Encerrado o primeiro trimestre de 2016, o cenário ainda é de retração no varejo campo-grandense e centenas de lojas e salões fechados em 2015 no “centrão” de Campo Grande ainda estão à espera de interessados.
No entanto, o que começa a mudar é a saída em massa de lojistas dos pontos comerciais da região.
Para evitar a debandada, muitos proprietários de imóveis comerciais estão congelando os reajustes.
Dois fatores, detectados pelo Jornal Correio do Estado em conversa com comerciantes, corretores de imóveis e representantes da Associação Comercial, podem ter contribuído para atenuar o quadro de “esvaziamento” do centro : o adiamento de reajuste nos valores dos aluguéis, apesar de alta de até 12% no mês de fevereiro; e uma expectativa, ainda que tímida, de melhora na economia a partir deste segundo trimestre.
*Leia reportagem, de Daniella Arruda, na edição de hoje (2) do jornal Correio do Estado.