Ter um trabalho e carteira assinada está mais difícil em Mato Grosso do Sul. Dados do Cadastro Geral de Empregos e Desempregos (CAGED), divulgados nesta sexta-feira (20), mostraram que nos primeiros dez meses deste ano houve corte de 2.667 postos (queda de -0,52%).
Essa estatística negativa não foi alterada nem mesmo pelo resultado positivo que a mesma pesquisa revelou. Em outubro deste ano, houve a criação de 41 empregos celetistas. Os setores que ajudaram nessa melhora foram a construção civil (469 postos novos) e agropecuária (369 postos criados).
As maiores perdas em outubro de 2015 foram no setor de serviços (506) e construção civil (208).
Se analisado os números nos últimos 12 meses, a retração da carteira assinada em Mato Grosso do Sul atingiu o patamar de 2,78%, o que equivale a 14.701 empregos que deixaram de existir.
As cidades que exponenciam essa redução são Corumbá (-1,4%), Naviraí (-0,82%), Campo Grande (-0,31), Rio Brilhante (-0,27%) e Aquidauna (-0,04).
QUEM MELHOROU
O mesmo mapa trouxe os municípios que registraram evolução no emprego. Quem lidera essa lista é Paranaíba (3,88%), com saldo de 288 vagas. Logo depois aparece Três Lagoas (0,22%) e 85 novos postos criados. Na terceira posição fica Nova Andradina, com saldo de 78 vagas criadas.