Esportes

PAN-AMERICANOS

Brasil garante dobradinha dourada no vôlei de praia e boxe tem campanha histórica

Duda e Ana Patrícia vencem no feminino e André e George no vôlei de praia. Pugilistas brasileiros conquistaram 12 medalhas (4 ouros) em Santiago

Continue lendo...

O Brasil garantiu uma dobradinha dourada, nesta sexta-feira (27), na disputa do vôlei de praia dos Jogos Pan-Americanos, disputados em Santiago (Chile). Na final feminina Duda e Ana Patrícia derrotaram as canadenses Melissa e Brandie por 2 sets a 0 (parciais de 22/20, 21/18) para garantirem o lugar mais alto do pódio. Já entre os homens André e George superaram os cubanos Alayo e Diaz por 2 sets a 1 (parciais de 21/12, 19/21, 15/13) para ficarem com o ouro.

Com estas conquistas o Brasil encerrou um jejum que já durava 12 anos na modalidade, pois os últimos ouros do Brasil no vôlei de praia em uma edição de Jogos Pan-Americanos foram alcançados em 2011, em Guadalajara (México).

“É uma realização uma medalha em campeonatos grandiosos como este. Já é motivo para se orgulhar, ainda mais sendo uma medalha de ouro. Levando em consideração tudo o que temos vivido, os torneios que disputamos, essa conquista se torna ainda mais linda para nós”, declarou Ana Patrícia.

Boxe

O boxe brasileiro cumpriu uma jornada histórica nos Jogos Pan-Americanos. Com a conquista de quatro ouros nesta sexta-feira (27) no Centro de Treinamento Olímpico, Santiago 2023 se tornou a edição do evento com o maior número de pódios alcançados por atletas do Brasil, 12 no total.

E para que este feito alcançado as mulheres foram fundamentais. Elas foram as responsáveis pela conquista de todas as medalhas douradas da delegação brasileira: Carol “Naka” Almeida (categoria 50 kg), Jucielen Romeu (57 kg), Bia Ferreira (60 kg) e Barbara Almeida (66 kg).

“Estou muito satisfeito com a equipe feminina, foi um desempenho monstruoso. O Brasil evoluiu muito com investimento em treinamento, participação em competições fora do Brasil, salário em dia. Hoje, Brasil e Colômbia são as potências do boxe feminino do continente”, declarou o treinador-chefe da equipe de boxe brasileira, Mateus Alves.

Além das medalhas douradas o Brasil fechou a competição com as pratas de Tatiana Chagas (54kg), Michael Douglas Trindade (51kg), Wanderley Pereira (80kg), Keno Marley Machado (92kg) e Abner Teixeira (+92kg). Na última quinta-feira (26) Viviane Pereira (75kg), Luiz Oliveira “Bolinha” (57kg) e Yuri Falcão (63.5kg) haviam garantido o bronze.

Medalhas no surfe

Dentro da água o Brasil também teve uma jornada de conquistas. Na praia de Punta de Lobos, em Pichilemu, duas surfistas brasileiras se garantiram nas finais de suas respectivas categorias. Tatiana Weston-Webb, no shortboard, e Aline Adisaka, no SUP (stand up paddle), venceram seus confrontos e disputarão o ouro. Além disso, a delegação brasileira já tem garantidas outras três medalhas na modalidade, com Carlos Bahia e Chloé Calmon, no longboard, e Luiz Diniz, no SUP. Nos próximos dois dias não serão realizadas competições por causa das condições do tempo. Assim, as finais serão disputadas na próxima segunda-feira (30).

Medalhistas

Ginástica: Flávia Saraiva e Rebeca Andrade fazem dobradinha na trave; Nory conquista o ouro

Competição da Hungria serve de preparação para o Mundial de Ginástica Artística 2026

20/09/2026 23h00

Foto: Reprodução / Confederação Brasileira de Ginástica - X

Continue Lendo...

O Brasil conquistou uma dobradinha na manhã deste domingo (20), em Szombathely, na etapa da Hungria, pela Copa do Mundo de Ginástica Artística. Na disputa da trave, as atletas Flávia Saraiva e Rebeca Andrade conquistaram ouro e prata, respectivamente. A britânica Emily Roper fechou o pódio.

