Economia

LOTERIA

Resultado da Timemania de ontem, concurso 2179, quinta-feira (12/12): veja o rateio

A Timemania realiza três sorteios semanais, às terças, quintas e sextas, sempre às 20h; veja quais os números sorteados no último concurso

Continue lendo...

A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 2179 da Timemania na noite desta quinta-feira, 12 de dezembro de 2024, a partir das 20h (de Brasília). A extração dos números ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo, com um prêmio estimado em R$ 14 milhões. Nenhuma aposta saiu vencedora e o prêmio acumulou em R$ 15,5 milhões.

  • 7 acertos - Não houve ganhadores;
  • 6 acertos - 3 apostas ganhadoras (R$ 60.977,40 cada);
  • 5 acertos - 200 apostas ganhadoras (R$ 1.306,65 cada);
  • 4 acertos - 3.203 apostas ganhadoras (R$ 10,50 cada);
  • 3 acertos - 30.157 apostas ganhadoras (R$ 3,50 cada);
  • Brasiliense/DF - 7.070 apostas ganhadoras (R$ 8,50 cada);

Confira o resultado da Timemania de ontem!

Os números da Timemania 2179 são:

  • 20 - 15 - 74 - 11 - 50 - 23 - 68

  • Time do coração: Brasiliense - DF

O sorteio da Timemania é transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pode ser assistido no canal oficial da Caixa no Youtube.

Próximo sorteio: Timemania 2180

Como a Timemania tem três sorteios regulares semanais, o próximo sorteio ocorre na sexta-feira, 13 de dezembro, a partir das 20 horas, pelo concurso 2180. O valor da premiação vai depender se no sorteio atual o prêmio será acumulado ou não.

Para participar dos sorteios da Timemania é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos.

A aposta mínima custa R$ 3,50 para um jogo simples, em que o apostador pode escolher 10 dente as 80 dezenas disponíveis, e fatura prêmio se acertar de três a sete números, ou o time do coração;

Como jogar a Timemania

A Timemania é a loteria para os apaixonados por futebol. Além de o seu palpite valer uma bolada, você ainda ajuda o seu time do coração.

Você escolhe dez números entre os oitenta disponíveis e um Time do Coração. São sorteados sete números e um Time do Coração por concurso. Se você tiver de três a sete acertos, ou acertar o time do coração, ganha.

Você pode deixar, ainda, que o sistema escolha os números para você (Surpresinha) ou concorrer com a mesma aposta por 3, 6, 9, ou 12 concursos consecutivos através da Teimosinha.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada.

Para a aposta simples, com 10 dezenas, a probabilidade de acertar sete números ganhar o prêmio milionário é de 1 em 26.472.637, segundo a Caixa.

Assine o Correio do Estado

Comércio exterior

Equipamentos para megafábrica levam Finlândia a liderar importações de MS

Compra de caldeiras pela Arauco para unidade em Inocência fez país nórdico superar a Bolívia nas importações de fevereiro

16/03/2026 05h00

Perspectiva dos equipamentos da Valmet para a Megafábrica da Arauco

Perspectiva dos equipamentos da Valmet para a Megafábrica da Arauco Reprodução

Continue Lendo...

Pela primeira vez em mais de duas décadas, a Bolívia deixou de ser o país do qual Mato Grosso do Sul mais importa produtos. Pelo menos em fevereiro, um improvável parceiro comercial nórdico ultrapassou os vizinhos sul-americanos no ranking de importações de MS, conforme dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic).

A Finlândia foi o maior parceiro comercial de Mato Grosso do Sul para importações em fevereiro. Ao todo, foram comprados US$ 126,1 milhões do país europeu no mês passado, ultrapassando a Bolívia, de onde foram comprados US$ 68,3 milhões em produtos.

Os compradores desses produtos são um só e são grandes players em suas áreas de atuação. O importador dos bens produzidos na Finlândia foi a Arauco, multinacional chilena que está levantando, em Inocência, a sua primeira megafábrica de celulose do Brasil e que, quando pronta, será a maior planta processadora de celulose em linha única do planeta.

Os US$ 126 milhões em equipamentos no mês passado referem-se a caldeiras para a planta processadora de celulose de fibra curta, que deve ficar pronta no fim de 2027. Ao todo, a Arauco planeja investir US$ 4,6 bilhões no Projeto Sucuriú, nome que leva a fábrica.

Os valores importados superaram as compras de outra gigante: a Petrobras. Desde que o gasoduto Bolívia-Brasil entrou em operação, no início dos anos 2000, a Petrobras tornou-se a maior importadora de Mato Grosso do Sul.

Nesta década, contudo, importa cada vez menos gás natural, visto que suas outras jazidas, sobretudo no pré-sal, têm dado conta da demanda interna e que – por falta de investimento – as jazidas bolivianas têm produzido cada vez menos.

Perspectiva dos equipamentos da Valmet para a Megafábrica da AraucoCaldeira da Arauco a caminho de Inocência/Divulgação

Em fevereiro, as importações da Arauco representaram uma fatia de 35,3% das compras do Estado, enquanto as compras de gás boliviano pela Petrobras representaram 18,8% das importações locais.

A expectativa é de que, no neste mês, o gás volte a liderar, uma vez que as caldeiras usadas na megafábrica da Arauco foram compradas em fevereiro. 

Elas são produzidas pela finlandesa Valmet, que fará todos os equipamentos da unidade.

Exportações

Na outra ponta da balança comercial, a celulose – justamente o produto que sairá da unidade da Arauco – continua liderando as vendas locais para outros países. Em fevereiro, as vendas de celulose representaram 31,5% do total de exportações, um total de US$ 251 milhões.

