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KTO desponta como protagonista no mercado regulado de bet

Empresa foi uma das primeiras a entrar com pedido para obter a licença brasileira e cumpriu as exigências para ser uma bet legalizada a partir de 2025.

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CONTEÚDO DE MARCA.

O mercado brasileiro de apostas esportivas está passando por um momento significativo e novo. Desde 1º de janeiro, todas as disposições da lei que regulamenta o setor entraram em vigor, permitindo apenas que empresas autorizadas pelo Governo Federal operem legalmente no país.

A KTO, bet que se destacou positivamente nos anos anteriores, posicionou-se entre as primeiras casas de apostas a obter a licença para atuar de maneira legal no Brasil.

Ainda em dezembro de 2024, a empresa efetuou o pagamento da taxa de outorga, de R$ 30 milhões, e adquiriu a permissão para continuar suas atividades sem nenhuma pausa.

Para atender às novas regulamentações, a KTO passou pelo processo de licenciamento que é necessário para todas as empresas de apostas interessadas em operar no Brasil.

Em agosto de 2024, a empresa submeteu seu pedido de licença ao Sistema de Gestão de Apostas (Sigap) do Ministério da Fazenda, evidenciando seu compromisso com a conformidade legal e a transparência.

Este pedido inicial também proporcionou à empresa a continuidade das suas operações mesmo após a medida emergencial tomada em setembro pelo governo de suspender o funcionamento de toda bet que não havia demonstrado interesse em obter a licença final.

Além disso, a KTO passou por uma avaliação de sistemas para comprovar a segurança e integridade dos serviços. A empresa também teve que mostrar adequação total à Lei Geral de Proteção de Dados, assim como implementar a verificação de conta com reconhecimento facial, uma das novas exigências para as bets no Brasil.

Mercado de bet com a regulamentação

Desde 1º de janeiro, o mercado brasileiro de bet recebeu mudanças significativas, devido à implementação da lei de regulamentação das apostas esportivas e outras portarias que definiram todas as demandas para as casas de apostas atuarem no país.

Essas normas estabeleceram um ambiente mais seguro e transparente para operadores e apostadores. As principais alterações incluem:

  •     Licenciamento obrigatório: todas as bets passaram a necessitar de uma licença para operar legalmente no Brasil, assegurando que as empresas sejam avaliadas quanto à conformidade e idoneidade.
  •    Tributação estruturada: foi estabelecida uma alíquota de 12% sobre a receita bruta das operadoras, após o pagamento dos prêmios aos apostadores. Além disso, os ganhos dos apostadores superiores a R$ 2.200 são tributados em 15%, com dedução na fonte.
  •     Proteção ao consumidor: implementação de medidas para proteger os apostadores, incluindo a proibição de participação de menores de 18 anos e de pessoas que possam influenciar os resultados dos jogos, como atletas e dirigentes esportivos.
  •     Promoções restritas: alguns tipos de ofertas não serão mais permitidos, como bônus de boas-vindas e free bets para primeiras apostas. O objetivo é não incentivar o jogo compulsivo.

Essas mudanças visam não apenas aumentar a arrecadação tributária, mas também garantir um ambiente de bet mais seguro e confiável para os consumidores brasileiros.

História da KTO e patrocínios no Brasil

Fundada em 2018 por Andreas Bardun, a KTO rapidamente expandiu sua presença no mercado global de apostas, com foco especial no Brasil a partir de 2019. A bet adotou uma abordagem diferenciada, priorizando a personalização de seus serviços para atender às preferências dos apostadores brasileiros, oferecendo suporte ao cliente em português e adaptando suas estratégias de marketing ao público local.

A KTO também investiu significativamente em patrocínios esportivos no Brasil, fortalecendo sua marca e contribuindo para o desenvolvimento do esporte no país.

Em fevereiro de 2024, tornou-se patrocinadora oficial da Chapecoense, com o logotipo da empresa estampado no uniforme do clube. Além disso, a KTO patrocina a Liga Gaúcha de Futsal desde 2019, demonstrando seu compromisso com modalidades esportivas além do futebol.

A empresa também ampliou sua presença em eventos culturais e esportivos, como o patrocínio ao Planeta Atlântida, um dos maiores festivais de música do sul do Brasil, e ao Mercado Central de Belo Horizonte, reforçando sua conexão com a cultura e a comunidade brasileira.

