Esportes

FÓRMULA 1

Russel leva GP da Áustria para Mercedes após batida entre Verstappen e Norris

Piloto britânico quebrou o jejum da própria equipe, que não sabia o que é vencer desde novembro de 2022

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De maneira quase improvável, o piloto George Russell levou o Grande Prêmio da Áustria de Fórmula 1 para a Mercedes neste domingo (30), após uma batalha intensa pela liderança acabar com uma colisão entre o então líder da prova, Max Verstappen, e Lando Norris. 

O piloto da Red Bull tentou impedir a ultrapassagem do corredor da McLaren quando os dois acabaram colidindo. 

Com o pneu furado, o holandês ainda conseguiu trocar para voltar à pista, enquanto Norris foi obrigado a abandonar a prova, já que teve parte do seu carro destruído e não conseguiu retornar. 

Verstappen se deu bem apesar de tudo, já que conseguiu terminar em quinto lugar e somar mais dez pontos, ainda que tenha sido punido com 10 segundos por ocasionar a batida. 

Com isso, Max abriu ainda mais vantagem sobre Lando, segundo colocado, já que o piloto da McLaren tem 156, contra 235 do tricampeão mundial. 

Ainda, por muito pouco ele não somou o ponto extra de volta mais rápida, sendo superado por Fernando Alonso no fim. 

'Fim do jejum'

Com a vitória,  Russell quebra um longo hiato da equipe, já que a Mercedes não sabia o que era vencer desde 2022, quando o britânico venceu o GP do Brasil.

Inclusive, George acumula apenas a sua segunda vitória na carreira, quebrando a série de três triunfos consecutivos de Verstappen na Áustria.

O top 10 foi completado por: 

  • 2.º - Oscar Piastri (AUS/McLaren), a 1s906
  • 3.º - Carlos Sainz (ESP/Ferrari), a 4s533
  • 4.º - Lewis Hamilton (ING/Mercedes), a 23s142
  • 5.º - Max Verstappen (HOL/Red Bull), a 37s253
  • 6.º - Nico Hulkenberg (ALE/Haas), a 54s088
  • 7.º - Sergio Pérez (MEX/Red Bull), a 54s672
  • 8.º - Kevin Magnussen (DIN/Haas), a 1min00s355
  • 9.º - Daniel Ricciardo (AUS/RB), a 1min01s169
  • 10.º - Pierre Gasly (FRA/Alpine), a 1min01s766
  • 11.º - Charles Leclerc (MON/Ferrari), a 1min07s056
  • 12.º - Esteban Ocon (FRA/ Alpine), a 1min08s325
  • 13.º - Lance Stroll (CAN/Aston Martin), a 1 volta
  • 14.º - Yuki Tsunoda (JAP/RB), a 1 volta
  • 15.º - Alexander Albon (TAI/Williams), a 1 volta
  • 16.º - Valtteri Bottas (FIN/Kick Sauber), a 1 volta
  • 17º - Guanyu Zhou (CHI/Kick Sauber), a 1 volta
  • 18.º - Fernando Alonso (ESP/Aston Martin), a 1 volta
  • 19.º - Logan Sargeant (EUA/Williams), a 2 voltas

 

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Medalhistas

Ginástica: Flávia Saraiva e Rebeca Andrade fazem dobradinha na trave; Nory conquista o ouro

Competição da Hungria serve de preparação para o Mundial de Ginástica Artística 2026

20/09/2026 23h00

Foto: Reprodução / Confederação Brasileira de Ginástica - X

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O Brasil conquistou uma dobradinha na manhã deste domingo (20), em Szombathely, na etapa da Hungria, pela Copa do Mundo de Ginástica Artística. Na disputa da trave, as atletas Flávia Saraiva e Rebeca Andrade conquistaram ouro e prata, respectivamente. A britânica Emily Roper fechou o pódio.

