Esportes

FÓRMULA 1

Onze semanas após acidente Kubica deixa hospital

Onze semanas após acidente Kubica deixa hospital

Redação

24/04/2011 - 11h57
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Após 11 semanas internado em função de um acidente com um carro de rally, o piloto polonês da F-1 Robert Kubica, da Lotus Renault, deixou o hospital Santa Corona, na Itália, no último sábado.

De acordo com um comunicado emitido pelo centro médico, 'o estado de Kubica é bom e o piloto começará uma nova fase de reabilitação fora do hospital'.

"O polonês deverá permanecer de repouso, e depois prosseguir com as atividades de reabilitação. Kubica voltará ao Santa Corona para as visitas a serem monitoradas pelos médicos que o tratou", diz ainda a nota divulgada pelo hospital.

Em entrevista publicada no site da Lotus Renault na última quinta-feira, o polonês já fazia planos para o período pós-internação.

"Vou de cabeça para a minha casa em Mônaco para um curto período de descanso. Depois vou passar para a Itália, onde vou começar um programa de reabilitação profunda e um programa de treinamento."

O médico responsável pela recuperação de Robert Kubica afirmou que em julho ou agosto terá uma ideia mais clara de quando e se o polonês poderá voltar à F-1.

"Temos de esperar seis meses do acidente para que a natureza se recupere", disse Riccardo Ceccarelli --em entrevista publicada pelo jornal italiano 'Gazzetta dello Sport' na semana passada.

Em função do acidente, ocorrido em 6 de fevereiro, Kubica sofreu sérias lesões no braço, perna e mão e passou por diversas cirurgias.

RELATÓRIOS

Na entrevista divulgada pelo site da escuderia, Kubica também revelou que, mesmo no hospital, vinha acompanhando o desempenho de sua equipe na temporada 2011 da F-1.

"Estão me mandando a corrida relatórios para que eu possa se manter atualizado. O potencial do carro, que eu já tinha notado no teste de Valência de fevereiro, parece ser confirmada. Os caras fizeram um ótimo trabalho com este carro", disse Kubica.

O russo Vitaly Petrov e alemão Nick Heidfeld, que substitui Kubica, fizeram juntos 32 pontos na temporada e ocupam, respectivamente, a sétima e a oitava colocações no mundial de pilotos.
 

Medalhistas

Ginástica: Flávia Saraiva e Rebeca Andrade fazem dobradinha na trave; Nory conquista o ouro

Competição da Hungria serve de preparação para o Mundial de Ginástica Artística 2026

20/09/2026 23h00

Foto: Reprodução / Confederação Brasileira de Ginástica - X

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O Brasil conquistou uma dobradinha na manhã deste domingo (20), em Szombathely, na etapa da Hungria, pela Copa do Mundo de Ginástica Artística. Na disputa da trave, as atletas Flávia Saraiva e Rebeca Andrade conquistaram ouro e prata, respectivamente. A britânica Emily Roper fechou o pódio.

Aos 26 anos, Flavinha conquistou a melhor colocação na etapa do mundial ao conseguir a nota 13.766 pontos, enquanto a compatriota Rebeca, de 27, ficou com 13.600 pontos. Vale ressaltar que a competidora guarulhense foi a primeira a se apresentar no aparelho. Emily Roper fechou com 12.866 para garantir o bronze.

O dia reservou outras conquistas para o Brasil na Copa do Mundo de Ginástica. A própria Flávia Saraiva conseguiu a medalha de prata no solo. Já Lorrane Oliveira, de 28 anos, fechou o pódio com o bronze, em mais uma dobradinha. A grande vencedora da categoria foi Dulcy Caylor, de apenas 18 anos, dos Estados Unidos.

No masculino, Arthur Nory, de 33 anos, conquistou o ouro na disputa da barra fixa, com a nota de 14.133 pontos. Ele superou o tcheco Tomas Kalinic e o polonês Kacper Garnczarek, com prata e bronze, respectivamente.

A competição da Hungria serve de preparação para o Mundial de Ginástica Artística 2026, que ocorre entre os dias 17 e 25 de outubro, em Roterdã, na Holanda.

Vaga garantida

Com campo-grandense Judson, Brasil atropela Argentina e garante vaga na Olimpíada

Diante de 11mil torcedores, a equipe brasileira venceu com parciais de 25-20, 25-23 e 25-20

20/09/2026 14h30

Campo-grandense Judson, central da seleção brasileira

Campo-grandense Judson, central da seleção brasileira Foto: Divulgação

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Com o campo-grandense Judson entre os titulares, a Seleção Brasileira masculina de vôlei atropelou a Argentina por 3 sets a 0 neste domingo (20), no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, e conquistou o título do Pré-Olímpico Sul-Americano de 2026. Com a vitória, o Brasil garantiu a classificação para os Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 2028.

Diante de 11.968 torcedores, a equipe brasileira venceu com parciais de 25-20, 25-23 e 25-20. O oposto Darlan foi o principal pontuador da partida, com 23 acertos, enquanto o ponteiro Lucarelli foi eleito o melhor jogador do torneio.

O Brasil terminou a competição de forma invicta e sem perder nenhum set nos cinco jogos disputados. O título foi o 34º da Seleção no Campeonato Sul-Americano.

A partida 

Judson iniciou a decisão como titular, ao lado de Darlan, Flávio, Adriano, Lucarelli e Cachopa. O Brasil começou a partida em ritmo intenso e rapidamente abriu vantagem no primeiro set. A Argentina chegou a diminuir a diferença, mas a Seleção voltou a controlar as ações e fechou a parcial em 25 a 20.

No segundo set, os brasileiros novamente construíram vantagem desde o início. Os argentinos reagiram na reta final e chegaram a encostar em 23 a 22, mas o Brasil manteve a concentração e garantiu a vitória por 25 a 23, abrindo 2 sets a 0.

A Argentina começou o terceiro set mais agressiva e chegou a permanecer à frente no placar. O Brasil, porém, retomou a liderança a partir do 10 a 9 e passou a controlar novamente a partida.

Darlan foi decisivo na reta final, enquanto Flávio se destacou nos bloqueios. O Brasil abriu 21 a 18 e confirmou o título com mais um 25 a 20, após bloqueio de Flávio e ace de Adriano.

Além do título e da classificação olímpica, o Brasil teve cinco jogadores escolhidos para a seleção do campeonato. Flávio foi eleito um dos centrais, Adriano apareceu entre os ponteiros, Darlan foi escolhido como oposto e Cachopa como levantador. Lucarelli recebeu o prêmio de MVP da competição.

Com a classificação masculina, o vôlei brasileiro terá suas duas seleções nos Jogos Olímpicos de Los Angeles. A equipe feminina havia garantido a vaga uma semana antes.

Los Angeles também terá um significado especial para o vôlei brasileiro. Foi na cidade norte-americana, nos Jogos Olímpicos de 1984, que o país conquistou sua primeira medalha olímpica na modalidade. Na ocasião, a seleção foi vice-campeã após ser derrotada pelos estadunidenses por 3 a 0. 

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