Esportes

PARIS 2024

Olimpíadas 2024: saiba onde assistir e o calendário das competições

Jogos Olímpicos começam oficialmente na sexta-feira, com a cerimônia de abertura que deve ter mais de três horas de duração; haverá exibição em tv aberta aberta e fechada e streaming

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Os Jogos Olímpicos de Paris começam oficialmente no dia 24 de julho e vão até 11 de agosto. Apesar de algumas competições começarem já na quarta-feira, a Cerimônia de abertura será realizada na sexta-feira (26), com horário previsto para às 13h30 (de MS) e deve durar mais de três horas.

No Brasil, os direitos de transmissão na televisão são da Globo, que terá transmissões no canal aberto e também via streming e SporTV.

A emissora, no entanto, abriu mão da exclusividade na web e a Cazé TV, uma parceria entre a Livemode e o streamer Casimiro Miguel, adquiriu os direitos digitais e vai transmitir as competições via canal do YouTube e Twich.

Pela primeira vez na história dos Jogos, a cerimônia de abertura será realizada fora de um estádio. O tradicional desfile de atletas acontece em barcos ao longo do rio Sena, passando pelos marcos mais emblemáticos de Paris.

Onde assistir as Olímpiadas de Paris 2024?

Tanta a cerimônia quanto os jogos serão transmitidos em TV aberta, TV paga, streaming e Youtube no Brasil, sendo TV Globo, SporTV, Globoplay e CazéTV.

Conforme divulgado pela emissora, haverá uma cobertura multiplataforma com mais de 200 horas de transmissão na TV aberta, além da cobertura completa nos canais Sportv e mais de 40 sinais extras ao vivo no Globoplay.

Pela primeira vez na história, a transmissão oficial das Olimpíadas 2024 não ficará apenas a cargo da televisão. 

O streamer Casimiro Miguel, conhecido como Cazé, também irá cobrir os Jogos Olímpicos de Paris. As lives da CazéTV estarão disponíveis no Youtube e nas plataformas Twitch e Amazon Prime Video.

Na França, os Jogos Olímpicos de 2024 são de propriedade da Warner Bros. Discovery (antiga Discovery Inc.) por meio da Eurosport, com cobertura gratuita sublicenciada para a emissora pública do país, a France Télévisions. 

Quais os horários de transmissão das Olimpíadas?

No horário do Brasil, as competições vão acontecer entre 3h e 18h, no horário de Brasília.

A Globo divulgou que serão cerca de 12 horas de transmissão por dia. Para isso, haverá mudança na grade de programação, como a não exibição do Encontro, Mais Você, Vale a Pena Ver de Novo, É de Casa e Sessão da Tarde, além da alteração de horários em outros programas da grade.

Na tv aberta, o foco será nas principais competições, eventos de destaque e os com participação de atletas brasileiros.

Já no Sportv a cobertura será mais ampla, com 16 horas de exibição diárias, em quatro canais, com objetivo de transmitir 100% das competições.

Na Cazé TV, serão quase 1.000 horas de Jogos Olímpicos entre julho e agosto. A ideia é que toda a participação do Brasil seja contemplada. 

Calendário das disputas por esportes nas Olimpíadas

Quanto aos esportes, são 45 modalidades esportivas, que contam com mais de 300 competições e 10 mil atletas de vários países.

Em relação a Tóquio 2020, a única inclusão de um novo esporte foi o Breaking. Além dele, a Canoagem Slalom, a Vela e a Marcha Atlética ganharam novas provas.

Em Paris 2024 serao disputados:

  • Atletismo: entre os dias 1º e 11 de agosto
  • Badminton: entre 27 de julho e 5 de agosto
  • Basquete: entre 27 de julho e 11 de agosto
  • Basquete 3 x 3: entre 30 de julho e 5 de agosto
  • Boxe: entre 27 de julho e 10 de agosto
  • Breaking: entre 9 e 10 de agosto
  • Canoagem Slalom: entre 27 de julho e 5 de agosto
  • Canoagem Velocidade: entre 6 e 10 de agosto
  • Ciclismo BMX Freestyle: entre 30 e 31 de agosto
  • Ciclismo BMX Racing: entre os dias 1º e 2 de agosto
  • Ciclismo de Estrada: 27 de julho e entre 3 e 4 de agosto
  • Ciclismo Moutain Bike: entre 28 e 29 de julho
  • Escalada Esportiva: entre 5 e 10 de agosto
  • Esgrima: entre 27 de julho e 4 de agosto
  • Futebol: entre 24 de julho e 10 de agosto
  • Ginástica Artística: entre 27 de julho e 5 de agosto
  • Ginástica de Trampolim: 2 de agosto
  • Ginástica Rítmica: entre 8 e 10 de agosto
  • Golfe: entre os dias 1º e 10 de agosto
  • Handebol: entre 25 de julho e 11 de agosto
  • Hipismo: entre 27 de julho e 6 de agosto
  • Hóquei sobre Grama: entre 27 de julho e 9 de agosto
  • Judô: entre 27 de julho e 3 de agosto
  • Levantamento de Peso: entre 7 e 11 de agosto
  • Luta: entre 5 e 11 de agosto
  • Maratona Aquática: entre 8 e 9 de agosto
  • Nado Artístico: entre 5 e 10 de agosto
  • Natação: entre 27 de julho e 3 de agosto
  • Pentatlo Moderno: entre 8 e 11 de agosto
  • Polo Aquático: entre 27 de julho e 11 de agosto
  • Remo: entre 27 de julho e 3 de agosto
  • Rugby Sevens: entre 24 de julho e 30 de agosto
  • Saltos Ornamentais: entre 27 de julho e 10 de agosto
  • Skate: 27 e 28 de julho; 6 e 7 de agosto
  • Surfe: entre 27 e 31 de julho
  • Taekwondo: entre 7 e 10 de agosto
  • Tênis: entre 27 de julho e 4 de agosto
  • Tênis de Mesa: entre 27 de julho e 10 de agosto
  • Tiro com Arco: entre 25 de julho e 4 de agosto
  • Triatlo: 30 e 31 de julho; 5 de agosto
  • Vela: entre 28 de julho e 8 de agosto
  • Vôlei: entre 27 de julho e 11 de agosto
  • Vôlei de Praia: entre 27 de julho e 10 de agosto

O calendário completo, com datas, horários e confrontos por país, pode ser conferido no site oficial dos Jogos Olimpícos.

