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Sainz lidera 2º treino e é o mais rápido do dia no GP de Cingapura de F-1

e o monegasco Charles Leclerc se destacou na primeira sessão do dia, o espanhol Carlos Sainz Jr. foi o mais veloz da segunda atividade e também desta sexta

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A Ferrari confirmou o bom ritmo no circuito de rua de Marina Bay e também liderou o segundo treino livre do GP de Cingapura de Fórmula 1, nesta sexta-feira.

Se o monegasco Charles Leclerc se destacou na primeira sessão do dia, o espanhol Carlos Sainz Jr. foi o mais veloz da segunda atividade e também desta sexta.

Sainz baixou em mais de um segundo o melhor tempo do primeiro treino. Leclerc havia liderado a sessão, com 1min33s350.

Na segunda sessão, realizada já de noite, pelo horário local, o espanhol anotou 1min32s120. Nos dois casos, os tempos são bem inferiores aos registrados nos mesmos treinos livres do GP de Cingapura do ano passado.

Na ocasião, o inglês Lewis Hamilton havia sido o mais rápido do primeiro treino, com 1min43s033. Na segunda sessão, Sainz tinha sido o mais veloz no ano passado, com 1min42s587. A diferença de 10 segundos se deve a mudanças no traçado de Marina Bay para a corrida deste ano.

A organização do GP eliminou uma sequência de quatro curvas. A série foi substituída por uma reta de quase 400 metros.

Com a alteração, foi removida do traçado a curva 17, onde Nelsinho Piquet acertou sua Renault de propósito no famoso GP de 2008, incidente que motivou Felipe Massa a acionar a Justiça para tentar reconhecer o título daquele ano.

Com menos curvas e uma reta adicional, a pista de rua de Cingapura ficou mais rápida e também menos desgastante para os pilotos e os carros. Até o ano passado, havia a reclamação de que o alto número de curvas exigia demais dos freios, causando superaquecimento.

Nesta segunda sessão, a Ferrari voltou a se impor na pista, como fizera no início do dia. Desta vez, com posições invertidas. Leclerc registrou o segundo melhor tempo.

A Mercedes surpreendeu e foi mais rápida que a Red Bull, que deu preferência ao ritmo de corrida, sem arriscar em voltas mais velozes.

O inglês George Russell anotou o terceiro tempo, sendo seguido pelo espanhol Fernando Alonso, da Aston Martin. Lewis Hamilton, da Mercedes, foi o quinto.

Pela Red Bull, o mexicano Sergio Pérez registrou a sétima marca, enquanto Max Verstappen obteve a oitava, com 1min32s852. Na prática, apenas um segundo separou o primeiro do 10º colocado nesta sessão.

Cada vez mais perto do tricampeonato, Verstappen foi discreto ao longo desta sexta-feira. Na segunda sessão, sofreu com a falta de aderência dos pneus, escorregou e quase se complicou perto de um dos muros do traçado de rua.

O problema poderá se agravar com ele e os demais pilotos em razão da previsão de chuva tanto para sábado quanto para domingo.

Dominante na temporada, a Red Bull tem o seu primeiro match point neste fim de semana na briga pelo título do Mundial de Construtores.

Se fizer uma dobradinha com Verstappen e Pérez e a Mercedes não somar pontos, o time austríaco sacramentará o título. Já o holandês ainda não tem chances de confirmar o troféu do Mundial de Pilotos em Cingapura.

LAGARTO NA PISTA

Mais cedo, o primeiro treino semana foi realizado ainda sob a luz do sol, no período da tarde, pelo horário local - manhã de sexta, pelo horário de Brasília. A sessão não contou com maiores sobressaltos ou sustos na pista.

O único incidente foi a presença de um lagarto no traçado. O animal atravessou o asfalto ao menos três vezes ao longo dos 60 minutos do treino. A bandeira amarela precisou ser acionada nas três oportunidades.

Na primeira aparição, Verstappen precisou desacelerar sua Red Bull para desviar do lagarto. O animal não foi atingido em nenhuma das três passagens pela pista.

Os pilotos voltam para ao traçado às 6h30 de sábado para o terceiro treino livre. No mesmo dia, o treino classificatório está agendado para as 10h. No domingo, a corrida terá largada às 9h.

Confira o resultado do 2º treino livre do GP de Cingapura:

1º - Carlos Sainz Jr. (ESP/Ferrari), 1min32s120

2º - Charles Leclerc (MON/Ferrari), 1min32s138

3º - George Russell (ING/Mercedes), 1min32s355

4º - Fernando Alonso (ESP/Aston Martin), 1min32s478

5º - Lewis Hamilton (ING/Mercedes), 1min32s585

6º - Lando Norris (ING/McLaren), 1min32s711

7º - Sergio Pérez (MEX/Red Bull), 1min32s812

8º - Max Verstappen (HOL/Red Bull), 1min32s852

9º - Kevin Magnussen (DIN/Haas), 1min33s017

10º - Valtteri Bottas (FIN/Alfa Romeo), 1min33s105

11º - Nico Hülkenberg (ALE/Haas), 1min33s139

12º - Liam Lawson (NZL/AlphaTauri), 1min33s285

13º - Esteban Ocon (FRA/Alpine), 1min33s361

14º - Lance Stroll (CAN/Aston Martin), 1min33s390

15º - Oscar Piastri (AUS/McLaren), 1min33s461

16º - Yuki Tsunoda (JAP/AlphaTauri), 1min33s477

17º - Guanyu Zhou (CHN/Alfa Romeo), 1min33s575

18º - Pierre Gasly (FRA/Alpine), 1min33s824

19º - Logan Sargeant (EUA/Williams), 1min34s327

20º - Alexander Albon (TAI/Williams), 1min35s558

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Medalhistas

Ginástica: Flávia Saraiva e Rebeca Andrade fazem dobradinha na trave; Nory conquista o ouro

