Morar sozinho passou a ser a realidade de boa parcela dos brasileiros, mas manter as despesas mensais tornou-se um problema. No entanto, o Governo Federal garante dois respaldos que visam diminuir as disparidades sociais, mas que poucos conhecem. A título de curiosidade, lares unipessoais, ou seja, compostos por uma única pessoa, têm acesso ao Bolsa Família e Gás do Povo.
Na prática, esses dois auxílios somente são entregues para pessoas que comprovam a vulnerabilidade social, levando em consideração a renda baixa. Para facilitar que esses indivíduos consigam manter uma vida minimamente digna diante das disparidades entre as classes, os programas são montados. No entanto, é preciso respeitar os critérios previamente estabelecidos.

Como ter acesso aos benefícios do governo?
A fim de receber auxílio do Governo Federal, é necessário estar inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico). Nesse cenário, quem morar sozinho precisa procurar o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) mais próximo de sua residência. Por sua vez, o candidato será entrevistado, apresentando documentações que comprovam a renda total do solicitante.
No tocante ao Bolsa Família, o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) decreta que a renda por pessoa da residência deve ser de até R$ 218. Caso as características de quem mora sozinho sigam esse curso, o governo autoriza a liberação do valor mínimo de R$ 600 mensais, enquanto o Gás do Povo torna-se bimestral.
Conforme o Decreto n° 12.417, publicado no Diário Oficial da União, famílias compostas por uma pessoa somente podem ingressar no Programa Bolsa Família com a realização de entrevista domiciliar para inscrição ou atualização do Cadastro Único. No entanto, essa exigência não se aplica a famílias unipessoais indígenas, quilombolas ou em situação de rua.





