No dia 17 de setembro, Mark Zuckerberg, CEO da Meta e fundador do Facebook, apresentou óculos inteligentes que prometem aposentar os celulares a médio prazo. Durante o Meta Connect, a empresa apresentou o Quest 3S, um headset de realidade mista, que oferece uma experiência imersiva que altera a forma como os usuários interagem com a tecnologia.
Sobretudo, os óculos Meta Ray-Bans Display não se diferenciam muito dos modelos oferecidos no mercado. A não ser pelas lentes oferecidas por Zuckerberg, capazes de entregar realidade mista, compostas por versões de 128 GB e 256 GB, com preços iniciais de US$ 299 (cerca de R$ 1,6 mil na cotação atual).

“Óculos são o formato ideal para uma super inteligência pessoal, porque permitem que você permaneça presente no momento enquanto acessa todas essas capacidades de IA para te deixar mais inteligente, te ajudar a se comunicar melhor, melhorar sua memória, melhorar seus sentidos. […] Quando projetamos o hardware e o software, focamos em te dar acesso a ferramentas muito poderosas quando você quiser e deixá-las desaparecer em segundo plano quando não quiser”, disse Mark.
O investimento bilionário da empresa mantém recursos do Quest 3, mas foca na adoção em massa, com controle por gestos, vídeo colorido e compatibilidade com o ecossistema Quest. A ideia principal é proporcionar atividades rotineiras, que hoje são oferecidas em smartphones. Assim, as funcionalidades serão acessadas nos óculos, mantendo o usuário conectado ao ambiente físico e digital simultaneamente.
Lançamento do substituto dos celulares gera controvérsias
Apesar de a novidade ter empolgado os visionários, o projeto assinado por Mark Zuckerberg causou transtornos em seu lançamento. Ao tentar atender uma chamada de vídeo no WhatsApp, o CEO não conseguiu completar a ligação e ficou sem jeito em frente à plateia. Ao tentar consertar a falha, novamente os óculos deixaram o bilionário na mão.
Diante da utilização do recurso LiveAI, pedindo para que a ferramenta o ensinasse como fazer um molho, os óculos não conseguiram dar seguimento às instruções. Como uma espécie de falha de programação, o servidor começou a repetir várias vezes a mesma frase. Embora o CEO tenha colocado a culpa na internet do Connect, as falhas no dispositivo revolucionário não foram explicadas e a empresa não se manifestou sobre os problemas.