Aos 26 anos, Flavinha conquistou a melhor colocação na etapa do mundial ao conseguir a nota 13.766 pontos, enquanto a compatriota Rebeca, de 27, ficou com 13.600 pontos. Vale ressaltar que a competidora guarulhense foi a primeira a se apresentar no aparelho. Emily Roper fechou com 12.866 para garantir o bronze.

O dia reservou outras conquistas para o Brasil na Copa do Mundo de Ginástica. A própria Flávia Saraiva conseguiu a medalha de prata no solo. Já Lorrane Oliveira, de 28 anos, fechou o pódio com o bronze, em mais uma dobradinha. A grande vencedora da categoria foi Dulcy Caylor, de apenas 18 anos, dos Estados Unidos.

No masculino, Arthur Nory, de 33 anos, conquistou o ouro na disputa da barra fixa, com a nota de 14.133 pontos. Ele superou o tcheco Tomas Kalinic e o polonês Kacper Garnczarek, com prata e bronze, respectivamente.

A competição da Hungria serve de preparação para o Mundial de Ginástica Artística 2026, que ocorre entre os dias 17 e 25 de outubro, em Roterdã, na Holanda.

Vaga garantida

Com campo-grandense Judson, Brasil atropela Argentina e garante vaga na Olimpíada

Diante de 11mil torcedores, a equipe brasileira venceu com parciais de 25-20, 25-23 e 25-20

20/09/2026 14h30

Campo-grandense Judson, central da seleção brasileira

Campo-grandense Judson, central da seleção brasileira Foto: Divulgação

Continue Lendo...

Com o campo-grandense Judson entre os titulares, a Seleção Brasileira masculina de vôlei atropelou a Argentina por 3 sets a 0 neste domingo (20), no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, e conquistou o título do Pré-Olímpico Sul-Americano de 2026. Com a vitória, o Brasil garantiu a classificação para os Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 2028.

Diante de 11.968 torcedores, a equipe brasileira venceu com parciais de 25-20, 25-23 e 25-20. O oposto Darlan foi o principal pontuador da partida, com 23 acertos, enquanto o ponteiro Lucarelli foi eleito o melhor jogador do torneio.

O Brasil terminou a competição de forma invicta e sem perder nenhum set nos cinco jogos disputados. O título foi o 34º da Seleção no Campeonato Sul-Americano.

A partida 

Judson iniciou a decisão como titular, ao lado de Darlan, Flávio, Adriano, Lucarelli e Cachopa. O Brasil começou a partida em ritmo intenso e rapidamente abriu vantagem no primeiro set. A Argentina chegou a diminuir a diferença, mas a Seleção voltou a controlar as ações e fechou a parcial em 25 a 20.

No segundo set, os brasileiros novamente construíram vantagem desde o início. Os argentinos reagiram na reta final e chegaram a encostar em 23 a 22, mas o Brasil manteve a concentração e garantiu a vitória por 25 a 23, abrindo 2 sets a 0.

A Argentina começou o terceiro set mais agressiva e chegou a permanecer à frente no placar. O Brasil, porém, retomou a liderança a partir do 10 a 9 e passou a controlar novamente a partida.

Darlan foi decisivo na reta final, enquanto Flávio se destacou nos bloqueios. O Brasil abriu 21 a 18 e confirmou o título com mais um 25 a 20, após bloqueio de Flávio e ace de Adriano.

Além do título e da classificação olímpica, o Brasil teve cinco jogadores escolhidos para a seleção do campeonato. Flávio foi eleito um dos centrais, Adriano apareceu entre os ponteiros, Darlan foi escolhido como oposto e Cachopa como levantador. Lucarelli recebeu o prêmio de MVP da competição.

Com a classificação masculina, o vôlei brasileiro terá suas duas seleções nos Jogos Olímpicos de Los Angeles. A equipe feminina havia garantido a vaga uma semana antes.

Los Angeles também terá um significado especial para o vôlei brasileiro. Foi na cidade norte-americana, nos Jogos Olímpicos de 1984, que o país conquistou sua primeira medalha olímpica na modalidade. Na ocasião, a seleção foi vice-campeã após ser derrotada pelos estadunidenses por 3 a 0. 

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).