A placa Mercosul foi implementada no Brasil em 2017 e ainda está em processo de adoção gradual. As placas antigas continuam válidas, mas a partir de 2026 alguns veículos deverão obrigatoriamente adotar o novo modelo.
Entre eles estão carros novos, veículos com mudança de proprietário ou categoria, mudanças de município e placas danificadas que precisem de substituição. A medida visa padronizar a identificação de veículos e aumentar a segurança no trânsito.

Regras e características da placa Mercosul
O modelo Mercosul apresenta diferenças importantes em relação às placas tradicionais. As cores indicam o tipo de veículo por meio da borda e das letras, e a sequência de caracteres é formada por sete elementos, com os três primeiros sendo letras e os quatro finais números, sendo que o segundo número pode ser uma letra.
Além disso, a identificação do estado e município de registro voltou a ser obrigatória após aprovação de lei em 2024, substituindo a exibição apenas do país de origem, que havia sido definida inicialmente.
A adoção da placa também pode ser mais econômica em algumas regiões, devido à produção em maior escala e à eliminação de elementos de segurança antigos e mais caros. A padronização nacional facilita a fiscalização e a gestão do trânsito, além de reduzir inconsistências entre diferentes modelos de emplacamento.
Motoristas que se enquadram nos critérios de obrigatoriedade devem planejar a troca das placas dentro do prazo estabelecido para evitar multas e complicações legais. A atualização não apenas garante conformidade com a legislação, mas também faz parte de um sistema unificado que torna a identificação de veículos mais clara e segura.




