O frango continua voando alto. Olha a receita das exportações de carne e de frango inclui o inatura e processados, fechou outubro deste ano com oitocentus e vinte e dois vírgula seis milhões de dólares.
A informação é da Associação Brasileira de Proteína Animal o resultado é quinze por cento maior ao de outubro de dois mil e vinte e um. Apesar do volume embarcado ser menor.
No acumulado, janeiro a outubro, a receita das exportações de carne e frango somou oito vírgula um nove cinco bilhões de dólares quase trinta por cento a mais do que no do mesmo período do ano passado.
Em volume os embarques registrados nos dez primeiros meses chegaram a quatro mil e sessenta milhões de toneladas se cinco vírgula um por cento maior que o registrado no mesmo período do ano passado.
Do ano anterior. O desempenho positivo mostra que a demanda pelo produto brasileiro está estável. Entre os principais destinos de exportações do ano de janeiro a outubro se destacam os Emirados Árabes com vinte e dois vírgula nove por cento, as Filipinas com quarenta e cinco vírgula seis por cento a União Europeia com vinte e três vírgula oito por cento, a Coréia do Sul com sessenta e três vírgula dois por cento.
A queda dos preços de fertilizante enquanto escotações da soja permanecem alto favoreceu os produtores brasileiros aí buscar fertilizantes aí, comprar fertilizantes para a safra dois mil e vinte e três de dois mil e vinte e quatro pra próxima safra a que nem foi plantada aí isso é uma informação da da Reuters com base na análise da Agrinvest.
Em abril os produtores precisavam do equivalente a vinte vírgula quatro sacas de soja pra comprar uma tonelada de um fertilizante.
Essa proporção caiu pra dez sacas agora segundo a Reuters agora com a perspectiva da instalação do novo governo, várias entidades e e universidades estão realizando eventos para discutir como vai ser assim o agronegócio sobre Lula.
O INSPER realizou um evento importante aqui em São Paulo
recentemente eu destaco duas falas do desse evento do INSPER uma do Marco Jank professor símbolo de agronegócio e coordenador do Centro Insper Agroglobal. Ele iniciou a falar dele apontando os avanços do setor em tempos de pandemia. Guerra na Ucrânia e problemas climáticos.
Ou seja, não faltaram problemas, né? Pro Brasil. Mesmo assim o Brasil mostrou uma capacidade de resposta muito grande, o agronegócio nós exportamos cem bilhões de dólares em dois mil e vinte cento e vinte bilhões no ano passado e vão chegar a cento e quarenta e cinco bilhões esse ano segundo projeção do Marco Janke e essa demanda vai continuar firme nos próximos anos com destaque pra commodities tradicionais como soja, milho e carne.
O Marcos Jank porém chamou atenção do Novo governo para o que ele chama de risco de ideias infelizes.
O que que seria essas ideias infelizes? A mais infeliz de todas segundo ele seria taxar as importações agrícolas para ajudar na questão fiscal isso aconteceu em vários países aí do mundo, principalmente na Argentina e todos se deram mal, né?
Mas o Jank lembrou que os grandes avanços que a agricultura fez nos últimos quarenta anos no Brasil foram exatamente quando o governo diminuiu suas intervenções a volta da regulação e do controle do setor seria um desastre segundo ele.
O ponto positivo do que o Jank salientou aí é questão da redução do desmatamento.
A gente sabe que esse governo tem entre essas prioridades seduzidas ilegal, né? Nesse caso a imagem do Brasil teria grandes impactos positivos se a gente conseguisse diminuir desmatamentos ilegais e a gente teria uma janela de oportunidades aí no mercado de carbono.
O Brasil é líder em pautas relevantes do meio ambiental como o uso de fontes renováveis na energia. Ainda falando sobre o novo governo e os seminários que estão sendo realizados em vários pontos do país sobre como que vai ser um novo governo, como que vai ser o agro com com com o Lula.
Nós tivemos no evento do INSPER a participação do Mailson Damão Abreca que foi ex-ministro da fazenda e é um importante analista, né ele disse que os próximos quatro anos será mais desafiador ainda do que o Plano Real, porque a gente tem assim, no cenário internacional tá muito ruim e há risco de uma crise fiscal muito séria aqui no Brasilprevê uma redução no ritmo da globalização no mundo.
Ou seja, o mundo vai se tornar menos eficiente, com preços mais altos, juros elevados e uma economia bem mais fraca.
Isso impacta o Brasil? Lógico, tanto no comércio exterior, como na atração de investimentos
outro ponto negativo para o Brasil é a baixa produtividade, né?
O Brasil vai crescer a taxas de um e meio a dois por cento ao ano e não deve sair disso nesses próximos quatro anos
na crise fiscal ele destaca o fracasso do teto de gastos.