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INGLATERRA

Manchester City supera United nos pênaltis, encerra jejum e conquista a Supercopa

Time azul saiu atrás do placar aos 37 minutos do 2º tempo, mas empata sete minutos depois e conquista título que não vinha há cinco anos

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Depois de amargar três derrotas seguidas na Supercopa da Inglaterra, o Manchester City derrotou o rival Manchester United no estádio de Wembley, em Londres, neste sábado, e conquistou a taça pela sétima vez - a última havia sido levantada em 2019.

O primeiro título do City, atual campeão inglês, na temporada, veio com o triunfo por 7 a 6, nos pênaltis, após empate por 1 a 1 no tempo regulamentar. Apesar da derrota, o Manchester United, que havia derrotado o rival para conquistar a Copa da Inglaterra, continua como o maior vencedor da competição: 21 vezes.

Com desfalques importantes, como Rodri, do lado do City, e Hojlund, do United, as duas equipes entraram em campo em ritmo lento, abusando dos toques de lado, mas sem impor velocidade. A equipe do técnico Pep Guardiola tomou o controle da partida e buscava o gol com mais efetividade, pressionando a saída de bola do rival, enquanto o United se fechava no campo de defesa a fim de surpreender nos contragolpes.

Apesar de rondar a área do time de Ten Hag, o conjunto celeste não encontrava espaços para finalizar. Assim, a primeira boa oportunidade foi criada apenas aos 21 minutos, quando Oscar Bobb invadiu a área pela direita e bateu por cima da meta de Onana. Dois minutos depois, a defesa do time vermelho falhou na saída, Bobb roubou a bola e acionou McAtee, que finalizou com um tiro cruzado na área, acertando a trave direita do goleiro camaronês

O Manchester United equilibrou as ações e respondeu aos 30 minutos. Após boa triangulação de Casemiro, Bruno Fernandes e Diallo, o jovem marfinense ficou em frente a Ederson, mas, em vez de finalizar a gol, errou o passe para Mount, desperdiçando boa oportunidade. Aos 35, Casemiro rolou para Rashford, na esquerda da área, mas o tiro colocado saiu pela linha de fundo.

Na etapa final, o jogo ficou mais aberto e movimentado. Logo aos 8 minutos, Bruno Fernandes recebeu um lançamento do meio de campo e, de fora da área, anotou um golaço encobrindo Ederson, mas o lance foi anulado pela arbitragem por impedimento. Diferentemente da metade inicial, o United tomava a iniciativa e partia para cima.

Apesar do bom momento de sua equipe, de uma só vez, o técnico Erik ten Hag promoveu quatro mudanças, sacando Maguire, Mainoo, Mount e Diallo para as entradas de Collyer, Garnacho, McTominay e Pellistri. Guardiola, por sua vez, acionou os brasileiros Matheus Nunes e Savinho, única contratação do Manchester City para a temporada, nas vagas de O'Reilly e Doku.

Após as trocas, o City recuperou o ímpeto ofensivo e voltou a frequentar seu campo ofensivo, deixando espaços atrás. Aos 29 minutos, do campo de defesa, Bruno Fernandes lançou Garnacho na direita, iniciando um contra-ataque. O camisa 17 rolou para o meio da área, onde Rashford finalizou na trave direita de Ederson.

Aos 36 minutos, em novo contra-ataque, Pellistri roubou a bola no campo defensivo e acionou Bruno Fernandes no meio de campo. O português rolou para Garnacho na direita. O jovem argentino invadiu a área e tocou no canto esquerdo de Ederson para abrir o placar.

Atrás no marcador, o City partiu para o ataque nos minutos finais da partida. Aos 43, Bobb foi à linha de fundo, na direita, e cruzou a bola para o meio da área. Bernardo Silva, que havia acabado de entrar, ganhou de Pellistri pelo alto e cabeceou sem chances para Onana, igualando o placar.

Com o empate por 1 a 1 no tempo normal, assim como havia ocorrido em 2023, a definição da Supercopa foi para as penalidades. Nas cobranças alternadas, Evans isolou sua cobrança por cima da meta de Ederson e Akanji fechou a vitória do Manchester City por 7 a 6. Antes, De Bruyne, Haaland, Savinho, Ederson, Matheus Nunes e Rúben Dias tinham convertido suas cobranças, enquanto Bernardo Silva errou. Do lado do United, Bruno Fernandes, Dalot, Garnacho, Casemiro, McTominay e Lisandro Martínez marcaram e Sancho desperdiçou.

Essa foi a 18ª conquista do técnico Pep Guardiola, que não tem sua permanência confirmada no clube após o término da temporada, à frente do City.

