O sonho de todo e qualquer brasileiro é ter posse de um imóvel próprio e o Governo Federal está disposto a encurtar o percurso. No início de dezembro, o ministro das Cidades, Jader Filho, anunciou que os planejamentos para 2026 incluem financiar 3 milhões de unidades do Minha Casa, Minha Vida, tendo em vista os recursos disponíveis.
Em coletiva de imprensa, Jader destacou que o programa habitacional projeta finalizar o ano de 2025 com cerca de 2 milhões de moradias com o financiamento contratado. O montante corresponde aos imóveis oferecidos desde o início do governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Por sua vez, reforçou a necessidade de impulsionar o setor da construção civil no Brasil
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Para uma melhor compreensão, há R$ 144,5 bilhões do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para 2026, dos quais R$ 125 bilhões estão voltados à habitação popular. Além disso, existem R$ 5,5 bilhões do Orçamento destinados a cobrir os subsídios para a Faixa 1 urbana, que está em análise no Congresso, e R$ 17 bilhões do fundo da Caixa Econômica Federal usados para custear os subsídios.
“Temos hoje a segurança para dar ao mercado de que não haverá falta de recurso no Minha Casa, Minha Vida. As pessoas podem contratar, as empresas podem acreditar no programa que não terá nenhum tipo de soluço. O PIB [Produto Interno Bruto] da construção civil está puxando a economia brasileira, e quem está puxando a construção civil é o Minha Casa, Minha Vida”, afirmou o ministro.
Projeções da Caixa em parceria com o Governo Federal
Para manter a lisura do processo, as faixas de renda do Minha Casa, Minha Vida serão atualizadas no início de 2026. Atualmente, a Faixa 1 é limitada a famílias com renda de até R$ 2.850, o que deve contemplar aqueles que faturam aproximadamente dois salários mínimos. A ideia do governo é chegar ao final do próximo ano com média mensal de 80 mil contratações, estimulando a geração de empregos.
O outro detalhe que tem empolgado os brasileiros é a ampliação da oferta das unidades para a classe média, que atualmente encontra menos opções no mercado. Nesse ínterim, o objetivo é chegar a 10 mil contratações para esse segmento até 2026, superando as 6 mil atuais.





