Ataque cibernético

Enredo de cinema: hacker brasileiros invadiu sistema da NASA nos Estados Unidos

A história de um ex-hacker brasileiro que invadiu um laboratório da NASA

A história de um ex-hacker brasileiro que invadiu um laboratório da NASA no Novo México (EUA) ainda adolescente será levada ao cinema. Wanderley Abreu Jr., hoje com 48 anos, ganhou destaque aos 19 anos, quando invadiu o sistema da agência espacial americana em Los Alamos.

O objetivo da invasão era instalar um programa da Universidade de Buckley que buscava detectar sinais de vida extraterrestre.

Poucos anos depois, aos 21 anos, Abreu mudou de rumo e começou a colaborar voluntariamente com o Ministério Público do Rio de Janeiro em investigações dos primeiros casos de pedofilia cometidos pela internet no país. A colaboração resultou na identificação de cerca de 200 suspeitos.

 

Filme em produção

O longa "Storm" — codinome usado por Wanderley na época em que atuava como hacker — está em fase final de captação e terá direção de Marcus Baldini, roteiro de Homero Olivetto e produção de Carolina Vianna. O projeto recebeu R$ 8 milhões por meio do Edital de Coprodução Internacional 2023, na categoria majoritária.

As filmagens estão previstas para começar em setembro de 2027, com lançamento nos cinemas no ano seguinte. A produção reúne as brasileiras Amálgama Entretenimento e Paris Entretenimento e as espanholas DACSA Produccions e Ginga Stories, e a Paris Filmes fará a distribuição no Brasil.

Recorde quebrado

Enquanto todos lutam por 1 minuto, mulher de 61 anos ficou 5 horas na posição de prancha

Mulher superou seu próprio recorde mundial feminino de prancha

08/10/2026 09h45

Imagem: Divulgação/Guinness

Continue Lendo...

DonnaJean Wilde superou seu próprio recorde mundial feminino de prancha ao permanecer na posição por cinco horas consecutivas durante o Huntsman World Senior Games, na última terça-feira (6), nos Estados Unidos.

A canadense de 61 anos, avó de 12 netos, manteve apenas os antebraços e as pontas dos pés em contato com o chão. Assim, sustentou o corpo inteiramente alinhado durante todo o desafio. Wilde convive com dor crônica nas mãos e nos braços, condição que torna cada minuto de prancha mais exigente.

Professora aposentada e ex-vice-diretora de escola, Wilde descobriu a prancha há cerca de 12 anos após quebrar o pulso. A lesão a afastou temporariamente de atividades como corrida e musculação, levando-a a buscar uma alternativa de exercício viável.

 

Como a prancha se tornou uma paixão

Na posição de prancha, Wilde percebeu que conseguia ler e realizar outras atividades enquanto mantinha o corpo alinhado. A descoberta despertou seu interesse pelo exercício, que deixou de ser uma alternativa terapêutica e se tornou uma paixão. Com o tempo, Wilde passou a dedicar entre duas e três horas por dia à prancha, segundo dados do Guinness World Records.

O novo resultado superou sua marca anterior de 4 horas, 30 minutos e 11 segundos, estabelecida em março de 2024 e homologada pelo Guinness. Naquela ocasião no Canadá, ela contou com a presença do marido Randy, dos filhos e dos netos acompanhando cada minuto do desafio.

Antes de estabelecer esse histórico na prancha, Wilde também acumulou um recorde de flexões realizadas dentro de uma hora, reforçando sua trajetória como atleta sênior.

Os custos físicos da permanência na posição

À medida que as horas passavam, os braços e os pés de Wilde ficavam progressivamente mais avermelhados, sinal do esforço contínuo. Os cotovelos passaram a doer intensamente, e ela temeu romper a posição antes do fim.

A tensão para manter o alinhamento corporal provocou dores nos quadríceps. Wilde relata ter ficado tensa durante todo o desafio, e a última hora foi a mais difícil para manter a concentração e a posição correta.

Grande descoberta

Cientistas descobrem gelo em Marte e ele é 100 vezes mais limpo do que você pode imaginar

A descoberta inverte duas décadas de interpretações anteriores

08/10/2026 09h23

index   2026 10 08T001544.544

index 2026 10 08T001544.544 Imagem gerada por inteligência artificial

Continue Lendo...

O gelo de água exposto no polo norte de Marte contém menos de 3% de poeira em massa, segundo um estudo publicado na npj Space Exploration. A descoberta inverte duas décadas de interpretações anteriores.

Em diversos pontos, o teor de poeira é inferior a meio por cento, o que transforma o que se acreditava ser uma superfície suja em uma reserva de gelo praticamente intacta. Em algumas comparações com estimativas anteriores, o novo cálculo indica que o gelo pode ser até 100 vezes mais limpo do que se pensava. A revelação muda nossa compreensão sobre o arquivo climático do planeta vermelho.

Durante o verão boreal marciano, uma espiral de gelo com cerca de um milhão de quilômetros quadrados fica exposta à luz solar. A área, comparável à do Egito, brilha com uma brancura que levou pesquisadores a conclusões equivocadas sobre sua composição durante duas décadas.

Por que o gelo polar importa para a história marciana

Como Marte não possui uma lua grande estabilizadora como a Terra, seu eixo de rotação sofre oscilações que variam de 15 graus a mais de 45 graus ao longo do tempo.

Cada mudança redistribui a energia solar entre o equador e os polos e força o gelo de água a migrar. Quando o eixo se inclina mais, as regiões polares absorvem mais energia, o gelo sublima e se desloca para latitudes intermediárias. Quando o eixo se endireita novamente, o fluxo se inverte.

Essa oscilação criou sucessivas eras glaciais em Marte, transformando os polos atuais nos maiores reservatórios de gelo do planeta. O polo norte abriga a North Polar Residual Cap (NPRC). Uma camada de gelo de água com aproximadamente um metro de espessura exposta durante o verão, que repousa sobre os North Polar Layered Deposits (NPLD), depósitos estratificados com quilômetros de profundidade.

Cada camada desses depósitos registra as condições de uma época distinta, funcionando como arquivo climático que remonta milhões de anos.

 

Descoberta através de novo modelo glaciológico

Pesquisadores da Universidade de Edimburgo e do Centro de Ciência Polar do Laboratório de Física Aplicada da Universidade de Washington desenvolveram um modelo baseado em métodos da glaciologia da Antártida para reanalisar dados espectrais coletados durante duas décadas por sondas em órbita. O trabalho refaz as interpretações anteriores e reduz drasticamente as estimativas de poeira incorporada ao gelo exposto.

A calota residual norte, cuja superfície foi datada em torno de 1.500 anos pela contagem de crateras de impacto de 2016, representa o registro mais recente de um arquivo geológico em formação.

Compreender a física desse gelo — o tamanho de seus grãos, o teor de poeira. E o modo como ele se organiza em camadas — abre caminho para decodificar milhões de anos de história climática marciana registrados nos depósitos mais profundos.

Implicações para futuras missões exploratórias

A pureza inesperada do gelo polar tem consequências práticas para o planejamento de futuras expedições humanas a Marte. Água mais limpa significa maior facilidade de extração e uso direto como recurso, sem necessidade de filtragem extensiva.

Além disso, medir a composição do gelo com mais precisão permite reconstruir de forma mais confiável os ciclos climáticos marcianos. E refinar modelos que explicam por que o planeta perdeu sua atmosfera densa e passou de um ambiente potencialmente habitável ao deserto árido de hoje.

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).