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Hildebrand bate na última curva e Wheldon vence

Hildebrand bate na última curva e Wheldon vence

UOL

29/05/2011 - 15h27
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A centésima edição das 500 milhas de Indianápolis terminou de maneira surpreendente. Depois de incontáveis trocas de liderança, o norte-americano JR Hildebrand estava na ponta até a última curva, quando bateu seu carro no muro. Ele tentava um último esforço, já que seu carro estava com pouco combustível. Hildebrand cruzou a linha com o carro destruído, e acabou na segunda posição. A vitória caiu no colo de Dan Wheldon, que largara em sexto. O brasileiro Tony Kanaan fez uma corrida de recuperação e terminou em quarto, tendo chegado a ocupar a segunda posição.

Depois de largar na 23º posição, o baiano Tony Kanaan se recuperou com muitas ultrapassagens e voltas rápidas. O brasileiro, que corre pela equipe KV ,tinha prometido uma prova agressiva, e chegou a apostar com um mecânico que ganharia onze posições somente nas primeiras voltas.Kanaan terminou as 500 milhas ano passado em 11º, e teve seu melhor resultado em 2004, quando terminou em segundo lugar.

Dario Franchitti, da Chip Ganassi, defendia o título do ano passado e chegou a ocupar a liderança em diferentes momentos, mas não pôde mante-la.Scott Dixon também liderou a corrida, e terminou em segundo lugar. Os brasileiros Vitor Meira, Helio Castroneves e Bia Figueiredo passaram longe da briga por vitória, e acabaram em 15º, 17º e 21º lugares respectivamente.

A corrida começou dominada por Alex Tagliani, da Sam Schmidt, e Scott Dixon, da Ganassi, que largaram na ponta e revezaram na liderança nas primeiras voltas. A prova não teve muitos acidentes, e portanto poucos momentos com bandeira amarela, tendo sido decidia nas ultrapassagens e no trabalho de boxes.

Perto da metade das 200 voltas das 500 milhas, Dario Franchitti perdeu a liderança que ocupava desde uma parada por bandeira amarela. Mas recuperou a ponta no momento em que se iniciou o último quarto da prova, período considerado decisivo em provas com duração longa como essa.

Neste momento o brasileiro Tony Kanaan ocupava a sexta posição, e chegou a estar em segundo antes de ter que parar nos boxes, assim como o então líder, Scott Dixon e Graham Rahal, que largara na trigésima posição.

Com a parada dos líderes, Bertrand Baguette assumiu a ponta faltando 10 voltas para o final. A quatro voltas do final, Baguette teve que parar, e JR Hildebrand assumiu a ponta, seguido de perto por Dixon e Dario Franchitti – que tinha pouco combustível. Kanaan caiu para a sétima posição. Hildebrand também tinha pouco combustível, e teve que arriscar-se. Vendo seu carro perdendo potência, deu de tudo na última volta e acabou perdendo controle na última curva. Cruzou a linha com o carro destroçado, tendo sido ultrapassado por Wheldon, que assumira a segunda posição. Dixon ficou com a terceira posição e Kanaan recebeu a bandeirada em quarto.

Medalhistas

Ginástica: Flávia Saraiva e Rebeca Andrade fazem dobradinha na trave; Nory conquista o ouro

Competição da Hungria serve de preparação para o Mundial de Ginástica Artística 2026

20/09/2026 23h00

Foto: Reprodução / Confederação Brasileira de Ginástica - X

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O Brasil conquistou uma dobradinha na manhã deste domingo (20), em Szombathely, na etapa da Hungria, pela Copa do Mundo de Ginástica Artística. Na disputa da trave, as atletas Flávia Saraiva e Rebeca Andrade conquistaram ouro e prata, respectivamente. A britânica Emily Roper fechou o pódio.

Aos 26 anos, Flavinha conquistou a melhor colocação na etapa do mundial ao conseguir a nota 13.766 pontos, enquanto a compatriota Rebeca, de 27, ficou com 13.600 pontos. Vale ressaltar que a competidora guarulhense foi a primeira a se apresentar no aparelho. Emily Roper fechou com 12.866 para garantir o bronze.

