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Vettel lamenta possível adeus de Barrichello

Vettel lamenta possível adeus de Barrichello

terra

27/11/2011 - 00h00
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O alemão Sebastian Vettel, da Red Bull, afirmou que Rubens Barrichello merece ficar na Fórmula 1. O piloto, 24 anos, quebrou neste sábado o recorde de poles em uma mesma temporada (15) e já havia garantido por antecipação o bicampeonato mundial de Fórmula 1.

Aos 24 anos, Vettel diz ser impossível saber se conseguirá ter números de longevidade parecidos com os de Barrichello, mas se diz admirado pela paixão do brasileiro da Williams pela velocidade.

"Seria uma perna perder Rubens. Ele pertence aqui e está na F1 por um longo tempo. É uma loucura ficar por tanto, mas no final não importa o tempo. É inspirador o amor dele pela F1", disse Vettel.

"Gosto muito dele.Tenho a impressão que toda vez que ele acordo ele não pensa na idade. Ele está em ótima forma, além de uma pessoa muito engraçada e de ótimo caráter. Não sei quantas corridas ele fez, mas ele sempre esteve brigando pelo topo e fez coisas incríveis", completou.

Barrichello, 39 anos, está na Fórmula 1 desde 1993 e está com dificuldades para acertar a renovação de contrato com a Williams. O piloto brasileiro estaria conversando também com outras equipes.

Quando Barrichello estreou na F1 no GP da África do Sul de 1993, Vettel tinha apenas 5 anos.

O inglês Jenson Button, da McLaren, e o australiano Mark Webber, parceiro de Vettel, também esperam que Barrichello fique na categoria por mais uma temporada.

"Quando você vive viajando, você não para por um segundo e vê o tempo passar rapidamente. Mas enquanto você tem ainda vontade, o que é claramente o caso do Rubens, é ótimo que ele ainda queira correr. Espero que ele siga no próximo ano, porque sentiremos falta de uma grande festa no domingo à noite", brincou Button, parceiro de Rubinho na Honda e na Brawn GP.

"Ele enfrentou momentos duros, como em 1994, e momentos excelentes também. O fato de ele ter chorado no pódio em Hockenheim (2000) mostra o amor que ele tem e como ele é genuíno. Esse ano ele não teve um carro competitivo, mas seria ótimo tê-lo aqui de novo no próximo ano", completou Webber. 

Medalhistas

Ginástica: Flávia Saraiva e Rebeca Andrade fazem dobradinha na trave; Nory conquista o ouro

Competição da Hungria serve de preparação para o Mundial de Ginástica Artística 2026

20/09/2026 23h00

Foto: Reprodução / Confederação Brasileira de Ginástica - X

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O Brasil conquistou uma dobradinha na manhã deste domingo (20), em Szombathely, na etapa da Hungria, pela Copa do Mundo de Ginástica Artística. Na disputa da trave, as atletas Flávia Saraiva e Rebeca Andrade conquistaram ouro e prata, respectivamente. A britânica Emily Roper fechou o pódio.

Aos 26 anos, Flavinha conquistou a melhor colocação na etapa do mundial ao conseguir a nota 13.766 pontos, enquanto a compatriota Rebeca, de 27, ficou com 13.600 pontos. Vale ressaltar que a competidora guarulhense foi a primeira a se apresentar no aparelho. Emily Roper fechou com 12.866 para garantir o bronze.

O dia reservou outras conquistas para o Brasil na Copa do Mundo de Ginástica. A própria Flávia Saraiva conseguiu a medalha de prata no solo. Já Lorrane Oliveira, de 28 anos, fechou o pódio com o bronze, em mais uma dobradinha. A grande vencedora da categoria foi Dulcy Caylor, de apenas 18 anos, dos Estados Unidos.

No masculino, Arthur Nory, de 33 anos, conquistou o ouro na disputa da barra fixa, com a nota de 14.133 pontos. Ele superou o tcheco Tomas Kalinic e o polonês Kacper Garnczarek, com prata e bronze, respectivamente.

A competição da Hungria serve de preparação para o Mundial de Ginástica Artística 2026, que ocorre entre os dias 17 e 25 de outubro, em Roterdã, na Holanda.

Vaga garantida

Com campo-grandense Judson, Brasil atropela Argentina e garante vaga na Olimpíada

Diante de 11mil torcedores, a equipe brasileira venceu com parciais de 25-20, 25-23 e 25-20

20/09/2026 14h30

Campo-grandense Judson, central da seleção brasileira

Campo-grandense Judson, central da seleção brasileira Foto: Divulgação

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Com o campo-grandense Judson entre os titulares, a Seleção Brasileira masculina de vôlei atropelou a Argentina por 3 sets a 0 neste domingo (20), no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, e conquistou o título do Pré-Olímpico Sul-Americano de 2026. Com a vitória, o Brasil garantiu a classificação para os Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 2028.

Diante de 11.968 torcedores, a equipe brasileira venceu com parciais de 25-20, 25-23 e 25-20. O oposto Darlan foi o principal pontuador da partida, com 23 acertos, enquanto o ponteiro Lucarelli foi eleito o melhor jogador do torneio.

O Brasil terminou a competição de forma invicta e sem perder nenhum set nos cinco jogos disputados. O título foi o 34º da Seleção no Campeonato Sul-Americano.

A partida 

Judson iniciou a decisão como titular, ao lado de Darlan, Flávio, Adriano, Lucarelli e Cachopa. O Brasil começou a partida em ritmo intenso e rapidamente abriu vantagem no primeiro set. A Argentina chegou a diminuir a diferença, mas a Seleção voltou a controlar as ações e fechou a parcial em 25 a 20.

No segundo set, os brasileiros novamente construíram vantagem desde o início. Os argentinos reagiram na reta final e chegaram a encostar em 23 a 22, mas o Brasil manteve a concentração e garantiu a vitória por 25 a 23, abrindo 2 sets a 0.

A Argentina começou o terceiro set mais agressiva e chegou a permanecer à frente no placar. O Brasil, porém, retomou a liderança a partir do 10 a 9 e passou a controlar novamente a partida.

Darlan foi decisivo na reta final, enquanto Flávio se destacou nos bloqueios. O Brasil abriu 21 a 18 e confirmou o título com mais um 25 a 20, após bloqueio de Flávio e ace de Adriano.

Além do título e da classificação olímpica, o Brasil teve cinco jogadores escolhidos para a seleção do campeonato. Flávio foi eleito um dos centrais, Adriano apareceu entre os ponteiros, Darlan foi escolhido como oposto e Cachopa como levantador. Lucarelli recebeu o prêmio de MVP da competição.

Com a classificação masculina, o vôlei brasileiro terá suas duas seleções nos Jogos Olímpicos de Los Angeles. A equipe feminina havia garantido a vaga uma semana antes.

Los Angeles também terá um significado especial para o vôlei brasileiro. Foi na cidade norte-americana, nos Jogos Olímpicos de 1984, que o país conquistou sua primeira medalha olímpica na modalidade. Na ocasião, a seleção foi vice-campeã após ser derrotada pelos estadunidenses por 3 a 0. 

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