Esportes

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Fielzão deve ficar pronto há três meses da Copa

Fielzão deve ficar pronto há três meses da Copa

r7

14/05/2011 - 03h30
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O cronograma de obras do estádio do Corinthians era um dos poucos pontos que ainda não haviam sofrido alteração desde agosto de 2010, quando o Fielzão foi anunciado como o estádio da abertura da Copa do Mundo de 2014. A previsão da Odebrecht, responsável pela obra, era de que a arena com capacidade para 65 mil pessoas ficasse pronta em 30 meses. Pois, agora, até isso mudou.

A a construtora já trabalha com o prazo de 33 meses para o fim das obras. A declaração foi dada logo após a participação do secretário no 1º Seminário sobre o desenvolvimento da Zona Leste de São Paulo, na Faculdade Santa Marcelina, em Itaquera.

- Não são mais 30 meses. A Odebrecht agora tem dito que a obra ficará pronta em 33 meses.

Se isso realmente acontecer, o estádio que fará a abertura da Copa do Mundo só estará à disposição da Fifa em março de 2014, a três meses do início do Mundial no Brasil. Situação semelhante aconteceu com o Soccer City, estádio da abertura do Mundial de 2010, na África do Sul, que só ficou pronto no fim de março daquele ano.

Gilmar também falou que as obras não devem começar em 16 de maio, desmentindo o que disse nesta quinta-feira, em entrevista à rádio CBN, o Coordenador de Planejamento a Avaliação da Secretaria de Economia e Planejamento do Estado de São Paulo, Pedro Pereira Benvenuto, que cravou o início da construção na próxima segunda-feira (16).

- Na verdade as obras não começam em 16 de maio, mas a partir dessa data. As licenças já foram liberadas pela prefeitura e está tudo se dirigindo para que a construção comece até o fim de maio.

Segundo Ribeiro Alves, o que está atrapalhando o começo dos trabalhos no terreno em Itaquera é a falta de entendimento entre Odebrecht e Corinthians. Clube e construtora ainda discutem detalhes do projeto e “devem chegar a um acordo em breve”, diz o secretário.

Os atrasos no Fielzão já deixaram o estádio fora da Copa das Confederações, em 2013.

Medalhistas

Ginástica: Flávia Saraiva e Rebeca Andrade fazem dobradinha na trave; Nory conquista o ouro

Competição da Hungria serve de preparação para o Mundial de Ginástica Artística 2026

20/09/2026 23h00

Foto: Reprodução / Confederação Brasileira de Ginástica - X

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O Brasil conquistou uma dobradinha na manhã deste domingo (20), em Szombathely, na etapa da Hungria, pela Copa do Mundo de Ginástica Artística. Na disputa da trave, as atletas Flávia Saraiva e Rebeca Andrade conquistaram ouro e prata, respectivamente. A britânica Emily Roper fechou o pódio.

Aos 26 anos, Flavinha conquistou a melhor colocação na etapa do mundial ao conseguir a nota 13.766 pontos, enquanto a compatriota Rebeca, de 27, ficou com 13.600 pontos. Vale ressaltar que a competidora guarulhense foi a primeira a se apresentar no aparelho. Emily Roper fechou com 12.866 para garantir o bronze.

O dia reservou outras conquistas para o Brasil na Copa do Mundo de Ginástica. A própria Flávia Saraiva conseguiu a medalha de prata no solo. Já Lorrane Oliveira, de 28 anos, fechou o pódio com o bronze, em mais uma dobradinha. A grande vencedora da categoria foi Dulcy Caylor, de apenas 18 anos, dos Estados Unidos.

No masculino, Arthur Nory, de 33 anos, conquistou o ouro na disputa da barra fixa, com a nota de 14.133 pontos. Ele superou o tcheco Tomas Kalinic e o polonês Kacper Garnczarek, com prata e bronze, respectivamente.

A competição da Hungria serve de preparação para o Mundial de Ginástica Artística 2026, que ocorre entre os dias 17 e 25 de outubro, em Roterdã, na Holanda.

Vaga garantida

Com campo-grandense Judson, Brasil atropela Argentina e garante vaga na Olimpíada

Diante de 11mil torcedores, a equipe brasileira venceu com parciais de 25-20, 25-23 e 25-20

20/09/2026 14h30

Campo-grandense Judson, central da seleção brasileira

Campo-grandense Judson, central da seleção brasileira Foto: Divulgação

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Com o campo-grandense Judson entre os titulares, a Seleção Brasileira masculina de vôlei atropelou a Argentina por 3 sets a 0 neste domingo (20), no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, e conquistou o título do Pré-Olímpico Sul-Americano de 2026. Com a vitória, o Brasil garantiu a classificação para os Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 2028.

Diante de 11.968 torcedores, a equipe brasileira venceu com parciais de 25-20, 25-23 e 25-20. O oposto Darlan foi o principal pontuador da partida, com 23 acertos, enquanto o ponteiro Lucarelli foi eleito o melhor jogador do torneio.

O Brasil terminou a competição de forma invicta e sem perder nenhum set nos cinco jogos disputados. O título foi o 34º da Seleção no Campeonato Sul-Americano.

A partida 

Judson iniciou a decisão como titular, ao lado de Darlan, Flávio, Adriano, Lucarelli e Cachopa. O Brasil começou a partida em ritmo intenso e rapidamente abriu vantagem no primeiro set. A Argentina chegou a diminuir a diferença, mas a Seleção voltou a controlar as ações e fechou a parcial em 25 a 20.

No segundo set, os brasileiros novamente construíram vantagem desde o início. Os argentinos reagiram na reta final e chegaram a encostar em 23 a 22, mas o Brasil manteve a concentração e garantiu a vitória por 25 a 23, abrindo 2 sets a 0.

A Argentina começou o terceiro set mais agressiva e chegou a permanecer à frente no placar. O Brasil, porém, retomou a liderança a partir do 10 a 9 e passou a controlar novamente a partida.

Darlan foi decisivo na reta final, enquanto Flávio se destacou nos bloqueios. O Brasil abriu 21 a 18 e confirmou o título com mais um 25 a 20, após bloqueio de Flávio e ace de Adriano.

Além do título e da classificação olímpica, o Brasil teve cinco jogadores escolhidos para a seleção do campeonato. Flávio foi eleito um dos centrais, Adriano apareceu entre os ponteiros, Darlan foi escolhido como oposto e Cachopa como levantador. Lucarelli recebeu o prêmio de MVP da competição.

Com a classificação masculina, o vôlei brasileiro terá suas duas seleções nos Jogos Olímpicos de Los Angeles. A equipe feminina havia garantido a vaga uma semana antes.

Los Angeles também terá um significado especial para o vôlei brasileiro. Foi na cidade norte-americana, nos Jogos Olímpicos de 1984, que o país conquistou sua primeira medalha olímpica na modalidade. Na ocasião, a seleção foi vice-campeã após ser derrotada pelos estadunidenses por 3 a 0. 

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