O dia reservou outras conquistas para o Brasil na Copa do Mundo de Ginástica. A própria Flávia Saraiva conseguiu a medalha de prata no solo. Já Lorrane Oliveira, de 28 anos, fechou o pódio com o bronze, em mais uma dobradinha. A grande vencedora da categoria foi Dulcy Caylor, de apenas 18 anos, dos Estados Unidos.

No masculino, Arthur Nory, de 33 anos, conquistou o ouro na disputa da barra fixa, com a nota de 14.133 pontos. Ele superou o tcheco Tomas Kalinic e o polonês Kacper Garnczarek, com prata e bronze, respectivamente.

A competição da Hungria serve de preparação para o Mundial de Ginástica Artística 2026, que ocorre entre os dias 17 e 25 de outubro, em Roterdã, na Holanda.

Vaga garantida

Com campo-grandense Judson, Brasil atropela Argentina e garante vaga na Olimpíada

Diante de 11mil torcedores, a equipe brasileira venceu com parciais de 25-20, 25-23 e 25-20

20/09/2026 14h30

Campo-grandense Judson, central da seleção brasileira

Campo-grandense Judson, central da seleção brasileira Foto: Divulgação

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Com o campo-grandense Judson entre os titulares, a Seleção Brasileira masculina de vôlei atropelou a Argentina por 3 sets a 0 neste domingo (20), no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, e conquistou o título do Pré-Olímpico Sul-Americano de 2026. Com a vitória, o Brasil garantiu a classificação para os Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 2028.

Diante de 11.968 torcedores, a equipe brasileira venceu com parciais de 25-20, 25-23 e 25-20. O oposto Darlan foi o principal pontuador da partida, com 23 acertos, enquanto o ponteiro Lucarelli foi eleito o melhor jogador do torneio.

O Brasil terminou a competição de forma invicta e sem perder nenhum set nos cinco jogos disputados. O título foi o 34º da Seleção no Campeonato Sul-Americano.

A partida 

Judson iniciou a decisão como titular, ao lado de Darlan, Flávio, Adriano, Lucarelli e Cachopa. O Brasil começou a partida em ritmo intenso e rapidamente abriu vantagem no primeiro set. A Argentina chegou a diminuir a diferença, mas a Seleção voltou a controlar as ações e fechou a parcial em 25 a 20.

No segundo set, os brasileiros novamente construíram vantagem desde o início. Os argentinos reagiram na reta final e chegaram a encostar em 23 a 22, mas o Brasil manteve a concentração e garantiu a vitória por 25 a 23, abrindo 2 sets a 0.

A Argentina começou o terceiro set mais agressiva e chegou a permanecer à frente no placar. O Brasil, porém, retomou a liderança a partir do 10 a 9 e passou a controlar novamente a partida.

Darlan foi decisivo na reta final, enquanto Flávio se destacou nos bloqueios. O Brasil abriu 21 a 18 e confirmou o título com mais um 25 a 20, após bloqueio de Flávio e ace de Adriano.

Além do título e da classificação olímpica, o Brasil teve cinco jogadores escolhidos para a seleção do campeonato. Flávio foi eleito um dos centrais, Adriano apareceu entre os ponteiros, Darlan foi escolhido como oposto e Cachopa como levantador. Lucarelli recebeu o prêmio de MVP da competição.

Com a classificação masculina, o vôlei brasileiro terá suas duas seleções nos Jogos Olímpicos de Los Angeles. A equipe feminina havia garantido a vaga uma semana antes.

Los Angeles também terá um significado especial para o vôlei brasileiro. Foi na cidade norte-americana, nos Jogos Olímpicos de 1984, que o país conquistou sua primeira medalha olímpica na modalidade. Na ocasião, a seleção foi vice-campeã após ser derrotada pelos estadunidenses por 3 a 0. 

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