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CONFRONTO ABERTO

Bahia arranca empate com o Atlético-PR

Bahia arranca empate com o Atlético-PR

TERRA

13/04/2011 - 23h35
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A torcida do Bahia vaiou a equipe durante boa parte do jogo, mas saiu satisfeita no final. Com um gol no fim do jogo, o time baiano evitou a derrota e empatou com o Atlético-PR por 1 a 1, nesta quarta-feira, no Estádio do Pituaçu, pela partida de ida das oitavas de final da Copa do Brasil.

Em contra-ataque, o equatoriano Guerrón abriu o marcador a favor do time paranaense aos 44min do primeiro tempo. O Bahia arrancou o empate apenas aos 39min da etapa final, com o meia Camacho, em chute da entrada da área.

O jogo de volta vai acontecer na próxima quarta-feira na Arena da Baixada. Um empate sem gols classifica o Atlético. Se o jogo ficar em igualdade em 2 a 2 ou mais o Bahia avança. Uma vitória simples classifica as duas equipes. Quem avançar do confronto enfrentará o vencedor da partida entre Vasco e Náutico.

Antes do confronto pela Copa do Brasil, as equipes voltam a campo por seus respectivos campeonatos estaduais. O Atlético recebe o Paranavaí no domingo, pelo Paranaense. No mesmo dia, o Bahia enfrenta o Vitória da Conquista, novamente em Pituaçu.

O jogo

O Atlético-PR não sentiu o fato de estar jogando no Estádio do Pitauçu e começou o primeiro tempo tocando a bola no campo de ataque. O volante Robston recebeu perto da linha do meio de campo, avançou e resolveu arriscar de fora da área. O chute de jogador ganhou muita força e passou por cima do gol defendido por Omar.

O time paranaense continuou em cima e criou boa oportunidade e abrir o marcador em Salvador. Aos 7min, Guerrón recebeu passe nas costas dos marcadores, avançou e tentou finalizar na saída de Omar. O goleiro espalmou e a bola sobrava para Adaílton, quando Thiego se antecipou ao atacante e afastou. Dois minutos depois, a bola foi alçada na área para Guerrón, que cabeceou para boa defesa do arqueiro do clube tricolor.

O Atlético continuou tocando passes sem objetividade no meio de campo. Porém, a equipe perdeu o volante Kleberson aos 24min. O volante sentiu dores e saiu para a entrada de Fransérgio.

A primeira chance que o Bahia chegou com perigo ao gol atleticano foi apenas aos 36min. O lateral Marcos foi caminhando ao lado do campo pela direita, tocou para Zezinho no meio, que devolveu. O companheiro avançou e, com espaço, finalizou. Bem colocado, Renan Rocha defendeu no centro do gol.

Os donos da casa tiveram nova oportunidade aos 41min. Ramon cruzou para a área em direção de Souza, livre na segunda trave. Porém, o atacante errou o tempo da bola e cabeceou errado, com a bola indo para trás, para desespero do torcedor do Bahia no Estádio do Pituaçu.

Melhor jogador em campo, Guerrón foi premiado com o primeiro gol da partida, aos 44min. Em contra-ataque mortal puxado pelo lateral direito Wagner Diniz, o equatoriano recebeu na entrada da área para finalizar no canto esquerdo do goleiro Omar e abrir o marcador no Pituaçu, colocando o Atlético em vantagem.

No segundo tempo, o Bahia voltou bem, mas perdeu boas chances de empatar o marcador nos primeiros minutos. Aos 2min, Rafael Jataí abriu a bola para Marcone pelo lado direito, que cruzou para a área. Como um atacante, o lateral Marcos apareceu na primeira trave, mas falhou. O atacante Souza também tentou alcançar na segundo trave e não conseguiu.

Aos 6min, o time tricolor teve nova chance de gol em cobrança de falta frontal para o gol. O lateral Marcos tentou acertar o ângulo, mas o goleiro Renan Rocha. No minuto seguinte, Souza recebeu lançamento na área, mas demorou para se definir e foi desarmado. Impaciente, a torcida começou a vaiar o atleta no Pituaçu.

Substituídos por Boquita e Rafael, respectivamente, o volante Marcone e o atacante Souza deixaram o gramado muito vaiados pela insatisfeita torcida. O Bahia aproveitou bobeira da zaga atleticana para chegar novamente com perigo aos 32min. O ex-corintiano Dodô tocou para Maurício que arriscou da entrada da área. A bola passou com muito perigo.

Depois de tanto pressionar no segundo tempo, o Bahia conseguiu empatar o jogo aos 39min. O meia Camacho aproveitou rebote na entrada da área e finalizou de primeira. A bola foi no canto esquerdo do goleiro Renan Rocha, que não conseguiu evitar o gol, para alívio no Estádio do Pituaçu.

