Economia

DESEMPENHO

Exportações industriais de MS devem ultrapassar US$ 4,6 bilhões este ano

Ezequiel Resende, coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul (Fiems) comemora resultado

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As exportações industriais de Mato Grosso do Sul devem ultrapassar US$ 4,6 bilhões este ano. 

Já o Produto Interno Bruto (PIB) do setor industrial do Estado vai ficar próximo dos R$ 26 bilhões, também este ano.

As duas informações são de Ezequiel Resende, coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul (Fiems).

Ele destaca que o setor vai colecionar bons números até o fim de 2022. 

Uma das provas de sua ‘profecia’ vem do anúncio feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na semana passada.

O informe aponta que o PIB setor industrial foi o que mais cresceu, com uma expansão de 2,2% no segundo trimestre deste ano, ante ao primeiro – também deste ano.

Para Ezequiel Resende, a indústria estadual vem apresentando bons números. 

Ele revela que o crescimento recente tem se mostrado bastante consistente com aumento dos investimentos, emprego e exportação.

“Nas nossas pesquisas de opinião junto ao empresário industrial isso tem ficado claro. Os índices de confiança e intenção de investimento, por exemplo, seguem em patamares elevados e acima das médias históricas ao longo dos últimos meses”, observa Ezequiel Resende.

A carteira de investimentos industriais em execução em Mato Grosso do Sul ultrapassou R$ 20 bilhões ano passado. 

Boa parte destes recursos vem da nova unidade industrial da Suzano, em Ribas do Rio Pardo, localizada a 98 km de Campo Grande.

Nos próximos anos, serão mais R$ 15 bilhões da Arauco para uma fábrica de celulose em Inocência, município localizado a 330 km da Capital Morena. 

De acordo com Ezequiel Resende, esses investimentos da Suzano já estão dinamizando a economia local. 

Os recursos da Arauco terão início em breve, mas contam com os termos de acordo já ajustados com o governo do Estado.

Esse cenário tem contribuído para ampliação do emprego nas atividades industriais de Mato Grosso do Sul. 

Ao final de julho, por exemplo, eram quase 142 mil trabalhadores formais diretamente empregados nos 5,8 mil estabelecimentos industriais ativos em todo o Estado, levando-se em consideração todos os ramos industriais como a transformação, construção, mineração e serviços industriais.

Segundo Ezequiel Resende, o desempenho apresentado até o momento e com sua manutenção devendo ocorrer neste e nos próximos exercícios, é provável que o PIB industrial - em Mato Grosso do Sul - siga crescendo fortemente e contribuindo para a ampliação da riqueza produzida no Estado.

“Para este ano, em valores correntes, estimamos que o PIB da Indústria estadual fique próximo dos R$ 26 bilhões, o que representaria um crescimento nominal em torno de 7%”, disse Ezequiel Resende.

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NACIONAL

TCU arquiva processo das transmissoras que questionava R$ 20 bi diluídos na tarifa de energia

Decisão da Corte evita revisão de R$ 20 bilhões já embutidos na conta de luz e mantém critério de cálculo contestado, apesar de críticas técnicas e atraso de uma década na análise.

06/05/2026 21h00

Se tal critério fosse contrariado pelo TCU, havia risco de reaver valores já desembolsados pelos consumidores

Se tal critério fosse contrariado pelo TCU, havia risco de reaver valores já desembolsados pelos consumidores Agência Senado

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O Tribunal de Contas da União (TCU) arquivou nesta quarta-feira, 6, o processo que questionava cerca de R$ 20 bilhões diluídos na tarifa de energia elétrica dos consumidores, a título de remuneração pelo custo do capital próprio de empresas de transmissão. Com isso, não haverá revisão do critério de cálculo utilizado para estimar esse valor.

Se tal critério fosse contrariado pelo TCU, havia risco de reaver valores já desembolsados pelos consumidores. No total, a discussão envolve pagamentos de R$ 62,2 bilhões, a valores de junho de 2017, às concessionárias de transmissão com ativos que entraram em operação antes de 31 de maio de 2000.

Mais de 70% disso já foi quitado e o restante da quitação está previsto para os próximos ciclos tarifários, até 2028. A indenização é referente aos investimentos não amortizados. Ou seja, o direito da concessionária de receber o valor investido, porém não recuperado com a receita auferida no empreendimento no prazo contratual.

