Esportes

FÓRMULA 1

Verstappen vence 9ª corrida sprint no GP de Miami

Com mais uma vitória, Max se isola ainda mais na liderança do mundial de pilotos, com 118 pontos

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Max Verstappen conquistou neste sábado a sua nona vitória sprint de Fórmula 1. O holandês, grande favorito ao tetracampeonato, venceu a sprint do Grande Prêmio de Miami com extrema facilidade.

Ele foi seguido por Charles Leclerc e Sérgio Pérez. Destaque positivo para Daniel Ricciardo, em 4º.

Com mais uma vitória, Verstappen se isola ainda mais na liderança do mundial de pilotos, com 118 pontos. Seu companheiro de Red Bull, Sérgio Pérez é o segundo com 91. Leclerc tem 83, contra 73 de Sainz.

"Eu não tive uma boa largada, mas depois foi bom. Consegui aumentar o espaço devagar. Não foi perfeito, mas vamos conseguir ajustar o carro para a corrida. Acredito que vamos estar melhores. Estou feliz de vencer a sprint", disse Verstappen.

A corrida começou quente. Leclerc largou bem e chegou a ameaçar a liderança de Verstappen, que "fechou a porta" e se manteve à frente.

Destaque também para Ricciardo. O australiano se aproveitou de um erro de Sérgio Pérez para assumir o terceiro lugar.

O safety car foi acionado logo na primeira volta com uma batida envolvendo vários carros, incluindo os dois da Aston Martin, a McLaren de Norris, que precisou abandonar a corrida, assim como Lance Stroll, e a Mercedes de Lewis Hamilton. Com isso, os pilotos precisaram ir para os boxes.

Quando a corrida recomeçou, Verstappen pisou no acelerador e não foi mais ameaçado. Já Pérez passou Ricciardo rapidamente, mas não conseguiu pressionar Leclerc e terminou atrás do monegasco, que fechou em segundo.

Carlos Sainz, da Ferrari, fez um sprint apagado e cruzou em quinto, seguido por Oscar Piastri, da McLaren, e Nico Hülkenberg, da Haas.

Com as primeiras posições definidas, a emoção foi focada na briga pela oitava posição. Heptacampeão mundial, Lewis Hamilton travou um duelo com Kevin Magnussen, mas acabou ultrapassado por Yuki Tsunoda.

O alemão foi recuperar a posição apenas na última volta, mas sofreu uma punição e ficou em 16º. O mesmo aconteceu com Magnussen, o último. O japonês fechou em 8º.

Confira a classificação da corrida sprint do GP de Miami de Fórmula 1:

  • 1º - Max Verstappen (HOL/Red Bull), 31min31s383
  • 2º - Charles Leclerc (MON/Ferrari), a 3s371
  • 3º - Sergio Pérez (MEX/Red Bull), a 5s095
  • 4º - Daniel Ricciardo (AUS/RB), a 14s971
  • 5º - Carlos Sainz Jr. (ESP/Ferrari), a 15s222
  • 6º - Oscar Piastri (AUS/McLaren), a 15s750
  • 7º - Nico Hülkenberg (ALE/Haas), a 22s054
  • 8º - Yuki Tsunoda (JAP/RB), a 29s816
  • 9º - Pierre Gasly (FRA/Alpine), a 31s880
  • 10º - Logan Sargeant (EUA/Williams), a 34s355
  • 11º - Guanyu Zhou (CHN/Kick Sauber), a 35s078
  • 12º - George Russell (ING/Mercedes), a 35s755
  • 13º - Alexander Albon (TAI/Williams), a 36s086
  • 14º - Valtteri Bottas (FIN/Kick Sauber), a 36s892
  • 15º - Esteban Ocon (FRA/Alpine), a 37s740
  • 16º - Lewis Hamilton (ING/Mercedes), a 49s347
  • 17º - Fernando Alonso (ESP/Aston Martin), a 59s409
  • 18º - Kevin Magnussen (DIN/Haas), a 66s303

Não completaram: Lance Stroll (CAN/Aston Martin) e Lando Norris (ING/McLaren).

 

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futebol

Maracanã usará novo tipo de gramado a partir de 2027; entenda

O objetivo da alteração é usar uma espécie de maior resistência do que a anterior

11/09/2026 22h00

Maracanã terá novo gramado em 2027

Maracanã terá novo gramado em 2027 Foto: Divulgação / Maracanã

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O Consórcio de Flamengo e Fluminense, responsável por realizar a gestão do Maracanã, informou que o estádio passará por mudanças no seu gramado a partir de 2027.