Medalhistas

Ginástica: Flávia Saraiva e Rebeca Andrade fazem dobradinha na trave; Nory conquista o ouro

Competição da Hungria serve de preparação para o Mundial de Ginástica Artística 2026

20/09/2026 23h00

Foto: Reprodução / Confederação Brasileira de Ginástica - X

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O Brasil conquistou uma dobradinha na manhã deste domingo (20), em Szombathely, na etapa da Hungria, pela Copa do Mundo de Ginástica Artística. Na disputa da trave, as atletas Flávia Saraiva e Rebeca Andrade conquistaram ouro e prata, respectivamente. A britânica Emily Roper fechou o pódio.

Aos 26 anos, Flavinha conquistou a melhor colocação na etapa do mundial ao conseguir a nota 13.766 pontos, enquanto a compatriota Rebeca, de 27, ficou com 13.600 pontos. Vale ressaltar que a competidora guarulhense foi a primeira a se apresentar no aparelho. Emily Roper fechou com 12.866 para garantir o bronze.

O dia reservou outras conquistas para o Brasil na Copa do Mundo de Ginástica. A própria Flávia Saraiva conseguiu a medalha de prata no solo. Já Lorrane Oliveira, de 28 anos, fechou o pódio com o bronze, em mais uma dobradinha. A grande vencedora da categoria foi Dulcy Caylor, de apenas 18 anos, dos Estados Unidos.

No masculino, Arthur Nory, de 33 anos, conquistou o ouro na disputa da barra fixa, com a nota de 14.133 pontos. Ele superou o tcheco Tomas Kalinic e o polonês Kacper Garnczarek, com prata e bronze, respectivamente.

A competição da Hungria serve de preparação para o Mundial de Ginástica Artística 2026, que ocorre entre os dias 17 e 25 de outubro, em Roterdã, na Holanda.

Vaga garantida

Com campo-grandense Judson, Brasil atropela Argentina e garante vaga na Olimpíada

Diante de 11mil torcedores, a equipe brasileira venceu com parciais de 25-20, 25-23 e 25-20

20/09/2026 14h30

Campo-grandense Judson, central da seleção brasileira

Campo-grandense Judson, central da seleção brasileira Foto: Divulgação

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Com o campo-grandense Judson entre os titulares, a Seleção Brasileira masculina de vôlei atropelou a Argentina por 3 sets a 0 neste domingo (20), no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, e conquistou o título do Pré-Olímpico Sul-Americano de 2026. Com a vitória, o Brasil garantiu a classificação para os Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 2028.

Diante de 11.968 torcedores, a equipe brasileira venceu com parciais de 25-20, 25-23 e 25-20. O oposto Darlan foi o principal pontuador da partida, com 23 acertos, enquanto o ponteiro Lucarelli foi eleito o melhor jogador do torneio.

O Brasil terminou a competição de forma invicta e sem perder nenhum set nos cinco jogos disputados. O título foi o 34º da Seleção no Campeonato Sul-Americano.

A partida 

Judson iniciou a decisão como titular, ao lado de Darlan, Flávio, Adriano, Lucarelli e Cachopa. O Brasil começou a partida em ritmo intenso e rapidamente abriu vantagem no primeiro set. A Argentina chegou a diminuir a diferença, mas a Seleção voltou a controlar as ações e fechou a parcial em 25 a 20.

No segundo set, os brasileiros novamente construíram vantagem desde o início. Os argentinos reagiram na reta final e chegaram a encostar em 23 a 22, mas o Brasil manteve a concentração e garantiu a vitória por 25 a 23, abrindo 2 sets a 0.

A Argentina começou o terceiro set mais agressiva e chegou a permanecer à frente no placar. O Brasil, porém, retomou a liderança a partir do 10 a 9 e passou a controlar novamente a partida.

Darlan foi decisivo na reta final, enquanto Flávio se destacou nos bloqueios. O Brasil abriu 21 a 18 e confirmou o título com mais um 25 a 20, após bloqueio de Flávio e ace de Adriano.

Além do título e da classificação olímpica, o Brasil teve cinco jogadores escolhidos para a seleção do campeonato. Flávio foi eleito um dos centrais, Adriano apareceu entre os ponteiros, Darlan foi escolhido como oposto e Cachopa como levantador. Lucarelli recebeu o prêmio de MVP da competição.

Com a classificação masculina, o vôlei brasileiro terá suas duas seleções nos Jogos Olímpicos de Los Angeles. A equipe feminina havia garantido a vaga uma semana antes.

Los Angeles também terá um significado especial para o vôlei brasileiro. Foi na cidade norte-americana, nos Jogos Olímpicos de 1984, que o país conquistou sua primeira medalha olímpica na modalidade. Na ocasião, a seleção foi vice-campeã após ser derrotada pelos estadunidenses por 3 a 0. 

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