Esportes

Brasileirão Série D

Com reforços , Costa Rica se prepara para "grupo da morte"

Time terá 14 rodadas com equipes do interior paulista, de Minas Gerais e do Paraná

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Sem jogar há quatro semanas, desde que foi eliminado nas quartas de final do Campeonato Sul-Mato-Grossense, o Costa Rica Esporte Clube vem se preparando para disputar a Série D do Campeonato Brasileiro. O time estreará na competição amanhã, contra o São José, de São Paulo, no Estádio Martins Pereira, às 17h (horário de MS).

Além do São José, o Costa Rica enfrentará no Grupo A7 as equipes do Água Santa (SP), Inter de Limeira (SP), Maringá (PR), Patrocinense (MG), Pouso Alegre (MG) e Santo André (SP).

Em entrevista ao Correio do Estado, o treinador do Costa Rica, Gian Rodrigues, analisou que o grupo no qual a Cobra do Norte caiu é um dos mais fortes da competição.
“Eu creio que o grupo que caímos é o mais forte da competição, mas eu estou muito satisfeito com isso também, porque é uma oportunidade que temos de enfrentar grandes adversários, elevando o nosso nível de jogo”, declarou.

A equipe, que foi campeã do Estadual no ano passado, apresentou durante a semana nove reforços, que integram o elenco para enfrentar o “grupo da morte”, com adversários do interior paulista, de Minas Gerais e do Paraná.

Entre os reforços contratados pelo Costa Rica, vale destacar que quatro foram vice-campeões do Estadual pelo Dourados, sendo eles o zagueiro João Teixeira, que já teve passagem pelo CREC, o volante Hippolito Neto, o meio-campo Mateus Randolfo (Canhota) e o lateral e ponta-esquerda Eduardo Pepeto.

Com relação aos reforços, o técnico do Costa Rica informou que durante a preparação, os nove atletas foram chegando até a cidade para completar o elenco, que segue com a base de jogadores que disputaram o Estadual.

“Obviamente o mercado ficou muito em aberto, com campeonatos de segunda divisão que vão acontecer, mas buscamos os reforços dentro do orçamento que temos e também dentro das características que temos de jogo”, disse Gian.

Entre os atletas que permanecem no elenco do Crec, que disputou o Estadual, estão o goleiro Rodolfo Fagundes, ídolo do clube, o lateral Léo Júnior e os meias Michel Eloí e Guilherme Carrijo.

ANO DIFÍCIL

Até este primeiro semestre do ano, o Costa Rica, que disputou a Copa do Brasil, a Copa Verde e o Estadual, não cumpriu com as expectativas colocadas na equipe, que foi campeã Estadual no ano passado.

No campeonato de MS, o time foi eliminado ainda na fase de quartas de final. Na primeira fase, ele ficou na quarta colocação do grupo A, conseguindo vencer apenas três jogos em oito partidas. O Crec deu adeus à competição no duelo contra o Dourados Atlético Clube. Depois de dois empates nos jogos de ida e de volta, a classificação para as semifinais foi decidida nas penalidades, disputadas no Estádio Douradão.

A eliminação precoce deixou o Costa Rica de fora da possibilidade do clube conseguir as vagas para as competições nacionais do futebol brasileiro em 2025.

Na Copa do Brasil e na Copa Verde, o CREC foi eliminado na primeira fase. Jogando em casa, no Estádio Laertão, o Costa Rica perdeu de 2 a 1 para o América de Natal, no duelo da Copa do Brasil, e em Mato Grosso, a Cobra do Norte foi goleada pelo União Rondonópolis, por 4 a 0, resultado que eliminou a equipe do torneio. 

RETROSPECTO

Bicampeão do Estadual (2021-2023) o Costa Rica já disputou a Série D em uma oportunidade, no ano de 2022.

O CREC, na época, caiu no grupo 5, que era composto por equipes do Centro-Oeste do País: Brasiliense (DF); Anápolis (GO); Operário de Várzea Grande (MT); Ceilândia (DF); Iporá (GO); Grêmio Anápolis (GO); e Ação (MT). 

Em 14 rodadas, o representante do Estado avançou para a segunda fase na terceira colocação, com seis vitórias conquistadas, três empates e cinco derrotas.

Na fase de mata-mata, a equipe foi eliminada logo no primeiro confronto, em que enfrentou o Bahia de Feira de Santana. No jogo de ida, em Costa Rica, a partida ficou empatada em 0 a 0, e na volta, disputada na Bahia, a equipe adversária venceu por 2 a 1. 