Com a obtenção da licença para operar no Brasil, a KTO reafirma seu compromisso com o mercado brasileiro, oferecendo uma casa de apostas segura e confiável, além de continuar investindo no esporte e na cultura do país.

A expectativa é que, com a regulamentação do setor, a empresa amplie ainda mais sua participação no mercado nacional, contribuindo para o crescimento e a profissionalização das apostas esportivas no Brasil. Mais informações sobre a empresa e detalhes para contato estão disponíveis no site kto.bet.br.
 

Esportes

Quanto os clubes brasileiros movimentaram no mercado de transferências em 2026?

21/09/2026 13h42

Foto de ChatGPT/AI.

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O mercado da bola no Brasil fechou mais uma janela de transferências para os clubes.

Apesar de registrar um volume geral mais contido, alguns poucos clubes voltaram a investir pesado para reforçar os elencos.

Segundo os cálculos do levantamento do Estádio Total na plataforma Transfermarkt, os clubes gastaram cerca de 116 milhões de euros, o equivalente a mais de R$ 680 milhões.

Por outro lado, juntos, arrecadaram mais de 162 milhões de euros, o equivalente a mais de R$ 900 milhões com vendas.

Os números divergem de uma plataforma para outra, principalmente porque os critérios podem incluir ou não bônus e outros componentes financeiros.

Veja como os times gastaram e como faturaram na janela de transferências.

Os clubes que mais gastaram

Flamengo

A equipe carioca gastou cerca de 13 milhões de euros (R$ 77 milhões) com as contratações do atacante argentino Joaquín Freitas (ex-River) e do ponta equatoriano Anthony Valencia.

Vasco

O Vasco da Gama também apostou em reforços argentinos: pagou 6,45 milhões de euros por Alan Sescano (Argentinos Juniors) e 6,05 milhões de euros por Santiago Sosa (Racing).

Somadas a outras contratações, como a de Facundo Colidio (3,90 milhões de euros) e Breno Duarte (2 milhões de euros), as despesas ultrapassam os 19,90 milhões de euros (R$ 118 milhões).

Cruzeiro

O Cruzeiro também investiu alto: desembolsou 10,5 milhões de euros por Gabriel Pec, do LA Galaxy, 5,25 milhões de euros por Gabriel Rojas, do Racing, e 4,4 milhões de euros pelo jovem Zé Lucas.

Fotos: Gustavo Martins/ Cruzeiro

O time celeste ainda pagou 3,7 milhões de euros por Luís Sinisterra, além de reforçar o elenco com uma série de empréstimos gratuitos, casos de Luciano Rodríguez, Wesley e Matías Viña.

Ao todo, o Cruzeiro gastou quase 24 milhões de euros (R$ 140 milhões) na janela do meio do ano de 2026.

Bahia

O Bahia também apareceu entre os clubes que mais investiram, pagando 9 milhões de euros por Alejo Veliz, ex-Tottenham, e 1,5 milhão de euros pelo zagueiro Marco Moreno, do Eibar.

Quem lucrou com vendas?

Palmeiras

O Palmeiras segue como destaque: recebeu 37,4 milhões de euros do Manchester City por Allan, 4 milhões de euros do Sporting por Kaique Pereira e 2,6 milhões de euros do Necaxa por Chaves.

Ao todo, o Palmeiras lucrou mais de 44 milhões de euros, um faturamento na faixa dos R$ 261 milhões para o clube paulistano.

Grêmio

O Grêmio também aproveitou para fazer caixa: vendeu Viery à Fiorentina por 15 milhões de euros e Gabriel Mec ao Porto por 11 milhões de euros.

Com a venda de André Henrique e possíveis valores adicionais previstos em metas por Viery, o faturamento do Grêmio pode passar dos R$ 180 milhões.

Botafogo

Em momento financeiro complicado, o Botafogo negociou o zagueiro Barboza com o Palmeiras por 3,5 milhões de euros e recebeu 3 milhões de euros pelo volante Newton.

Fluminense

O Fluminense fechou uma venda de peso ao negociar Facundo Bernal com o Betis por 10,5 milhões de euros, enquanto trouxe Thiago Silva e Hulk sem custos.

A aposta na base como tendência

Apesar de uma janela menos movimentada, o mercado brasileiro pode ganhar força nas próximas temporadas com a formação e valorização de novos jogadores.

Para os clubes, dar espaço a esses atletas pode ser uma alternativa diante de um cenário de maiores restrições para gastar em contratações, enquanto uma boa sequência de jogos também pode aumentar seu valor para futuras negociações.

