma vez o destaque negativo tanto em produtividade quanto em ATR é de Mato Grosso do Sul, onde houve redução de rendimento devido principalmente ao efeito da geada e da seca na safra dois mil e vinte e um, dois mil e vinte e dois. 

Os elevados volumes de chuva em abril e maio contribuíram pra o baixo ATR no estado. Destaque positiva pra região de Goiás, onde a seca na safra passada causou menor impacto aos canaviais quando comparado as demais regiões do Centro-Sul. 

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