O Brasil pode dividir a liderança da exportação de milho com os Estados Unidos na temporada dois mil e vinte e dois, dois mil e vinte e três que vai de outubro de dois mil e vinte e dois a setembro de dois mil e vinte e três.
Essa é uma projeção do IOSDA, Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.
O volume previsto de exportação para o Brasil é de cinquenta e um milhões de toneladas. É nesse contexto que leva as expectativas positivas para as exportações brasileiras nos próximos meses e anos com os avanços nos acordos fitossanitários com a China.
A China foi o o maior destino do milho brasileiro em dezembro de dois mil e vinte e dois e em janeiro último
essas são análises do Lurcídio Alves que é professor da ESALC USP, pesquisador responsável pelas equipes de grãos, fibras e amidos do CEPEA.
Segundo Lucírio nos últimos meses além do excedente internoa demanda externa pelo serial nacional também foi favorecidas pelas restrições observadas nos maiores exportadores mundiais como Estados Unidos, Argentina e Ucrânia.
Os dois primeiros países, Estados Unidos e Argentina enfrentaram condições climáticas adversas.
Enquanto a guerra limitou a oferta e a capacidade exportadora da Ucrânia, país do leste europeu.
As atenções devem se voltar ao cultivo do milho de segunda safra de dois mil e vinte e dois e dois mil e vinte e três cujo o ritmo de semeadura atual está atrasado.
Em decorrência da lenta colheita sobretudo da soja as atividades de campo vem sendo afetadas por chuvas intensas diz Lucílio Alves.
As exportações também tende a diminuir conforme a disponibilidade interna se reduz até que a colheita de uma nova safra esteja disponível;
Nos Estados Unidos soja e milho especialmente deve continuar com disputa acirrada por área. Mas é de se esperar que os excedentes norte-americanos possam voltar aos patamares normais possibilitando a retomada das dianteiras das exportações mundiais.
Pesquisadores da Universidade de São Paulo desenvolveram um sensor eletroquímico de papel Kraft capaz de detectar em tempo real a presença de pesticida entre frutas e verduras.
Ao entrar em contato com maçãs ou repolhos, por exemplo, o sensor ligado a um dispositivo eletrônico identifica a presença e mensura a quantidade do fungicida que é amplamente utilizada no Brasil apesar de proibido.
Para verificar a presença de pesticidas em alimentos por meio de abordagens convencionais preciso triturar uma amostra, submeter a processos químicos demorados pra só então detectar a substância.
É o que diz Maria Fernanda Zigler, autora do artigo da agência FAPESP os sensores vestíveis como o que desenvolvemos para o monitoramento contínuo da concentração de pesticidas na agricultura e na indústria de alimentos eliminam a necessidade desses procedimentos complexos.
Segundo o professor Osvaldo Novaes de Oliveira Júnior da USP fica muito mais fácil, barato, além de ser muito mais confiável para um supermercado, restaurante ou importador fazer a verificação.
Um novo dispositivo tem grande sensibilidade e se assemelha aqueles medidores de glicose utilizados por diabéticos, o glicosímetro.
Pra medir a quantidade de agrotóxicos em alimentos, o setor eletro, o sensor eletroquímico capta a presença de fungicida, e o resultado pode ser acessado em questão de minutos, por meio de um aplicativo de celular. Tudo de forma bastante rápida e barata.
Você já ouviu falar do caruru o famoso Amarantos híbridos é um problema que afeta a produtividade dos plantios de soja, uma planta daninha, conhecida como caruru, o amarantos híbridos que pode ser melhor controlada quando há integração da lavoura de verão com a pecuária de inverno.
Estudos desenvolvidos pela EMBRAPA, Instituto Federal Sul Rio Grandense e a empresa três Thentos demonstraram que o manejo com a implantação do azevém na estação fria pode reduzir em até noventa por cento a infestação de caruru até doze dias após a semeadura da soja.
Isso porque a palhada resultante da da forrageira funciona como barreira física para o crescimento dessa espécie daninha.
Em dois mil e dezoito foi relatada as resistência do Caruru ao glifosato, principal herbicida empregado no campo e sistemas de integração lavoura pecuária, o ILP no Sul do Brasil, o cultivo de espécies como azevém e aveia preta no inverno para pastejo sucedido pela lavoura no verão já é prática bastante comum
No entanto quando o manejo do pasto é realizado sob alta intensidade de pastejo elevada a carga animal geralmente se vê a abertura de espaço com exposição do solo o que favorece a germinação e a emergência de sementes de plantas daninhas presentes na área.
Assim, as plantas forrageiras devem ser manejadas de acordo com as recomendações técnicas de altura para cada espécie.
O pastejo, segundo a Embrapa, quando realizar de forma adequada, respeitando os princípios técnicos, pode ser uma estratégia de apoio no manejo de plantas daninhas em sistemas integrados, reduzindo o seu fluxo de emergência no estabelecimento inicial soja em sucessão.


