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Flamengo vai ao Mundial com elenco mais caro da história do Brasil

Clube do Rio de Janeiro investiu um total de 124,6 milhões de euros (R$ 690,7 milhões)

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Na tentativa de ser campeão mundial de clubes pela segunda vez na história (a primeira em um torneio chancelado pela Fifa), o Flamengo levará a Marrocos o elenco mais caro já montado por um time brasileiro em todos os tempos.

De acordo com o "Transfermarkt", site especializado na cobertura do Mercado da Bola internacional, o clube do Rio de Janeiro investiu um total de 124,6 milhões de euros (R$ 690,7 milhões) na compra dos direitos econômicos dos jogadores que formam seu atual elenco profissional.

Nunca antes o futebol pentacampeão mundial havia visto uma equipe sua formar um grupo de atletas tão caros assim.

O recorde anterior pertencia ao próprio Fla, que fechou 2022, ano em que venceu a Copa Libertadores da América e obteve a classificação para o torneio que reúne os campeões continentais, com um elenco no qual havia investido 103,5 milhões de euros (R$ 574 milhões).

Só que o elenco rubro-negro se tornou ainda mais caro desde a virada do ano. O clube gastou 22 milhões de euros (R$ 122,4 milhões) para repatriar o meia Gerson, que estava no Olympique de Marselha, e adquirir os direitos do lateral-esquerdo Ayrton Lucas, originalmente emprestado pelo Spartak Moscou.

O poderio econômico do representante brasileiro no Mundial é um ponto tão fora da curva no cenário nacional que conta com cinco dos sete jogadores mais caros já contratados por times da terra de Pelé, Garrincha, Romário, Ronaldo e Ronaldinho Gaúcho.

Os três primeiros colocados no ranking das maiores transferências da história do futebol brasileiro (Gabigol no topo e Gerson e Giorgian de Arrascaeta, na sequência) fazem parte do elenco rubro-negro. O sexto (Éverton Cebolinha) e o sétimo colocados (Pedro), também.

Normalmente disputado em dezembro, o Mundial de Clubes precisou ser adiado para fevereiro por causa da disputa da Copa do Mundo, no fim do ano passado.

Outra particularidade desta edição é que, como a Liga dos Campeões da Ásia ainda não terminou, o representante do continente será o vencedor do torneio de 2021, o saudita Al-Hilal.

A primeira partida da competição da Fifa será disputada às 16h (de Brasília) de amanhã, entre o egípcio Al-Ahly, vice-campeão africano, e o neozelandês Auckland City, que ganhou a Champions da Oceania.

O Flamengo só estreia na próxima terça-feira. Antes de viajar a Marrocos, na quinta-feira, os comandados de Vitor Pereira ainda jogam contra o Boavista, pelo Estadual do Rio.

As últimas dez edições do Mundial foram vencidas por clubes da Europa (quatro delas pelo Real Madrid, o time a ser batido neste ano). A última vez que uma equipe sul-americana levantou a taça foi em 2012, com o Corinthians.

No caso específico do Flamengo, essa será sua terceira participação em competições cujo objetivo é premiar o melhor time de futebol do planeta.

Em 1981, ele ganhou a antiga Copa Intercontinental com uma vitória sobre o Liverpool. Três anos atrás, em dezembro de 2019, o clube brasileiro reencontrou os ingleses no torneio da Fifa, mas acabou derrotado na decisão e ficou com o vice-campeonato.

Quanto o Flamengo gastou para montar elenco de 2023?

  • Gabriel Barbosa (A, Inter de Milão, 2020): 17,5 milhões de euros
  • Gerson (M, Olympique de Marselha, 2023): 15 milhões de euros
  • Giorgian de Arrascaeta (M, Cruzeiro, 2019): 15 milhões de euros
  • Éverton Cebolinha (MA, Benfica, 2022): 14 milhões de euros
  • Pedro (A, Fiorentina, 2021): 14 milhões de euros
  • Ayrton Lucas (LE, Spartak Moscou): 7 milhões de euros
  • Léo Pereira (Z, Athletico-PR, 2020): 7 milhões de euros
  • Rodrigo Caio (Z, São Paulo, 2019): 7 milhões de euros
  • Éverton Ribeiro (M, Al-Ahli, 2016): 6 milhões de euros
  • Bruno Henrique (A, Santos, 2019): 5,5 milhões de euros
  • Thiago Maia (V, Lille, 2022): 4 milhões de euros
  • Santos (G, Athletico-PR, 2022): 3 milhões de euros
  • Erick Pulgar (V, Fiorentina, 2022): 2,8 milhões de euros
  • Pablo (Z, Lokomotiv Moscou, 2022): 2,8 milhões de euros
  • Fabrício Bruno (Z, RB Bragantino, 2022): 2,5 milhões de euros
  • Marinho (A, Santos, 2022): 1,2 milhão de euros
  • Matheuzinho (LD, Londrina, 2019): 300 mil euros

Medalhistas

Ginástica: Flávia Saraiva e Rebeca Andrade fazem dobradinha na trave; Nory conquista o ouro

Competição da Hungria serve de preparação para o Mundial de Ginástica Artística 2026

20/09/2026 23h00

Foto: Reprodução / Confederação Brasileira de Ginástica - X

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O Brasil conquistou uma dobradinha na manhã deste domingo (20), em Szombathely, na etapa da Hungria, pela Copa do Mundo de Ginástica Artística. Na disputa da trave, as atletas Flávia Saraiva e Rebeca Andrade conquistaram ouro e prata, respectivamente. A britânica Emily Roper fechou o pódio.

