Nesta terça-feira (18), a Seleção Brasileira colocou um ponto final nos compromissos da temporada ao empatar em 1 a 1 com a Tunísia. Outrora revelando que o encontro com a delegação africana serviria como corte de algumas peças para a Copa do Mundo de 2026, Carlo Ancelotti pode decretar o fim do sonho de representar o país na competição para oito jogadores.
Embora restem pouco mais de seis meses para o início do mundial, o treinador italiano reconhece que uma base foi montada e dificilmente será modificada. Com Estêvão em destaque, a titularidade não deve ser oferecida a outra peça, ligando o sinal de alerta dos concorrentes. Por sua vez, nomes convocados anteriormente perderam forças ao longo dos treinos.

Destaque com as vestes do Nottingham Forest, Igor Jesus vê as chances de representar o Brasil na Copa do Mundo cada vez mais distantes. Isso porque João Pedro (Chelsea), Matheus Cunha (Manchester United) e Richarlison (Tottenham) são figuras cativas nas convocações. Em contrapartida, Vitor Roque (Palmeiras) recebeu oportunidade recentemente e pode voltar a ser chamado para testes.
Com o meio de campo e a defesa amplamente estruturados, dificilmente Jean Lucas (Bahia), Gerson (Zenit), Paulo Henrique (Vasco), João Gomes (Wolverhampton), Ederson (Atalanta), Luciano Juba (Bahia) e Vitinho (Botafogo) brigarão por uma vaga. A título de curiosidade, alguns dos nomes foram convocados, mas sequer entraram em campo por não conseguirem se destacar nos treinos.
Apesar do esboço montado pela comissão técnica, é necessário reforçar que outros amistosos estão sendo desenhados para março de 2026. Dessa forma, os oito jogadores listados podem voltar a conquistar a confiança de Carletto. Por outro lado, a FIFA concedeu a possibilidade de cada delegação inscrever 26 nomes para a Copa do Mundo de 2026.
Próximos compromissos da Seleção Brasileira
Segundo apurações da ESPN, a cúpula da CBF acordou com as delegações da Croácia e França encontros antes do mundial. Sem data definida, os duelos contra as equipes europeias servirão como métrica para definir os nomes a serem lançados no torneio organizado pela FIFA. Sob o comando de Ancelotti, o Brasil apresenta 58,33% de aproveitamento. Confira:
- 8 jogos;
- 4 vitórias (Senegal, Coreia do Sul, Chile e Paraguai);
- 2 empates (Tunísia e Equador);
- 2 derrotas (Japão e Bolívia).