Esporte

Justiça determina que Vasco e Boca Juniors seja realizada no Maracanã

Partida pela Copa Sul-Americana está marcada para o dia 20

10/10/2026 22h00

Érica Ramalho/Governo do Rio de Janeiro

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A Justiça do Rio de Janeiro determinou que a concessionária Fla-Flu Serviços S.A. disponibilize o Maracanã para a partida entre Vasco da Gama e Boca Juniors, marcada para o dia 20 deste mês pela semifinal da Copa Sul-Americana. A decisão é do desembargador Marco Antônio Ibrahim, da 23ª. Câmara de Direito Privado.

O magistrado considerou integralmente as questões relatadas pelo Grupo de Atuação de Especializada do Desporto e Defesa do Torcedor, reproduzindo a recomendação encaminhada à concessionária e o ofício enviado pelo procurador-geral de Justiça, Antonio José Campos Moreira, ao governador do estado.

Na decisão, o desembargador ressaltou que a segurança dos torcedores e dos moradores do entorno do estádio deve prevalecer sobre os argumentos relacionados à preservação do gramado, utilizados pela concessionária para negar a utilização do Maracanã. 

Ao fundamentar a decisão, o magistrado também considerou a manifestação técnica do Batalhão Especializado de Policiamento em Estádios (Bepe), da Polícia Militar, que apontou o Maracanã como a alternativa preferencial para o confronto, em razão de suas condições estruturais, logísticas e operacionais.

O desembargador também reconheceu a urgência da medida, considerando o prazo de 10 de outubro estabelecido para que o Vasco indicasse à Conmebol o estádio onde seria realizada a partida.

Pedido

Federações europeias pressionam Uefa pelo fim do formato da 'Super Data Fifa': 'Um desastre'

Com 16 dias de duração, a janela reuniu amistosos e partidas da Liga das Nações

09/10/2026 23h00

Harry Kane, em partida entre Inglaterra e Tchéquia pela Liga das Nações

Harry Kane, em partida entre Inglaterra e Tchéquia pela Liga das Nações Foto: X

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As federações europeias de futebol pressionaram a Uefa pela mudança do período conhecido como Super Data Fifa.

Com 16 dias de duração, a janela reuniu amistosos e partidas da Liga das Nações. O alto número de jogos e o desgaste físico dos atletas trouxeram problemas para os clubes. Jogadores como Kylian Mbappé, Cody Gakpo, Alexander Isak e Brian Brobbey estiveram entre as baixas registradas durante o período. As informações são do jornal The Guardian.

Uma das principais reclamações envolve justamente a concentração de partidas em um intervalo maior. As seleções europeias disputaram quatro jogos da Liga das Nações, que normalmente eram realizados em uma janela de 11 dias. A mudança, aprovada pelo Conselho da Fifa em 2023, uniu os períodos de setembro e outubro com a proposta de reduzir as viagens e melhorar o bem-estar dos jogadores. Na prática, porém, o calendário gerou insatisfação entre os clubes e as federações.

A oposição ao formato ganhou força durante uma reunião das associações nacionais da Uefa, realizada em Berlim, na quinta-feira, 8. Segundo o The Guardian, as críticas foram praticamente unânimes, e diferentes dirigentes se manifestaram contra a mudança. Um dos presidentes de federação classificou o período como "um desastre", enquanto outros consideraram o calendário "inviável". Entre os participantes que se posicionaram contra a alteração estavam a presidente da Federação Inglesa de Futebol (FA), Debbie Hewitt, e o diretor executivo da entidade, Mark Bullingham.

O número de lesões foi um dos principais motivos de preocupação. Além dos jogadores que desfalcaram seus clubes após os compromissos internacionais, as federações com elencos menores temem ter menos opções para poupar atletas durante uma sequência tão intensa de partidas. A situação também pode provocar diferenças competitivas na Liga das Nações, já que seleções com maior profundidade no elenco têm mais possibilidades de fazer alterações sem perder rendimento.

Outro problema apontado pelas entidades envolve a questão financeira. Com dois jogos em casa concentrados em um intervalo curto, algumas federações relataram dificuldades para organizar campanhas de divulgação e vender ingressos. As partidas das seleções representam uma importante fonte de arrecadação para essas organizações, que dependem da receita dos eventos para financiar suas atividades.

Diante das críticas, várias federações defenderam o retorno ao modelo anterior, que previa cinco janelas internacionais de duas semanas ao longo da temporada. Apesar da pressão por mudanças, a alteração do calendário não deve ser simples, uma vez que a programação internacional já está definida até 2030. A discussão também ocorre em meio a divergências entre a Uefa e a Fifa sobre questões relacionadas à organização do futebol mundial.

Ainda assim, houve dirigentes que apontaram benefícios na pausa mais longa, principalmente pelo tempo adicional de trabalho para os técnicos das seleções com seus jogadores. A tendência, porém, é que a Uefa seja pressionada a defender uma revisão do formato junto à Fifa, diante da insatisfação manifestada pelas federações europeias.


 

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