A tendência é que esse movimento ganhe ainda mais força com a evolução de jogadores que já começam a se destacar no Brasileirão, como os 18 nomes apontados pelo Estádio Total como potenciais protagonistas da nova geração.

Nomes como Zé Lucas (18 anos, comprado pelo Cruzeiro) e Kauã Prates (18 anos, vendido pelo Cruzeiro ao Dortmund por 7 milhões de euros) ilustram bem esse movimento: mesmo muito jovens, já despertam interesse de clubes europeus e movimentam valores relevantes no mercado.

Esse cenário reforça uma mudança de comportamento que já vinha se desenhando nas últimas temporadas.

Com o custo de reposição no mercado internacional cada vez mais alto, os clubes brasileiros encontraram nas categorias de base uma forma inteligente de manter a competitividade sem comprometer o caixa, apostando que a valorização desses jovens vai continuar rendendo bons negócios nas próximas janelas.

O boom dos empréstimos entre clubes brasileiros

Além do uso da base, outro destaque da janela foi o volume de negociações feitas por empréstimo diretamente entre clubes do futebol brasileiro, sem envolver dinheiro.

O caso mais curioso é o do RB Bragantino com o Atlético Mineiro: o Massa Bruta emprestou o centroavante uruguaio Thiago Borbas para o Galo, que devolveu a gentileza cedendo o volante Patrick por empréstimo ao clube paulista.

O Bahia emprestou o lateral-esquerdo Iago ao São Paulo, enquanto o Fluminense cedeu o meia Lima ao Santos, que, por sua vez, emprestou o zagueiro Zé Ivaldo ao Clube do Remo.

O Cruzeiro liberou o goleiro Matheus Cunha para o Internacional, o Goiás emprestou o lateral Diego Caito ao Grêmio e o São Paulo cedeu o volante Felipe Negrucci ao Athletic Club.

Em quase todos os casos, são jogadores com pouco espaço no time principal, mas que os próprios clubes acreditam ter valor de mercado e preferem ver ganhando ritmo de jogo em outro time nacional a deixá-los no banco de reservas.

Esse tipo de negociação virou uma alternativa cada vez mais comum diante do cenário de contas apertadas: em vez de vender ou comprar, os clubes trocam jogadores entre si por empréstimo, sem custo, apostando que o próprio mercado interno vai revalorizar esses atletas.

Um time cede o jogador que não está jogando, o outro ganha um reforço de graça, e todo mundo sai satisfeito até a próxima janela.
 

Medalhistas

Ginástica: Flávia Saraiva e Rebeca Andrade fazem dobradinha na trave; Nory conquista o ouro

Competição da Hungria serve de preparação para o Mundial de Ginástica Artística 2026

20/09/2026 23h00

Foto: Reprodução / Confederação Brasileira de Ginástica - X

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O Brasil conquistou uma dobradinha na manhã deste domingo (20), em Szombathely, na etapa da Hungria, pela Copa do Mundo de Ginástica Artística. Na disputa da trave, as atletas Flávia Saraiva e Rebeca Andrade conquistaram ouro e prata, respectivamente. A britânica Emily Roper fechou o pódio.

Aos 26 anos, Flavinha conquistou a melhor colocação na etapa do mundial ao conseguir a nota 13.766 pontos, enquanto a compatriota Rebeca, de 27, ficou com 13.600 pontos. Vale ressaltar que a competidora guarulhense foi a primeira a se apresentar no aparelho. Emily Roper fechou com 12.866 para garantir o bronze.

O dia reservou outras conquistas para o Brasil na Copa do Mundo de Ginástica. A própria Flávia Saraiva conseguiu a medalha de prata no solo. Já Lorrane Oliveira, de 28 anos, fechou o pódio com o bronze, em mais uma dobradinha. A grande vencedora da categoria foi Dulcy Caylor, de apenas 18 anos, dos Estados Unidos.

No masculino, Arthur Nory, de 33 anos, conquistou o ouro na disputa da barra fixa, com a nota de 14.133 pontos. Ele superou o tcheco Tomas Kalinic e o polonês Kacper Garnczarek, com prata e bronze, respectivamente.

A competição da Hungria serve de preparação para o Mundial de Ginástica Artística 2026, que ocorre entre os dias 17 e 25 de outubro, em Roterdã, na Holanda.

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