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Marta dá início à despedida Olímpica com vitória sobre a Nigéria

Seleção brasileira feminina de futebol abre campanha nos Jogos de Paris com triunfo sobre a Nigéria.

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A seleção brasileira feminina de futebol estreou com vitória naquela que será a última participação olímpica de Marta. A atacante de 38 anos teve atuação decisiva no triunfo por 1 a 0 sobre a Nigéria, na tarde de quinta-feira (25), no estádio Matmut Atlantique –que fica em Bordeaux e vem sendo chamado pela organização dos Jogos de Paris de Stade de Bordeaux.

A craque alagoana, que já havia disputado cinco Olimpíadas, com 13 gols marcados, desta vez foi decisiva com um passe. O gol que definiu o placar saiu de uma jogada da camisa 10, muito bem concluída por Gabi Nunes, ainda no primeiro tempo. Na etapa final, o time dirigido por Arthur Elias conseguiu manter a vantagem e assegurar um resultado importante.

O Brasil assim obteve seus três primeiros pontos no Grupo C, igualando a pontuação da Espanha, campeã mundial, que abriu a chave com um triunfo por 2 a 1 sobre a também boa equipe do Japão. A formação verde-amarela voltará a jogar no próximo domingo (28), contra as japonesas, no estádio Parque dos Príncipes, em Paris.

No jogo de estreia, a seleção começou com dificuldade. Era grande a distância entre as jogadoras de meio-campo e as duas que estavam à frente, Marta e Gabi Nunes. A aposta era em bolas longas, que criavam dificuldade para a defesa da Nigéria, mas havia pouca articulação pela faixa central, já que a equipe verde-amarela não tinha em campo uma meia propriamente dita.

A formação africana, por sua vez, criava muito perigo quando avançava com sua ponta-direita, a veloz e hábil Rasheedat Ajibade, que levava ampla vantagem sobre a lateral esquerda Tamires. Ela fez bela jogada e deixou Ihezuo livre para abrir o placar, mas a atacante parou em Lorena, que na sequência da jogada ainda fez outra boa defesa. No escanteio, Demehin cabeceou livre e errou.

A seleção escapou ilesa das três oportunidades oferecidas em sequência e conseguiu se assentar em campo. Passou a utilizar de maneira melhor os lados do campo e chegou a celebrar um gol de Marta, após passe de Antonia, bem anulado por impedimento. Na sequência, Tamires, com lesão no tornozelo, deu lugar a Yasmim.

Logo após o tento invalidado, porém, o time de Arthur Elias pôde comemorar de verdade. Aos 37 minutos, Marta recuou até a meia e achou um passe preciso para Gabi Nunes, que executou bem o domínio e bateu de pé direito, com força, no alto, no canto esquerdo da goleira Nnadozie. A bola chegou a tocar o travessão antes de balançar a rede.

Na etapa final, o Brasil teve algum sucesso na tentativa de manter a disputa em temperatura morna. Ajudava-o nessa tarefa o público relativamente pequeno presente no Matmut Atlantique, a mais de 500 km de Paris. A torcida era majoritariamente em favor da equipe brasileira, porém não chegou a estabelecer uma atmosfera elétrica.

Havia também torcedores do Bordeaux, clube tradicional que vive fase tenebrosa e acaba de ser administrativamente rebaixado da segunda para a terceira divisão do Campeonato Francês, por dívidas. Vários deles se mostraram simpáticos à formação verde-amarela e puderam celebrar no estádio, algo que não vinham fazendo com frequência.

Para concretizar a vitória, a seleção soube controlar as investidas da Nigéria, que só teve uma chegada de maior perigo no segundo tempo, em chute de Ajibade defendido por Lorena. Do outro lado, Marta quase marcou em tentativa de cruzamento que acertou o poste esquerdo. Mas se contentou com uma vitória importantíssima para iniciar sua última participação olímpica.

 

*Informações da Folhapress 
 

Medalhistas

Ginástica: Flávia Saraiva e Rebeca Andrade fazem dobradinha na trave; Nory conquista o ouro

Competição da Hungria serve de preparação para o Mundial de Ginástica Artística 2026

20/09/2026 23h00

Foto: Reprodução / Confederação Brasileira de Ginástica - X

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O Brasil conquistou uma dobradinha na manhã deste domingo (20), em Szombathely, na etapa da Hungria, pela Copa do Mundo de Ginástica Artística. Na disputa da trave, as atletas Flávia Saraiva e Rebeca Andrade conquistaram ouro e prata, respectivamente. A britânica Emily Roper fechou o pódio.