Competição da Hungria serve de preparação para o Mundial de Ginástica Artística 2026

20/09/2026 23h00

Foto: Reprodução / Confederação Brasileira de Ginástica - X

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O Brasil conquistou uma dobradinha na manhã deste domingo (20), em Szombathely, na etapa da Hungria, pela Copa do Mundo de Ginástica Artística. Na disputa da trave, as atletas Flávia Saraiva e Rebeca Andrade conquistaram ouro e prata, respectivamente. A britânica Emily Roper fechou o pódio.

Aos 26 anos, Flavinha conquistou a melhor colocação na etapa do mundial ao conseguir a nota 13.766 pontos, enquanto a compatriota Rebeca, de 27, ficou com 13.600 pontos. Vale ressaltar que a competidora guarulhense foi a primeira a se apresentar no aparelho. Emily Roper fechou com 12.866 para garantir o bronze.

O dia reservou outras conquistas para o Brasil na Copa do Mundo de Ginástica. A própria Flávia Saraiva conseguiu a medalha de prata no solo. Já Lorrane Oliveira, de 28 anos, fechou o pódio com o bronze, em mais uma dobradinha. A grande vencedora da categoria foi Dulcy Caylor, de apenas 18 anos, dos Estados Unidos.

No masculino, Arthur Nory, de 33 anos, conquistou o ouro na disputa da barra fixa, com a nota de 14.133 pontos. Ele superou o tcheco Tomas Kalinic e o polonês Kacper Garnczarek, com prata e bronze, respectivamente.

A competição da Hungria serve de preparação para o Mundial de Ginástica Artística 2026, que ocorre entre os dias 17 e 25 de outubro, em Roterdã, na Holanda.

Vaga garantida

Com campo-grandense Judson, Brasil atropela Argentina e garante vaga na Olimpíada

Diante de 11mil torcedores, a equipe brasileira venceu com parciais de 25-20, 25-23 e 25-20

20/09/2026 14h30

Campo-grandense Judson, central da seleção brasileira

Campo-grandense Judson, central da seleção brasileira Foto: Divulgação

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Com o campo-grandense Judson entre os titulares, a Seleção Brasileira masculina de vôlei atropelou a Argentina por 3 sets a 0 neste domingo (20), no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, e conquistou o título do Pré-Olímpico Sul-Americano de 2026. Com a vitória, o Brasil garantiu a classificação para os Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 2028.

Diante de 11.968 torcedores, a equipe brasileira venceu com parciais de 25-20, 25-23 e 25-20. O oposto Darlan foi o principal pontuador da partida, com 23 acertos, enquanto o ponteiro Lucarelli foi eleito o melhor jogador do torneio.

O Brasil terminou a competição de forma invicta e sem perder nenhum set nos cinco jogos disputados. O título foi o 34º da Seleção no Campeonato Sul-Americano.

A partida 

Judson iniciou a decisão como titular, ao lado de Darlan, Flávio, Adriano, Lucarelli e Cachopa. O Brasil começou a partida em ritmo intenso e rapidamente abriu vantagem no primeiro set. A Argentina chegou a diminuir a diferença, mas a Seleção voltou a controlar as ações e fechou a parcial em 25 a 20.

No segundo set, os brasileiros novamente construíram vantagem desde o início. Os argentinos reagiram na reta final e chegaram a encostar em 23 a 22, mas o Brasil manteve a concentração e garantiu a vitória por 25 a 23, abrindo 2 sets a 0.

A Argentina começou o terceiro set mais agressiva e chegou a permanecer à frente no placar. O Brasil, porém, retomou a liderança a partir do 10 a 9 e passou a controlar novamente a partida.

Darlan foi decisivo na reta final, enquanto Flávio se destacou nos bloqueios. O Brasil abriu 21 a 18 e confirmou o título com mais um 25 a 20, após bloqueio de Flávio e ace de Adriano.

Além do título e da classificação olímpica, o Brasil teve cinco jogadores escolhidos para a seleção do campeonato. Flávio foi eleito um dos centrais, Adriano apareceu entre os ponteiros, Darlan foi escolhido como oposto e Cachopa como levantador. Lucarelli recebeu o prêmio de MVP da competição.

Com a classificação masculina, o vôlei brasileiro terá suas duas seleções nos Jogos Olímpicos de Los Angeles. A equipe feminina havia garantido a vaga uma semana antes.

Los Angeles também terá um significado especial para o vôlei brasileiro. Foi na cidade norte-americana, nos Jogos Olímpicos de 1984, que o país conquistou sua primeira medalha olímpica na modalidade. Na ocasião, a seleção foi vice-campeã após ser derrotada pelos estadunidenses por 3 a 0. 

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