A carne bovina, por sua vez, mostra que tem se consolidado na vice-liderança de exportações neste início de ano. As vendas desse tipo de proteína animal representaram 21,8% das exportações locais: foram US$ 173,2 milhões.

A soja, que por um longo período no início desta década e na década passada foi o principal produto exportado pelo Estado, fica agora na terceira posição na balança comercial. Em fevereiro, teve participação de 15,2%  (US$ 121 milhões).

Quando se trata de destino das exportações, a China se mantém na liderança: 43,2% das exportações de fevereiro (US$ 343,8 milhões) têm o gigante asiático como destino. Os Estados Unidos aparecem em segundo, destino de 11,4% das exportações (US$ 90,9 milhões).

Os Países Baixos (Holanda) e a Itália, terceiro e quarto colocados, são as maiores portas europeias de entrada de produtos sul-mato-grossenses, e a maioria das compras é de celulose e de proteína animal. Os Países Baixos compraram US$ 33,2 milhões (4,2%) e a Itália, US$ 21,5 milhões (2,7%).

Assine o Correio do Estado

INFLAÇÃO

Meta de inflação de 3% é possível, mas ainda gera debate sobre sustentabilidade

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, defendeu que a meta de inflação do Brasil é compatível com a dos seus pares, mas questionou a necessidade de taxas de juros tão elevadas no País

15/03/2026 21h00

Em fevereiro, o Diretório Nacional do PT aprovou uma resolução em que defendia a revisão da meta de inflação, de 3%,

Em fevereiro, o Diretório Nacional do PT aprovou uma resolução em que defendia a revisão da meta de inflação, de 3%, Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

Continue Lendo...

O Brasil convive com a mesma meta de inflação que seus pares emergentes latinos - México, Colômbia e Chile - mas mantém as maiores taxas de juros, ainda que esteja à beira de um processo de flexibilização monetária. Questões históricas, estruturais e de curto prazo da economia brasileira ajudam a explicar o juro elevado, mas economistas consultados pelo Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) ainda colocam em debate a sustentabilidade do alvo de inflação em 3% no desenho do País.

Em evento do BTG Pactual no mês passado, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, defendeu que a meta de inflação do Brasil é compatível com a dos seus pares, mas questionou a necessidade de taxas de juros tão elevadas no País, em 15% ao ano, quando comparado a México (7%), Colômbia (10,25%) e Chile (4,5%).

Uma economia com a maior pressão de dívida pública entre seus pares, uma taxa de juro neutra historicamente elevada, e expectativas de inflação - tanto corrente quanto futuras - ainda desancoradas ajudam a explicar o porquê de uma taxa de juros nominal em 15% no Brasil, segundo os analistas, que defendem um maior esforço no controle das contas públicas.

Mesmo que o nível do juro seja o maior entre os seus pares, o economista para América Latina do Citi, Ernesto Revilla, considera que o BC brasileiro tem tido mais sucesso entre seus pares na missão de atingir a meta de 3%. No horizonte relevante, no terceiro trimestre de 2027, o BCB projeta inflação em 3,2%.

"México e Colômbia, por exemplo, podem ter a mesma meta, mas os bancos centrais desses países estão relutantes em realmente reduzir a inflação até a meta. Diria que o BCB é mais respeitado por sua comunicação e análise técnica quando comparado aos bancos centrais do México e Colômbia", avalia.

Em fevereiro, o Diretório Nacional do PT aprovou uma resolução em que defendia a revisão da meta de inflação, de 3%, "compatibilizando-a com crescimento econômico, geração de empregos de qualidade".

O debate sobre uma eventual mudança na meta em um momento em que as expectativas de inflação estão desancoradas, porém, não seria a melhor ideia, segundo os economistas.

"Nunca é uma boa ideia discutir isso quando você está acima da meta, porque parece que está mudando as regras do jogo", diz Revilla.

Ele reconhece, porém, que é um tema que vale a pena ser revisitado após um processo de ganho de credibilidade.

Na mesma linha, o professor do Insper Marcelo Kfoury Moinhos considera que a meta de 3% no País é "ambiciosa" e concorda que uma mudança seria "contraproducente". Mas pondera que, ainda que o alvo fosse maior - de 4%, por exemplo, a dinâmica nos juros não seria tão diferente. "Vimos que a desaceleração da economia foi pequena frente ao nível do juro, por exemplo", observa.

Fiscal

Ex-diretor de Política Econômica do BC e professor da Fundação Getulio Vargas, Sérgio Werlang, defende há tempos uma meta de inflação maior para o desenho da economia brasileira, mas pondera que isso só será possível com um ajuste do lado fiscal. Werlang lembra que os pares latinos não têm o mesmo grau de indexação de gastos frente ao Orçamento brasileiro. "Se esses países conseguem conviver com uma meta de 3%, o Brasil talvez precise conviver com uma meta um pouco mais alta", afirma.

Uma reforma na estrutura de gastos públicos deve ser o principal desafio a ser enfrentado para novos desenhos da inflação no Brasil, segundo o economista-chefe do Banco BV, Roberto Padovani

Ele também chama atenção para o momento atual, em que o BC passa por um processo de consolidação da credibilidade. "Quando alcançar o alvo de 3% e ancorar as expectativas, vale a pena o debate estrutural para uma eventual mudança", complementa.

Kfoury, do Insper, ainda considera que a potência da política monetária, sozinha, têm se mostrado insuficiente para uma ancoragem das expectativas de inflação. "Uma hipótese é a má coordenação com a política fiscal. É como estar com o acelerador em um pé e o freio no outro - o carro derrapa."

Assine o Correio do Estado

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).