Aos 26 anos, Flavinha conquistou a melhor colocação na etapa do mundial ao conseguir a nota 13.766 pontos, enquanto a compatriota Rebeca, de 27, ficou com 13.600 pontos. Vale ressaltar que a competidora guarulhense foi a primeira a se apresentar no aparelho. Emily Roper fechou com 12.866 para garantir o bronze.

O dia reservou outras conquistas para o Brasil na Copa do Mundo de Ginástica. A própria Flávia Saraiva conseguiu a medalha de prata no solo. Já Lorrane Oliveira, de 28 anos, fechou o pódio com o bronze, em mais uma dobradinha. A grande vencedora da categoria foi Dulcy Caylor, de apenas 18 anos, dos Estados Unidos.

No masculino, Arthur Nory, de 33 anos, conquistou o ouro na disputa da barra fixa, com a nota de 14.133 pontos. Ele superou o tcheco Tomas Kalinic e o polonês Kacper Garnczarek, com prata e bronze, respectivamente.

A competição da Hungria serve de preparação para o Mundial de Ginástica Artística 2026, que ocorre entre os dias 17 e 25 de outubro, em Roterdã, na Holanda.

Vaga garantida

Com campo-grandense Judson, Brasil atropela Argentina e garante vaga na Olimpíada

Diante de 11mil torcedores, a equipe brasileira venceu com parciais de 25-20, 25-23 e 25-20

20/09/2026 14h30

Campo-grandense Judson, central da seleção brasileira

Campo-grandense Judson, central da seleção brasileira Foto: Divulgação

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Com o campo-grandense Judson entre os titulares, a Seleção Brasileira masculina de vôlei atropelou a Argentina por 3 sets a 0 neste domingo (20), no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, e conquistou o título do Pré-Olímpico Sul-Americano de 2026. Com a vitória, o Brasil garantiu a classificação para os Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 2028.

Diante de 11.968 torcedores, a equipe brasileira venceu com parciais de 25-20, 25-23 e 25-20. O oposto Darlan foi o principal pontuador da partida, com 23 acertos, enquanto o ponteiro Lucarelli foi eleito o melhor jogador do torneio.

O Brasil terminou a competição de forma invicta e sem perder nenhum set nos cinco jogos disputados. O título foi o 34º da Seleção no Campeonato Sul-Americano.

A partida 

Judson iniciou a decisão como titular, ao lado de Darlan, Flávio, Adriano, Lucarelli e Cachopa. O Brasil começou a partida em ritmo intenso e rapidamente abriu vantagem no primeiro set. A Argentina chegou a diminuir a diferença, mas a Seleção voltou a controlar as ações e fechou a parcial em 25 a 20.

No segundo set, os brasileiros novamente construíram vantagem desde o início. Os argentinos reagiram na reta final e chegaram a encostar em 23 a 22, mas o Brasil manteve a concentração e garantiu a vitória por 25 a 23, abrindo 2 sets a 0.

A Argentina começou o terceiro set mais agressiva e chegou a permanecer à frente no placar. O Brasil, porém, retomou a liderança a partir do 10 a 9 e passou a controlar novamente a partida.

Darlan foi decisivo na reta final, enquanto Flávio se destacou nos bloqueios. O Brasil abriu 21 a 18 e confirmou o título com mais um 25 a 20, após bloqueio de Flávio e ace de Adriano.

Além do título e da classificação olímpica, o Brasil teve cinco jogadores escolhidos para a seleção do campeonato. Flávio foi eleito um dos centrais, Adriano apareceu entre os ponteiros, Darlan foi escolhido como oposto e Cachopa como levantador. Lucarelli recebeu o prêmio de MVP da competição.

Com a classificação masculina, o vôlei brasileiro terá suas duas seleções nos Jogos Olímpicos de Los Angeles. A equipe feminina havia garantido a vaga uma semana antes.

Los Angeles também terá um significado especial para o vôlei brasileiro. Foi na cidade norte-americana, nos Jogos Olímpicos de 1984, que o país conquistou sua primeira medalha olímpica na modalidade. Na ocasião, a seleção foi vice-campeã após ser derrotada pelos estadunidenses por 3 a 0. 

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