Esportes

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Rebaixado, Grêmio Prudente pode ser vendido

Rebaixado, Grêmio Prudente pode ser vendido

r7

15/04/2011 - 06h21
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O rebaixamento no Campeonato Paulista, confirmado após a derrota para o Palmeiras no último sábado (9), poderá implicar em grandes consequências para o Grêmio Prudente. Com a queda de entrada de recursos financeiros, o presidente do Conselho Deliberativo do clube, Walter Sanches, cogitou a venda do time.

Em entrevista ao Oeste Notícias, Walter Sanches descartou a possibilidade de transferir o Grêmio de Presidente Prudente para outra cidade. 

- Não planejávamos o rebaixamento no Paulista. A situação ficou mais difícil do que já era. Não temos parceiros financeiros, então, existe sim a possibilidade de negociarmos o Grêmio, mas sem precisar deixar a cidade de Presidente Prudente. 

Desde que mudou de sede - de Barueri para Presidente Prudente - a equipe não teve muita sorte. Em 2010, o time iniciou bem a temporada e caiu nas semifinais do Paulista para o Santo André. No Campeonato Brasileiro, porém, a má fase dominou e a equipe foi rebaixada para a Série B. Desde então, a diretoria vem tendo dificuldades financeiras.

Segundo Sanches, a cota da televisão foi fator essencial para os problemas financeiros do clube. 

- Quando disputávamos a Série A do Brasileiro recebíamos só de cota de televisão algo em torno de R$ 8 milhões. Agora, na segunda divisão, receberemos cerca de R$ 800 mil, para todo o campeonato. É uma diferença muito grande. 

A condição financeira pode ser melhorada caso o Grêmio Prudente avance na Copa do Brasil. Depois de surpreender e eliminar o Atlético-MG, os paulistas encaram o Ceará para tentar chegar às quartas de final.

Mesmo com essa perspectiva, Walter Sanches revelou que o clube já se prepara para diminuir a folha de pagamento. 

- Já começamos um novo planejamento. Infelizmente teremos que cortar o quadro de funcionários, a comissão técnica, entre outras coisas, pela metade.

Futebol

Futebol de cegos: Brasil vai à final da Copa América contra Colômbia

Em São Paulo, seleção masculina derrota Costa Rica pelas semifinais

10/09/2026 20h00

Taba Benedicto

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Maior vencedor da Copa América de futebol de cegos entre os homens, o Brasil vai em busca do sétimo título. Nesta quinta-feira (10), a seleção verde e amarela derrotou a Costa Rica por 2 a 0 no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, pelas semifinais da competição.

Os brasileiros não encontraram dificuldades e abriram vantagem sobre os costarriquenhos antes da metade da primeira etapa - cada tempo tem 20 minutos de duração. Aos seis, Maicon conduziu a bola após cobrança de falta, arrastou a marcação de três adversários e chutou rasteiro para abrir o placar. Aos 12, Nonato recebeu na área e bateu forte, no alto, sem chances para o goleiro Rony Madrigal.

No segundo tempo, o técnico Cesinha aproveitou para rodar o elenco. Mesmo assim, a equipe da casa manteve o jogo sob controle e até criou algumas chances, parando em boas defesas do goleiro costarriquenho.

Em 11 edições, o Brasil sempre foi à final, com seis conquistas e quatro vices. O último na edição de 2022, quando perderam nos pênaltis para a anfitriã Argentina.

Os Murciélagos (morcegos, na tradução do espanhol, apelido da seleção argentina), aliás, ficaram fora da decisão continental pela primeira vez. Mais cedo nesta quinta, os hermanos, atuais campeões mundiais e vice paralímpicos foram superados pela Colômbia por 1 a 0 nas penalidades, após empate sem gols com bola rolando.

A final diante dos colombianos será neste sábado (12), às 17h30 (horário de Brasília). O canal da Federação Internacional de Esportes para Cegos (Ibsa) no YouTube transmite a partida ao vivo.

Esta será a segunda final do Brasil neste ciclo da Paralimpíada de Los Angeles (Estados Unidos), em 2028. Em julho, os brasileiros conquistaram a medalha de ouro nos Jogos Parasul-Americanos, em Valledupar (Colômbia), superando os argentinos na decisão.

Apesar da queda nas semifinais, a Costa Rica se garantiu no Campeonato Mundial do ano que vem, assim como Argentina e Colômbia. O Brasil, como país-sede, já tinha vaga assegurada. Pentacampeã paralímpica, a seleção verde e amarela é também cinco vezes campeã do mundo, sendo a maior vencedora nos dois principais eventos da modalidade.

Decisão

Brasília vai receber a primeira final única da Copa do Brasil

Estádio sempre foi o favorito para receber a final da competição por causa de sua estrutura, da logística e da neutralidade do estádio

10/09/2026 13h45

Foto: Divulgação

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O Mané Garrincha, em Brasília, será o palco da primeira final única da Copa do Brasil, marcada para o dia 6 de dezembro. A CBF vai anunciar nesta quinta-feira, 10, após o sorteio do mando das semifinais.

Palmeiras, Vasco, Atlético Mineiro e Grêmio seguem na disputa e se enfrentam pelas semifinais no início de novembro.

O Mané Garrincha sempre foi o favorito para receber a final da competição por causa de sua estrutura, da logística e da neutralidade do estádio em uma edição com semifinalistas de São Paulo, Rio, Belo Horizonte e Porto Alegre.

Em agosto, o governo do Distrito Federal enviou um ofício à CBF em oferecendo o Mané Garrincha como sede da final. No documento, o governo exaltou as "condições estruturais, logísticas e institucionais" do estádio, "plenamente compatíveis com a dimensão esportiva, econômica e simbólica da principal competição eliminatória do futebol brasileiro".

Como não recebe regularmente partidas da Série A do Brasileirão, o estádio não conta com a tecnologia do sistema de impedimento semiautomático, o que demandará algum tempo para a instalação. Precisará, então, passar pelas adequações necessárias de infraestrutura para que os equipamentos funcionem, além da realização de testes.

A opção por Brasília tem sido bastante utilizada pela CBF para os jogos da Supercopa, confronto entre os campeões da Série A e da Copa do Brasil, principalmente pelo fator neutralidade. Das sete edições do confronto desde a retomada do formato, em 2020, quatro foram disputadas no Mané Garrincha.

Disputada desde 1989, a Copa do Brasil terá pela primeira vez uma final realizada em jogo único, repetindo o modelo adotado pela Uefa com a Champions League, e pela Conmebol com Libertadores e Sul-Americana.

O torneio com a maior premiação do País vai render R$ 78 milhões só ao campeão só pela vitória na final e R$ 34 milhões ao vice.

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