Economia

BALANÇO

Dinheiro do 13º neste fim de ano será mais para pagar dívidas e menos para "festança"

Confederação Nacional do Comércio aponta que, do montande de R$ 251,6 bilhões para pagamento do benefício, 38% vai para as contas

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Com o 13.º pago e as festas de fim de ano se aproximando, o dinheiro recebido pelo trabalhador nos dois últimos meses de 2022 será direcionado para as contas, segundo a  Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísca (IBGE) nesta semana. 

Vale ressaltar que há sim projeção de aumento do volume de vendas para o varejo, cerca de 0,4% em outubro, conforme a PMC, que já representa o terceiro acréscimo consecutivo, melhora de 2,7% se comparado com 2021. 

Segundo a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio-MS), o 13.º pago totaliza cerca de R$ 251,6 bilhões. 

Para fins de comparação, no ano passado esse montante foi de R$ 236,4 bi, número que é 6,4% menor ao deste 2022. 

Até 20 de novembro, a primeira parcela havia sido paga para 87,6 milhões de pessoas, sendo que entre o ano passado e este, houve estabilidade no valor médio, sendo R$ 2.868 em 2021 e R$ 2.870 para 2022. 

Padrão na época

Em seu estudo, a CNC salienta que o comportamento do cidadão deverá se repetir, com o dinheiro recebido sendo direcionado para as contas. 

Dados da Pequisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) mais recente - que mostra o recorte comportamental de Campo Grande -, apontam que o número de famílias endividadas, nesta última análise mensal, ficou em 60,9%. 

Dentre os entrevistados, 53,3% dos campo-grandenses sinalizaram que gastam cerca de 50%, ou mais, do salário com o pagamento de dívidas. 

“A escalada dos juros ao consumidor e o comprometimento médio da renda familiar são as principais causas para que os consumidores utilizem o benefício para quitação ou abatimento de dívidas”, explica Fabio Bentes, o economista da CNC responsável pelo estudo. **(Com informações da assessoria)

 

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Energia elétrica

Aneel recomenda aumento de 12,61% na conta de luz em Mato Grosso do Sul

Decisão final será tomada na próxima terça-feira, com impacto para 1,15 milhão de consumidores da Energisa MS

03/04/2026 04h00

Conta de luz deve ficar mais cara no mês que vem

Conta de luz deve ficar mais cara no mês que vem Gerson Oliveira

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O reajuste médio da tarifa de energia elétrica dos 1,15 milhão de consumidores atendidos pela Energisa MS, em 74 municípios sul-mato-grossenses, deve ser quase 10 vezes maior que o do ano passado e ficar seis vezes acima da inflação registrada em Campo Grande. 

A área técnica da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) recomendou um aumento médio de 12,61% este ano, enquanto em 2025 foi de 1,33%. Já a inflação entre fevereiro de 2025 e o mesmo mês deste ano subiu 2,13%.

Embora este deva ser o índice médio, a Superintendência de Gestão Tarifária e Regulação Econômica (STR) da autarquia apresentou no processo de reajuste os porcentuais que servirão como subsídios para as tarifas residências e industriais, que serão diferentes. 

Os consumidores de baixa-tensão deverão pagar 12,49% a mais pela energia consumida, enquanto os de alta-tensão devem ter um aumento maior, de 12,88%, segundo a planilha apresentada no dia 30 de março, às 17h57min, pela STR. 

Estes porcentuais podem sofrer alterações no relatório a ser votado. É que a decisão final sobre o porcentual vai ser dada na terça-feira, às 9h, quando a diretoria colegiada da Agência vai se reunir para analisar o relatório da diretora Agnes Maria de Aragão da Costa, com os novos valores tarifários começando a vigorar a partir do dia seguinte, na quarta-feira. 

Este porcentual recomendado pela área técnica é quase 10 vezes maior que o reajuste médio do ano passado, quando a diretoria colegiada da Aneel aprovou, no dia 8 de abril, os índices para a Energisa MS. À época, o porcentual médio foi de 1,33%, porém, o de baixa-tensão ficou em 0,69% e o de alta-tensão, em 3,09%.

Custos

De acordo com a Aneel, os custos que mais impactaram o reajuste da Energisa MS em 2025 foram os gastos com atividades de distribuição de energia elétrica e pagamento de encargos setoriais. Na planilha da área técnica não são explicados os motivos de o aumento ser muito maior este ano.

