O vazio quando sanitário começou na quinta-feira dia quinze de junho e os produtores rurais de Mato Grosso precisam estar atentos pra que até o dia quinze de setembro não haja nenhuma planta viva de soja nas propriedades.
A medida, o vazio sanitário é imprescindível para garantir um amplo controle do fungo causador da ferrugem asiática e viabilizar a próxima safra de oleaginosa. Segundo a Aprosoja Mato Grosso a continuidade da sojicultura está diretamente ligada ao sucesso do vazio sanitário.
Nesse período de noventa dias não pode ter plantas vivas no campo e é sagrado pra entidade de seus associados.
O vazio sanitário é uma ferramenta extremamente importante de controle sanitário, principalmente da ferrugem asiática.
Como vocês sabem, a doença que mais causa prejuízo a produção de soja é a ferrugem asiática, todos os produtores devem aderir ao vazio sanitário pensando na viabilização da próxima cultura da soja.
O produtor tem que fazer um rígido controle em suas propriedades destruindo a soja guacha, urtigueira
em algumas regiões de Mato Grosso houve ocorrência de chuva nos últimos dias o que contribui para o desenvolvimento das plantas.
Por outro lado a soja, guacha pode nascer nas margens da rodovias pois muitos grãos caem no transporte.
Então todo cuidado é pouco para vazio sanitário nesse período que vai de quinze de junho a quinze de setembro.
E o papo agora é sobre irrigação, o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos da ABIMAQ, o José Veloso, apresentou ao ministro da agricultura Carlos Fávaro, uma proposta de projeto para incentivar a expansão da área irrigada na agricultura no país.
Segundo o ABIMAQ seriam necessários investimentos de dez bilhões de reais por ano para aumentar a área irrigada no Brasil nos atuais sete por cento pra cerca de trinta por cento de todas as lavouras já existentes.
Segundo Veloso, hoje a área irrigada é sete por cento da área agricultada. Se a gente conseguisse levar pra trinta por cento, conseguiria aumentar em cinquenta por cento a produção agrícola do país.
Sem usar um metro quadrado a mais de área. Olha só. É sustentabilidade na veia.
O presidente da ABIMAQ disse que os investimentos em irrigação poderiam representar um grande projeto sustentável do Brasil contra a fome a irrigação seria um grande projeto de ESG de sustentabilidade para o Brasil.
Produzir mais alimentos sem aumentar a área. Aumentaríamos a produção, trabalharíamos contra a fome, ou seja, produzindo alimentos para o Brasil e para o mundo de forma sustentável aproveitando melhor a área agricultada do Brasil.
Você já imaginou um Brasil sem feijão com arroz? Pois é, isso está quase acontecendo. Se as tendências atuais para o consumo de feijão no Brasil se mantiverem o feijão vai sair da dieta básica da população e deixará de ser comido regularmente até dois mil e vinte e cinco.
Isso é uma pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais que constatou isso um alerta para as consequências negativas que a mudança de dieta pode causar as famílias brasileiras.
Os estudos são da pesquisadora e nutricionista Fernanda Serra e foram desenvolvidos ao longo do doutorado que ela fez em saúde pública na faculdade de medicina da UFMG.
Ela levantou dados que demonstram queda na frequência semanal com que o feijão aparece no prato das pessoas adultas. E observou substituição da alimentação natural pelos chamados ultraprocessados, isso a gente vê no dia a dia cada vez mais a população se fazendo valer dos ultraprocessados como substituindo produtos nutritivos e saudáveis como feijão com arroz.
Informações de dois mil e sete a dois mil e dezessete mostra um declínio a partir da segunda metade do período, se antes sessenta e sete vírgula cinco por cento da população consumia feijão regularmente a sete dias por semana.
No fim do período, o número tinha caído pra cinquenta e nove vírgula cinco por cento das pessoas. No mesmo período, cresceu o que a pesquisa classifica como consumo irregular de feijão.
Quando as pessoas comem o produto de zero a quatro vezes por semana. Isso é um alerta importante porque a gente tá deixando de consumir produtos saudáveis e trocando por ultraprocessados.
Isso a pesquisa tá até demonstrando a causa de bastante obesidade.