O cálculo desse repasse teve como base uma portaria de 2016 do Ministério de Minas e Energia (MME). Do volume de R$ 62,2 bilhões, cerca de R$ 20 bilhões foram relativos à remuneração pelo custo do capital próprio (o "ke"). É precisamente esse critério que foi contrariado pela área técnica do TCU e, no limite, poderia ser derrubado.

O encaminhamento sugerido pela unidade técnica foi tornar irregular a utilização do "ke" para o pagamento. O relator, ex-ministro Aroldo Cedraz, apresentou no início de 2026 convergência nesse ponto e adiantou entendimento no sentido de anular os atos decorrentes da portaria do MME. O ministro Benjamin Zymler votou contrariamente, atestando a legalidade do normativo.

Por fim, o ministro Bruno Dantas já havia indicado voto parecido com Zymler, mais especificamente no sentido de arquivar os autos do processo e não manifestar avaliação de mérito sobre a legalidade da portaria. Foi o que ocorreu na tarde de hoje.

Dantas declarou "desconforto" com o fato apenas agora, após cerca de 10 anos desde o ato normativo. "O longo curso processual permitiu que os consumidores já arcassem com mais de 80% das indenizações, calculadas em R$ 62 bilhões (jun/2017), sem que houvesse uma apreciação tempestiva desta Corte. Restam apenas cerca de R$ 11 bilhões, a serem diluídos nos próximos ciclos tarifários", afirmou o ministro.

O "ke" é a remuneração exigida por quem aporta recursos próprios e assume o risco do negócio, sendo uma taxa de retorno mínima almejada na aplicação de recursos. A unidade técnica da Corte de Contas considerou indevido o uso dessa "remuneração do risco" como índice de atualização dos valores devidos porque, segundo essa avaliação, o correto seria a aplicação de outro critério - o chamado "WACC" (custo médio ponderado de capital).

LOTERIAS

Resultado da Super Sete de hoje, concurso 843, quarta-feira (06/05)

A Super Sete tem três sorteios semanais, às segundas, quartas e sextas, sempre às 20h; veja quais os números sorteados no último concurso

06/05/2026 20h22

Confira o resultado da Super Sete

Confira o resultado da Super Sete Foto: Super Sete

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A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 843 da Super Sete na noite desta quarta-feira, 6 de maio de 2026, a partir das 21h (de Brasília). A extração dos números ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo, com um prêmio estimado em R$ 200 mil.

Confira o resultado da Super Sete de hoje!

Os números da Super Sete 843 são:

Verifique sua aposta e veja se você foi um dos sortudos deste concurso.

  • Coluna 1: 8
  • Coluna 2: 2
  • Coluna 3: 4
  • Coluna 4: 1
  • Coluna 5: 7
  • Coluna 6: 9
  • Coluna 7: 2

O sorteio da Dupla Sena é transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pode ser assistido no canal ofical da Caixa no Youtube.

Próximo sorteio: Super Sete 844

Como a Super Sete tem três sorteios regulares semanais, o próximo sorteio ocorre na sexta-feira, 8 de maio, a partir das 20 horas, pelo concurso 844. O valor da premiação vai depender se no sorteio atual o prêmio será acumulado ou não.

Para participar dos sorteios da Super Sete é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos.

Como jogar na Super Sete

Os sorteios da Super Sete são realizados às segundas, quartas e sextas-feiras, sempre às 20h (horário de MS).

O Super Sete é a loteria de prognósticos numéricos cujo volante contém 7 colunas com 10 números (de 0 a 9) em cada uma, de forma que o apostador deverá escolher um número por coluna.

Caso opte por fazer apostas múltiplas, poderá escolher até mais 14 números (totalizando 21 números no máximo), sendo no mínimo 1 e no máximo 2 números por coluna com 8 a 14 números marcados e no mínimo 2 e no máximo 3 números por coluna com 15 a 21 números marcados.

Há a possibilidade de deixar que o sistema escolha os números para você por meio da Surpresinha, ou concorrer com a mesma aposta por 3, 6,  9 ou 12 concursos consecutivos através da Teimosinha.

O valor da aposta é R$ 3,00.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada.

Para a aposta simples, com apenas sete dezenas, que custa R$ 2,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 158.730, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 21 dezenas (limite máximo), a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 280, ainda segundo a Caixa.

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