Em relação à inflação, o aumento deve ser seis vezes maior, já que o Índice de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado em 12 meses, entre fevereiro de 2025 e fevereiro deste ano, último dado divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em Campo Grande, foi de 2,13%.

Numa prévia da inflação do mês passado, divulgada pelo IBGE, o IPCA-15 estava acumulado em 3,9% nos últimos 12 meses (de março de 2025 a março deste ano). 

Outras praças

Em março, a diretoria da Aneel aprovou aumento médio de 14,07% na tarifa de energia elétrica cobrada pela Enel Distribuição Rio (Enel RJ), que atende cerca de 2,79 milhões de unidades consumidoras no estado. O índice médio da alta-tensão ficou em 19,84% e da baixa tensão, em 14,23%.

Já a revisão tarifária, também realizada no mês passado, da Light Serviços de Eletricidade S.A., que atende mais de 3,96 milhões de unidades consumidoras em 31 municípios fluminenses, elevou em média 8,59% a tarifa. Para a alta-tensão o reajuste foi de 13,46% e para a baixa-tensão, de 6,56%.

Revisão x Reajuste

A revisão tarifária periódica (RTP) e o reajuste tarifário anual (RTA) são os dois processos tarifários mais comuns previstos nos contratos de concessão, de acordo com a Aneel.

O processo de RTP é mais complexo. Nele são definidos o custo eficiente da distribuição (Parcela B), as metas de qualidade e de perdas de energia e os componentes do Fator X para o ciclo tarifário. 

Já o processo de RTA é mais simples e acontece sempre no ano em que não há RTP. Nesse processo, é atualizada a Parcela B pelo índice de inflação estabelecida no contrato (IGP-M ou IPCA) menos o fator X (IGP-M/IPCA – Fator X). 

Em ambos os casos, são repassados os custos com compra e transmissão de energia e os encargos setoriais que custeiam políticas públicas estabelecidas por meio de leis e decretos.

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LOTERIA

Resultado da Dia de Sorte de hoje, concurso 1196, quinta-feira (02/04)

A Dia de Sorte realiza três sorteios semanais, às terças, quintas e sábados, sempre às 19h; veja quais os números sorteados no último concurso

02/04/2026 20h07

Confira o resultado do Dia de Sorte

Confira o resultado do Dia de Sorte divulgação

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A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 1196 da Dia de Sorte na noite desta quinta-feira, 2 de abril de 2026, a partir das 21h (de Brasília). A extração dos números ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo, com um prêmio estimado em R$ 1,3 milhão.

Confira o resultado da Dia de Sorte de hoje!

Os números da Dia de Sorte 1196 são:

  • 19 - 22 - 21 - 07 - 17 - 12 - 24
  • Mês da sorte: 05 - maio

O sorteio da Dia de Sorte é transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pode ser assistido no canal oficial da Caixa no Youtube.

Próximo sorteio: 1197

Como a Dia de Sorte tem três sorteios regulares semanais, o próximo sorteio ocorre no sábado, 4 de abril, a partir das 21 horas, pelo concurso 1197. O valor da premiação vai depender se no sorteio atual o prêmio será acumulado ou não.

Para participar dos sorteios da Dia de Sorte é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos.

A aposta mínima custa R$ 3,00 para um jogo simples, em que o apostador pode escolher 7 dente as 31 dezenas disponíveis, e fatura prêmio se acertar 4, 5, 6 e 7 números.

Como apostar na Dia de Sorte

Os sorteios da Dia de Sorte são realizados às terças, quintas e sábados, sempre às 20h (horário de MS).

O apostador marca entre 7 e 15 números, dentre os 31 disponíveis no volante, e fatura prêmio se acertar 4, 5, 6 e 7 números.

Há a possibilidade de deixar que o sistema escolha os números para você por meio da Surpresinha, ou concorrer com a mesma aposta por 3, 6, 9 ou 12 concursos consecutivos através da Teimosinha.

A aposta mínima, de 7 números, custa R$ 3,00.

Os prêmios prescrevem 90 dias após a data do sorteio. Após esse prazo, os valores são repassados ao Tesouro Nacional para aplicação no FIES - Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior.

É possível marcar mais números. No entanto, quanto mais números marcar, maior o preço da aposta.

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