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GP-CHINA

Verstappen vence GP da China e garante fim de semana perfeito

A Fórmula 1 volta daqui a duas semanas. A próxima corrida é o GP de Miami, no Autódromo Internacional de Miami

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Depois de vencer a corrida sprint e fazer a pole position, Max Verstappen confirmou o favoritismo e venceu o Grande Prêmio da China de Fórmula 1 com sobras.

Lando Norris, da McLaren, ficou com a segunda posição, impedindo a dobradinha da Red Bull. Sergio Pérez, companheiro de Verstappen, completou o pódio.
Lewis Hamilton subiu nove posições e garantiu dois pontos. O heptacampeão largou em 18º e, contando com uma boa estratégia e um tanto de sorte - com a entrada de safety cars, terminou a corrida em nono.

Só falta Singapura. O GP da China era uma das duas provas que Max Verstappen ainda não havia vencido entre os circuitos que fazem parte da atual temporada da Fórmula 1.

A Fórmula 1 volta daqui a duas semanas. A próxima corrida é o GP de Miami, no Autódromo Internacional de Miami, marcada para o dia 5 de maio (domingo), às 17h (de Brasília).

Como foi a corrida

Russell e Alonso fizeram uma ótima largada. O piloto inglês da Mercedes deixou duas Ferrari para trás e assumiu o sexto lugar, enquanto o espanhol da Aston Martin, que largou em terceiro, ficou com a segunda posição após a segunda curva, depois de ultrapassar Sergio Pérez e ameaçar Max Verstappen.

Alonso não conseguiu manter o ritmo por muito tempo. Depois de perder a posição, Pérez logo encostou em Alonso e não precisou forçar muito para fazer a ultrapassagem na quinta volta. Depois de três voltas, Norris também ultrapassou o espanhol.

Valteri Bottas abandonou a prova na volta 21. O piloto da Sauber encostou o carro após ver seu motor quebrar. A direção da prova colocou a corrida sob safety car virtual nas duas voltas seguintes. Na 23ª volta, o safety car entrou na pista de fato, até a volta 27.

Safety car voltou à pista na volta 28 para mais três voltas. Dois incidentes forçaram a organização da prova a colocar a corrida sob bandeira amarela mais uma vez. Lance Stroll, da Aston Martin, acertou a traseira de Ricciardo, da Racing Bulls - que teve que abandonar o GP. E Magnussen, da Haas, tocou em Tsunoda, da Racing Bulls, e o tirou da corrida.

Lando Norris, da McLaren, e Charles Leclerc, da Ferrari, foram os mais beneficiados pela entrada do safety car. Após todas as paradas e os dois reinícios de prova, os pilotos estavam em segundo e terceiro lugares, respectivamente, à frente da Red Bull de Sergio Pérez, um dos mais prejudicados pelos incidentes.

Lewis Hamilton fez boa corrida de recuperação. Depois de largar em décimo oitavo, o heptacampeão mundial entrou na zona de pontuação (10º) lugar na volta seguinte à saída do segundo safety car, e conseguiu terminar em nono.

Pérez e Leclerc fizeram uma boa briga pelo pódio. Depois da saída do safety car, Leclerc segurou a terceira posição por nove voltas. No fim, a pressão de Pérez funcionou e o mexicano tomou o terceiro lugar, abrindo vantagem nas voltas seguintes.
Com mais uma vitória, Max Verstappen, da Red Bull, voltou a abrir vantagem na liderança do Campeonato Mundial, agora com 110 pontos. Sergio Pérez, companheiro de equipe do holandês, mantém o segundo lugar, agora com 85 pontos.

Charles Leclerc, da Ferrari, é o terceiro, com 76 pontos, seguido de perto pelo companheiro Carlos Sainz, que soma 67 pontos. Vice-líder hoje, Lando Norris é o quinto no Mundial, com 58 pontos.

Veja a classificação do GP da China

1. Max Verstappen (Red Bull)
2. Lando Norris (McLaren)
3. Sergio Pérez (Red Bull)
4. Charles Leclerc (Ferrari)
5. Carlos Sainz (Ferrari)
6. George Russell (Mercedes)
7. Fernando Alonso (Aston Martin) - volta mais rápida
8. Oscar Piastri (McLaren)
9. Lewis Hamilton (Mercedes)
10. Nico Hulkenberg (Haas)
11. Esteban Ocon (Alpine)
12. Alexander Albon (Williams)
13. Pierre Gasly (Alpine)
14. Guanyu Zhou (Sauber)
15. Kevin Magnussen (Haas)
16. Logan Sargeant (Williams)
17. Lance Stroll (Aston Martin)
18. Daniel Ricciardo (Racing Bulls) - não completou
19. Yuki Tsunoda (Racing Bulls) - não completou
20. Valteri Bottas (Sauber) - não completou

 

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Medalhistas

Ginástica: Flávia Saraiva e Rebeca Andrade fazem dobradinha na trave; Nory conquista o ouro

Competição da Hungria serve de preparação para o Mundial de Ginástica Artística 2026

20/09/2026 23h00

Foto: Reprodução / Confederação Brasileira de Ginástica - X

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O Brasil conquistou uma dobradinha na manhã deste domingo (20), em Szombathely, na etapa da Hungria, pela Copa do Mundo de Ginástica Artística. Na disputa da trave, as atletas Flávia Saraiva e Rebeca Andrade conquistaram ouro e prata, respectivamente. A britânica Emily Roper fechou o pódio.