Para a próxima temporada, o local deixará de utilizar a grama "Bermuda Celebration" para passar a usar o tipo "Celebration Hydrid". O objetivo da alteração é usar uma espécie de maior resistência do que a anterior.

Neste ano, Flamengo, Fluminense e outras equipes que atuaram no Maracanã criticaram as condições do gramado. Fred Nantes, CEO do estádio, afirmou em reunião nesta sexta-feira, 11, que reconhece que a situação está abaixo dos padrões esperados.

"A gente reconhece que não está na qualidade que gostaria. É nítido. Nós temos uma frustração grande, mas a gente precisa fazer uma análise criteriosa quando a gente critica o gramado do Maracanã. Sempre baseada em dados técnicos", disse.

De acordo com as informações apresentadas na reunião, fatores climáticos como um inverno mais quente e as fortes chuvas foram algumas das causas da piora da grama do estádio nos últimos anos Densidade vegetal e atividade fisiológica do solo foram outros fatores apontados.

O alto número de partidas no Maracanã também chama atenção. Até o final do mês de setembro, o local já terá recebido 58 jogos em 2026, 29 a mais que o segundo estádio mais utilizado do Brasileirão: o Mineirão, em Belo Horizonte.

"Realmente, o número de jogos é um capítulo extremamente importante. Se a gente comparar com o resto dos jogos do mundo, a diferença é gritante. Esse é um dos fatores que, combinado com outros, fazem a diferença no desgaste de um campo de jogo", completou Fred.

A mudança do gramado será realizada após o final da disputa da Série A do Campeonato Brasileiro, em dezembro. O próximo confronto no local acontece neste domingo, 13, às 17h30 (de Brasília), no duelo entre Flamengo e Corinthians.

Futebol

Futebol de cegos: Brasil vai à final da Copa América contra Colômbia

Em São Paulo, seleção masculina derrota Costa Rica pelas semifinais

10/09/2026 20h00

Taba Benedicto

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Maior vencedor da Copa América de futebol de cegos entre os homens, o Brasil vai em busca do sétimo título. Nesta quinta-feira (10), a seleção verde e amarela derrotou a Costa Rica por 2 a 0 no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, pelas semifinais da competição.

Os brasileiros não encontraram dificuldades e abriram vantagem sobre os costarriquenhos antes da metade da primeira etapa - cada tempo tem 20 minutos de duração. Aos seis, Maicon conduziu a bola após cobrança de falta, arrastou a marcação de três adversários e chutou rasteiro para abrir o placar. Aos 12, Nonato recebeu na área e bateu forte, no alto, sem chances para o goleiro Rony Madrigal.

No segundo tempo, o técnico Cesinha aproveitou para rodar o elenco. Mesmo assim, a equipe da casa manteve o jogo sob controle e até criou algumas chances, parando em boas defesas do goleiro costarriquenho.

Em 11 edições, o Brasil sempre foi à final, com seis conquistas e quatro vices. O último na edição de 2022, quando perderam nos pênaltis para a anfitriã Argentina.

Os Murciélagos (morcegos, na tradução do espanhol, apelido da seleção argentina), aliás, ficaram fora da decisão continental pela primeira vez. Mais cedo nesta quinta, os hermanos, atuais campeões mundiais e vice paralímpicos foram superados pela Colômbia por 1 a 0 nas penalidades, após empate sem gols com bola rolando.

A final diante dos colombianos será neste sábado (12), às 17h30 (horário de Brasília). O canal da Federação Internacional de Esportes para Cegos (Ibsa) no YouTube transmite a partida ao vivo.

Esta será a segunda final do Brasil neste ciclo da Paralimpíada de Los Angeles (Estados Unidos), em 2028. Em julho, os brasileiros conquistaram a medalha de ouro nos Jogos Parasul-Americanos, em Valledupar (Colômbia), superando os argentinos na decisão.

Apesar da queda nas semifinais, a Costa Rica se garantiu no Campeonato Mundial do ano que vem, assim como Argentina e Colômbia. O Brasil, como país-sede, já tinha vaga assegurada. Pentacampeã paralímpica, a seleção verde e amarela é também cinco vezes campeã do mundo, sendo a maior vencedora nos dois principais eventos da modalidade.

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