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Hildebrand bate na última curva e Wheldon vence

Hildebrand bate na última curva e Wheldon vence

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A centésima edição das 500 milhas de Indianápolis terminou de maneira surpreendente. Depois de incontáveis trocas de liderança, o norte-americano JR Hildebrand estava na ponta até a última curva, quando bateu seu carro no muro. Ele tentava um último esforço, já que seu carro estava com pouco combustível. Hildebrand cruzou a linha com o carro destruído, e acabou na segunda posição. A vitória caiu no colo de Dan Wheldon, que largara em sexto. O brasileiro Tony Kanaan fez uma corrida de recuperação e terminou em quarto, tendo chegado a ocupar a segunda posição.

Depois de largar na 23º posição, o baiano Tony Kanaan se recuperou com muitas ultrapassagens e voltas rápidas. O brasileiro, que corre pela equipe KV ,tinha prometido uma prova agressiva, e chegou a apostar com um mecânico que ganharia onze posições somente nas primeiras voltas.Kanaan terminou as 500 milhas ano passado em 11º, e teve seu melhor resultado em 2004, quando terminou em segundo lugar.

Dario Franchitti, da Chip Ganassi, defendia o título do ano passado e chegou a ocupar a liderança em diferentes momentos, mas não pôde mante-la.Scott Dixon também liderou a corrida, e terminou em segundo lugar. Os brasileiros Vitor Meira, Helio Castroneves e Bia Figueiredo passaram longe da briga por vitória, e acabaram em 15º, 17º e 21º lugares respectivamente.

A corrida começou dominada por Alex Tagliani, da Sam Schmidt, e Scott Dixon, da Ganassi, que largaram na ponta e revezaram na liderança nas primeiras voltas. A prova não teve muitos acidentes, e portanto poucos momentos com bandeira amarela, tendo sido decidia nas ultrapassagens e no trabalho de boxes.

Perto da metade das 200 voltas das 500 milhas, Dario Franchitti perdeu a liderança que ocupava desde uma parada por bandeira amarela. Mas recuperou a ponta no momento em que se iniciou o último quarto da prova, período considerado decisivo em provas com duração longa como essa.

Neste momento o brasileiro Tony Kanaan ocupava a sexta posição, e chegou a estar em segundo antes de ter que parar nos boxes, assim como o então líder, Scott Dixon e Graham Rahal, que largara na trigésima posição.

Com a parada dos líderes, Bertrand Baguette assumiu a ponta faltando 10 voltas para o final. A quatro voltas do final, Baguette teve que parar, e JR Hildebrand assumiu a ponta, seguido de perto por Dixon e Dario Franchitti – que tinha pouco combustível. Kanaan caiu para a sétima posição. Hildebrand também tinha pouco combustível, e teve que arriscar-se. Vendo seu carro perdendo potência, deu de tudo na última volta e acabou perdendo controle na última curva. Cruzou a linha com o carro destroçado, tendo sido ultrapassado por Wheldon, que assumira a segunda posição. Dixon ficou com a terceira posição e Kanaan recebeu a bandeirada em quarto.

AUTOMOBILISMO

F1 volta com repetição de domínio da Red Bull e vitória de Verstappen

Temporada 2024 será a mais longa da história, com 24 corridas, número que poderia ter sido registrado em 2023, quando os GPs da China e Emília-Romagna acabaram cancelados

02/03/2024 13h30

F1 retornou neste ano com seu primeiro GP em um sábado devido ao Ramadã, um período sagrado para os muçulmanos Reprodução/X/Fórmula 1

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Neste sábado (2), a abertura da temporada 2024 da F1 no GP do Bahrein indicou que a Red Bull ainda vai ser a equipe dominante do grid, assim como o tricampeão Max Verstappen continuará reinando soberano na primeira posição.

O holandês venceu a prova, praticamente, de ponta a ponta, e Sérgio Perez garantiu a primeira dobradinha do ano, em segundo.

Já a segunda força da categoria promete uma disputa mais aberta. A Ferrari demonstra estar um passo à frente das demais, pois completou o pódio com Carlos Sainz, enquanto Charles Leclerc foi o quarto, mas a Mercedes e a McLaren também tiveram um bom desempenho no ritmo de corrida.

Em seu último ano como piloto da Mercedes, Lewis Hamilton, no entanto, destoou de seu companheiro de equipe, George Russell, o quinto, e estreou de forma modesta neste ano, com a sétima colocação da prova no Bahrein. Em 2025, o heptacampeão mundial vai correr pela Ferrari.

