Negócio milionário

Steven Spielberg quer R$ 150 milhões por rancho que comprou por menos de R$ 30 milhões

Local é conhecido como Dogwood.

Steven Spielberg adquiriu em 1999 um rancho de 2,8 acres em Sullivan Canyon, em Los Angeles, com o objetivo de criar um espaço privado para cavalos e acessar as trilhas equestres das montanhas de Santa Mônica. O diretor de Jurassic Park pagou US$ 5,75 milhões pela propriedade. Quase três décadas depois, o local, conhecido como Dogwood, voltou ao mercado.

Spielberg e sua esposa, a atriz Kate Capshaw, pedem agora US$ 29,9 milhões pela propriedade. A diferença entre os valores de compra e venda não corresponde a lucro: reformas, manutenção e outros custos operacionais consumiram parte dos recursos ao longo dos anos.

O projeto ambicioso que não saiu do papel

Quando adquiriu o terreno, Spielberg planejava transformá-lo em um centro equestre de grande escala, com uma pista coberta de 27 mil pés quadrados, distribuída em cinco níveis e com teto abobadado retrátil. O projeto também previa estábulos subterrâneos, uma casa para hóspedes e uma guarita de segurança de três andares. O custo estimado superava US$ 7 milhões.

A ambição do projeto gerou resistência entre vizinhos de Sullivan Canyon. Em janeiro de 2001, após a polêmica, Spielberg retirou a solicitação de permissões e seus representantes informaram que analisariam as preocupações dos residentes antes de prosseguir.

Meses depois, Spielberg redimensionou o projeto. Em vez da estrutura coberta, o plano passou a prever uma pista externa para monta e eliminou os elementos maiores que haviam despertado objeções.

As instalações atuais do rancho

O resultado mantém os cavalos como foco principal da propriedade. A residência principal possui sete dormitórios, 9,5 banheiros, cozinha equipada, lareiras, sala multimídia e adega, ocupando cerca de 6.219 pés quadrados com pisos de nogueira e detalhes em madeira.

As instalações equestres incluem um estábulo com seis baias, áreas de limpeza, cozinha para preparar a alimentação dos animais e depósitos. Acima dessa estrutura fica uma pista coberta de aproximadamente 20 mil pés quadrados (cerca de 1.860 metros quadrados), com plataforma de observação e parede espelhada para treinos de salto e adestramento.

Um segundo estábulo com quatro baias ocupa cerca de 5.400 pés quadrados. O rancho também tem uma casa de hóspedes independente, com um dormitório, cozinha, terraço e áreas de escritório e armazenamento.

Curiosidades

Homem usou pedra de 10 kg como batente e 30 anos depois descobriu que era um meteorito de R$ 500 mil

Durante anos, a história pareceu apenas uma lenda familiar.

08/10/2026 14h29

Imagem gerada por IA

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Um fazendeiro de Michigan, nos Estados Unidos, usou por três décadas uma pedra de mais de 10 quilos como batente de porta, sem imaginar o valor daquele objeto. Após um exame especializado, descobriu que se tratava de um meteorito avaliado em mais de 100 mil dólares.

Em 1988, quando a propriedade mudou de dono, a pedra permaneceu entre os bens da propriedade, já posicionada sob a porta de um galpão. Contaram a ele que, segundo um antigo relato da família anterior, o objeto teria caído do céu, mas ninguém havia investigado cientificamente sua origem.

Da curiosidade ao exame oficial

Durante anos, a história pareceu apenas uma lenda familiar transmitida entre os moradores da propriedade. O homem continuou usando a rocha no dia a dia e chegou a deixar que os filhos a levassem à escola para mostrá-la aos colegas.

A história ganhou novo impulso em 2018, quando a queda de outro meteorito em Michigan chamou atenção para esse tipo de achado. Por causa da repercussão, ele decidiu levar a pedra à Central Michigan University para uma análise detalhada.

O que os exames revelaram

A geóloga Mona Sirbescu identificou traços incomuns no material e, após testes mais aprofundados, constatou que ele era composto por 88,5% de ferro e 11,5% de níquel. Uma amostra foi então enviada ao Instituto Smithsoniano, que confirmou que se tratava de um meteorito autêntico.

Com 10,22 quilos e dimensões de 17 por 20 por 23 centímetros, o meteorito ficou entre os maiores já registrados no estado. Por seu alto teor de ferro e níquel, foi classificado como um meteorito de ferro do grupo IIIAB.

Em 2019, a peça recebeu reconhecimento oficial com o nome de Edmore, batizada em homenagem à localidade de Michigan onde ficou guardada por tanto tempo. Depois de servir por 30 anos para manter uma porta aberta, a pedra se transformou em uma peça científica avaliada em seis dígitos.

Ciência

Cientista prevê que humanos poderão parar de envelhecer a partir de 2032 e faz projeção para 2045

Trata-se de uma hipótese sobre um momento futuro.

08/10/2026 13h59

Foto: Andrea Piacquadio/Pexels

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O futurista Ray Kurzweil, diretor de engenharia do Google, trouxe novas projeções sobre os rumos da humanidade em seu livro The Singularity Is Nearer.

Para cada ano vivido, segundo ele, haverá um avanço médico equivalente capaz de repor esse tempo no organismo. Esse raciocínio, que o autor chama de velocidade de escape da longevidade, não quer dizer que a medicina já tenha chegado a esse ponto.

Trata-se de uma hipótese sobre um momento futuro em que o avanço científico anularia, na mesma medida, os efeitos do envelhecimento no corpo.

O que seria a velocidade de escape da longevidade

O conceito descreve um equilíbrio entre o deterioramento do corpo e sua renovação por meio de tratamentos médicos cada vez mais avançados. Na prática, cada ano vivido seria compensado cientificamente por um ano adicional de expectativa de vida, criando um ciclo que, em tese, afastaria os limites biológicos conhecidos hoje.

Essa é uma extrapolação sobre o que a medicina poderá realizar, não um resultado já comprovado. O próprio raciocínio reconhece que as datas funcionam como marcos de referência para o debate, sem garantia científica de que se confirmem.

Fusão entre cérebro humano e máquinas

Outra frente das previsões envolve a conexão direta entre o cérebro humano e sistemas computacionais, por meio de robôs microscópicos. Esses nanodispositivos entrariam no organismo sem necessidade de cirurgia e ligariam o usuário a recursos em nuvem, ampliando a capacidade de raciocínio e memória.

O ano de 2045 é apontado como o momento em que essa integração atingiria a fusão completa entre humanos e inteligência artificial. Nesse estágio, as fronteiras entre as duas formas de inteligência deixariam de existir, com a mente humana ganhando uma expansão descrita como da ordem de um milhão de vezes.

Histórico de acertos e o ritmo das inovações

Segundo ele, o ritmo das inovações continuará aumentando na próxima década e concentrará transformações tecnológicas mais intensas do que as observadas ao longo do último século.

As projeções seguem sendo tratadas como hipóteses de trabalho, não como fatos científicos consolidados. Mesmo assim, servem como referência para discutir até onde a medicina e a computação podem avançar nos próximos anos.

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