Medalhistas

Ginástica: Flávia Saraiva e Rebeca Andrade fazem dobradinha na trave; Nory conquista o ouro

Competição da Hungria serve de preparação para o Mundial de Ginástica Artística 2026

20/09/2026 23h00

Foto: Reprodução / Confederação Brasileira de Ginástica - X

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O Brasil conquistou uma dobradinha na manhã deste domingo (20), em Szombathely, na etapa da Hungria, pela Copa do Mundo de Ginástica Artística. Na disputa da trave, as atletas Flávia Saraiva e Rebeca Andrade conquistaram ouro e prata, respectivamente. A britânica Emily Roper fechou o pódio.

Aos 26 anos, Flavinha conquistou a melhor colocação na etapa do mundial ao conseguir a nota 13.766 pontos, enquanto a compatriota Rebeca, de 27, ficou com 13.600 pontos. Vale ressaltar que a competidora guarulhense foi a primeira a se apresentar no aparelho. Emily Roper fechou com 12.866 para garantir o bronze.

O dia reservou outras conquistas para o Brasil na Copa do Mundo de Ginástica. A própria Flávia Saraiva conseguiu a medalha de prata no solo. Já Lorrane Oliveira, de 28 anos, fechou o pódio com o bronze, em mais uma dobradinha. A grande vencedora da categoria foi Dulcy Caylor, de apenas 18 anos, dos Estados Unidos.

No masculino, Arthur Nory, de 33 anos, conquistou o ouro na disputa da barra fixa, com a nota de 14.133 pontos. Ele superou o tcheco Tomas Kalinic e o polonês Kacper Garnczarek, com prata e bronze, respectivamente.

A competição da Hungria serve de preparação para o Mundial de Ginástica Artística 2026, que ocorre entre os dias 17 e 25 de outubro, em Roterdã, na Holanda.

Vaga garantida

Com campo-grandense Judson, Brasil atropela Argentina e garante vaga na Olimpíada

Diante de 11mil torcedores, a equipe brasileira venceu com parciais de 25-20, 25-23 e 25-20

20/09/2026 14h30

Campo-grandense Judson, central da seleção brasileira

Campo-grandense Judson, central da seleção brasileira Foto: Divulgação

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Com o campo-grandense Judson entre os titulares, a Seleção Brasileira masculina de vôlei atropelou a Argentina por 3 sets a 0 neste domingo (20), no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, e conquistou o título do Pré-Olímpico Sul-Americano de 2026. Com a vitória, o Brasil garantiu a classificação para os Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 2028.

Diante de 11.968 torcedores, a equipe brasileira venceu com parciais de 25-20, 25-23 e 25-20. O oposto Darlan foi o principal pontuador da partida, com 23 acertos, enquanto o ponteiro Lucarelli foi eleito o melhor jogador do torneio.

O Brasil terminou a competição de forma invicta e sem perder nenhum set nos cinco jogos disputados. O título foi o 34º da Seleção no Campeonato Sul-Americano.

A partida 

Judson iniciou a decisão como titular, ao lado de Darlan, Flávio, Adriano, Lucarelli e Cachopa. O Brasil começou a partida em ritmo intenso e rapidamente abriu vantagem no primeiro set. A Argentina chegou a diminuir a diferença, mas a Seleção voltou a controlar as ações e fechou a parcial em 25 a 20.

No segundo set, os brasileiros novamente construíram vantagem desde o início. Os argentinos reagiram na reta final e chegaram a encostar em 23 a 22, mas o Brasil manteve a concentração e garantiu a vitória por 25 a 23, abrindo 2 sets a 0.

A Argentina começou o terceiro set mais agressiva e chegou a permanecer à frente no placar. O Brasil, porém, retomou a liderança a partir do 10 a 9 e passou a controlar novamente a partida.

Darlan foi decisivo na reta final, enquanto Flávio se destacou nos bloqueios. O Brasil abriu 21 a 18 e confirmou o título com mais um 25 a 20, após bloqueio de Flávio e ace de Adriano.

Além do título e da classificação olímpica, o Brasil teve cinco jogadores escolhidos para a seleção do campeonato. Flávio foi eleito um dos centrais, Adriano apareceu entre os ponteiros, Darlan foi escolhido como oposto e Cachopa como levantador. Lucarelli recebeu o prêmio de MVP da competição.

Com a classificação masculina, o vôlei brasileiro terá suas duas seleções nos Jogos Olímpicos de Los Angeles. A equipe feminina havia garantido a vaga uma semana antes.

Los Angeles também terá um significado especial para o vôlei brasileiro. Foi na cidade norte-americana, nos Jogos Olímpicos de 1984, que o país conquistou sua primeira medalha olímpica na modalidade. Na ocasião, a seleção foi vice-campeã após ser derrotada pelos estadunidenses por 3 a 0. 

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