Já os carros da McLaren chegaram na sexta, com Lando Norris, e na oitava posição, com Oscar Piastri.

Com suas provas tradicionalmente realizadas aos domingos, a F1 retornou neste ano com seu primeiro GP em um sábado devido ao Ramadã, um período sagrado para os muçulmanos.

Pelo mesmo motivo, a próxima etapa do ano também será em um sábado, no dia 9, na Arábia Saudita.

No calendário islâmico deste ano, a data religiosa começa no dia 10, um domingo, por isso a corrida saudita teve de ser antecipada para o sábado, assim como a prova no Bahrein, adiantada para ter um intervalo mínimo de sete dias entre uma prova e outra.

A temporada 2024 será a mais longa da história, com 24 corridas, número que poderia ter sido registrado em 2023, quando os GPs da China e Emília-Romagna acabaram cancelados.

O GP São Paulo deste ano está marcado para o dia 3 de novembro, quando será disputada a 21ª Etapa do ano. Depois da corrida no Brasil, a F1 passará por Las Vegas, nos EUA, Qatar e Abu Dhabi.

 

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Virou caso de polícia

Jogador da Portuguesa procura a polícia e denúncia PM por ameaça e injúria racial

O boletim de ocorrência foi registrado no 4º DP das Moreninhas em Campo Grande; o caso foi encaminhado a Corregedoria da Polícia Militar para investigação.

01/03/2024 18h22

Cenas lamentáveis de injuria racial aconteceu aos 18 minutos do primeiro tempo. Foto: Luciano Siqueira/ Portuguesa

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O zagueiro Vinicius Machado com a equipe jurídica da Associação Atlética Portuguesa, estiveram na Corregedoria da Polícia Militar no início da tarde de hoje (1), abrindo um inquérito investigativo de injúria racial feita por um policial militar que realizava a segurança das equipes de arbitragem. 

Reprodução/ 

As cenas lamentáveis aconteceram aos 18 minutos do primeiro tempo, na partida entre Portuguesa 4 a 3 contra o Náutico, na noite de ontem (29), no Estádio Jacques da Luz, em Campo Grande, pelo Campeonato Sul-Mato-Grossense.  

Conforme relatos do boletim de ocorrência registrado na 4º Delegacia de Polícia dos Moreninhas, em que o Correio do Estado teve acesso, detalha os minutos da confusão. 

Os jogadores da Lusa ficaram resvoltados após o juiz da partida, João Bosco Echeveria, não marcar uma penalidade a favor da Portuguesa. Os atletas titulares foram para cima do árbitro para questioná-lo, quando os policiais entraram em campo sem autorização.  

Ainda conforme descrito no boletim de ocorrência, neste momento o policial pegou no braço do zagueiro para tirá-lo da confusão.  O atleta olhou para o policial e o questionou sobre força truculenta que realizava o ato, retirando o atleta de campo. 

Inconformado, o zagueiro voltou ao gramado e foi novamente em direção ao árbitro, quando ouviu ameaças do mesmo policial, proferindo as seguintes palavras: “Eu acho você, onde você estiver aqui, vou lá no vestiário e pego você”. 

O atleta estranhou as ameaças e ouviu novamente do policial “Eu te dou voz de prisão, você está me desacatando, eu te prendo nego" 
 
 Não entendo muito bem o que estava acontecendo, o zagueiro questionou o policial que estava com as algemas em mãos e relatando as seguintes as palavras “"eu te prendo, nego". 
 
Revoltado, o atleta foi em direção ao árbitro e relatou as ofensas.  

Nas redes sociais, a Associação Atlética Portuguesa publicou nota repudiando o fato.

A.A Portuguesa/ Divulgação

Em nota, a assessoria da Polícia Militar relatou que "na observação do comandante que cuidava da equipe que estava no estádio, foi necessária a intervenção da polícia, a fim de resguardar a equipe de arbitragem e atletas. Após cerca de 20 minutos, os ânimos se acalmaram e a partida pode ser reiniciada sem maiores problemas", relatou.

Com relação ao suposto ato racista proferido pelo policial militar, a instituição destacou que “não compactua com qualquer tipo de desvio de conduta de seus integrantes, e que está investigando o caso" 

Questionamos novamente a Polícia Militar sobre o afastamento ou punição do policial, mas a assessoria relatou que o policial não será afastado tampouco punido até que se prove que o fato aconteceu.  

Até o momento, a Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul (FFMS), não disponibilizou a súmula da partida, por isso não será possível saber se a arbitragem registrou ou não o fato. 

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