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Casares renuncia à presidência do São Paulo após derrota no Conselho e operação contra aliados

Em carta publicada no seu perfil do Instagram, Casares diz que as acusações as quais responde iniciaram com "versões frágeis" e são tratadas como verdade "mesmo sem apresentação de provas robustas."

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Julio Casares deixou a presidência do São Paulo. Ele renunciou dias após ter sofrido uma derrota no processo de impeachment no Conselho Deliberativo. O procedimento ainda previa uma assembleia de sócios, a ser convocada em até 30 dias. Entretanto, uma nova derrota poderia significar perda de direitos políticos no clube por até 10 anos e exclusão no Conselho Consultivo.

Em carta publicada no seu perfil do Instagram, Casares diz que as acusações as quais responde iniciaram com "versões frágeis" e são tratadas como verdade "mesmo sem apresentação de provas robustas."

A renúncia vem no mesmo dia que a Polícia Civil realizou uma operação de busca e apreensão contra Mara Casares e Douglas Schwartzmann, aliados de Casares que estão licenciados. Eles são suspeitos de um esquema de uso irregular de camarotes no MorumBis.

A exemplo do ex-presidente Carlos Miguel Aidar, Casares renuncia e garante a permanência entre os conselheiros do Consultivo e continua ativo no clube.

Casares, contudo, ainda é investigado pela Polícia Civil e pelo Ministério Público. Há inquéritos que apuram gestão temerária, desvios dos cofres do clube e uso irregular de camarote no MorumBis.

Na reunião de sexta-feira, o então mandatário são-paulino evitou contato com a imprensa. Ele já estava no clube desde a tarde e foi até o salão da reunião por um caminho interno. Durante o encontro, ele sentou-se apenas com seus advogados, isolado dos demais conselheiros.

O presidente alegou ser vítima de acusações sem provas. Disse que, até então, não teve ampla defesa e relatou ter sofrido ameaças.

Quando foi encerrada a reunião, e iniciou a votação, Casares deixou o salão. Por um caminho interno e novamente sem passar próximo dos jornalistas, ele deixou o MorumBis.

Entra e sai

F-1 tem só 3 vagas em aberto para 2027 após anúncio de Rafa Câmara; veja como está o grid

A escuderia que ainda não definiu sua dupla de pilotos é a Racing Bulls

15/10/2026 13h45

Foto: Divulgação / Formula 3

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Nesta quinta-feira, 15, o grid da Fórmula 1 para 2027 ganhou uma cara nova, com a Haas anunciando a contratação de Rafa Câmara. Assim, com grande parte das equipes com seus pilotos definidos, restam apenas mais três vagas na principal categoria do automobilismo para a próxima temporada.

A escuderia que ainda não definiu sua dupla de pilotos é a Racing Bulls. Atualmente, Liam Lawson e Arvid Lindblad guiam os carros do time e fazem um bom 2026. Enquanto o primeiro soma 75 pontos no Mundial, o segundo tem 38, deixando a equipe na 5ª colocação no Mundial de Construtores. Assim, devido ao bom desempenho, eles devem ser mantidos no posto para o ano que vem

A outra vaga é justamente na Haas, que, após anunciar Rafa Câmara, ainda não definiu seu outro piloto para a próxima temporada. Porém, Oliver Bearman é o favorito para a outra vaga. O inglês já vem guiando o carro norte-americano e tem agradado pela segunda temporada seguida, devendo ter seu vínculo mantido

ATÉ O MOMENTO, O GRID DA FÓRMULA 1 PARA 2027 TEM A SEGUINTE SITUAÇÃO:

Haas: Rafa Câmara

McLaren: Lando Norris e Oscar Piastri

Ferrari: Charles Leclerc e Lewis Hamilton

Mercedes: Kimi Antonelli e George Russell

Alpine: Pierre Gasly e Franco Colapinto

Williams: Alex Albon e Carlos Sainz

Audi: Gabriel Bortoleto e Nico Hülkenberg

Cadillac: Valtteri Bottas e Sergio Pérez

Aston Martin: Fernando Alonso e Lance Stroll

Em 2027, Câmara vai substituir o francês Esteban Ocon. Atualmente o brasileiro disputa a F2, pela equipe Invicta Racing e lidera a competição com 207 pontos, restando duas etapas (quatro corridas) para a conclusão da temporada.

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Messi coloca brasileira entre as principais promessas do futebol

Giovanna Waksman atua nas categorias de base do Lyon e tem sido destaque da seleção brasileira nas competições inferiores

12/10/2026 22h00

Giovanna Waksman, de 17 anos, foi incluída na lista do argentino

Giovanna Waksman, de 17 anos, foi incluída na lista do argentino Foto: Reprodução / Instagram

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Em uma campanha publicitária, o astro Lionel Messi elegeu dez jovens do futebol mundial para a próxima geração de craques e colocou uma representante do Brasil. A meia Giovanna Waksman, de 17 anos, foi incluída na lista do argentino. Outros nove jogadores do masculino e feminino foram lembrados pelo craque.

A jovem atua nas categorias de base do Lyon e tem sido destaque da seleção brasileira nas competições inferiores, como no Mundial Feminino Sub-17, realizado no ano passado, quando marcou três gols em quatro partidas. O Brasil acabou eliminado nas semifinais do torneio, diante da Coreia do Norte.

Giovanna nasceu no Rio de Janeiro e fez a maior parte de sua formação no Botafogo e era uma das grandes apostas de John Textor. O empresário norte-americano a levou para o FC Florida, dos Estados Unidos. Em março deste ano, foi anunciada pelo Lyon, e assinou até junho de 2028. O clube francês é um dos principais do futebol feminino no mundo.

A lista foi montada para a campanha ‘Messi+10’, da fabricante de roupas esportivas Adidas. Essa é a terceira temporada da iniciativa e outros brasileiros foram citados nas edições anteriores. Na primeira seleção, montada em 2015, o atacante Kenedy, ex-Fluminense e Chelsea, foi lembrado pelo astro. Dez anos depois foi a vez do volante Andrey Santos, atualmente no Manchester United.

Além da brasileira, o argentino elencou: Can Uzun, do Eintracht Frankfurt; Gilberto Mora, do Tijuana; Jesús Rodríguez; do Como; Kees Smit; do AZ Alkmaar; Max Dowman, do Arsenal; Tomás Aranda, do Boca Juniors; Zavier Gozo, do Crystal Palace; Chloe Sarwie, do Chelsea; e Lotta Wrede, do Hamburgo.

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