Aos 26 anos, Flavinha conquistou a melhor colocação na etapa do mundial ao conseguir a nota 13.766 pontos, enquanto a compatriota Rebeca, de 27, ficou com 13.600 pontos. Vale ressaltar que a competidora guarulhense foi a primeira a se apresentar no aparelho. Emily Roper fechou com 12.866 para garantir o bronze.

O dia reservou outras conquistas para o Brasil na Copa do Mundo de Ginástica. A própria Flávia Saraiva conseguiu a medalha de prata no solo. Já Lorrane Oliveira, de 28 anos, fechou o pódio com o bronze, em mais uma dobradinha. A grande vencedora da categoria foi Dulcy Caylor, de apenas 18 anos, dos Estados Unidos.

No masculino, Arthur Nory, de 33 anos, conquistou o ouro na disputa da barra fixa, com a nota de 14.133 pontos. Ele superou o tcheco Tomas Kalinic e o polonês Kacper Garnczarek, com prata e bronze, respectivamente.

A competição da Hungria serve de preparação para o Mundial de Ginástica Artística 2026, que ocorre entre os dias 17 e 25 de outubro, em Roterdã, na Holanda.

Vaga garantida

Com campo-grandense Judson, Brasil atropela Argentina e garante vaga na Olimpíada

Diante de 11mil torcedores, a equipe brasileira venceu com parciais de 25-20, 25-23 e 25-20

20/09/2026 14h30

Campo-grandense Judson, central da seleção brasileira

Campo-grandense Judson, central da seleção brasileira Foto: Divulgação

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Com o campo-grandense Judson entre os titulares, a Seleção Brasileira masculina de vôlei atropelou a Argentina por 3 sets a 0 neste domingo (20), no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, e conquistou o título do Pré-Olímpico Sul-Americano de 2026. Com a vitória, o Brasil garantiu a classificação para os Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 2028.

Diante de 11.968 torcedores, a equipe brasileira venceu com parciais de 25-20, 25-23 e 25-20. O oposto Darlan foi o principal pontuador da partida, com 23 acertos, enquanto o ponteiro Lucarelli foi eleito o melhor jogador do torneio.

O Brasil terminou a competição de forma invicta e sem perder nenhum set nos cinco jogos disputados. O título foi o 34º da Seleção no Campeonato Sul-Americano.

A partida 

Judson iniciou a decisão como titular, ao lado de Darlan, Flávio, Adriano, Lucarelli e Cachopa. O Brasil começou a partida em ritmo intenso e rapidamente abriu vantagem no primeiro set. A Argentina chegou a diminuir a diferença, mas a Seleção voltou a controlar as ações e fechou a parcial em 25 a 20.

No segundo set, os brasileiros novamente construíram vantagem desde o início. Os argentinos reagiram na reta final e chegaram a encostar em 23 a 22, mas o Brasil manteve a concentração e garantiu a vitória por 25 a 23, abrindo 2 sets a 0.

A Argentina começou o terceiro set mais agressiva e chegou a permanecer à frente no placar. O Brasil, porém, retomou a liderança a partir do 10 a 9 e passou a controlar novamente a partida.

Darlan foi decisivo na reta final, enquanto Flávio se destacou nos bloqueios. O Brasil abriu 21 a 18 e confirmou o título com mais um 25 a 20, após bloqueio de Flávio e ace de Adriano.

Além do título e da classificação olímpica, o Brasil teve cinco jogadores escolhidos para a seleção do campeonato. Flávio foi eleito um dos centrais, Adriano apareceu entre os ponteiros, Darlan foi escolhido como oposto e Cachopa como levantador. Lucarelli recebeu o prêmio de MVP da competição.

Com a classificação masculina, o vôlei brasileiro terá suas duas seleções nos Jogos Olímpicos de Los Angeles. A equipe feminina havia garantido a vaga uma semana antes.

Los Angeles também terá um significado especial para o vôlei brasileiro. Foi na cidade norte-americana, nos Jogos Olímpicos de 1984, que o país conquistou sua primeira medalha olímpica na modalidade. Na ocasião, a seleção foi vice-campeã após ser derrotada pelos estadunidenses por 3 a 0. 

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