Medalhistas

Ginástica: Flávia Saraiva e Rebeca Andrade fazem dobradinha na trave; Nory conquista o ouro

Competição da Hungria serve de preparação para o Mundial de Ginástica Artística 2026

20/09/2026 23h00

Foto: Reprodução / Confederação Brasileira de Ginástica - X

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O Brasil conquistou uma dobradinha na manhã deste domingo (20), em Szombathely, na etapa da Hungria, pela Copa do Mundo de Ginástica Artística. Na disputa da trave, as atletas Flávia Saraiva e Rebeca Andrade conquistaram ouro e prata, respectivamente. A britânica Emily Roper fechou o pódio.

Aos 26 anos, Flavinha conquistou a melhor colocação na etapa do mundial ao conseguir a nota 13.766 pontos, enquanto a compatriota Rebeca, de 27, ficou com 13.600 pontos. Vale ressaltar que a competidora guarulhense foi a primeira a se apresentar no aparelho. Emily Roper fechou com 12.866 para garantir o bronze.

O dia reservou outras conquistas para o Brasil na Copa do Mundo de Ginástica. A própria Flávia Saraiva conseguiu a medalha de prata no solo. Já Lorrane Oliveira, de 28 anos, fechou o pódio com o bronze, em mais uma dobradinha. A grande vencedora da categoria foi Dulcy Caylor, de apenas 18 anos, dos Estados Unidos.

No masculino, Arthur Nory, de 33 anos, conquistou o ouro na disputa da barra fixa, com a nota de 14.133 pontos. Ele superou o tcheco Tomas Kalinic e o polonês Kacper Garnczarek, com prata e bronze, respectivamente.

A competição da Hungria serve de preparação para o Mundial de Ginástica Artística 2026, que ocorre entre os dias 17 e 25 de outubro, em Roterdã, na Holanda.

Vaga garantida

Com campo-grandense Judson, Brasil atropela Argentina e garante vaga na Olimpíada

Diante de 11mil torcedores, a equipe brasileira venceu com parciais de 25-20, 25-23 e 25-20

20/09/2026 14h30

Campo-grandense Judson, central da seleção brasileira

Campo-grandense Judson, central da seleção brasileira Foto: Divulgação

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Com o campo-grandense Judson entre os titulares, a Seleção Brasileira masculina de vôlei atropelou a Argentina por 3 sets a 0 neste domingo (20), no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, e conquistou o título do Pré-Olímpico Sul-Americano de 2026. Com a vitória, o Brasil garantiu a classificação para os Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 2028.

Diante de 11.968 torcedores, a equipe brasileira venceu com parciais de 25-20, 25-23 e 25-20. O oposto Darlan foi o principal pontuador da partida, com 23 acertos, enquanto o ponteiro Lucarelli foi eleito o melhor jogador do torneio.

O Brasil terminou a competição de forma invicta e sem perder nenhum set nos cinco jogos disputados. O título foi o 34º da Seleção no Campeonato Sul-Americano.

A partida 

Judson iniciou a decisão como titular, ao lado de Darlan, Flávio, Adriano, Lucarelli e Cachopa. O Brasil começou a partida em ritmo intenso e rapidamente abriu vantagem no primeiro set. A Argentina chegou a diminuir a diferença, mas a Seleção voltou a controlar as ações e fechou a parcial em 25 a 20.

No segundo set, os brasileiros novamente construíram vantagem desde o início. Os argentinos reagiram na reta final e chegaram a encostar em 23 a 22, mas o Brasil manteve a concentração e garantiu a vitória por 25 a 23, abrindo 2 sets a 0.

A Argentina começou o terceiro set mais agressiva e chegou a permanecer à frente no placar. O Brasil, porém, retomou a liderança a partir do 10 a 9 e passou a controlar novamente a partida.

Darlan foi decisivo na reta final, enquanto Flávio se destacou nos bloqueios. O Brasil abriu 21 a 18 e confirmou o título com mais um 25 a 20, após bloqueio de Flávio e ace de Adriano.

Além do título e da classificação olímpica, o Brasil teve cinco jogadores escolhidos para a seleção do campeonato. Flávio foi eleito um dos centrais, Adriano apareceu entre os ponteiros, Darlan foi escolhido como oposto e Cachopa como levantador. Lucarelli recebeu o prêmio de MVP da competição.

Com a classificação masculina, o vôlei brasileiro terá suas duas seleções nos Jogos Olímpicos de Los Angeles. A equipe feminina havia garantido a vaga uma semana antes.

Los Angeles também terá um significado especial para o vôlei brasileiro. Foi na cidade norte-americana, nos Jogos Olímpicos de 1984, que o país conquistou sua primeira medalha olímpica na modalidade. Na ocasião, a seleção foi vice-campeã após ser derrotada pelos estadunidenses por 3 a 0. 

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