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Imprensa de Madri e jogadores do Real reclamam de gol anulado

Imprensa de Madri e jogadores do Real reclamam de gol anulado

Redação

04/05/2011 - 03h45
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O Real Madrid bem que tentou, mas não conseguiu superar o Barcelona nas semifinais da Liga dos Campeões. Desde 2007 sem marcar no Camp Nou, a equipe da capital espanhola conseguiu fazer um gol, além de outro anulado em lance polêmico (confira o vídeo ao lado), mas precisava de três. O adeus foi honroso, como publicou o diário "Ás" em sua manchete, mas a arbitragem voltou a ganhar destaque nos veículos espanhóis e entre os próprios jogadores após a partida.

Depois da expulsão de Pepe no jogo de ida das semifinais, no Bernabéu, que gerou revolta no técnico José Mourinho, foi a vez de um gol mal anulado de Higuaín causar polêmica, agora no Camp Nou.

Logo com um minuto da etapa final, o atacante recebeu passe de Cristiano Ronaldo, que foi derrubado e caiu por cima de Mascherano. Na sobra, o argentino abriu o placar para o Real, mas o belga Frank de Bleeckere invalidou o gol e recebeu muitas críticas durante e após o jogo. O goleiro Casillas não se conformou com a eliminação.

- Me lembro da partida de ida. Se tivesse acabado em zero a zero, e aqui o resultado fosse 1 a 1, teríamos conquistado a vaga. Jogando contra onze, em Madri, não tivemos dificuldades. Mas estamos orgulhosos por ter lutado até o final. O gol do Higuaín foi mais um lance em que fomos prejudicados, como sempre - lamentou.

Nos jornais, mais críticas. No "Marca", a manchete dizia: "O juiz prejudicou claramente o Madrid quando o jogo ainda estava zero a zero. Anulou um gol legal de Higuaín por conta de um tropço de Cristiano em cima de Mascherano". O "Ás" também reclamou: "Polêmico gol anulado de Higuaín". Até mesmo Jorge Valdano, diretor de futebol do Real, esbravejou contra a arbitragem.

- Fou uma partida intensa, muito disputada, onde as duas equipes buscaram a classificação. Deu Barcelona e parabenizamos o clube pela vaga na final, mas lamentamos o fato de termos que dizer que foi tudo decidido pela arbitragem, tanto no primeiro jogo como hoje - disse.

Vale lembrar que Frank de Bleeckere já havia sido citado por Mourinho antes da partida, por ter dado cartão vermelho ao volante Thiago Motta na semifinal da Liga dos Campeões no ano passado, quando Mourinho comandava o Inter de Milão, que apesar disso, conseguiu superar o Barça e acabou conquistando o título.

Medalhistas

Ginástica: Flávia Saraiva e Rebeca Andrade fazem dobradinha na trave; Nory conquista o ouro

Competição da Hungria serve de preparação para o Mundial de Ginástica Artística 2026

20/09/2026 23h00

Foto: Reprodução / Confederação Brasileira de Ginástica - X

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O Brasil conquistou uma dobradinha na manhã deste domingo (20), em Szombathely, na etapa da Hungria, pela Copa do Mundo de Ginástica Artística. Na disputa da trave, as atletas Flávia Saraiva e Rebeca Andrade conquistaram ouro e prata, respectivamente. A britânica Emily Roper fechou o pódio.

Aos 26 anos, Flavinha conquistou a melhor colocação na etapa do mundial ao conseguir a nota 13.766 pontos, enquanto a compatriota Rebeca, de 27, ficou com 13.600 pontos. Vale ressaltar que a competidora guarulhense foi a primeira a se apresentar no aparelho. Emily Roper fechou com 12.866 para garantir o bronze.

O dia reservou outras conquistas para o Brasil na Copa do Mundo de Ginástica. A própria Flávia Saraiva conseguiu a medalha de prata no solo. Já Lorrane Oliveira, de 28 anos, fechou o pódio com o bronze, em mais uma dobradinha. A grande vencedora da categoria foi Dulcy Caylor, de apenas 18 anos, dos Estados Unidos.

No masculino, Arthur Nory, de 33 anos, conquistou o ouro na disputa da barra fixa, com a nota de 14.133 pontos. Ele superou o tcheco Tomas Kalinic e o polonês Kacper Garnczarek, com prata e bronze, respectivamente.

A competição da Hungria serve de preparação para o Mundial de Ginástica Artística 2026, que ocorre entre os dias 17 e 25 de outubro, em Roterdã, na Holanda.

Vaga garantida

Com campo-grandense Judson, Brasil atropela Argentina e garante vaga na Olimpíada

Diante de 11mil torcedores, a equipe brasileira venceu com parciais de 25-20, 25-23 e 25-20

20/09/2026 14h30

Campo-grandense Judson, central da seleção brasileira

Campo-grandense Judson, central da seleção brasileira Foto: Divulgação

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Com o campo-grandense Judson entre os titulares, a Seleção Brasileira masculina de vôlei atropelou a Argentina por 3 sets a 0 neste domingo (20), no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, e conquistou o título do Pré-Olímpico Sul-Americano de 2026. Com a vitória, o Brasil garantiu a classificação para os Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 2028.

Diante de 11.968 torcedores, a equipe brasileira venceu com parciais de 25-20, 25-23 e 25-20. O oposto Darlan foi o principal pontuador da partida, com 23 acertos, enquanto o ponteiro Lucarelli foi eleito o melhor jogador do torneio.

O Brasil terminou a competição de forma invicta e sem perder nenhum set nos cinco jogos disputados. O título foi o 34º da Seleção no Campeonato Sul-Americano.

A partida 

Judson iniciou a decisão como titular, ao lado de Darlan, Flávio, Adriano, Lucarelli e Cachopa. O Brasil começou a partida em ritmo intenso e rapidamente abriu vantagem no primeiro set. A Argentina chegou a diminuir a diferença, mas a Seleção voltou a controlar as ações e fechou a parcial em 25 a 20.

No segundo set, os brasileiros novamente construíram vantagem desde o início. Os argentinos reagiram na reta final e chegaram a encostar em 23 a 22, mas o Brasil manteve a concentração e garantiu a vitória por 25 a 23, abrindo 2 sets a 0.

A Argentina começou o terceiro set mais agressiva e chegou a permanecer à frente no placar. O Brasil, porém, retomou a liderança a partir do 10 a 9 e passou a controlar novamente a partida.

Darlan foi decisivo na reta final, enquanto Flávio se destacou nos bloqueios. O Brasil abriu 21 a 18 e confirmou o título com mais um 25 a 20, após bloqueio de Flávio e ace de Adriano.

Além do título e da classificação olímpica, o Brasil teve cinco jogadores escolhidos para a seleção do campeonato. Flávio foi eleito um dos centrais, Adriano apareceu entre os ponteiros, Darlan foi escolhido como oposto e Cachopa como levantador. Lucarelli recebeu o prêmio de MVP da competição.

Com a classificação masculina, o vôlei brasileiro terá suas duas seleções nos Jogos Olímpicos de Los Angeles. A equipe feminina havia garantido a vaga uma semana antes.

Los Angeles também terá um significado especial para o vôlei brasileiro. Foi na cidade norte-americana, nos Jogos Olímpicos de 1984, que o país conquistou sua primeira medalha olímpica na modalidade. Na ocasião, a seleção foi vice-campeã após ser derrotada pelos estadunidenses por 3 a 0. 

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