Aos 26 anos, Flavinha conquistou a melhor colocação na etapa do mundial ao conseguir a nota 13.766 pontos, enquanto a compatriota Rebeca, de 27, ficou com 13.600 pontos. Vale ressaltar que a competidora guarulhense foi a primeira a se apresentar no aparelho. Emily Roper fechou com 12.866 para garantir o bronze.

O dia reservou outras conquistas para o Brasil na Copa do Mundo de Ginástica. A própria Flávia Saraiva conseguiu a medalha de prata no solo. Já Lorrane Oliveira, de 28 anos, fechou o pódio com o bronze, em mais uma dobradinha. A grande vencedora da categoria foi Dulcy Caylor, de apenas 18 anos, dos Estados Unidos.

No masculino, Arthur Nory, de 33 anos, conquistou o ouro na disputa da barra fixa, com a nota de 14.133 pontos. Ele superou o tcheco Tomas Kalinic e o polonês Kacper Garnczarek, com prata e bronze, respectivamente.

A competição da Hungria serve de preparação para o Mundial de Ginástica Artística 2026, que ocorre entre os dias 17 e 25 de outubro, em Roterdã, na Holanda.

Vaga garantida

Com campo-grandense Judson, Brasil atropela Argentina e garante vaga na Olimpíada

Diante de 11mil torcedores, a equipe brasileira venceu com parciais de 25-20, 25-23 e 25-20

20/09/2026 14h30

Campo-grandense Judson, central da seleção brasileira

Campo-grandense Judson, central da seleção brasileira Foto: Divulgação

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Com o campo-grandense Judson entre os titulares, a Seleção Brasileira masculina de vôlei atropelou a Argentina por 3 sets a 0 neste domingo (20), no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, e conquistou o título do Pré-Olímpico Sul-Americano de 2026. Com a vitória, o Brasil garantiu a classificação para os Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 2028.

Diante de 11.968 torcedores, a equipe brasileira venceu com parciais de 25-20, 25-23 e 25-20. O oposto Darlan foi o principal pontuador da partida, com 23 acertos, enquanto o ponteiro Lucarelli foi eleito o melhor jogador do torneio.

O Brasil terminou a competição de forma invicta e sem perder nenhum set nos cinco jogos disputados. O título foi o 34º da Seleção no Campeonato Sul-Americano.

A partida 

Judson iniciou a decisão como titular, ao lado de Darlan, Flávio, Adriano, Lucarelli e Cachopa. O Brasil começou a partida em ritmo intenso e rapidamente abriu vantagem no primeiro set. A Argentina chegou a diminuir a diferença, mas a Seleção voltou a controlar as ações e fechou a parcial em 25 a 20.

No segundo set, os brasileiros novamente construíram vantagem desde o início. Os argentinos reagiram na reta final e chegaram a encostar em 23 a 22, mas o Brasil manteve a concentração e garantiu a vitória por 25 a 23, abrindo 2 sets a 0.

A Argentina começou o terceiro set mais agressiva e chegou a permanecer à frente no placar. O Brasil, porém, retomou a liderança a partir do 10 a 9 e passou a controlar novamente a partida.

Darlan foi decisivo na reta final, enquanto Flávio se destacou nos bloqueios. O Brasil abriu 21 a 18 e confirmou o título com mais um 25 a 20, após bloqueio de Flávio e ace de Adriano.

Além do título e da classificação olímpica, o Brasil teve cinco jogadores escolhidos para a seleção do campeonato. Flávio foi eleito um dos centrais, Adriano apareceu entre os ponteiros, Darlan foi escolhido como oposto e Cachopa como levantador. Lucarelli recebeu o prêmio de MVP da competição.

Com a classificação masculina, o vôlei brasileiro terá suas duas seleções nos Jogos Olímpicos de Los Angeles. A equipe feminina havia garantido a vaga uma semana antes.

Los Angeles também terá um significado especial para o vôlei brasileiro. Foi na cidade norte-americana, nos Jogos Olímpicos de 1984, que o país conquistou sua primeira medalha olímpica na modalidade. Na ocasião, a seleção foi vice-campeã após ser derrotada pelos estadunidenses por 3 a 0. 

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