Com nível de admissões e desligamentos praticamente estável em 2016, Chapadão do Sul tenta, com apoio do governo do Estado, incrementar seu Distrito Industrial para aumentar a capacidade de emprego no município.
Ano passado, entre contratações e demissões, o saldo foi 63. No total, 3.571 pessoas acabaram admitidas, contra 3.508, conforme dados divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
O setor de indústria de transformação correspondeu a 541 admissões nesse período analisado, com um total de 114 estabelecimentos analisados. Ao mesmo tempo, a agricultura teve número absoluto maior, de 915 contratações, com 362 locais de emprego pesquisados.
No município, as vagas de emprego concentram-se no comércio, que teve balanço negativo em 2016. O setor tem 696 estabelecimentos e enquanto contratou 1.080 pessoas, demitiu 1.122. Outra força na economia local é a área de serviços, que contratou 908 e mandou embora 802 empregados, com 759 empreendimentos analisados.
O prefeito João Carlos Krug (PSDB) teve encontro com o secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico, Jaime Verruck, na sexta-feira (27) e fez solicitação para receber recursos de fomento a industrialização local.
O governo estadual mantém ativo o projeto de estruturação de núcleos industriais em Campo Grande, Dourados e Três Lagoas. São usados recursos do Fundo de Apoio à Industrialização (FAI), vinculado à Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico (Semade).
A prefeitura ainda precisa apresentar projeto à pasta para garantir dinheiro para obras. A proposta depende também de aprovação.
“São ações fundamentais o apoio aos municípios, uma vez que precisamos viabilizar a atração de novos empreendimentos para nosso estado”, disse o secretário de Estado.
Em Mato Grosso do Sul, no balanço de 2016, a indústria de celulose e a ligada ao agronegócio foi a que mais se consolidou.