Aos 26 anos, Flavinha conquistou a melhor colocação na etapa do mundial ao conseguir a nota 13.766 pontos, enquanto a compatriota Rebeca, de 27, ficou com 13.600 pontos. Vale ressaltar que a competidora guarulhense foi a primeira a se apresentar no aparelho. Emily Roper fechou com 12.866 para garantir o bronze.

O dia reservou outras conquistas para o Brasil na Copa do Mundo de Ginástica. A própria Flávia Saraiva conseguiu a medalha de prata no solo. Já Lorrane Oliveira, de 28 anos, fechou o pódio com o bronze, em mais uma dobradinha. A grande vencedora da categoria foi Dulcy Caylor, de apenas 18 anos, dos Estados Unidos.

No masculino, Arthur Nory, de 33 anos, conquistou o ouro na disputa da barra fixa, com a nota de 14.133 pontos. Ele superou o tcheco Tomas Kalinic e o polonês Kacper Garnczarek, com prata e bronze, respectivamente.

A competição da Hungria serve de preparação para o Mundial de Ginástica Artística 2026, que ocorre entre os dias 17 e 25 de outubro, em Roterdã, na Holanda.

Vaga garantida

Com campo-grandense Judson, Brasil atropela Argentina e garante vaga na Olimpíada

Diante de 11mil torcedores, a equipe brasileira venceu com parciais de 25-20, 25-23 e 25-20

20/09/2026 14h30

Campo-grandense Judson, central da seleção brasileira

Campo-grandense Judson, central da seleção brasileira Foto: Divulgação

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Com o campo-grandense Judson entre os titulares, a Seleção Brasileira masculina de vôlei atropelou a Argentina por 3 sets a 0 neste domingo (20), no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, e conquistou o título do Pré-Olímpico Sul-Americano de 2026. Com a vitória, o Brasil garantiu a classificação para os Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 2028.

Diante de 11.968 torcedores, a equipe brasileira venceu com parciais de 25-20, 25-23 e 25-20. O oposto Darlan foi o principal pontuador da partida, com 23 acertos, enquanto o ponteiro Lucarelli foi eleito o melhor jogador do torneio.

O Brasil terminou a competição de forma invicta e sem perder nenhum set nos cinco jogos disputados. O título foi o 34º da Seleção no Campeonato Sul-Americano.

A partida 

Judson iniciou a decisão como titular, ao lado de Darlan, Flávio, Adriano, Lucarelli e Cachopa. O Brasil começou a partida em ritmo intenso e rapidamente abriu vantagem no primeiro set. A Argentina chegou a diminuir a diferença, mas a Seleção voltou a controlar as ações e fechou a parcial em 25 a 20.

No segundo set, os brasileiros novamente construíram vantagem desde o início. Os argentinos reagiram na reta final e chegaram a encostar em 23 a 22, mas o Brasil manteve a concentração e garantiu a vitória por 25 a 23, abrindo 2 sets a 0.

A Argentina começou o terceiro set mais agressiva e chegou a permanecer à frente no placar. O Brasil, porém, retomou a liderança a partir do 10 a 9 e passou a controlar novamente a partida.

Darlan foi decisivo na reta final, enquanto Flávio se destacou nos bloqueios. O Brasil abriu 21 a 18 e confirmou o título com mais um 25 a 20, após bloqueio de Flávio e ace de Adriano.

Além do título e da classificação olímpica, o Brasil teve cinco jogadores escolhidos para a seleção do campeonato. Flávio foi eleito um dos centrais, Adriano apareceu entre os ponteiros, Darlan foi escolhido como oposto e Cachopa como levantador. Lucarelli recebeu o prêmio de MVP da competição.

Com a classificação masculina, o vôlei brasileiro terá suas duas seleções nos Jogos Olímpicos de Los Angeles. A equipe feminina havia garantido a vaga uma semana antes.

Los Angeles também terá um significado especial para o vôlei brasileiro. Foi na cidade norte-americana, nos Jogos Olímpicos de 1984, que o país conquistou sua primeira medalha olímpica na modalidade. Na ocasião, a seleção foi vice-campeã após ser derrotada pelos estadunidenses por 3 a 0. 

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